

A gastroenterite em cachorro é uma inflamação do trato digestivo, principalmente do estômago e do intestino. Essa alteração pode causar vômito, diarreia, náusea, perda de apetite, apatia, dor abdominal, cólicas e, em casos mais graves, sangue nas fezes.
Apesar de muita gente achar que a gastroenterite é uma doença, o termo descreve um conjunto de sinais no aparelho digestivo.
Em outras palavras, gastroenterite significa que existe uma inflamação no estômago e no intestino, mas não explica, sozinha, o que causou essa inflamação.
Para deixar mais claro: dois cachorros com gastroenterite podem desenvolver a condição por causas diferentes. Um pode apresentar vômito e diarreia depois de comer algo inadequado, enquanto outro pode ter os mesmos sinais por causa de parasitas ou alergia alimentar, por exemplo.
Como a origem muda de um caso para outro, o tratamento também muda. A avaliação veterinária é importante justamente para entender o que provocou os sintomas e indicar a conduta correta.
De modo geral, as causas mais comuns incluem parasitas intestinais, como giárdia e vermes, ingestão de alimentos inadequados, mudança brusca de ração, consumo de lixo, intoxicações alimentares, alergias alimentares e infecções causadas por vírus ou bactérias.
Outras condições, como pancreatite, ingestão de objetos e doença do carrapato, também podem causar sinais parecidos e precisam ser avaliadas pelo médico-veterinário.
Embora seja uma condição comum na rotina veterinária, a gastroenterite em cachorro exige atenção. A recuperação costuma ser boa quando a causa é identificada e o tratamento correto começa cedo.
Filhotes, idosos e cães com imunidade baixa precisam de cuidado redobrado, já que vômito e diarreia podem causar desidratação e agravamento rápido do quadro.
Com colaboração da médica-veterinária Lysandra Barbieri, CRMV/SP – 44484, este artigo explica o que é gastroenterite em cachorro, quais sinais merecem atenção, por que o problema pode ter diferentes causas e quando procurar atendimento veterinário.
O conteúdo também aborda as diferenças entre gastroenterite aguda e crônica, diagnóstico, tratamento, prevenção e cuidados para evitar complicações.
A gastroenterite canina pode ser classificada em dois tipos principais: aguda e crônica. Essa classificação considera principalmente o tempo de duração dos sintomas, a forma como os sinais aparecem e a evolução do quadro.
De acordo com material do Hospital Veterinário VetSete, a gastroenterite aguda em cachorro aparece de forma repentina e pode causar vômito, diarreia com ou sem sangue, falta de apetite, apatia, febre, desidratação e dor abdominal.
A gastroenterite aguda (GE) costuma surgir após uma agressão ao aparelho digestivo, como ingestão de lixo, restos de comida, alimento gorduroso, troca brusca de ração, água contaminada, intoxicação ou ingestão de objetos.
Em filhotes não vacinados, a gastroenterite aguda exige atenção imediata, pois doenças virais, como parvovirose, coronavirose e cinomose, podem causar quadros graves.
Nessa fase, vômito e diarreia podem levar rapidamente à desidratação e à hipoglicemia, que é a queda do açúcar no sangue.
A gastroenterite crônica acontece quando vômito, diarreia e outros sinais digestivos persistem ou voltam com frequência. Diferente da forma aguda, os sintomas podem surgir em ciclos, com períodos de melhora e piora.
Nem sempre o cachorro parece gravemente doente no início. Mesmo assim, fezes moles recorrentes, vômitos intermitentes, perda de peso, fraqueza, apetite irregular e pelagem sem brilho podem indicar inflamação prolongada no trato digestivo.
As causas mais comuns incluem alergias ou intolerâncias alimentares, doenças inflamatórias intestinais, parasitas resistentes, desequilíbrio da microbiota, sobrecrescimento bacteriano, alterações imunológicas e doenças sistêmicas.
A principal diferença está na evolução dos sintomas: a gastroenterite aguda começa de repente e tende a ter duração mais curta, enquanto a crônica persiste ou retorna em ciclos, exigindo investigação mais detalhada.
Confira as principais diferenças na tabela:
| Característica | Gastroenterite aguda | Gastroenterite crônica |
| Início | Súbito | Progressivo, persistente ou recorrente |
| Duração | Dias (até 2 semanas) | Mais de uma semana, podendo durar semanas ou meses |
| Causas comuns | Alimentos impróprios, mudança brusca de alimentação, vírus, bactérias, parasitas, intoxicações e ingestão de corpo estranho | Doenças de base, alergias ou intolerâncias alimentares, doenças inflamatórias intestinais, parasitas resistentes, desequilíbrio da microbiota, sobrecrescimento bacteriano e problemas imunológicos |
| Principais sintomas | Vômito, diarreia com ou sem sangue, desidratação, febre, dor abdominal e apatia. | Vômito e diarreia frequentes ou intermitentes, perda de peso, fraqueza, apatia, apetite irregular e pioras periódicas |
| Gravidade | Pode ser leve, moderada ou grave | Pode comprometer a qualidade de vida quando não recebe controle adequado |
| Risco de complicação | Maior em filhotes, idosos, cães não vacinados e animais com imunidade baixa | Alto quando não tratado, com risco de desnutrição, perda de peso e agravamento do quadro |
| Prognóstico | Geralmente bom quando o tratamento começa cedo | Depende da causa e exige controle com acompanhamento veterinário |
“Os sintomas são muitas vezes inespecíficos, o que torna essencial buscar ajuda veterinária logo nos primeiros sinais, para avaliar se é caso de gastroenterite ou outra doença”, orienta a médica-veterinária Lysandra Barbieri, especialista em saúde canina.
Mesmo quando os sinais parecem leves, os dois tipos exigem atenção veterinária. O tratamento muda conforme a causa, a gravidade, a idade do cachorro e o risco de complicações, como desidratação, perda de peso e agravamento de doenças já existentes.
Quanto mais cedo for iniciado o tratamento, maiores são as chances de recuperação sem complicações.
Os sinais clínicos podem variar conforme a gravidade, a evolução e a causa da gastroenterite. Quando é um quadro agudo, os sintomas surgem repentinamente e costumam ser mais intensos.
Por outro lado, quando trata-se de uma condição crônica, os sintomas são mais sutis, porém persistentes e com agravamentos periódicos.

De forma geral, os sintomas mais observados incluem:
Nos casos crônicos, os animais passam por fases de agravamento, nas quais os sintomas se intensificam e podem se assemelhar a um quadro de gastroenterite aguda, exigindo atenção redobrada.
A gastroenterite em cachorro pode ter diferentes causas, que variam de alterações simples na alimentação até infecções, parasitas, intoxicações e doenças que afetam o funcionamento do organismo.
A inflamação surge quando algum fator irrita ou agride o estômago e o intestino, comprometendo a mucosa gastrointestinal, que é a camada que reveste o trato digestivo por dentro.
Também pode acontecer quando há desequilíbrio da microbiota intestinal, conjunto de microrganismos que participam da digestão e da saúde do intestino.
Essas causas também podem ser entendidas como origens da gastroenterite. A classificação em aguda e crônica, mencionada acima, mostra como os sintomas aparecem e quanto tempo duram.
Já a classificação por origem ajuda o médico-veterinário a investigar o que provocou a inflamação e definir o tratamento mais adequado.
Entre as principais causas de gastroenterite em cachorro, estão:
Acontece quando o cachorro consome algo que irrita o estômago e o intestino, como:
A mudança brusca de ração também pode provocar diarreia, mesmo em cães saudáveis, porque o intestino precisa de adaptação para lidar com uma nova composição alimentar.
É causada por parasitas intestinais, como giárdia, vermes, ancilostomídeos e tênias. Esses agentes podem irritar o intestino, prejudicar a absorção de nutrientes e causar diarreia, vômito, fezes com muco, gases, perda de peso e desconforto abdominal.
Filhotes, cães sem vermifugação regular e animais com acesso a água, fezes ou ambientes contaminados têm maior risco de desenvolver esse tipo de alteração gastrointestinal.
A gastroenterite viral é uma condição infectocontagiosa, ou seja, pode ser transmitida entre cães, especialmente quando há contato com fezes contaminadas, ambientes infectados ou animais doentes.
O risco é maior em filhotes, cães jovens, animais não vacinados, cães debilitados ou com outras infecções ao mesmo tempo.
Um estudo publicado nos Arquivos Brasileiros de Medicina Veterinária e Zootecnia avaliou amostras de fezes de cães com e sem diarreia atendidos no Hospital Veterinário da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, em Botucatu (SP), e investigou a presença de agentes virais associados à gastroenterite canina.
Entre as principais doenças virais relacionadas à gastroenterite em cães estão parvovirose, coronavirose e cinomose.
Pode ocorrer após o consumo de água, alimentos contaminados ou substâncias em mau estado de conservação. Bactérias como Clostridium, Salmonella e Escherichia coli podem causar vômito, diarreia, febre, dor abdominal e prostração.
O uso de antibióticos só deve acontecer com orientação veterinária. Essa informação é importante, pois nem todo cachorro com gastroenterite precisa desse tipo de medicamento, e a automedicação pode piorar o desequilíbrio intestinal.
A gastroenterite por intoxicação pode acontecer quando o cachorro ingere plantas tóxicas, produtos de limpeza, medicamentos, venenos, alimentos proibidos ou substâncias químicas.
Além de vômito e diarreia, podem surgir salivação excessiva, tremores, fraqueza, alteração no comportamento ou sinais neurológicos.
Quando existe suspeita de intoxicação, a ida ao veterinário deve ser rápida. Informar o produto, alimento ou substância ingerida ajuda o profissional a definir a conduta correta.
A ingestão de brinquedos, tecidos, plásticos, pedaços de ossos e outros corpos estranhos também podem causar sinais de gastroenterite.
Esses objetos podem machucar o trato digestivo, causar inflamação, obstrução intestinal e dor abdominal intensa. Em alguns casos, exames de imagem e cirurgia podem ser necessários.
Alergias e intolerâncias alimentares também estão entre as principais causas de gastroenterite. De modo geral, essas condições podem provocar inflamação recorrente no trato digestivo.
O diagnóstico costuma exigir acompanhamento veterinário. Em algumas situações, pode ser indicada uma dieta de exclusão, feita com controle rigoroso dos alimentos oferecidos.
A doença do carrapato, como erliquiose e babesiose, pode causar sinais gerais no organismo e, em alguns cães, manifestações gastrointestinais.
Como os sintomas são pouco específicos, o histórico de carrapatos e exames laboratoriais ajudam o médico-veterinário a diferenciar a doença do carrapato de outras causas de gastroenterite.
Algumas doenças que não começam diretamente no intestino também podem causar sinais parecidos com gastroenterite. Pancreatite, alterações no fígado, insuficiência renal e outros distúrbios metabólicos podem provocar vômito, diarreia, dor abdominal e apatia.
Isso acontece porque esses órgãos participam do equilíbrio do organismo e influenciam o funcionamento da digestão. Quando há inflamação no pâncreas, alteração no fígado ou problema nos rins, o aparelho digestivo pode ser afetado de forma indireta.
A pancreatite é um exemplo importante. A inflamação do pâncreas pode causar dor abdominal intensa, vômitos, diarreia e piora rápida, especialmente depois da ingestão de alimentos gordurosos.
Por isso, sinais digestivos persistentes, intensos ou acompanhados de dor precisam de avaliação veterinária.
Algumas causas de gastroenterite estão ligadas a doenças mais complexas, que mantêm o intestino inflamado por mais tempo.
Doenças inflamatórias intestinais (IBD), enteropatias com perda de proteína e linfomas gastrointestinais são alguns exemplos.
Como os sintomas dessas doenças costumam ser persistentes ou voltar com frequência, o diagnóstico precisa ser mais detalhado e pode incluir exames específicos, dieta orientada, medicamentos de controle e acompanhamento veterinário contínuo.

A gastroenterite em cachorro pode variar de leve a grave. O risco depende da causa da inflamação, da intensidade dos sintomas, da idade do animal, da resposta do organismo e da presença de complicações.
O principal risco é a desidratação. Quando o cachorro vomita ou tem diarreia repetidas vezes, o organismo perde água e eletrólitos importantes. Se essa perda não for corrigida, o animal pode ficar fraco, abatido e evoluir para um quadro mais grave.
A atenção deve ser maior em filhotes, idosos, cães de pequeno porte, animais não vacinados e pets com imunidade baixa. Nesses grupos, vômito e diarreia podem causar desidratação mais rapidamente.
A gastroenterite em cachorro pode ser transmissível quando a causa é infectocontagiosa, como parvovirose, cinomose, giardíase ou verminose intestinal.
São situações em que o risco não está na gastroenterite em si, mas no agente que provocou os sintomas. A transmissão pode acontecer pelo contato direto com um cão doente ou de forma indireta por meio de:
A parvovirose, por exemplo, exige atenção especial, porque o vírus pode permanecer no ambiente por meses. Quando houver suspeita de causa infecciosa, o ideal é evitar o contato do cachorro com outros animais até a avaliação veterinária.
Procure atendimento veterinário com urgência se o cachorro apresentar vômitos repetidos, diarreia com sangue, apatia intensa, febre, dor abdominal forte, fraqueza, gengivas secas, olhos fundos, pouca urina ou piora rápida.
Quanto mais cedo a causa é identificada, maiores são as chances de recuperação sem complicações.
O diagnóstico exige uma abordagem clínica detalhada, começando pela anamnese — uma conversa entre o veterinário e o tutor para entender os hábitos, o histórico de saúde e os sintomas apresentados pelo pet.
Informações como mudanças na alimentação, acesso ao lixo, contato com outros animais, uso recente de medicamentos, vacinação e vermifugação são fundamentais para direcionar a investigação.
Na avaliação física, o profissional observa aspectos como grau de desidratação, temperatura corporal, dor abdominal, coloração das mucosas e sinais externos que possam sugerir parasitas ou intoxicações.

De acordo com o material desenvolvido pela equipe da Vetsete, após essa etapa, o veterinário pode solicitar exames complementares, que são essenciais tanto para confirmar o diagnóstico quanto para identificar a gravidade do quadro. Entre os exames estão:
O tratamento tem como foco eliminar a causa da inflamação, aliviar os sintomas e restabelecer o equilíbrio gastrointestinal. A estratégia terapêutica varia de acordo com a origem do problema, sua gravidade e se o quadro é agudo ou crônico.
Ou seja, não existe um único remédio para gastroenterite em cachorro que funcione para todos os casos.
Um cachorro com gastroenterite causada por parasitas, por exemplo, precisa de uma conduta diferente de um animal com intoxicação, corpo estranho, alergia alimentar ou pancreatite.
De maneira geral, entre os cuidados que podem fazer parte do tratamento, estão:
A automedicação deve ser evitada: medicamentos humanos, antidiarreicos, antibióticos e anti-inflamatórios podem mascarar sintomas, intoxicar o cachorro ou piorar o desequilíbrio intestinal.
Qualquer remédio para o tratamento de gastroenterite em cachorro deve ser administrado somente com orientação veterinária.
O prognóstico da gastroenterite em cães é geralmente favorável nos quadros agudos, especialmente quando o tratamento é iniciado logo nos primeiros sinais.
No entanto, filhotes, idosos e animais imunossuprimidos exigem atenção redobrada, já que a desidratação pode evoluir rapidamente para complicações graves.
Nos casos de gastroenterite crônica, o prognóstico depende diretamente da causa subjacente. Algumas condições, como alergias alimentares, IBD ou doenças sistêmicas, exigem manejo contínuo e acompanhamento veterinário regular.
A recuperação pode ser rápida — entre 24 e 48 horas — nos quadros mais simples e bem conduzidos. Porém, situações mais complexas ou crônicas podem demandar semanas ou até meses de acompanhamento e ajustes no tratamento.
A gastroenterite é uma condição multifatorial, então quando o assunto é prevenção precisamos considerar diferentes cuidados, já que cada origem do problema exige uma forma de reduzir riscos.
Abaixo, listamos algumas das principais medidas para reduzir o risco de gastroenterite em cachorro:
Esses cuidados são pilares essenciais para ajudar a reduzir o risco de gastroenterites e outras doenças em cães.

A duração da gastroenterite canina varia conforme a causa, a intensidade dos sintomas e o estado geral do cachorro.
Casos leves podem melhorar em poucos dias quando a causa é identificada e o tratamento começa cedo, enquanto quadros infecciosos, parasitários, hemorrágicos ou crônicos podem exigir acompanhamento por mais tempo.
Como as causas são diversas, o tratamento também muda de um animal para outro. De acordo com a médica-veterinária Lysandra Barbieri, cada caso deve ser avaliado individualmente:
“Geralmente requer reposição de fluidos e suplementação, e se necessário, antibióticos e anti-inflamatórios. Porém, é sempre importante ressaltar que o uso desses medicamentos deve acontecer somente com orientação veterinária”, respondeu.
Filhotes, cães idosos, animais com imunidade baixa, cães não vacinados e pets de pequeno porte têm maior risco de complicações. Nesses grupos, vômito e diarreia podem causar desidratação com mais rapidez.
A alimentação durante a gastroenterite deve ser orientada pelo médico-veterinário. Em alguns casos, pode ser necessário jejum controlado e reintrodução gradual dos alimentos, mas essa conduta não deve ser feita por conta própria.
Quando a alimentação é liberada, o veterinário pode indicar ração gastrointestinal, dieta de alta digestibilidade ou formulação caseira específica para o momento do tratamento. A volta à ração habitual também deve ser gradual.
Sim, cachorro com gastroenterite pode beber água, mas o tutor precisa observar se o animal consegue manter o líquido no estômago.
Se o cachorro vomita sempre que bebe água, apresenta fraqueza, gengivas secas, olhos fundos ou pouca urina, o atendimento veterinário deve ser rápido. Nesses casos, pode ser necessária reposição de líquidos por fluidoterapia.
Alguns cães com sinais leves, como diarreia passageira após comer algo inadequado, podem melhorar em pouco tempo. Mesmo assim, não é seguro assumir que todo caso vai se resolver sozinho. O mais indicado é sempre consultar um profissional.
A suspeita de gastroenterite surge quando o cachorro apresenta sinais digestivos como vômito, diarreia, náusea, perda de apetite, apatia, dor abdominal, gases ou fezes com muco ou sangue.
Os primeiros sinais costumam ser vômito, diarreia, perda de apetite e apatia. Alguns cães também podem apresentar dor abdominal, gases, febre, náusea ou mudança no aspecto das fezes.
Sim, a gastroenterite hemorrágica em cachorro é um quadro grave em que há inflamação intensa do trato gastrointestinal com presença de sangue nas fezes ou, em alguns casos, no vômito.
O sangue pode aparecer como fezes escuras, com aspecto de borra, ou como sangue vermelho vivo.
Inclusive, fezes com sangue nunca devem ser tratadas como algo normal. O cachorro precisa de atendimento veterinário imediato para estabilização, investigação da causa e tratamento adequado.

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Formada em Medicina Veterinária pela UNESC - Campus Colatina, Lysandra é apaixonada pelos seus pets adotados: Pretinha, Cabrita e Tuí. Cada um deles reforça sua dedicação à Medicina Veterinária e reflete seu amor pelos animais.
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Meu cachorro tem 16anos, a 5 sofre com esse quadro de cólicas é dor de barriga, as com sangue. A muito não tinha. Começou dinovo. Tirei a ração por orientação do veterinário. A 5 anos come comida, sem tempero. Mas vez ou outra fica com esse quadro. Tô angustiada. Tô Buscopan para cólicas, bropiotico é quando tem vomito plazil. Nao aguento mais. Já fico logo apavorada. Nao estou sabendo mais lidar com isso pois ele sofre. Mas ele brinca, passeia. De uns dias pra cá aumentou. Me ajude por favor. Obrigada pela atenção. Grande abraço.
Olá, Angela. Como vai? Você já pensou em pedir para o seu veterinário de confiança indicar um especialista em gastro? Assim você poderá dar um tratamento mais direcionado ao pet.
Tenho uma cadeia vira-lata de 5 anos a mais ou menos 3 anos ela simplesmente vomita a ração todinha logo em seguida a ingestão ela ingere a ração sem corante e mesmo assim não adianta já fiz tudo e não resolveu o problema me ajudem.
Oi Anna, como vai? Indicamos uma visita ao medico-veterinário 🙂