Quanto um gato deve comer por dia? Guia completo com tabela por peso, idade e tipo de alimento

Por Cobasi   Tempo de leitura: 15 minutos

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Gato brincando com uma pessoa em um ambiente de casa, com foco na interação e na expressão de interesse do animal, em um espaço aconchegante.

Um gato deve comer por dia a quantidade de alimento necessária para atingir sua necessidade calórica diária, que varia de acordo com o peso, a idade (filhote, adulto ou sênior), o nível de atividade, o estado de saúde e se o animal é castrado. 

Em outras palavras: não existe uma porção única que sirva para todos os gatos. Um felino jovem e ativo pode precisar de mais energia do que um gato maior, castrado e sedentário — mesmo comendo o mesmo tipo de ração.

Ainda assim, é possível usar um exemplo prático como referência inicial: um gato adulto saudável de 4 a 4,5 kg costuma precisar, em média, de 180 a 220 kcal por dia, o que geralmente equivale a aproximadamente 45 a 65 g de ração seca.

Essa quantidade, porém, pode variar conforme o valor calórico do alimento e o perfil do gato. O objetivo é sempre o mesmo: manter o gato bem nutrido, com energia e no peso adequado, sem faltar nutrientes e sem sobrar calorias. 

Isso é importante porque tanto a subalimentação (subnutrição) quanto o excesso podem trazer riscos reais para a saúde, como perda de massa muscular, alterações gastrointestinais e obesidade felina.

Por isso, ao longo deste guia, a recomendação não será “adivinhar gramas”, e sim entender como ajustar a porção com base em calorias e no rótulo do alimento, para definir uma rotina alimentar mais segura e equilibrada.

Quanto um gato deve comer por dia?

A forma mais prática de definir a porção diária é partir da ingestão calórica recomendada para o peso do gato.

De acordo com um artigo veterinário assinado por Justine Lee, DVM, publicado no portal Whisker (WhiskerDocs), gatos adultos saudáveis costumam precisar de cerca de 44 kcal por kg de peso corporal. Esse cálculo indica que um gato de 4,5 kg tende a consumir em torno de 200 kcal por dia. 

Vale ressaltar que a ingestão calórica diária muda conforme:

As tabelas a seguir funcionam como referência inicial e devem ser ajustadas pelo valor calórico do rótulo do alimento e pelo peso do gato ao longo das semanas.

Quanta ração seca um gato deve comer por dia?

A ração seca costuma ter maior densidade calórica, por isso a porção diária em gramas tende a ser menor do que na alimentação úmida.

Tipo de gatoIngestão calóricaRação seca (g/dia)Frequência de alimentação
Filhote (até 6 meses*)2 a 3 vezes a ingestão diária recomendada para adultos50 a 75g3 a 4 refeições/dia
Adulto (1 a 7 anos)200 a 300 kcal/dia40 a 60g1 a 2 refeições/dia (ou fracionado)
Sênior (7+ anos)180 a 220 kcal/dia30 a 40g2 a 3 refeições menores/dia
*Filhotes já desmamados
*Os valores em gramas são referências médias e devem ser ajustados conforme o rótulo do alimento (kcal/100 g ou kcal/kg).

Quanto de ração úmida um gato deve comer por dia?

A ração úmida tem mais água e costuma ter menos calorias por grama. Por isso, o volume diário tende a ser maior, especialmente quando o sachê é a principal fonte de alimentação.

Tipo de gatoIngestão calóricaRação úmida (g/dia)Frequência de alimentação
Filhote (até 6 meses*)2 a 3 vezes a ingestão diária recomendada para adultos75 a 100g3 a 4 refeições/dia
Adulto (1 a 7 anos)200 a 300 kcal/dia100g1 a 2 refeições/dia (ou fracionado)
Sênior (7+ anos)180 a 220 kcal/dia85g2 a 3 refeições menores/dia
*Filhotes já desmamados (comendo alimento sólido).

Quanto um gato deve comer por dia combinando ração seca e úmida?

A combinação das rações (mix feeding) costuma ser uma estratégia útil para equilibrar saciedade, hidratação e controle de porção. O principal cuidado é evitar que a soma de alimentos ultrapasse a ingestão calórica diária.

Tipo de gatoRotina combinada (referência)Frequência sugerida
Filhote (até 6 meses)25–30 g de seca + 50–70 g de úmida3 a 4 refeições/dia
Adulto (1 a 7 anos)25–40 g de seca + 60–80 g de úmida1 a 2 refeições/dia (ou fracionado)
Sênior (7+ anos)15–25 g de seca + 50–70 g de úmida2 a 3 refeições menores/dia

Regra prática: a ração seca concentra mais calorias. Em rotinas combinadas, reduzir a porção de seca costuma ser o ajuste mais importante para evitar excesso.

Quanta ração um gato deve comer por dia? (tabela por peso)

Uma forma prática de começar a estimar quanta seca um gato deve comer por dia é usar uma tabela por peso corporal. 

Essa referência é útil principalmente quando a ração é a base da alimentação, mas sempre precisa ser ajustada pelo valor calórico do alimento (kcal/100 g ou kcal/kg) e pela condição corporal do gato.

Peso do gatoQuantidade aproximada de ração seca por dia
2 kg30 a 40 g
3 kg40 a 55 g
4 kg45 a 65 g
5 kg55 a 75 g
acima de 6 kgcerca de 11 g por kg/dia

As tabelas servem como referência inicial, mas a porção ideal deve ser ajustada com monitoramento de peso e orientação veterinária. 

A consulta é ainda mais importante em casos de obesidade, perda de peso, doenças renais, diabetes, hipertireoidismo ou dietas terapêuticas. Portanto, antes de oferecer qualquer alimento ao seu pet, fale com um profissional para definir a dieta adequada. 

Fatores que influenciam quanto um gato deve comer por dia

As tabelas ajudam a ter uma referência inicial, mas a porção ideal sempre depende do perfil do gato. Alguns fatores mudam completamente a necessidade calórica e explicam por que dois felinos do mesmo peso podem precisar de quantidades diferentes.

Peso e condição corporal (o mais importante)

O peso é o ponto de partida para definir a porção, mas o mais importante é saber se o gato está no peso ideal.

  • Gato acima do peso: a porção precisa ser ajustada para reduzir calorias, senão o excesso se mantém.

  • Gato abaixo do peso: pode ser necessário aumentar ou adaptar a alimentação para recuperar peso com segurança.

Nível de atividade

Gatos que brincam, sobem em prateleiras, usam arranhadores e se movimentam bastante gastam mais energia. Por isso, um gato ativo tende a precisar de mais calorias do que um gato sedentário que passa a maior parte do dia dormindo.

Castração

Gatos castrados costumam ter metabolismo mais lento e maior predisposição ao ganho de peso. Por isso, muitas vezes a porção precisa ser reduzida ou o alimento deve ser específico para esse perfil, principalmente em gatos que vivem em ambiente interno.

Fase da vida

A quantidade ideal muda conforme a idade. Filhotes têm demanda energética maior por estarem em crescimento. Gatos adultos precisam de equilíbrio para manutenção do peso. Gatos sênior podem exigir ajustes por metabolismo mais lento ou presença de doenças crônicas que afetam apetite e digestão.

Estado de saúde

Gestação, lactação, doenças renais, diabetes, hipertireoidismo e outras condições clínicas mudam completamente a necessidade alimentar. Nessas situações, o tipo de dieta e a porção devem ser definidos com acompanhamento veterinário.

Tipo de alimento (seca, úmida ou mista)

O mesmo volume pode ter valores calóricos muito diferentes. Em geral:

  • ração seca concentra mais calorias por grama;

  • ração úmida tem mais água e menor densidade calórica;

  • a alimentação mista exige atenção para que a soma não ultrapasse a ingestão calórica diária recomendada.

Como calcular a porção ideal para o gato usando o rótulo do alimento?

As tabelas por idade e peso ajudam a ter uma referência inicial, mas o jeito mais seguro de ajustar a porção é usar o valor calórico do rótulo (kcal/kg ou kcal/100 g) e comparar com a necessidade diária de calorias do gato.

Passo 1: estimar quantas calorias o gato precisa por dia

Como referência prática, muitos cálculos veterinários consideram que gatos adultos saudáveis precisam de cerca de 44 kcal por kg de peso corporal por dia.

Exemplo simples
Um gato de 4,5 kg tende a precisar de aproximadamente 200 kcal por dia (4,5 × 44 = 198).

A conta deve ser feita com base no peso ideal, principalmente em gatos com sobrepeso.

Passo 2: localizar o valor calórico do alimento no rótulo

A maioria das embalagens informa a energia do alimento como:

  • kcal/kg (mais comum);

  • kcal/100 g (algumas marcas).

Esse número costuma aparecer como Energia metabolizável (EM).

Exemplo:
“Energia metabolizável: 3.800 kcal/kg”

Passo 3: transformar calorias em gramas por dia

Agora é só dividir: Porção diária (g) = calorias que o gato precisa por dia ÷ calorias do alimento por grama.

Como o rótulo geralmente vem em kcal/kg, basta converter assim:
3.800 kcal/kg = 3,8 kcal por grama

Exemplo prático: se o gato precisa de 200 kcal por dia, o cálculo fica assim:
200 ÷ 3,8 = 52 g por dia

Se houver alimentação mista (seca + úmida), é importante somar as calorias dos dois alimentos para não ultrapassar o total diário recomendado.

Passo 4: dividir a porção ao longo do dia

Depois de chegar na porção total, o ideal é fracionar:

  • Adulto: 1 a 2 refeições/dia (ou fracionado);

  • Filhote desmamado: 3 a 4 refeições/dia;

  • Sênior: 2 a 3 refeições menores/dia.

 Isso irá respeitar melhor o padrão alimentar natural do gato e pode ajudar no controle de saciedade.

A importância de pedir ajuda do veterinário (e por que isso faz diferença)

O valor calórico pode variar bastante de uma marca para outra. Mesmo duas rações “para adulto” podem ter densidades energéticas bem diferentes. Então, a mesma quantidade em gramas pode fornecer mais ou menos calorias, dependendo do alimento.

Por isso, as tabelas funcionam como referência, mas o ajuste mais seguro vem do rótulo + monitoramento do peso ao longo das semanas.

De acordo com um estudo que comparou recomendações presentes em rótulos comerciais com as diretrizes da FEDIAF (2019), muitas orientações avaliadas ficaram acima ou abaixo do valor estimado pelas fórmulas de necessidade energética da entidade.

Isso não significa que o rótulo esteja “errado”, e sim que:

  • as recomendações são generalistas;

  • o gasto energético muda conforme rotina e nível de atividade;

  • pequenos excessos acumulados ao longo do tempo influenciam o peso;

  • o ideal é adaptar ao perfil real do gato.

Por isso, se houver sobrepeso, emagrecimento, vômitos, recusa alimentar, doenças crônicas ou uso de dieta terapêutica, o acompanhamento veterinário é o caminho mais seguro para ajustar porção, qualidade do alimento e calorias com precisão.

Checklist rápido: a porção do seu gato está certa?

Use estes sinais como referência prática para avaliar se a quantidade diária está adequada. Se houver dúvidas ou alterações persistentes, o ideal é procurar um médico-veterinário para ajustes personalizados.

A porção tende a estar correta quando:

  • O gato mantém o peso estável ao longo das semanas.

  • As costelas são sentidas ao toque, mas não ficam marcadas visualmente.

  • Existe uma leve cintura quando visto de cima.

  • O gato tem energia para brincar e se movimentar.

  • As fezes são bem formadas e o apetite é estável.

  • Não há vômitos frequentes após as refeições.

Pode ser necessário ajustar a quantidade quando:

  • O gato está ganhando peso rápido ou ficando com barriga arredondada.

  • As costelas ficam difíceis de sentir ao toque.

  • O gato parece estar sempre com fome e pede comida o tempo todo.

  • A ração some rápido (come muito rápido e pede mais).

  • Há queda de apetite ou recusa frequente do alimento.

  • O gato perde peso, fica mais apático ou com pelagem opaca.

Orientação importante: perda de apetite por mais de 24 horas, perda de peso, vômitos frequentes ou dificuldade para manter o peso ideal devem ser avaliados por um veterinário, principalmente em gatos idosos, castrados ou com doenças crônicas.

Por que a quantidade muda? O que influencia a rotina alimentar do gato

Gato comendo de uma tigela de comida em um ambiente bem iluminado, perto de uma janela com cortina branca, na companhia de um piso de madeira clara.

O comportamento alimentar felino segue uma lógica própria: gatos tendem a comer em pequenas porções ao longo do dia e podem recusar o alimento quando há mudanças de cheiro, textura ou temperatura. 

Esse padrão explica por que a mesma porção pode funcionar para um gato e ser inadequada para outro.

Refeições pequenas são naturais para gatos (e isso impacta a porção diária)

De acordo com um material técnico sobre nutrição e comportamento alimentar publicado pela Universidade Brasil, gatos ingerem alimentos em pequenas quantidades e em várias ocasiões ao longo do dia, chegando a 8 a 16 mini-refeições em 24 horas. 

Esse comportamento nutricional foi descrito pelo informativo técnico da Chronos Pet, descreve que esse padrão é um reflexo direto do comportamento dos felinos selvagens. 

Na natureza, para um gato de 4 kg atingir a necessidade energética diária, seria necessária a ingestão de aproximadamente 10 camundongos de 26 g por dia, o que exige uma rotina contínua de caça, pequenas refeições e retorno à busca por alimento.

Por isso, a criação de planos de alimentação que imitam esse comportamento natural ajuda a reduzir pedidos constantes de comida, frustração e até conflitos entre gatos em lares com mais de um animal.

Na prática, a porção diária pode ser a mesma, mas a forma de oferecer faz diferença. O fracionamento tende a respeitar melhor o padrão natural do gato e melhora o controle alimentar.

Sensibilidade a cheiro, textura e temperatura pode reduzir o consumo

Os gatos apresentam alta sensibilidade organoléptica, ou seja, identificam e reagem facilmente a alterações de cheiro, textura e palatabilidade do alimento. 

Portanto, alimentos muito frios ou muito quentes podem reduzir a aceitação, com melhor tolerância quando a temperatura está próxima de 30 a 40°C. 

Então, mudanças de dieta ou alterações sensoriais podem levar à redução de consumo e até à rejeição do alimento, com risco de anorexia em alguns casos. 

Por isso, “gato comendo pouco” nem sempre é falta de fome. Mudança de rotina, estresse, rejeição sensorial e até desconforto físico podem influenciar o apetite. 

Entre as causas comuns estão dor dental, náusea, alterações gastrointestinais e doenças crônicas, como problemas renais, especialmente quando a queda de apetite é persistente.

Rotina alimentar é comportamento (e pode prevenir obesidade)

De acordo com orientações do CRMV-PR, gatos tendem a preferir comer sozinhos e em pequenas refeições ao longo do dia. Esse padrão favorece o bem-estar e pode ajudar a reduzir riscos associados ao excesso de peso, como obesidade.

O mesmo material cita estratégias úteis para tornar a alimentação mais próxima do comportamento natural do gato e estimular atividade física e mental, principalmente em gatos que vivem dentro de casa. Alguns exemplos são:

  • alimentadores automáticos (para fracionamento);
  • comedouros interativos (puzzles);
  • caça por alimento (ração distribuída em locais diferentes).

Em lares com múltiplos gatos, recomenda-se evitar competição por alimento com comedouros individuais em locais separados e, quando possível, com separação visual entre potes. 

Em resumo, a quantidade diária importa, mas o modo de oferecer também influencia apetite, ansiedade, saciedade e controle de peso.

Qualidade nutricional e equilíbrio importam mais do que volume

A rotina alimentar dos gatos precisa considerar não apenas quantidade, mas também qualidade nutricional e equilíbrio

Em vida livre, a alimentação natural dos felinos é composta principalmente por uma base rica em proteína e gordura, com baixo teor de carboidratos. Em média:

  • 65% a 70% de proteína;
  • 20% a 30% de gordura;
  • menos de 5% de carboidratos.

Além disso, a dieta precisa fornecer nutrientes essenciais, como a taurina, importante para a saúde do coração e dos olhos, e manter os petiscos como exceção, representando no máximo 5% da alimentação diária, para não desregular a rotina.

Perguntas frequentes sobre alimentação de gatos

Gato comendo ração de um prato branco em uma superfície branca, com alguns grãos ao redor

Qual hábito alimentar dos gatos domésticos?

Gatos são carnívoros estritos, ou seja, o corpo deles foi feito para obter nutrientes principalmente de proteína e gordura de origem animal. 

É normal o gato comer toda hora?

Sim, muitos gatos preferem beliscar ao longo do dia, o que é um comportamento natural. O problema é quando isso vira excesso de calorias, principalmente se há pouca atividade física ou se o gato já está acima do peso.

Pode deixar comida à vontade para o gato?

Depende. Em gatos com bom controle de apetite e peso estável, pode funcionar. Mas para muitos gatos, principalmente castrados e sedentários, a comida à vontade aumenta o risco de sobrepeso e obesidade. 

Por que meu gato está sempre com fome?

As causas mais comuns são: tédio, ansiedade, rotina sem estímulo, porção insuficiente, dieta pouco sacietógena (baixa em proteína) ou excesso de petiscos. 

Em alguns casos, pode indicar condições como diabetes, hipertireoidismo ou parasitas, por isso vale avaliar com um veterinário.

Qual o melhor horário para alimentar o gato?

A maioria dos veterinários recomenda oferecer comida pela manhã e no início da noite, seguindo o padrão natural de caça. Se possível, dividir em refeições menores ao longo do dia pode melhorar a saciedade e reduzir a ansiedade.

Taurina é essencial para gatos?

Sim, a taurina é um nutriente essencial para gatos e a deficiência pode causar problemas sérios, como degeneração da retina (cegueira) e cardiomiopatia dilatada. Por isso, os gatos devem comer alimentos formulados para a espécie, especialmente rações completas e balanceadas.

Como saber se meu gato está comendo rápido demais?

Se o gato termina a porção em poucos segundos, engole sem mastigar ou vomita logo depois, pode estar comendo rápido demais. Nesses casos, vale usar comedouros lentos, brinquedos alimentares e fracionar a quantidade em porções menores.

gato se alimentando

O conteúdo te ajudou a entender quanto um gato deve comer por dia? Compartilhe com outros responsáveis por pets. Essa informação pode fazer diferença na saúde e no peso do felino ao longo da vida. 

E se quiser saber mais sobre alimentação, saúde, bem-estar e tudo relacionado a vida do seu gato, continue acompanhando o Blog da Cobasi. Até a próxima!

Por Cobasi

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4 Comentários

  1. Roziane disse:

    Tenho 2 gatos adultos e as vz fico perdida com a questão da quantidade de ração e quantas vz…por muitas vz minha gata comeu muito e depois vômitou..

  2. paulo cruz disse:

    tenho uma gatinha com 7 meses e ja foi castrada devo alimentala com ração de filhote ou de castrada

  3. Maria Aparecida da Silva disse:

    Meu gato é pequeno tem três meses pesa trezentas gramas

  4. Carol disse:

    Oie. Tive uma experiencia parecida com a sua, minha gata tinha 8 meses quando foi castrada. Antes da cirurgia, eu dava racao para filhotes, já que o intuito dela é ser mais pastosa e pequena porque facilita dos filhotes comerem, pelos dentes serem pequenos e seu sistema digestorio tambem. Nesse caso, depois da cirurgia, eu comprei ração de castrados, mas eu triturava para ficar pequenos os pedaços. Seria legal também dar uma misturada com sachê, pra hidratar o gato, já que eles nao costumam beber muita agua. Talvez isso ajude seu filhote a comer bem.

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