

A leishmaniose canina é uma doença parasitária grave que pode evoluir silenciosamente. A transmissão ocorre principalmente pela picada da fêmea do mosquito-palha (Lutzomyia longipalpis) infectada pelo protozoário Leishmania infantum.
A infecção pode afetar a pele, os olhos e as articulações, além de comprometer órgãos internos, como rins, fígado e baço.
Alguns cães apresentam emagrecimento, lesões na pele e crescimento exagerado das unhas, enquanto outros podem permanecer sem sinais visíveis por meses ou anos.
A Dra. Lysandra Barbieri (CRMV-SP 44484), médica-veterinária da Cobasi, explica os sintomas, a transmissão, o tratamento e as formas de prevenção da leishmaniose em cães.
Atenção: os sintomas podem ser confundidos com os de outras doenças. A infecção não pode ser confirmada ou descartada apenas pela aparência do cachorro. Ao notar alterações, procure um médico-veterinário.
|
A leishmaniose canina é uma doença infecciosa e parasitária causada por protozoários do gênero Leishmania.
No Brasil, a forma mais frequente em cães é a leishmaniose visceral canina, também conhecida como calazar canino, causada principalmente pela espécie Leishmania infantum.
Após a infecção, o parasita invade células de defesa e pode se espalhar pelo organismo. A evolução depende da resposta imunológica de cada cachorro: alguns animais permanecem assintomáticos, enquanto outros desenvolvem alterações na pele, nos olhos, no sangue, nos rins e em outros órgãos.
A leishmaniose também é uma zoonose de importância para a saúde pública, pois pode atingir animais e seres humanos.
No entanto, a transmissão não ocorre pelo contato direto com um cachorro infectado, mas principalmente pela picada do mosquito-palha infectado, que pode transmitir o parasita tanto para cães quanto para pessoas.
As leishmanioses integram o grupo das doenças tropicais negligenciadas e representam um importante problema de saúde pública.
Segundo a OPAS/OMS, o Brasil concentra cerca de 92% dos casos humanos de leishmaniose visceral registrados nas Américas. O dado não representa infecções caninas, mas demonstra a relevância da doença no país.
No episódio do Cobasi Cast sobre leishmaniose, Kathia Almeida, médica-veterinária da MSD Saúde Animal, destaca dois desafios para o controle da doença:
Os cães podem ser infectados por diferentes espécies de Leishmania, as principais formas são a leishmaniose visceral canina, mais frequente e relevante no Brasil, e a leishmaniose tegumentar, considerada menos comum nos animais domésticos.
| Comparação | Leishmaniose visceral canina | Leishmaniose tegumentar em cães |
| Agente causador | Principalmente Leishmania infantum. | Espécies como L. braziliensis, L. amazonensis e L. guyanensis. |
| Áreas afetadas | Pele, olhos, linfonodos, rins, fígado, baço e medula óssea. | Principalmente pele e mucosas. |
| Sinais nos cães | Emagrecimento, apatia, lesões na pele, alterações oculares e crescimento exagerado das unhas. | Úlceras, feridas persistentes e outras lesões na pele ou nas mucosas. |
| Papel na transmissão | O cão é o principal reservatório urbano de L. infantum, mas a transmissão depende da picada do vetor. | Não há comprovação de que cães atuem como reservatórios; são considerados hospedeiros acidentais. |
| Ocorrência em cães | É a forma mais frequente e mais associada ao termo leishmaniose canina. | É menos frequente em cães e pode ser confundida com outras doenças de pele. |
Uma informação relevante sobre os tipos da doença é que a presença de lesões cutâneas não significa necessariamente leishmaniose tegumentar.
A leishmaniose visceral canina também pode provocar feridas, descamação e queda de pelos, além de alterações em órgãos internos. Apenas a avaliação veterinária e os exames laboratoriais podem determinar a forma da infecção.
A leishmaniose canina é transmitida pela picada da fêmea do flebotomíneo infectado, conhecido como mosquito-palha. Durante a picada, o vetor deposita formas infectantes da Leishmania na pele do cachorro.
O mosquito-palha adquire o parasita ao se alimentar do sangue de um animal infectado. Depois do desenvolvimento da Leishmania no organismo do vetor, uma nova picada pode transmitir o protozoário para outro cachorro.
O ciclo de transmissão envolve o mosquito-palha, o parasita e os hospedeiros vertebrados:

Não, a leishmaniose canina não é contagiosa pelo contato direto. Ou seja, carinho, lambidas, saliva, compartilhamento de potes e convivência no mesmo ambiente não são formas habituais de transmissão.
De modo geral, o cachorro infectado atua como fonte do parasita para o mosquito-palha. Assim, após picar um cão infectado, o vetor pode transmitir a Leishmania para outros animais ou pessoas por meio de novas picadas.
O mosquito-palha passa pelas fases de ovo, larva, pupa e adulto. Diferentemente do mosquito da dengue, as fases imaturas não se desenvolvem em água parada.
O desenvolvimento ocorre no solo, em locais úmidos, sombreados, com pouca luminosidade e matéria orgânica em decomposição.
Folhas, frutos caídos, fezes de animais e restos de alimentos podem favorecer a presença do vetor quando permanecem acumulados.
Os insetos adultos apresentam maior atividade entre o entardecer e o amanhecer. Durante o dia, procuram abrigo em locais protegidos, como canis, frestas, troncos de árvores, abrigos de animais e áreas com vegetação densa.
Os sintomas da leishmaniose canina variam bastante, isso porque alguns cães permanecem sem sinais visíveis, enquanto outros apresentam alterações na pele, nos olhos, nas unhas, no peso e no funcionamento dos órgãos.
Entre os sinais mais frequentes de leishmaniose em cães estão:
Os sinais não aparecem na mesma ordem nem evoluem da mesma maneira em todos os cachorros, como detalhamos na tabela abaixo:
| Situação clínica | Possíveis sinais | Orientação |
| Sem sinais visíveis | O cachorro aparenta estar saudável e pode não apresentar alterações perceptíveis na rotina. | A ausência de sintomas não descarta a infecção, principalmente em áreas com transmissão. |
| Sinais iniciais ou discretos | Apatia, perda de apetite, emagrecimento gradual, pelos opacos, descamação, pequenas lesões, queda de pelos e crescimento das unhas. | Os sinais podem ser confundidos com dermatites e outras doenças. |
| Doença em evolução | Feridas de difícil cicatrização, perda muscular, linfonodos aumentados, alterações oculares, sangramento nasal, vômitos e aumento do fígado ou do baço. | O comprometimento pode alcançar diferentes sistemas do organismo. |
| Quadro avançado ou complicado | Fraqueza intensa, perda de peso acentuada, dificuldade para caminhar, aumento da sede e da urina, vômitos persistentes e sinais de doença renal. | O cachorro precisa de avaliação veterinária com rapidez. |
As alterações dermatológicas estão entre as manifestações mais frequentes da leishmaniose em cães. O parasita e a resposta imunológica do organismo podem provocar inflamação, descamação, perda de pelos, crostas, nódulos e úlceras.
As lesões aparecem com frequência no focinho, ao redor dos olhos, nas pontas das orelhas e nas extremidades das patas. No entanto, dermatites, infecções e outras doenças também podem causar sinais semelhantes.
Sim, um cachorro infectado pode permanecer assintomático por meses ou até anos. E, vale ressaltar que cães sem sintomas também podem servir como fonte de infecção para o mosquito-palha.
O histórico de residência ou viagem para áreas com transmissão ajuda o médico-veterinário a decidir quando a investigação é necessária.
Procure atendimento ao perceber emagrecimento, apatia, feridas persistentes, alterações nos olhos, crescimento exagerado das unhas ou aumento dos linfonodos.
Sangramento nasal, vômitos persistentes, fraqueza intensa, convulsões, dificuldade para caminhar ou alterações na quantidade de urina exigem avaliação veterinária com maior rapidez.
O diagnóstico combina o histórico do cachorro, o exame físico e os testes laboratoriais. O médico-veterinário considera os sintomas, os locais onde o animal viveu ou para onde viajou, o risco de exposição ao mosquito-palha e os resultados dos exames.
O Manual de Vigilância e Controle da Leishmaniose Visceral, do Ministério da Saúde, apresenta diferentes técnicas para identificar a infecção, como testes sorológicos, exames parasitológicos e métodos moleculares.
Um resultado positivo pode indicar infecção pelo parasita, mas não determina sozinho a gravidade da doença. Por isso, os resultados precisam ser interpretados em conjunto pelo médico-veterinário.
A seguir, entenda o que cada exame procura e como pode contribuir para o diagnóstico da leishmaniose canina.
Testes rápidos, ELISA e RIFI procuram anticorpos produzidos pelo organismo contra a Leishmania. Podem ser utilizados na triagem e na confirmação da infecção, conforme o protocolo adotado.
O resultado pode variar de acordo com a fase da infecção e a resposta imunológica do cachorro. A sorologia deve ser interpretada em conjunto com os sinais clínicos e outros exames.
O exame parasitológico busca identificar diretamente o protozoário em amostras de linfonodos, medula óssea, pele ou outros tecidos. O local da coleta depende das alterações apresentadas pelo cachorro e deve ser definido pelo médico-veterinário.
A PCR procura o material genético da Leishmania. A capacidade de detectar o parasita depende, entre outros fatores, do tipo de amostra coletada e da quantidade de parasitas presente no local.
O resultado da PCR não deve ser interpretado isoladamente para determinar a gravidade da doença, a resposta ao tratamento ou a eliminação do parasita.
Hemograma, perfil bioquímico, exame de urina e testes da função renal e hepática ajudam a verificar como a doença afetou o organismo. Os resultados também permitem definir o estágio clínico, orientar o tratamento e acompanhar a evolução do cachorro.
Esses exames não substituem os testes específicos para identificar a infecção, mas são fundamentais porque a leishmaniose pode comprometer diferentes órgãos, especialmente os rins.

A leishmaniose canina não tem cura parasitológica comprovada, pois o tratamento não garante a eliminação completa da Leishmania do organismo.
No entanto, é possível alcançar a chamada cura clínica, quando os sinais da doença são controlados e o cachorro apresenta melhora do quadro.
O tratamento pode reduzir a carga parasitária, controlar as manifestações clínicas e proporcionar qualidade de vida. Como o protozoário pode permanecer no organismo, o acompanhamento veterinário deve continuar mesmo após a melhora dos sintomas.
Sim, o tratamento da leishmaniose canina é definido pelo médico-veterinário de acordo com o estágio da doença, as alterações apresentadas pelo cachorro e os resultados dos exames.
Como explica a médica-veterinária Lysandra:
“Antigamente, era comum (e obrigatório) a eutanásia dos animais infectados. Mas hoje, existe o que chamamos de cura clínica, que atua na remissão total dos sintomas”.
No Brasil, o tratamento deve ser definido pelo médico-veterinário e realizado com produtos veterinários registrados no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para essa finalidade.
A miltefosina é um dos princípios ativos utilizados no tratamento da leishmaniose visceral canina. O medicamento ajuda a reduzir a carga parasitária e controlar as manifestações clínicas da doença.
O protocolo, porém, não é igual para todos os cães. A escolha dos medicamentos, possíveis associações, duração do tratamento e frequência dos exames dependem do estágio da doença, das condições dos rins e do fígado e da resposta de cada animal.
Medicamentos de uso humano ou produtos sem registro para o tratamento da leishmaniose canina não devem ser administrados por conta própria.
Além do tratamento medicamentoso, o controle do mosquito-palha continua sendo necessário. Mesmo em tratamento, o cachorro pode permanecer infectado e servir como fonte do parasita caso seja picado pelo vetor.
Não existe uma expectativa de vida única para cães com leishmaniose, o prognóstico depende principalmente do estágio da doença, do comprometimento dos órgãos, da presença de outras infecções, da resposta ao tratamento e do acompanhamento veterinário.
Um estudo publicado em 2020 analisou 99 cães com leishmaniose atendidos em cinco centros veterinários de Portugal. Os pesquisadores observaram diferenças importantes na sobrevida conforme o comprometimento renal apresentado no momento do diagnóstico.
O estudo reforçou a função renal como um importante fator para o prognóstico da leishmaniose canina. A anemia grave e a presença de outras infecções também estiveram relacionadas à menor sobrevida.
Esses números não representam uma previsão de quanto um cachorro com leishmaniose irá viver.
O estudo é retrospectivo, foi realizado em Portugal e apresenta limitações reconhecidas pelos próprios pesquisadores. O prognóstico deve ser avaliado individualmente pelo médico-veterinário, considerando o estado de saúde e a evolução de cada animal.
O diagnóstico de leishmaniose não significa automaticamente que o cachorro será submetido à eutanásia.
A Lei nº 14.228/2021 proíbe a eliminação de cães e gatos por órgãos de controle de zoonoses, canis públicos e estabelecimentos oficiais como método de controle populacional, com exceções previstas para situações específicas relacionadas à saúde pública e ao bem-estar do animal.
A conduta não deve ser tomada a partir de um teste isolado, é necessário considerar a confirmação do diagnóstico, o estado clínico do cachorro, o prognóstico, as normas sanitárias vigentes e a avaliação do médico-veterinário.
A prevenção da leishmaniose canina combina a proteção do cachorro contra o mosquito-palha e os cuidados com o ambiente.
Nenhuma medida elimina completamente o risco, especialmente em áreas onde há transmissão da doença, mas os cuidados preventivos ajudam a reduzir a exposição ao vetor e são fundamentais para proteger o cachorro.
Escolha uma coleira que tenha indicação de ação repelente contra flebotomíneos, insetos responsáveis pela transmissão da leishmaniose.
As coleiras impregnadas com deltametrina a 4% fazem parte das estratégias de controle da leishmaniose visceral adotadas pelo Ministério da Saúde.
O inseticida é liberado gradualmente e se distribui pelo corpo do cachorro, ajudando a repelir o mosquito-palha.
Na Cobasi, você encontra coleiras desenvolvidas para repelir os mosquitos transmissores da leishmaniose em cães e que também auxiliam no controle de pulgas e carrapatos:
O mosquito-palha encontra condições favoráveis para seu desenvolvimento em locais úmidos, sombreados e com matéria orgânica acumulada.
Como orienta a médica-veterinária Lysandra:
“O mosquito-palha gosta de locais com acúmulo de matéria orgânica, por exemplo, restos de frutos e fezes de animais. Portanto, é muito importante manter o seu lar sempre limpo para não dar chance ao inseto”.
Recolha as fezes dos animais, retire folhas e frutos caídos, não deixe restos de alimento pelo quintal e evite o acúmulo de entulho, madeira em decomposição e outros materiais orgânicos. Canis e abrigos também devem permanecer limpos, secos e arejados.
Como os flebotomíneos apresentam maior atividade principalmente no entardecer e durante a noite, em áreas de risco é importante reduzir a permanência do cachorro ao ar livre nesses períodos.
Telas de malha fina em portas, janelas e canis também podem contribuir para a proteção, já que o mosquito-palha é pequeno e consegue atravessar aberturas maiores.
Consultas periódicas ajudam a acompanhar a saúde do cachorro e permitem que o médico-veterinário avalie o risco de exposição e a necessidade de exames.
Se você pretende viajar com o pet para uma região onde há transmissão de leishmaniose, converse com o veterinário antecipadamente sobre as medidas de proteção contra o mosquito-palha.
Agende uma consulta veterinária para receber orientação individualizada.
Atualmente, nenhuma vacina contra leishmaniose canina é comercializada no Brasil.
A Leish-Tec, que era utilizada contra a leishmaniose visceral canina, teve sua fabricação e comercialização suspensas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) em 2023 após a identificação de desvios de conformidade em lotes do produto.
Foram encontrados níveis de proteína A2 inferiores ao limite mínimo estabelecido na licença da vacina.
Por isso, a prevenção disponível atualmente deve se concentrar principalmente em evitar o contato do cachorro com o mosquito-palha, com o uso adequado de repelentes, manejo do ambiente e orientação veterinária.
Quer entender o que aconteceu com o imunizante? Confira o conteúdo completo sobre a vacina contra leishmaniose.
A leishmaniose ocorre em diferentes regiões do Brasil, mas a distribuição e o risco de transmissão variam conforme o território e a forma da doença.
O Ministério da Saúde monitora a ocorrência das leishmanioses e utiliza dados epidemiológicos para identificar áreas de transmissão e orientar as estratégias de vigilância e controle.
É importante lembrar que os registros de casos humanos não representam o número de cães infectados.
No caso da leishmaniose visceral, porém, conhecer a situação epidemiológica da região ajuda a entender onde a atenção às medidas preventivas deve ser reforçada.
Antes de viajar com o cachorro ou se houver dúvidas sobre a ocorrência da doença na sua região, consulte os painéis de monitoramento do Ministério da Saúde, que disponibilizam informações sobre Leishmaniose Visceral e Leishmaniose Tegumentar.

Não pelo contato direto com o cão. A transmissão epidemiologicamente mais importante ocorre quando um flebotomíneo infectado pica uma pessoa.
O período de incubação é variável e os sinais podem surgir meses ou anos depois da infecção. Alguns cães permanecem assintomáticos por longos períodos.
Pode sentir desconforto ou dor quando há lesões de pele, alterações oculares, inflamação muscular ou articular e comprometimento de órgãos. Mudança ao caminhar, sensibilidade, prostração ou vocalização justificam avaliação veterinária.
Sim, o convívio direto não transmite a leishmaniose. Entretanto, todos os cães da casa devem permanecer protegidos contra o mosquito-palha, principalmente em áreas com registro da doença.
Cães diagnosticados também precisam usar proteção repelente contínua. Mesmo com a melhora dos sintomas, o tratamento não garante a eliminação completa do parasita.
A picada do mosquito-palha é a principal forma de transmissão e a mais relevante para o controle da leishmaniose no Brasil.
A literatura veterinária também registra outras vias menos frequentes:
Essas vias são menos comuns e não modificam a principal orientação preventiva: reduzir o contato dos cães com o mosquito-palha.
O crescimento excessivo e a curvatura anormal das unhas recebem o nome de onicogrifose.
Na leishmaniose canina, a alteração está associada ao processo inflamatório na região das unhas e costuma aparecer em quadros crônicos, muitas vezes acompanhada de descamação ou outras lesões na pele.
A onicogrifose é um sinal importante, mas não confirma a doença isoladamente. Outras condições também podem alterar as unhas, por isso o diagnóstico depende da avaliação do médico-veterinário e de exames.
Sim, a leishmaniose pode provocar inflamação e lesões renais, além de perda de proteínas pela urina. O comprometimento dos rins influencia o tratamento e o prognóstico do cachorro.
Entre os sintomas associados estão o aumento da sede e da quantidade de urina, falta de apetite, vômitos, fraqueza e emagrecimento. Exames de sangue e urina são necessários para avaliar a função dos rins.
Sim, a leishmaniose canina é uma doença crônica e pode apresentar recaídas. Consultas e exames periódicos são importantes para acompanhar a resposta ao tratamento e identificar alterações no organismo.
A atenção à função dos rins merece destaque, já que o comprometimento renal está relacionado à evolução e ao prognóstico da doença.

O conteúdo te ajudou? No Blog da Cobasi, compartilhamos conteúdos completos para ajudar você a cuidar da saúde e do bem-estar do seu pet.
Continue aprendendo sobre doenças que podem afetar os cães, como cinomose canina, doença do carrapato, parvovirose canina e giárdia canina.
Informação e prevenção também fazem parte dos cuidados com quem está sempre ao nosso lado. Até a próxima!
A Cobasi vai além de uma pet shop online: aqui, no Blog da Cobasi, ensinamos você todos os cuidados com pets, casa e jardim.
Ver publicações



A Cobasi é mais do que uma pet shop online. Nós abastecemos a parte divertida do seu lar e conectamos você com o que há de melhor na vida. Aqui você encontra uma diversidade incrível de produtos essencial para cães, gatos, roedores, aves e outros animais, além de tudo para aquarismo, jardinagem e casa.







Preciso fazer o tratamento do cão
Estou com um cachorro espirrando muito e sangrando o nariz pode ser Leximaniose?
Oi Maria, como vai? Recomendamos que você procure um médico-veterinário 🙂