

Gato com olho lacrimejando pode surgir como reação a poeira ou pelos, mas também pode indicar irritações oculares ou alterações mais importantes, como presença de corpo estranho, infecções ou lesões.
A produção de lágrimas faz parte do funcionamento normal dos olhos dos gatos. Esse fluido, conhecido como película lacrimal, mantém a superfície ocular protegida, ajuda a remover detritos e contribui para a nutrição da região.
O problema começa quando há excesso de lágrimas, seja por produção aumentada ou dificuldade de drenagem. Nesse cenário, o líquido transborda pelas pálpebras e passa a ficar visível ao redor dos olhos ou próximo ao nariz.
O lacrimejamento frequente é um sintoma que merece atenção, especialmente quando a secreção se torna mais espessa ou aparece acompanhada de sinais como vermelhidão, sensibilidade à luz ou tentativa de esfregar a região dos olhos.
Neste conteúdo, você vai entender as principais causas, reconhecer sinais de alerta e aprender como proteger a saúde ocular do gato com segurança.
Quando a quantidade de lágrima é discreta, aparece de forma pontual e mantém aspecto transparente, esse quadro costuma ser considerado normal.
Os olhos dos gatos possuem um sistema contínuo de proteção que funciona sem interrupção. A lágrima se distribui pela superfície ocular, ajuda a remover partículas e, em seguida, é conduzida por canais responsáveis pela drenagem.
Esse equilíbrio entre produção e escoamento mantém a região estável. Pequenas crostas ao redor dos olhos podem surgir, principalmente após períodos de descanso, sem indicar qualquer alteração.
Secreções leves como essa geralmente não vêm acompanhadas de dor, sensibilidade ou mudança no comportamento do animal.
Em alguns casos, pode ocorrer um leve acúmulo de líquido por variações na drenagem, sem que isso represente doença. A atenção deve aumentar quando esse padrão se altera.
Olho lacrimejando em gatos é um sintoma que surge quando algo interfere no funcionamento normal da região ocular ou desencadeia uma resposta de proteção do organismo.
A origem pode ser simples e passageira ou estar ligada a condições que exigem atenção. Entre as principais causas estão:
A conjuntivite é uma inflamação da conjuntiva, a membrana que reveste a parte branca dos olhos e o interior das pálpebras, e está entre as causas mais comuns de olho lacrimejando em gatos.
Esse processo inflamatório aumenta a produção de lágrimas e pode alterar o aspecto da secreção, que varia de transparente até mucosa ou purulenta.
Além do lacrimejamento, é comum observar vermelhidão, inchaço da região (quemose), sensibilidade à luz e dificuldade para manter o olho aberto. Em alguns casos, a inflamação começa em apenas um olho e evolui para ambos, dependendo da causa.
Fatores como alergias, irritantes ambientais, traumas ou até doenças sistêmicas também podem desencadear o quadro.
Nem sempre o problema começa nos olhos. Em muitos casos, o lacrimejamento está ligado a infecções respiratórias que também atingem a região ocular.
Entre os principais agentes está o herpesvírus felino tipo 1 (FHV-1), responsável pela rinotraqueíte felina, uma das doenças mais comuns na rotina clínica.
Esse vírus pode infectar tanto o trato respiratório quanto a conjuntiva, provocando secreção ocular, espirros, secreção nasal e queda de apetite.
O FHV-1 entra no organismo pelas vias respiratórias ou pelos olhos e se fixa nas células da mucosa. A partir daí, o vírus se multiplica e desencadeia uma resposta inflamatória que altera tanto a produção quanto o escoamento das lágrimas.
Filhotes e gatos imunossuprimidos tendem a desenvolver quadros mais intensos, com maior comprometimento ocular.
Estudos indicam que o FHV-1 pode estar presente em mais da metade dos casos de infecções respiratórias felinas, o que explica a frequência com que o lacrimejamento aparece associado a essas doenças.
Além do herpesvírus, outros agentes como o calicivírus felino e bactérias também podem causar quadros semelhantes.
Nesses casos, o lacrimejamento raramente aparece isolado e costuma vir acompanhado de sinais respiratórios, o que ajuda a diferenciar a origem do problema.

O contato com substâncias do ambiente pode irritar os olhos e aumentar a produção de lágrimas como mecanismo de proteção. Poeira, pólen, mofo, produtos de limpeza, perfumes e fumaça estão entre os gatilhos mais comuns.
Nessas situações, o excesso de lágrima ajuda a eliminar o agente irritante da superfície ocular. A secreção costuma ser clara e aquosa, sem alterações mais intensas no início do quadro.
Quando a causa é alérgica, além do lacrimejamento é comum observar também espirros, coceira, vermelhidão na pele ou desconforto ao redor dos olhos, o que ajuda a diferenciar de outras causas oculares.
A identificação do fator desencadeante faz parte do manejo do problema. Por isso, observar o ambiente e possíveis mudanças na rotina do gato é fundamental para reduzir a exposição e evitar a recorrência do sintoma.
Arranhões, partículas de poeira ou qualquer corpo estranho em contato com a superfície ocular costumam provocar aumento imediato das lágrimas. O objetivo é tentar limpar a região e reduzir a agressão ao olho.
O desconforto costuma ser fácil de perceber. O gato pode manter o olho parcialmente fechado, piscar com mais frequência ou evitar a luz, além de demonstrar irritação ao tocar a região do rosto.
Quando o dano atinge a córnea, o quadro deixa de ser apenas irritativo e pode evoluir para condições mais graves, como úlceras oculares, que exigem atenção imediata.
Entre as alterações mais específicas em felinos está o sequestro de córnea, caracterizado pela formação de uma área escurecida de tecido necrosado.
Esse problema aparece com mais frequência emgatos braquicefálicos, com focinho achatado, e pode evoluir silenciosamente até atingir camadas mais profundas.
Alterações no filme lacrimal, infecções virais e problemas nas pálpebras estão entre os fatores associados.
Diante de qualquer sinal de dor ocular ou mudança no aspecto do olho, a avaliação veterinária não deve ser adiada, já que essas lesões podem evoluir rapidamente e comprometer a visão.
A úlcera de córnea ocorre quando há perda da camada mais superficial do olho, podendo avançar para estruturas mais profundas dependendo da gravidade.
Esse tipo de lesão costuma surgir após traumas, infecções ou alterações nas pálpebras e nos cílios, que passam a atritar diretamente a superfície ocular.
O aumento das lágrimas aparece como resposta ao dano e geralmente vem acompanhado de sinais evidentes de dor. O gato pode manter o olho fechado, evitar a luz e apresentar vermelhidão intensa, além de alteração no aspecto da córnea, que pode ficar opaca.
A córnea, por ser uma estrutura sensível e essencial para a visão, depende de uma camada de proteção chamada filme lacrimal, responsável por lubrificar e nutrir a região.
Quando essa superfície é lesionada, a recuperação depende da extensão do dano. Lesões superficiais tendem a responder melhor ao tratamento, enquanto as profundas podem evoluir para perfuração ocular e perda da visão.
A epífora é uma condição relacionada à drenagem das lágrimas e ocorre quando o líquido produzido não consegue escoar adequadamente pelos canais lacrimais.
Isso pode acontecer por obstruções, inflamações nas vias respiratórias, como rinite e sinusite, ou por características anatômicas que dificultam esse fluxo, como canais lacrimais mais estreitos.
O resultado é o acúmulo de lágrimas que transbordam pelas pálpebras e ficam visíveis ao redor dos olhos, principalmente na região próxima ao nariz. Esse tipo de secreção costuma ser transparente, sem sinais iniciais de infecção.
Em alguns casos, o quadro também pode estar associado ao aumento da produção de lágrimas, já que o organismo intensifica a lubrificação como forma de proteção diante de irritações.
Ou seja, o lacrimejamento pode estar ligado tanto à dificuldade de drenagem quanto ao excesso de produção, e muitas vezes os dois fatores ocorrem ao mesmo tempo.
Alguns gatos apresentam maior predisposição, especialmente os de focinho achatado ou pelagem longa, que favorecem o acúmulo de secreção ao redor dos olhos.
A produção inadequada de lágrimas também pode causar olho lacrimejando em gatos, embora isso pareça contraditório à primeira vista.
Na ceratoconjuntivite seca (CCS), conhecida como “olho seco”, o problema não está no excesso, mas na baixa qualidade e quantidade do filme lacrimal, responsável por lubrificar, nutrir e proteger a superfície ocular.
Sem essa proteção adequada, a córnea fica exposta e irritada, o que estimula a produção de secreções mais espessas, geralmente amareladas ou mucosas, em vez de lágrimas claras.
O olho pode adquirir aspecto opaco, perder o brilho natural e apresentar desconforto persistente.
Entre as causas mais comuns estão doenças imunomediadas, que afetam diretamente as glândulas lacrimais, infecções virais como o herpesvírus felino, uso de certos medicamentos e alterações neurológicas que comprometem o estímulo da produção lacrimal.
Com a progressão do quadro, podem surgir complicações como úlceras, formação de vasos sanguíneos na córnea (neovascularização) e cicatrizes, que em alguns casos deixam a superfície ocular com aspecto escurecido.
Inclusive, quando não tratado, o olho seco pode levar à perda parcial da visão. Por se tratar de uma condição crônica e progressiva, a identificação precoce faz diferença direta na preservação da saúde ocular do gato.
Sim, algumas doenças oculares mais complexas também podem estar por trás desse sintoma, especialmente quando surgem sinais mais intensos ou persistentes.
Entre as principais condições estão:
Quando o lacrimejamento aparece junto com dor evidente, mudança no formato ou cor do olho, secreção anormal ou alteração no comportamento, o quadro deixa de ser simples e exige avaliação veterinária imediata.

Alguns gatos têm maior tendência a apresentar olhos lacrimejantes por características anatômicas próprias.
Raças braquicefálicas, ou seja, de focinho achatado, como Persa, Himalaio e Exótico de Pelo Curto, possuem canais lacrimais mais estreitos e um formato facial que dificulta a drenagem natural das lágrimas.
Esse encurtamento da face impede que o líquido escoe corretamente para a cavidade nasal, fazendo com que as lágrimas transbordem com mais facilidade e fiquem visíveis ao redor dos olhos.
Além disso, olhos mais proeminentes e expostos aumentam o contato com partículas do ambiente, favorecendo irritações frequentes e maior risco de inflamações oculares.
O olho lacrimejando em gatos merece atenção quando surge acompanhado de outros sinais clínicos. A presença dessas alterações indica que o quadro pode estar relacionado a um problema de saúde que precisa ser investigado.
Alguns sinais ajudam a entender quando o quadro exige mais cuidado:
A presença de um ou mais desses sinais aumenta a necessidade de avaliação veterinária. Problemas oculares em gatos podem evoluir rapidamente, e o diagnóstico precoce faz diferença direta na recuperação e na preservação da visão.
Ao perceber o olho lacrimejando, observe o padrão do sintoma e o comportamento do gato. Alterações leves e pontuais podem ser uma resposta natural do organismo, mas sinais persistentes ou associados a desconforto exigem atenção.
Acompanhar a evolução do quadro e identificar outros sintomas ajuda a definir se é necessário buscar atendimento veterinário com mais urgência.
A avaliação veterinária é recomendada sempre que o lacrimejamento não é pontual ou aparece junto com sinais de desconforto. Procure atendimento principalmente quando houver:
Mesmo em casos leves, o acompanhamento é importante para evitar complicações e garantir que o problema seja identificado corretamente.

O diagnóstico do gato com olho lacrimejando começa pela avaliação clínica da região ocular e do padrão da secreção.
Como o lacrimejamento é um sintoma e não uma doença, o foco do veterinário é identificar a causa por trás do problema.
O exame inicial inclui a observação do olho com luz e aumento, além da análise de sinais como vermelhidão, dor, tipo de secreção e presença de lesões. A partir dessa avaliação, podem ser realizados testes específicos para investigar a origem do quadro:
Quando o exame ocular não é suficiente para fechar o diagnóstico, outros testes podem ser indicados:
A escolha dos exames depende dos sinais apresentados e da suspeita clínica. Em casos mais complexos ou recorrentes, o acompanhamento com um oftalmologista veterinário pode ser necessário para uma avaliação mais detalhada.
Um diagnóstico preciso é essencial para definir o tratamento correto e evitar complicações que possam comprometer a visão do gato.
Na maioria dos casos, o olho lacrimejando em gatos tem tratamento e boa evolução, desde que a causa seja identificada corretamente. Portanto, a possibilidade de cura depende do que está provocando o quadro.
Em situações mais leves, o organismo pode resolver o problema sozinho ou com cuidados simples. Já quando há infecções ou inflamações, o tratamento costuma ser eficaz, principalmente quando iniciado precocemente.
Por outro lado, existem condições em que não há cura definitiva. Alterações na anatomia do olho ou dos canais lacrimais, por exemplo, podem levar a um lacrimejamento recorrente, que precisa ser controlado ao longo da vida.
Independentemente da causa, a evolução tende a ser positiva quando o problema é identificado no início. O acompanhamento adequado reduz o risco de agravamento e ajuda a preservar a saúde ocular do gato.
Não existe um único tratamento para olho lacrimejando em gatos, já que a conduta varia conforme a origem do problema. De forma geral, os veterinários utilizam quatro tipos de abordagem:
São os mais utilizados na rotina clínica. Atuam diretamente no olho e podem conter antibióticos, antivirais ou anti-inflamatórios, sendo indicados principalmente em casos de infecção ou inflamação local.
Entram em cena quando o problema não está restrito ao olho, como em infecções respiratórias. Nesses casos, o tratamento pode incluir antibióticos, sempre com prescrição veterinária e ajuste conforme o quadro do animal.
Alterações estruturais, como obstrução dos canais lacrimais ou problemas nas pálpebras e cílios, podem exigir intervenções específicas. A lavagem do ducto lacrimal ou a correção cirúrgica são opções quando há comprometimento do escoamento natural das lágrimas.
Em situações em que não há cura definitiva, como em gatos com predisposição anatômica ou lacrimejamento recorrente, o foco passa a ser o controle. A limpeza frequente e o acompanhamento ajudam a evitar irritações e complicações ao longo do tempo.
A conduta ideal depende sempre da causa identificada. Seguir corretamente a orientação veterinária é fundamental para garantir a recuperação e reduzir o risco de recorrência.

A limpeza da região ocular deve ser feita com cuidado, principalmente quando há acúmulo de secreção ao redor dos olhos. Quando feita da forma correta, ajuda a evitar irritações e infecções secundárias.
1. Separe os materiais antes de começar
Use gaze ou algodão macio e soro fisiológico. Evite produtos com perfume, álcool ou qualquer substância não indicada para uso ocular.
2. Umedeça levemente a gaze
O material deve estar apenas úmido, nunca encharcado, para não escorrer líquido para dentro do olho.
3. Faça a limpeza no sentido correto
Passe a gaze do canto interno (próximo ao nariz) em direção ao canto externo. Esse movimento acompanha o fluxo natural das lágrimas e evita levar sujeira para dentro do olho.
4. Use um material diferente para cada olho
Essa etapa é essencial para evitar contaminação cruzada, especialmente quando há infecção em apenas um dos olhos.
5. Não pressione nem force a abertura do olho
Se o gato estiver com dor ou mantendo o olho fechado, a limpeza deve ser interrompida. Forçar pode piorar a lesão.
6. Observe a frequência e o aspecto da secreção
Se a limpeza precisa ser feita várias vezes ao dia ou a secreção muda de cor e consistência, o ideal é procurar avaliação veterinária.
Em gatos com lacrimejamento frequente, especialmente os de focinho achatado, a higiene regular ajuda a evitar o acúmulo de umidade, que pode irritar a pele e favorecer inflamações ao redor dos olhos.
Algumas atitudes, mesmo bem-intencionadas, podem agravar o quadro ou dificultar o diagnóstico correto. Entender o que evitar é tão importante quanto saber como cuidar.
Entre os erros mais comuns e que devem ser evitados estão:
Evitar esses erros reduz o risco de complicações e ajuda a preservar sinais importantes para que o veterinário identifique a causa com mais precisão.
A prevenção do olho lacrimejando em gatos envolve cuidados simples, mas consistentes, que ajudam a reduzir irritações, infecções e alterações oculares ao longo do tempo.
Parte desses cuidados está na rotina de saúde, mas o ambiente e o manejo diário também têm influência direta.
Infecções virais estão entre as principais causas de problemas oculares em gatos, especialmente aquelas que também afetam o sistema respiratório.
Vírus como o herpesvírus felino (FHV-1) e o calicivírus frequentemente provocam quadros que incluem secreção ocular, inflamação e desconforto.
Manter o calendário vacinal atualizado ajuda a reduzir a chance de exposição a esses agentes e torna o organismo mais preparado para lidar com a infecção, diminuindo a frequência e a intensidade dos sintomas.
Consultas periódicas ajudam a identificar alterações ainda no início, antes que evoluam para quadros mais complexos.
A avaliação clínica permite observar padrões de lacrimejamento, alterações na córnea, nas pálpebras ou nos canais lacrimais, além de ajustar cuidados conforme a fase de vida do gato.
O ambiente onde o gato vive pode influenciar diretamente a saúde ocular. Poeira, produtos de limpeza fortes, perfumes, flores com espinhos e até fumaça são gatilhos comuns de irritação.
Reduzir esses estímulos ajuda a evitar episódios de lacrimejamento relacionados à sensibilidade ambiental.
Ambientes compartilhados, contato com animais doentes ou recém-resgatados sem avaliação podem aumentar o risco de infecções que afetam também a região ocular.
Alguns gatos, especialmente os de focinho achatado ou com histórico de lacrimejamento recorrente, exigem atenção maior na rotina.
A limpeza regular da região ao redor dos olhos ajuda a evitar acúmulo de secreção, irritação na pele e inflamações secundárias.
A alimentação influencia diretamente a resposta imunológica do organismo. Uma dieta completa e adequada para a espécie ajuda o corpo a responder melhor a infecções e processos inflamatórios, reduzindo a recorrência de problemas oculares.

Ao perceber o olho lacrimejando, o primeiro passo é observar o padrão do sintoma e o comportamento do gato.
Alterações leves e pontuais podem ser apenas uma resposta do organismo, mas qualquer mudança persistente ou acompanhada de outros sinais exige atenção.
Na maioria das vezes, o lacrimejamento isolado não indica urgência. A situação muda quando aparecem outros sinais, como dificuldade para respirar, apatia, dor evidente ou alteração no formato do olho. Nesses casos, o atendimento deve ser imediato.
Quando não melhora com o tempo ou começa a mudar de aspecto, já é um indicativo de que algo precisa ser investigado.
Secreção mais espessa, alteração de cor, sensibilidade à luz ou mudança no comportamento são sinais de que o problema vai além de uma irritação passageira.
Uma pequena quantidade de secreção pode aparecer, principalmente após o descanso. Quando a “remela” passa a ser frequente, aumenta de volume ou muda de cor, é um sinal de que pode haver irritação, alergia ou infecção.
Depende da causa. Em quadros leves, o gato pode não demonstrar desconforto. Já em situações como lesões ou inflamações, a dor costuma estar presente.
Nem todo episódio é motivo de preocupação. Quando é leve e passageiro, pode ser apenas uma resposta do organismo. Se persiste, piora ou aparece junto com outros sinais, a avaliação veterinária passa a ser necessária.

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