Histórias de Adoção #EuEscolhiAdotar

9 de outubro de 2018

Adoção de Animais

Em comemoração ao Aniversário de 33 anos da Cobasi, reunimos relatos de adoção dos colaboradores das Lojas. Confira as histórias abaixo!

Fernanda Trindade

Pet&Fácil – Sabará

Oi meu nome é Lilica a pretinha e meu irmão Scooby…

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Vou contar nossa história…

Eu, Lilica, vagava nas ruas perdida de madrugada. Tinha apenas 2 meses quando minha mamãe Fernanda me viu e me levou pra casa. Eu era tão pequenininha, mamãe me tirou da rua e iria me dar para alguém… mas aí ela se apaixonou por mim e daí em diante papai e mamãe me deram uma família. Hoje tenho 4 anos e sou muito feliz.

Meu irmão Scooby vivia nas ruas com um morador de rua. Um dia, papai passou por eles e o morador, todo feliz o cumprimento​u e perguntou para meu papai se ele queria ficar comigo. Meu papai disse que não podia porque tinha acabado de me pegar. Foi quando o rapaz disse que ia soltar ele na rua porque não tinha condições de me alimentar. Foi aí que o papai não aguentou e o trouxe para casa. Meu irmão tinha apenas 2 meses, assim como eu.

Meus pais também se apaixonaram por ele, e eu demorei um pouquinho para aceita-lo… mas hoje em dia eu não vivo sem ele kkkk

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Hoje ele também tem 4 aninhos assim como eu! Somos muitos felizes graças a nossos papais, não sei o que teria sido de nós nas ruas…

E olha que já passou tantos amiguinhos aqui em casa que meus papais pegaram nas ruas cuidaram e doaram, eles são muitos especiais….

Enfim essa é nossa história!

Muitos lambeijos

Lilica e Scooby

Katia Zacarioto

Pet&Fácil Carapicuíba
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Alguns meses atrás, perdi um grande membro da família. Infelizmente meu grande amigo Tyson se foi. Amo cachorro e como não vivo sem, precisava de um grande amigo novamente.
Pesquisei em vários lugares e encontrei esta fofura para doação e foi amor à primeira vista.
Bóris está comigo há dois meses e ele é uma motivação e um novo amor para mim. Eu incentivo a adoção de animais!

Tais Amorim

Cobasi Londrina Madre

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Oi! Meu nome é Frederico, mas todos me chamam de Fred.  Não tenho raça definida, mas segundo minha mamãe humana sou o mais lindo de todos os gatos do mundo e modéstia à parte, sou mesmo!

Eu lembro que antes eu morava com minha vovó em um apartamento pequeno junto com meu vovô também. Eu adorava arranhar o sofá dela, dormir em cima da mesa, fazer minhas estripulias de filhote soltando meu pelo pra todo lado, e eu sei que ela me amava desse jeito.

Mas um dia a vovó começou a passar muito mal, não parava de tossir e espirrar, então o médico malvado falou que ela não podia mais cuidar de mim porque meus pelinhos estavam fazendo mal para o pulmão dela.

Mesmo apavorado entrei  naquela caixinha de transporte que eu nem sabia pra que servia. Fui parar numa loja gigante muito colorida e com cheiros de vários animais.

Mamãe olhou pra mim e de primeira já se apaixonou. Vovó já tinha me oferecido para adoção e claro que minha mamãe não ia me deixar sem Lar.

Fui então conhecer minha casa nova. Eu estava muito assustado! Olhava o tamanho do quintal e quem é esse monte de gente? Onde eu vou dormir? Fiquei a noite toda escondidinho embaixo da cama.

Na outra noite armei um plano: Achei que conseguiria pular o muro de casa! Foi a pior ideia que eu já tive na minha vida. Fiquei perdido a noite inteira, sem quintal, sem cama e sem “dono”.  Ainda bem que minha mamãe teve uma ótima ideia, ao contrário de mim, além de me caçar de madrugada pela vizinhança. Ela também postou em um grupo desses de rede social com minha foto escrito “procura-se”.

Enquanto isso, eu ainda estava procurando um jeito de voltar para casa. Jogaram água em mim, acredita? Como pode ter gente que não gosta de gato? Fiquei preso  na grade do portão da vizinha que já tinha visto o post e minha mamãe foi me pegar logo depois do trabalho.

Fiquei um tempão de castigo. Não saia do quarto e andava no quintal só de coleira. Demorei mas aprendi a gostar da casa, me acostumei com o quintal que agora é meu parquinho e foi tirado tudo para eu não pulasse mais o muro.

Acordo minha mãe  todo dia às 6 da manhã pedindo para abrir a janela, arranho ela toda quando brincamos e mio bem alto quando quero comer. Mas tem a parte do carinho também: faço ela dormir “amassando pãozinho” depois durmo nas costas dela, encho as roupas dela de pelo e às vezes eu durmo dentro do guarda-roupas.

Ela me chama de príncipe e me trata como um.
EU AMO MINHA MAMÃE HUMANA ❤

Matheus Chihaya

Cobasi Curitiba Tourinho

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Matheus, colaborador da Cobasi e Luba

Esse é o Luba. O Luba veio para a gente há um ano e ele tinha 3 messes quando pegamos ele de uma moça que o resgatou em Piraquara, Curitiba – PR.

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Ele tinha sido abandonado junto a mãe e dois irmãos. Estávamos com ele a um mês e meio e começamos a perceber uma perda de pelo grande dele. Quando levei ele ao veterinário, ela disse que estava com sarna. Na hora fiquei assustado porque nunca tive nenhum cachorro com sarna, então ela sugeriu o tratamento. Foi um mês difícil porque tivemos que gastar horrores para curar ele e também com sabonete anti-sarna para a gente. Hoje ele tem um ano e 8 meses.

O Harry chegou recentemente a família. Ele estava em uma ONG que a minha loja recebe para adoção. A moça falou que ele era o último que havia ficado e se ninguém o adotasse iria voltar para a ONG sozinho sem os irmãos. Foi quando mandei mensagem para o meu namorado e ele ao saber que era o último, me deixou adota-lo. Ele então veio me buscar junto com o novo filho no mesmo dia. Já fazem dois meses que ele está conosco.

Por mais que os dois façam muita bagunça juntos, nós os amamos muito e não sabemos mais viver sem eles. Adotar os dois foi, para mim, uma das melhores escolhas que já fiz.

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Francielle Muller

Cobasi Canoas

Essa é minha gatinha que se chama Vick. Adotei ela com um mês e hoje ela tem com 2 anos. A encontrei através de uma publicação no Facebook, sem saber que era menina coloquei o nome de “Chuvisco” kkkk. Cerca de uns 2 meses depois descobri que era menina. É uma siamesa cheia de personalidade, não gosta de colo e é exigente. Ela é minha vidinha*.* .

O outro é o Luidy. Eu o peguei em uma campanha de adoção bem no aniversário de minha mãe. Ele tinha 3 meses, hoje tem com 10 meses. Ele não tem raça definida. Ele é muito carinhoso e brincalhão <3

Roberto Chiuvitti Neto

Cobasi Interlar

 

Em 16 anos de Cobasi presenciei muitas histórias de abandono: algumas com finais felizes e muitas com finais tristes.

Quem é da velha guarda, sabe que já comprei muita briga com “clientes abandonadores”. Muitas horas de delegacias.  Mas como sou veterinário de coração mole acabo adotando quando posso.

Conto as histórias dos gatos que estão comigo hoje. Outros se foram bem velhinhos…Samuel, Isack, Jacov

A Sarah é sobrevivente de uma ninhada abandonada na loja Osasco. Seus irmãos morreram sintomas de PIF. Eu a levei para casa para ajudar a cuidar, mas sempre quisemos um gato frajola e ficamos com ela.

Alguns anos depois apresentou sintomas oftálmicos de PIF, com descolamento de retina e hérnia de cristalino. Tivemos que fazer enucleação bilateral. Nossa ceguinha de 12 anos se vira muito bem, sobe na pia e até bate nos outros gatos e impõe respeito na turma.

A Hanah foi abandonada com os irmãos em uma caixa de papelão em uma estação do Metro. Logo cedo demonstrou ser orgulhosa e inteligente. Passeia com peitoral quando e onde quer.

A Maria Lindinalva foi abandonada, em um saco de lixo, muito pequena e desnutrida, na porta  da loja São Bernardo. Cuidamos dela e morava na recepção da clínica aguardando uma adoção. Na véspera de uma Sexta feira 13 a levei para casa para evitar que alguém a levasse para fazer mal… e lá ficou. Hoje pesa 9kg e nos segue pela casa toda. Parece um Pug preto.

Marcia Oliveira

Cobasi Rio Guanabara

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Olá me chamo Mel e tenho 1 ano e 9 meses. Moro com meus pais adotivos desde quando tinha 1 mês de vida. Foi amor à primeira vista! Vivem me mimando com muito carinho e sou a xodó da família. Tiram tantas fotos minhas e postam nas redes sociais que já me sinto até celebridade!

Marinalva Souza

Cobasi Guarulhos Centro

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Meu nome Marinalva Souza e eu adotei a Meg porque o antigo dono dela sempre a deixava sozinha para trabalhar. Eu fiquei comovida e perguntei se ele queria me doar. E assim, desde 19/03/2013, ela está conosco. Hoje agradeço a Deus por tudo, pois ela é a alegria da casa. E o Eraldo, antigo dono da Meg, também está feliz por saber que ela tem uma família que a ama muito!

Samara Muniz

Cobasi Brasília CasaPark

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Em dezembro de 2016 uma amiga encontrou três gatinhos presos no capô do carro dela e me perguntou se eu adotaria algum deles. Os três estavam sujos e com bastante pulga. Aceitei ficar com um, o mais quietinho da ninhada.
Hoje, pouco mais de dois anos depois, ele foi castrado e está livre de pulgas. A bolinha de pelos que eu peguei se tornou o centro das atenções em casa e o terror dos veterinários.
O Epsilon mia na porta quando saio e quando chego. Ronrona quando coço atrás da orelha dele. Corre com o rabinho pra cima quando vê que a porta vai abrir. É uma alegria sem tamanho tê-lo comigo. Não imagino a minha vida sem ele. Eu já recomendava antes adotar um bichinho, mas agora sei o que é esse comprometimento pra vida toda. Eu sou tudo para ele e ele é tudo para mim. Adotá-lo foi a melhor coisa que fiz!

Maicon Barros

Cobasi Canoas

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Adotei esse carinha bigodudo aí, o Nellmann, depois que fui morar com a minha família (esposa e filha) na cidade de Canoas. Sempre tivemos animais na casa dos meus pais e estávamos nos sentindo um tanto “sozinhos”, até que uma colega de trabalho nos falou sobre uma ninhada de gatos para adoção.  Não deu outra, bateu aquela sintonia à primeira vista. Hoje o Nelmann já tem 7 anos de idade e mora conosco em Porto Alegre.

Taline Gonçalves

Cobasi Curitiba Tourinho

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Olá, o nome do nosso filhote é Darwin, estamos com ele há uns 2 meses. Adotei ele em uma das primeiras feiras na loja Cobasi Mario Tourinho, ele era o último de 4 irmaos e muito pequeno. Não iria ser adotado por nínguem. Foi amor à primeira vista e não resisti! Hoje ele é muito feliz na nossa casa.

Audrei Ferreira

Cobasi Sorocaba Panorâmico

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Meu nome é Audrei, e sempre amei animais principalmente cachorros.

Sempre tivemos cachorros aqui em casa, só que depois da morte da nossa última cachorrinha meus pais não queriam ter mais nenhum. E eu sempre insistia.

Até que um dia um amigo do meu pai mandou fotos de uns cachorrinhos que estavam pra doação, e disse que se não conseguisse doar ia soltar eles na rua.

Vimos a foto de uma pequenina toda marrom e a adotamos.

No início minha mãe não gostou da ideia e não dava muita atenção pra ela. Com passar dos meses ela se tornou querida por todos daqui de casa inclusive minha mãe que até carregar no colo ela carregou (rs).

Hoje em dia ela é essa cachorrinha linda, a Aila, é carinhosa e muito sapeca mas muito amada por todos. Se não adotássemos não sei como ela estaria e como nós estaríamos sem esse amor, esse carinho que temos por ela, e ela por nós.

Por isso #EscolhemosAdotar.

Fernanda Santos

Cobasi Sorocaba Itavuvu

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Hoje vou contar a história da Mel uma SRD muito fofa que adotei ainda bebezinha na feira de doação Anjos e Protetores. No dia que a vi chegar queríamos muito uma cachorrinha pois a nossa havia sumido e nunca a encontramos. A alegria foi grande em saber que tínhamos a oportunidade de adotar novamente e poder dar um lar e conforto que ela precisava.

Levamos ela pra casa e já está com um ano de quatro meses, saudável e muito carinhosa! Vejo no olhar dela como ela é grata por nós ter adotado ela e por fazer parte da minha família! Deixo aqui minha história e com toda a certeza de que a melhor escolha é adotar ❤️

Nosso caçula é o Alfredo, adotado da ONG Adote um Gatinho. Um moleque bagunceiro que inferniza as irmãs e também passeia na coleira.

Ana Paula

Cobasi Center Norte

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Há 4 anos atrás meu namorado e eu voltávamos da casa de um amigo nosso. Eram 2 da manhã, inverno, madrugada fria, garoa fina, quando em um monte de lixo vi alguma coisa preta se mexendo. Gritei para meu namorado parar o carro e mesmo com a avenida escura e o insulfilm no carro vi algo se mexendo em meio ao lixo. Pensei que fosse um gato, mas assim que abaixei o vidro, vi aquela coisinha preta dos olhos caramelo levantar a cabeça e não pensei 2 vezes!

Peguei uma blusa para aquecer o cachorro, quando levantei para ver o sexo, era uma menininha. Meu sonho sempre foi ter uma fêmea, pois já tenho 2 machos.

Ela tremia de frio, com fome, a boca cheirava a leite e não tinha nem 1 mês de vida. Quando levei para casa me chamaram de louca mas jamais conseguiria dormir tranquila não tivesse feito nada. Costumo dizer que não foi eu que a achei, foi Deus que me colocou naquele lugar, aquela hora pois sabia que eu não viraria as costas.

O tempo foi passando, fomos cuidando dela, vacinamos, castramos e a amamos. A  ideia era cuidar e colocar para adoção, até apareceu pessoas para adota-lá, mas já não imaginava minha vida sem a Meg e a #adotamos!  Hoje meu bebê tem 4 anos e quero estar com ela ate seu último suspiro de vida.

Maiara dos Santos Souza

Cobasi Limeira

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Quando eu adotei minha gata me senti feliz e realizada. Porém minha mãe ainda não sabia que tinha adotado, pois adotei de um colega de trabalho.

Decidi colocar o nome dela de HOPE (Esperança em inglês) na esperança que minha mãe iria ama-la assim como eu amo. Deu tudo certo minha mãe aceitou e estou com ela até hoje.

É muito mais que uma gata…faz parte da família e traz muitas alegrias e muito amor a todos. Eu amo minha gata!

Bruna Larissa dos Santos

Cobasi Limeira

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No shopping onde trabalho instalou-se um circo por alguns dias. Quando eles foram embora, uma das famílias que trabalhava no circo abandonou um cachorrinho de aproximadamente quatro meses, sem água e comida sob sol forte. Vendo a condição do animalzinho não pensei duas vezes e sensibilizei e fui resgatá-lo. Por fim, o trouxe para casa e acabei por adotá-lo. Agora ele se chama Rico e tem um lar onde é muito amado e faz companhia a minha outra cachorrinha, também adotada.

Marília Dib Rivero Oliva

Cobasi Bragança Paulista

Há seis anos atrás quando estava chegando no sítio da minha família aqui em Bragança Pta, me deparei com um pontinho branco no portão. Quando desci do carro fui de encontro e aquela a “bolinha” branca veio andando em minha direção.

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Claro que peguei ela, coloquei no carro, tratei dos animais do sítio e voltei pra casa com ela.
Chegando em casa … desci para o quintal escondendo ela, porque se minha mãe a visse, ela ficaria muito brava, rsrs.

Arrumei um lugar pra ela e chamei minha irmã – que quando a viu ficou apaixonada e a nomeou como Maria Clara, por ser todo branquinha.
Escondemos ela por uns 5 a 7 dias, porém, passado alguns dias tivemos que apresenta lá a todos da família, porque minha irmã pegou sarna e não teve outro jeito, tivemos que contar para minha mãe, ela não ficou muito feliz.

Fizemos o tratamento nas duas, na minha irmã rsrs e na Clarinha (Maria Clara só quando temos que chamar a atenção dela).
Hoje em dia quem a vê nem acredita que ela foi encontrada na rua, além de ter se tornado uma cachorra muito linda é muito inteligente.
Somos apaixonados por ela!
Vou deixar anexadas três foto, uma do dia em que eu a encontrei, a segunda de quando ela estava fazendo tratamento para sarna e a terceira dos dias de hoje.
Essa é a minha história #euescolhiadotar.

 

Júlia

Cobasi Curitiba

Meu nome é Julia, sou bióloga e trabalho na cobasi de Curitiba – Barigui como repositora.

Sou completamente apaixonada por animais e amo meu trabalho que me propicia ter um contato direto e diário com eles.

Hoje estou aqui contar a história da Lola.

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Em 2016, trabalhava numa ONG localizada em Registro-SP, chamada GPAVR (Grupo de Proteção aos Animais do Vale do Ribeira). No mês de janeiro do mesmo ano, minha cachorra Pitty havia falecido e todos em casa estavam tristes (incluindo a nossa outra cachorra que se sentia muito só).  Em um dia qualquer do mês de fevereiro uma moça chegou desesperada na ONG pedindo ajuda para resgatar uma cachorrinha filhote.   Chegando ao local constatei que a tutora do animal queria matar a filhote jogando-a no rio da cidade (a mesma alegando que o animal estava doente e não havia como custear o tratamento).   Após uma longa negociação consegui pegar a cachorrinha e leva-la para a ONG.

Um ser tão pequeno, com sarna e muitos vermes com aproximadamente 40 dias.   Chegando em casa pedi permissão para meus pais para que ela passasse alguns dias em casa para que eu fizesse o tratamento. Por fim, a filhotinha conquistou a todos e recuperou-se rapidamente.  Hoje posso dizer que ela veio nos tirar de um momento de profunda tristeza.  E de lar temporário tornou-se definitivo.

 

Náliny Maria

Cobasi Administrativo

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Minha história com a Lara começou em 2005. Naquela época, existia um evento chamado “Domingo na Paulista” onde eram realizadas várias atividades recreativas na Paulista.

Em um domingo de Abril, minha mãe e eu fomos para Paulista e logo quando chegamos, vi uma roda de pessoas em volta de uma caixa e eu fui ver o que era. Uma moça havia encontrado vários filhotes na rua e estava doando porque não tinha condições de ficar com eles. Minha mãe foi extremamente resistente quando resolvi pedir para ficar com um. No fim, acabou cedendo por conta de um detalhe: A Lara (nome dado pelo Anjo da Guarda da Lara e dos irmãos dela) tinha a pelagem preta e branca, cores que minha mãe ama.

Ficamos com a Lara durante alguns meses. Como morávamos em apartamento e estávamos de mudança, minha mãe resolveu doar a cachorra. O apartamento novo não comportava um animal – e naquela altura, ela já não era tão pequena.

Eis que o novo dono foi busca-la e minha mãe colocou as coisas dela em uma sacola: ração, cama, jornal… tudo e ele a levou.

Lembro bem dos dias que se seguiram… eu só chorava. Ia para escola chorando, voltava da aula e chorava ainda mais porque sentia falta da Lara. Eu era muito apegada e como sou filha única, a cachorra era realmente sempre foi minha companheira.

Um dia, voltando da casa de uma amiga, vi a Lara e o dono novo. Mas ela estava muito magrinha e abatida. Assim que coloquei os pés em casa, falei para minha mãe. No mesmo dia, minha mãe foi até a casa da pessoa que o adotou. Chegando lá, viu que a cachorra além de muito magra, estava sendo maltratada por moradores da casa. A cachorra ainda estava cheia de pulgas e muito quieta. Óbvio que a minha mãe precisou fazer um pequeno “show” para pegar a Lara de volta… a pessoa não queria devolver!! rs

Para nossa sorte, a Lara voltou para onde ela não deveria ter saído e nunca mais saiu do nosso lado. De lá pra cá, foram mais de 7 mudanças de casa (sim!), muitos sacos de ração, chinelos mordidos, passeios, brincadeiras e muito amor. É, sem dúvidas, um membro da família que nos acompanha nos momentos bons e ruins da vida.

Hoje a Lara é uma senhorinha de quase 14 anos com muitos pelinhos brancos pelo rosto, alguns problemas na coluna e muito amor para nos oferecer.

Renata Martins

Meu nome é Luke, tenho quase 3 aninhos, sou muito inteligente, mas carente e medroso por conta de tudo o que vivi.
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Em janeiro deste ano perambulava doente e sozinho pelo Rodoanel – Grande SP. Eu estava fome, frio, sede e amedrontado – até medo dos animais que encontravam pelas ruas eu tinha, pois fui muito maltratado. Inclusive, até tive o meu rabinho amputado. Graças à ajuda dos humanos da Concessionária Rodoviária com a ONG Cão Sem Dono, fui resgatado com mais 15 cãezinhos abandonados.

Na ONG eu recebi cuidados especiais e fui destinado à adoção até chegar ao Cobasi do Morumbi. O casal que me adotou, foi até a loja adotar outro cãozinho. Mas ele foi adotado antes de chegarem.

Então a Sra. Rosinha, que emocionada falava de seu cãozinho que havia falecido, que se parecia comigo e que eu seria muito feliz em sua grande casa e teria quintal gigante. Neste momento, pensei: “Como ela me levará se eu já escolhi Fábio e Renata como meus verdadeiros Donos? ”. Mesmo eles morando em apartamento, sem aquele quintal gigante, era com eles que eu queria seguir.

E assim, com a ajuda do meu amigão Fábio, da ONG Cão Sem Dono, eu me comportei tão bem! “Sentei”, “Deitei”, “Pulei”, “Levantei” como um verdadeiro cão adestrado (que não sou). E assim ganhei um lar maravilhoso!

Um dia, eu escapei de casa e saí correndo atrás de um gato. Quando percebi, lá estava eu, sozinho e muito distante. Mas, desta vez, era diferente, eu não poderia ficar sem aquele amor, aconchego, carinho. Eu tinha que superar o medo e seguir o meu faro e instinto animal, em busca do caminho de casa. E após 1 hora perambulando pelas ruas, eu meu condomínio! E consegui encontrar sozinho, exatamente no prédio em que eu morava. Iuuupi! Fabuloso!

Fui correndo para lá, e fiquei sentado, quietinho, até que uma vizinha abriu a porta e eu fui correndo para o elevador. Esperei ansiosamente pelo meu dono, pois sabia que ele não me abandonaria.
Depois de 1 hora meu dono chegou assustado e desesperado ao meu encontro. Foram só lambeijos e muitos abraços, com o pensamento de que nunca mais me distanciaria de casa, e mesmo solto, sem guia, eu ficarei sempre por perto, ao lado deles, como um verdadeiro cão guia!
Eu nunca abandono meus donos! Com eles viajo, passeio, os AMO e sou ETERNAMENTE GRATO e BONZINHO! Por isso, só recebo amor. Agradeço à Cobasi e à ONG Cão Sem Dono por terem me dado um lar feliz que eu verdadeiramente escolhi quando os vi.

Equipe Cobasi Imigrantes

“Por favor, cuidem dela. Não tenho condições.”
Foi junto de um bilhete com essas palavras que estava ela e dentro de uma sacola.

Logo que a encontraram, vieram correndo pedir ajuda aqui na clínica. Um pontinho preto, assustado, berrava não sei se de dor,  medo ou fome. Era uma gatinha, tinha por volta de um mês e tinha probleminha pra andar. Estava com diarreia e com assaduras.

Ficamos todos muito revoltados e  com muita dó. Como podem abandonar um  ser tão indefeso?!  E que mania é essa de achar que largar um animal perto de um veterinário ou de gente que gosta de animais você está fazendo uma boa ação? Ela quase morreu…e sim, essa pessoa cometeu um crime de abandono e maus tratos . Mesmo gostando de animais, ninguém é obrigado a assumir os cuidados de um animal que é de responsabilidade de outra pessoa.

A gatinha chegou bem debilitada. Mas todos se mobilizaram a ajudar.  Funcionários, plantonistas, amigos…todos paparicando bastante ela. Passou por exames laboratoriais, tomografia, fez acupuntura.  Foi melhorando aos poucos. Mas em razão de uma compressão na coluna, anda arrastando os membros traseiros e não controla bem a urina e fezes. Mas estava apta a ser adotada. Fizemos algumas triagens e restrições pois ela teria que ir para um lar seguro. Vinham conhecê-la, mas quando viam que ela era “especial” desistiam de adotar.   Após muitas rejeições decidimos que ela seria adotada pela clínica. Estávamos todos bem apegados e já não tínhamos mais coragem de doá-la.

Em maio fez 3 anos que foi encontrada. Uma fofura de gatinha, que encanta a todos com seus pedidos de carinho e sua inteligência.  Em seus passeios matinais no jardim da loja, sempre flagramos funcionários, promotores e clientes se rendendo a ela. E quem resiste a uma gata esparramada no chão pedindo carinho ou um roçar de queixo no sapato?
E tem cliente que, quando não a encontra no jardim, procura a clínica preocupado em busca de notícias.

Com certeza estamos aprendendo muito com nossa mascotinha. Trouxe ao nosso ambiente de trabalho muita alegria e boas energias. São muito gratos e amáveis!
Adotar é muito bom! #euescolhiadotar

Conheça outras histórias de adoção ou saiba mais sobre a saúde do seu pet aqui no Blog da Cobasi!