Epilepsia em gatos: saiba como lidar

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epilepsia em gatos

Existem muitas situações em que os gatos apresentam doenças. Dentro desse cenário, uma que vem ganhando cada vez mais destaque é a epilepsia em gatos. Poucos sabem, mas essa é uma doença diretamente relacionada com o sistema nervoso central do animal. Isso pode ocasionar crises convulsivas intensas.

Vale destacar que a epilepsia é uma doença crônica, sem nenhum tipo de tratamento e cura. Além disso, as crises podem acontecer a qualquer momento do dia.

Mas você deve estar se perguntando: como a epilepsia surge? Na verdade, ela é o resultado de atividades anormais dos impulsos elétricos do cérebro. Essa ação desregulada proporciona uma alteração involuntária nos movimentos do gato.

Ficou curioso para saber mais sobre a epilepsia em gatos? Continue a leitura deste artigo e saiba tudo sobre essa comorbidade! E então, vamos lá?!

Saiba mais sobre a epilepsia em animais

Poucos sabem, mas o ataque epilético acontece em partes, tendo seus estágios. A ação que precede o ataque em si é denominada de pródromo. Ele se caracteriza por mostrar a alteração de comportamento do animal. A aura é a ação já no início da epilepsia, e afeta apenas uma parte do corpo. No ictus ocorre a contração involuntária dos músculos. Por fim, o post-ictial é o momento em que o ataque já teve fim e o gatinho começa a recuperar os sentidos. 

A epilepsia em gatos pode até ser bem conhecida, porém, sua incidência não é alta: apenas 1% dos gatos sofre com essa comorbidade.

epilepsia em gatos

Sintomas da epilepsia em gatos

Normalmente, os sintomas são notados pela observação do animal. Muitas vezes ele muda seu humor e seu comportamento radicalmente, principalmente depois de crises consecutivas.

Alguns dos sintomas mais comuns que podem ser percebidos são:

  • movimentos involuntários;
  • hiper salivação;
  • micção e defecação espontânea;
  • perda de equilíbrio;
  • dificuldade para caminhar;
  • hiperatividade;
  • nervosismo;
  • rigidez muscular.

Conheça o diagnóstico da epilepsia

Antes de mais nada, em qualquer sinal de comorbidade é importante que o tutor leve o gato para o veterinário. Afinal, somente um profissional é capaz de dar o diagnóstico correto e indicar os cuidados necessários para cada situação. Mais especificamente, o indicado é levar o animal para um veterinário neurologista. Ele tem maior domínio para falar sobre problemas relacionados ao sistema nervoso.

Isso porque, além de identificar a doença, esse profissional especializado pesquisará sobre suas causas. Dessa forma é possível fazer um controle, evitando crises convulsivas de epilepsia em gatos.

Vale ressaltar que a epilepsia pode acontecer em animais de qualquer idade. Portanto, é importante que o tutor fique atento no comportamento do pet. Além disso, levar o animal para fazer exames rotineiros, como forma de check-up, é fundamental.

Por Cobasi

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