

Pancreatite é a inflamação do pâncreas, um órgão essencial para o funcionamento do organismo. Em cães, essa condição afeta diretamente a digestão e pode provocar dor abdominal intensa, alterações metabólicas e, em casos mais graves, risco à vida do animal.
O pâncreas tem duas funções principais: produzir enzimas digestivas, responsáveis por quebrar gorduras, proteínas e carboidratos dos alimentos, e liberar hormônios, como a insulina, que ajudam a controlar os níveis de glicose no sangue.
Em situações normais, essas enzimas só entram em ação no intestino. Nesse quadro, ocorre a ativação precoce dessas substâncias dentro do próprio pâncreas, o que desencadeia um processo de autodigestão, inflamação local e dor significativa.
Os sintomas de pancreatite em cães costumam surgir de forma súbita e variam de intensidade. Entre os sinais mais comuns estão dor abdominal, vômitos, diarreia, apatia e desidratação.
Muitos cães demonstram dor abdominal ao se movimentar ou quando o abdômen é tocado e podem adotar uma postura encurvada, tentando aliviar o desconforto.
Em quadros mais graves, também podem ocorrer alterações nas fezes, perda de peso e piora rápida do estado geral.
A pancreatite é considerada uma doença grave, mas tem tratamento e pode ter cura, especialmente quando o diagnóstico é feito precocemente.
Quanto antes a pessoa responsável pelo pet reconhecer os sinais e buscar atendimento veterinário, maiores são as chances de recuperação e menores os riscos de complicações.
Este guia foi desenvolvido com a colaboração da médica-veterinária Joyce Lima (CRMV-SP 39824), da Educação Corporativa Cobasi, para garantir informações seguras e confiáveis sobre pancreatite canina.
A pancreatite em cães pode ser difícil de identificar logo no início, já que os sinais clínicos costumam ser inespecíficos, variam conforme a gravidade da inflamação e podem se confundir com outros distúrbios do trato gastrointestinal.
O sintoma mais frequente e característico da pancreatite, especialmente na forma aguda, é a dor abdominal intensa.
Esse desconforto pode ser percebido quando o cachorro evita se movimentar, reage ao toque na região abdominal ou adota a chamada posição de “prece”, com o peito apoiado no chão e a parte traseira elevada, na tentativa de aliviar a dor.
De acordo com a médica-veterinária Joyce Lima, esses sinais costumam aparecer de forma associada:
“Geralmente, animais com essa enfermidade apresentam aumento de volume e enrijecimento do abdômen, vômito, diarreia, falta de apetite, desidratação e fraqueza.”
Em quadros mais graves, os sinais sistêmicos se tornam mais evidentes. Um estudo com cães diagnosticados com pancreatite aguda mostrou que:
Esses dados reforçam que a inflamação pancreática pode se estender para órgãos próximos, como fígado, estômago e intestino, aumentando o risco de complicações como icterícia, peritonite e, em situações extremas, alterações respiratórias e insuficiência renal.
Em casos crônicos, os sinais podem surgir de forma discreta ou intermitente, o que dificulta o reconhecimento precoce da doença.
Por isso, qualquer alteração persistente no apetite, no comportamento ou no padrão gastrointestinal do cachorro, especialmente quando associada à dor abdominal, deve ser avaliada por um médico-veterinário.

Em condições normais, as enzimas digestivas produzidas pelo pâncreas permanecem inativas e só entram em ação quando chegam ao intestino delgado. Esse mecanismo de proteção impede que o próprio órgão seja digerido.
Na pancreatite, ocorre uma falha nesse sistema. As enzimas passam a ser ativadas de forma precoce, ainda dentro do pâncreas, iniciando um processo de autodigestão.
Esse processo provoca inflamação local, dor intensa e pode levar à destruição do tecido pancreático. À medida que a inflamação se intensifica, podem ocorrer alterações estruturais no órgão e nos tecidos ao redor, como:
Nos casos mais graves, essa resposta inflamatória pode se tornar sistêmica, afetando outros órgãos e aumentando o risco de complicações sérias, como choque, coagulação intravascular disseminada e falência múltipla de órgãos.
Na maioria dos casos, não é possível identificar uma causa única e específica para a pancreatite em cães.
Estudos indicam que cerca de 90% dos episódios de pancreatite aguda são considerados idiopáticos, ou seja, surgem sem um fator claramente identificável no histórico do animal.
Ainda assim, a medicina veterinária já reconhece uma série de fatores predisponentes que aumentam o risco de inflamação do pâncreas, como:
Além dos fatores clínicos já descritos, algumas características individuais aumentam o risco de pancreatite em cães. Estudos indicam maior ocorrência da doença em:
Algumas raças, como Terriers, Retrievers e Schnauzer miniatura, já foram citadas em estudos como mais propensas à pancreatite. (Nelson & Couto, 2015).
Ainda assim, a influência genética não é totalmente esclarecida, e a avaliação deve ser feita de forma individual, considerando o histórico de saúde e o estilo de vida de cada cachorro.
O diagnóstico da pancreatite em cães é considerado um dos maiores desafios da rotina veterinária. Isso acontece porque não existe um único exame simples e definitivo capaz de confirmar a doença de forma isolada, especialmente nos casos leves, iniciais ou crônicos.
Na prática, o diagnóstico é construído a partir da associação entre sinais clínicos, histórico do animal, exames laboratoriais e exames de imagem, sempre com interpretação cuidadosa por parte do médico-veterinário.

Ao investigar a suspeita de pancreatite, é comum que o veterinário solicite um conjunto de exames, e não apenas um teste isolado. Entre os principais estão:
É importante destacar que resultados normais não excluem totalmente a pancreatite, principalmente em fases iniciais ou em quadros crônicos. Por isso, o diagnóstico deve sempre considerar o conjunto das informações clínicas e laboratoriais.
As informações fornecidas pela pessoa responsável pelo cachorro são fundamentais para que o diagnóstico seja mais rápido e preciso. Pequenos detalhes do dia a dia podem fazer grande diferença na investigação clínica.
Sempre que possível, é importante relatar ao veterinário:
Quanto mais completas forem essas informações, maiores são as chances de um diagnóstico correto e de um tratamento iniciado sem atrasos, reduzindo o risco de complicações associadas à pancreatite.
Dor abdominal, vômitos, diarreia, apatia e perda de apetite não são sinais exclusivos da pancreatite em cães, o que torna o diagnóstico mais desafiador.
Esses sintomas podem estar presentes em diversas outras doenças. Por isso, a investigação veterinária é fundamental para identificar a causa real do problema e iniciar o tratamento adequado o quanto antes.
Entre as principais condições que podem causar sintomas semelhantes aos da pancreatite estão:
Como essas doenças apresentam quadros clínicos muito semelhantes, e apenas a associação entre exame clínico, exames laboratoriais e exames de imagem permite diferenciá-las com segurança.

O tratamento da pancreatite em cães é sempre individualizado e depende da gravidade do quadro, da presença de complicações e das condições clínicas gerais do animal.
Como, na maioria dos casos, a pancreatite aguda é considerada idiopática (sem uma causa única claramente identificável), o tratamento é baseado principalmente em suporte clínico intensivo e no controle dos sintomas.
De forma geral, os principais objetivos do tratamento são estabilizar o organismo, aliviar a dor, reduzir a inflamação, corrigir desidratação e distúrbios metabólicos, controlar vômitos e preservar a função do pâncreas e de outros órgãos que possam ser afetados.
Em quadros moderados ou graves, a internação veterinária costuma ser necessária, especialmente quando o cachorro apresenta vômitos persistentes, dor abdominal intensa, desidratação importante, apatia ou alterações laboratoriais relevantes.
Nesses casos, o tratamento geralmente inclui:
A médica-veterinária Joyce Lima destaca que o manejo clínico precoce é decisivo no tratamento da pancreatite canina:
“O tratamento envolve a administração de fluidos, que além de garantir a hidratação, também melhoram a circulação sanguínea no pâncreas.
A fluidoterapia é considerada um dos fatores mais importantes para reduzir complicações como insuficiência renal, coagulação intravascular disseminada e choque.”
A pancreatite é uma condição dolorosa, mesmo quando o cachorro não demonstra sinais evidentes. Por isso, o controle da dor é sempre indicado, independentemente da gravidade aparente do quadro.
O manejo da dor é feito pelo médico-veterinário, geralmente com uma abordagem multimodal, priorizando medicamentos seguros para pacientes desidratados ou com alterações circulatórias.
Anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), por exemplo, não costumam ser indicados em muitos casos de pancreatite, devido ao risco de efeitos adversos.
Vômitos e náuseas são sinais frequentes na pancreatite e precisam ser controlados para evitar desidratação, aspiração e piora do quadro clínico.
O veterinário pode prescrever medicações antieméticas adequadas para bloquear os estímulos centrais e periféricos do vômito.
Em situações específicas, especialmente quando há suspeita de lesões gástricas ou esofágicas, podem ser utilizados protetores gástricos, sempre com indicação clínica individualizada.
É importante destacar que nem todo cachorro com pancreatite precisa de medicação para reduzir a acidez gástrica, e o uso só é recomendado quando há sinais ou risco real de ulceração.
A alimentação é um dos pontos mais importantes no tratamento da pancreatite. Atualmente, sabe-se que o suporte nutricional precoce é benéfico, desde que o animal esteja clinicamente estável e tolere a alimentação.
Então, de modo geral a alimentação é reintroduzida de maneira gradual. São indicadas dietas de alta digestibilidade e baixo teor de gordura, além de refeições fracionadas ao longo do dia, reduzindo o estímulo ao pâncreas.
Em casos mais graves, quando o cachorro não consegue se alimentar voluntariamente, o veterinário pode indicar nutrição enteral por sonda, sempre priorizando métodos seguros e bem tolerados.
A pancreatite em cães raramente está associada a infecção bacteriana primária. Por isso, o uso de antibióticos não é rotineiro e só é indicado quando há suspeita ou confirmação de complicações infecciosas, como necrose pancreática ou sepse.
Ainda assim, Joyce Lima explica que o uso pode ser necessário em situações específicas:
“O uso de antibiótico para pancreatite canina é indicado quando há risco de infecções oportunistas, sempre com avaliação veterinária.”
Outros medicamentos podem ser utilizados conforme a necessidade clínica, sempre com base na avaliação profissional e na resposta do animal ao tratamento.
Nos casos de pancreatite crônica, o tratamento é voltado principalmente para o controle da doença a longo prazo e prevenção de novas crises:
A pancreatite crônica pode evoluir de forma silenciosa, e o acompanhamento contínuo é essencial para manter a qualidade de vida do cachorro.
Durante todo o tratamento, é fundamental seguir rigorosamente as orientações do médico-veterinário. Mudanças alimentares por conta própria, interrupção precoce de medicamentos ou uso de substâncias sem prescrição podem agravar o quadro.
A pancreatite é uma doença séria, mas com diagnóstico precoce, tratamento adequado e acompanhamento contínuo, muitos cães conseguem se recuperar e manter uma boa qualidade de vida.

O prognóstico da pancreatite em cães é variável e está diretamente relacionado à gravidade do episódio, à extensão das lesões pancreáticas, à presença de complicações sistêmicas e à existência de doenças concomitantes, como diabetes mellitus e distúrbios hormonais.
Estudos clínicos indicam que a taxa de mortalidade associada à pancreatite canina pode variar entre 23% e 40%, especialmente em ambientes hospitalares e centros de referência, onde há maior concentração de casos graves (Quintal, 2019).
Esses números, no entanto, podem parecer elevados, uma vez que incluem pacientes em estado crítico e com comprometimento de múltiplos órgãos.
Esses dados também incluem situações em que a eutanásia é indicada diante da gravidade extrema do quadro ou da ausência de resposta ao tratamento
Bem como situações em que a eutanásia é indicada diante da gravidade extrema do quadro ou da falta de resposta ao tratamento, e não exclusivamente pela inflamação pancreática isolada (Mansfield, 2012; Mansfield & Beths, 2015).
Na pancreatite aguda, o prognóstico em cães pode variar de favorável a reservado, dependendo da intensidade da inflamação, da rapidez do diagnóstico e da resposta inicial ao tratamento de suporte.
Cães que apresentam inflamação restrita ao pâncreas, sem alterações sistêmicas importantes, e que respondem rapidamente à fluidoterapia, ao controle da dor e ao suporte nutricional tendem a evoluir de forma mais positiva.
Por outro lado, a ocorrência de complicações sistêmicas está diretamente associada a um pior prognóstico, sendo considerada um dos principais determinantes de desfecho desfavorável.
Essas alterações refletem uma resposta inflamatória sistêmica desorganizada, que aumenta significativamente o risco de falência múltipla de órgãos (Mansfield et al., 2008; Pápa et al., 2011; Steiner, 2017).
O prognóstico da pancreatite crônica em cães é geralmente reservado a longo prazo, pois se trata de uma condição progressiva e irreversível.
Clinicamente, cães com pancreatite crônica apresentam maior risco de desenvolver:
Nesses casos, o prognóstico está fortemente relacionado ao controle nutricional rigoroso, ao manejo adequado das doenças associadas e ao acompanhamento veterinário contínuo.
O objetivo do manejo clínico é reduzir recaídas, minimizar complicações metabólicas e preservar a qualidade de vida do animal ao longo do tempo.
Nem todos os casos de pancreatite em cães podem ser prevenidos, já que uma parcela significativa da doença é classificada como idiopática, ou seja, sem causa única claramente identificável.
Ainda assim, a prática clínica e os estudos veterinários mostram que o controle de fatores modificáveis reduz de forma relevante o risco de novos episódios, especialmente em cães predispostos ou com histórico da doença.
A alimentação é um dos principais pontos de atenção na prevenção da pancreatite. Dietas ricas em gordura aumentam a estimulação do pâncreas e estão associadas a maior risco de inflamação pancreática, sobretudo em cães que já apresentaram episódios anteriores.
Por isso, algumas medidas são fundamentais:
Mudanças bruscas na alimentação também devem ser evitadas, pois podem sobrecarregar o sistema digestivo e favorecer processos inflamatórios.
Sempre que houver necessidade de trocar a ração, a transição deve ser feita de forma gradual, conforme detalhamos abaixo:

O excesso de peso é um fator de risco bem documentado para a pancreatite em cães. Animais obesos apresentam maior predisposição a alterações metabólicas, como a hiperlipidemia, que pode contribuir para a inflamação do pâncreas.
Manter o cachorro dentro do peso ideal, com dieta adequada e uma rotina de atividades compatível com sua idade e condição física, é uma medida preventiva essencial.
Cães com doenças endócrinas ou metabólicas, como diabetes mellitus, hiperadrenocorticismo (síndrome de Cushing) e hipotireoidismo, apresentam risco aumentado de desenvolver pancreatite.
Nesses casos, o acompanhamento veterinário regular e o uso correto das medicações prescritas são fundamentais não apenas para o controle da doença de base, mas também para reduzir o risco de complicações secundárias, incluindo a inflamação pancreática.
Cães que já tiveram pancreatite, apresentam doenças crônicas ou pertencem a grupos de risco devem ser monitorados de forma contínua.
Consultas periódicas, exames de acompanhamento e ajustes precoces na dieta ou no manejo clínico ajudam a identificar alterações antes que se tornem quadros graves.
Prevenir a pancreatite em cães não significa apenas “proibir alimentos”, mas adotar um manejo global de saúde, que envolve nutrição adequada, controle de peso, atenção a doenças associadas e acompanhamento veterinário regular.
Essas medidas não eliminam completamente o risco, mas reduzem a frequência, a gravidade das crises e aumentam a qualidade de vida do cachorro, especialmente naqueles com histórico da doença.

Atualmente, o uso de corticosteróides não é considerado, por si só, uma causa comprovada de pancreatite aguda em cães.
Em contextos clínicos específicos, esses medicamentos podem inclusive fazer parte do tratamento, desde que utilizados com critério, prescrição veterinária e avaliação individualizada dos riscos e benefícios.
O ponto mais importante é que nenhum medicamento deve ser administrado sem orientação profissional. A automedicação pode agravar o quadro clínico, mascarar sintomas e atrasar o diagnóstico correto, aumentando o risco de complicações.
A gravidade da pancreatite em cães varia amplamente de acordo com a intensidade da inflamação, a rapidez do diagnóstico e a resposta ao tratamento.
Quando identificada e tratada precocemente, muitos cães se recuperam completamente, sem danos permanentes ao pâncreas ou a outros órgãos. Nesses casos, o prognóstico costuma ser favorável.
Por outro lado, quadros graves de pancreatite podem evoluir com complicações sistêmicas, como insuficiência renal, distúrbios de coagulação, alterações metabólicas importantes e falência de múltiplos órgãos, representando risco à vida.
A pancreatite pode ter cura, especialmente na forma aguda, quando o diagnóstico é feito precocemente e o tratamento adequado é iniciado rapidamente. Em casos leves a moderados, muitos cães se recuperam totalmente após o tratamento de suporte.
No entanto, a pancreatite crônica não tem cura definitiva, pois envolve alterações estruturais irreversíveis no pâncreas.
Nesses casos, o objetivo do tratamento é controlar a doença, evitar novas crises e preservar a qualidade de vida do cachorro, por meio de dieta adequada, acompanhamento veterinário contínuo e manejo das doenças associadas.
A alimentação é parte fundamental do tratamento e do controle da pancreatite. De forma geral, são indicadas dietas com baixo teor de gordura, alimentos de alta digestibilidade e refeições fracionadas ao longo do dia.
Em muitos casos, o veterinário recomenda rações terapêuticas específicas para pancreatite ou doenças gastrointestinais. A introdução da alimentação deve ser gradual, respeitando a tolerância do animal.
Os cães com pancreatite não devem consumir alimentos ricos em gordura, pois eles estimulam excessivamente o pâncreas e aumentam o risco de novas crises. Portanto, é contraindicado oferecer:
Mesmo após a recuperação, muitos cães precisam manter restrição alimentar permanente, principalmente nos casos crônicos.
Não, os tratamentos caseiros não são suficientes nem seguros para tratar pancreatite em cães. A pancreatite é uma condição potencialmente grave, que exige avaliação clínica, exames específicos e tratamento médico adequado.
Remédios caseiros, chás e receitas populares não tratam a inflamação pancreática e podem atrasar o atendimento veterinário, aumentando o risco de complicações.
Diante de qualquer suspeita de pancreatite, o correto é procurar imediatamente um médico-veterinário.

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Formada pela USP, Joyce possui especializações em Medicina Veterinária Preventiva e um MBA em Liderança de Alta Performance. Apaixonada por sua gata, Mia, ela reflete todo o carinho e dedicação que tem por ela em sua prática profissional.
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