Descubra as principais causas e como cuidar de um cachorro com mau hálito

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Por Cobasi   Tempo de leitura: 18 minutos

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cachorro com mau hálito
Fonte: Envato

Embora pareça estranho, o cheiro dos nossos pets pode trazer muitas pistas sobre o seu estado de saúde. E nesse caso, um cachorro com mau hálito é sempre um sinal de alerta!

Afinal, a halitose canina — termo médico dado ao bafinho dos cães — geralmente está associada a alterações ou processos infecciosos que vão além da cavidade oral.

Segundo o portal de notícias Estadão, a doença periodontal é a principal causa de mau hálito em cachorro, um quadro doloroso causado pelo acúmulo de tártaro canino.

Mas as mudanças no cheiro do seu amigo também podem esconder doenças mais graves, como insuficiência hepática, diabetes e até tumores.

Além de comprometer a qualidade de vida dos animais, esses quadros afetam a saúde dos cães, trazendo consequências sérias, como perda dentária e infecções generalizadas.

Pronto para saber como tirar o mau hálito do cachorro? Então continue a leitura e descubra tudo sobre a halitose em cães: causas, tratamentos, dicas de prevenção e mais. Aproveite!

O que é o mau hálito em cachorro?

O mau hálito em cachorro nada mais é do que um odor desagradável que emana da boca dos animais de vez em quando — exatamente como acontece conosco, os humanos.

Sabe aquele cheirinho forte que aparece quando um cachorro te dá uma lambida ou chega bem perto do seu rosto? É isso mesmo!

Do ponto de vista científico, a halitose está associada à disbiose oral, ou seja, a um desequilíbrio das bactérias presentes na cavidade oral dos cães. (TONZETICH & NG, 1976)

Quando isso acontece, os microrganismos passam a se proliferar mais do que o normal e começam a degradar restos de alimentos e proteínas acumulados na região.

O processo libera compostos químicos com cheiro forte, como os sulfurados, responsáveis pelo odor desagradável percebido no hálito. (SPRINGFIELD et al., 2001)

O que pode deixar um cachorro com mau hálito?

O que pode deixar um cachorro com mau hálito
Fonte: Envato

De forma geral, a halitose canina está ligada a problemas bucais ou a desordens sistêmicas graves. Isso inclui acúmulo de tártaro, doenças periodontais ou diabetes, por exemplo.

Mas, na prática, qualquer desordem envolvendo a microbiota oral dos cães pode acabar gerando um hálito canino alterado — e possibilidades são o que não faltam!

Veja as principais causas de um cachorro com mau hálito e como elas se manifestam:

Higiene oral e doença periodontal

A causa mais comum da halitose canina é a doença periodontal, quadro que surge pela falta de higiene bucal e o acúmulo de placa bacteriana (biofilme) nos dentes dos pets.

Uma vez em contato com os minerais presentes na saliva, a massa de microrganismos se solidifica e se transforma em cálculos dentais — o famoso tártaro em cachorro!

O excesso de cálculos desencadeia inflamações na gengiva dos pets, conhecidas como gengivite em cães, e favorece o acúmulo de detritos e restos de alimento na região.

Sem tratamento, a doença periodontal canina pode evoluir, causando dor intensa, infecções e até perda dentária, já que a inflamação atinge estruturas mais profundas.

Para piorar, o quadro é extremamente comum e estudos apontam que cerca de 95% dos cães com mais de 12 anos de idade apresentam algum grau de doença periodontal

Retenção de alimentos na boca

Se o seu cachorro tem o costume de mastigar brinquedos, cordas e pedaços de pau, há grandes chances de acabar com um material estranho preso na boca.

Restos de alimento, fios ou pequenos fragmentos podem ficar presos entre os dentes, no céu da boca ou até sob a língua do pet, e muitas vezes acabam passando despercebidos.

A retenção provoca irritação mecânica e pode evoluir para um processo inflamatório oral, criando um ambiente favorável para infecções e mau cheiro persistente.

Doença renal

Alterações nos rins podem impactar diretamente a saúde bucal dos cachorros, já que esses órgãos são responsáveis por filtrar toxinas presentes no organismo do pet.

Quando a função renal dos cães é comprometida, certas substâncias, como a ureia, se acumulam no sangue do animal.

O excesso do composto às vezes faz o hálito dos cachorros cheirar a amônia (semelhante a alvejante) ou urina, sendo um sinal clínico de disfunção renal grave.

Fora o cheiro forte, problemas nos rins podem causar ulcerações na boca do animal, o que contribui ainda mais para o desconforto e o mau hálito canino.

A doença renal tende a ser mais comum em cães mais velhos, embora também esteja relacionada a infecções, inflamações ou uso de certos medicamentos. (LOTÉRIO, 2018)

Insuficiência hepática

Problemas no fígado também podem estar por trás de um cachorro com mau cheiro na boca. Afinal, assim como os rins, esse órgão é um filtro natural do organismo!

E se o fígado não estiver conseguindo desempenhar suas funções corretamente — quadro chamado de insuficiência hepática canina — muitos sintomas podem aparecer.

Nesse cenário, o mau hálito costuma vir acompanhado de sinais como icterícia (pele amarelada), perda de peso, falta de apetite e vômitos.

Alterações hepáticas podem ter diferentes origens, incluindo inflamações, doenças crônicas e neoplasias na região. (GONÇALVES et al., 2020)

Diabetes mellitus

A diabetes mellitus é uma condição metabólica que impacta diretamente o hálito dos cães: um exemplo clássico de alterações sistêmicas com reflexo bucal.

Cachorros com diabetes não tratada geralmente possuem ácido acetoacético no sangue, substância que se transforma em moléculas conhecidas como acetona. 

A acetona volátil é eliminada no ar expirado, o que pode fazer com que o cão apresente um hálito adocicado, parecido com o cheiro de frutas podres ou removedor de esmalte.

Tumores orais

Mais comum em animais mais velhos, o desenvolvimento de cânceres ou tumores orais é outra causa comum de mau hálito canino. 

Isso porque, à medida que os tumores crescem, os tecidos da região podem infeccionar e morrer, causando a inflamação das gengivas e um odor fétido recorrente. 

Segundo Gomes et al. (2009), as neoplasias localizadas na cavidade oral em cães compreendem 6% de todas as neoformações encontradas na espécie!

As neoplasias orais mais comuns em cães são o melanoma, o carcinoma de células escamosas e o fibrossarcoma, mas várias formações surgem na região. (FINEMAN, 2001)

Coprofagia 

A coprofagia é o comportamento no qual um cão ingere suas próprias fezes. E como você deve imaginar, isso pode deixar o seu hálito bem ruim!

O hábito geralmente está associado à curiosidade, tédio, estresse ou até problemas digestivos em cães, além de possíveis deficiências nutricionais na dieta.

Filhotes e cães jovens apresentam maior propensão ao comportamento, enquanto as fêmeas podem ingerir fezes durante a amamentação para manter o ambiente limpo. (BOZE, 2008)

Deficiências alimentares

A alimentação inadequada também pode influenciar o hálito dos cães, especialmente quando o cardápio não atende às necessidades nutricionais da espécie.

Dietas caseiras ou cruas, quando não são formuladas por um profissional, podem causar desequilíbrio da microbiota oral e intestinal, favorecendo odores desagradáveis.

A alteração bacteriana pode estimular a proliferação de microrganismos indesejáveis (como a Salmonella), o que impacta diretamente no hálito e na saúde digestiva do animal.

Quais outros sintomas um cachorro com mau hálito pode apresentar?

sintomas de um cachorro com mau hálito
Fonte: Envato

Como você viu, muitas doenças podem fazer o seu cachorro ficar com mau hálito — e a alteração no odor geralmente é só o primeiro sinal de que algo não vai bem com o pet.

Por isso, se você anda sentindo um cheiro estranho vindo da boca do seu pet, preste atenção a outros sintomas que possam estar associados ao quadro!

Sinais como sangramento oral, dificuldade para se alimentar, dor ao mastigar ou mudanças no comportamento podem indicar um problema mais sério e merecem atenção.

Na tabela abaixo, reunimos os sintomas mais comuns associados ao mau hálito em cães e suas possíveis causas:

CausaPrincipais sinais clínicos
Doença periodontalGengiva vermelha (eritema), sangramento, retração da gengiva, secreção nasal frequente, espirros e perda de apetite (anorexia). 
Doença renalVômitos (êmese), desidratação, cansaço, perda de apetite, mucosas pálidas, perda de peso, aumento da sede (polidipsia) e aumento da urina (poliúria).
Insuficiência hepáticaVômitos, diarreia, fezes claras, perda de apetite e de peso, apatia, náusea, pele e olhos amarelados (icterícia), alterações neurológicas (encefalopatia hepática) e problemas de coagulação
DiabetesAumento da urina (poliúria), aumento da sede (polidipsia), aumento do apetite (polifagia) e perda de peso.
Tumores oraisDificuldade para engolir (disfagia), excesso de saliva (sialorreia) e pequenas verrugas ou aglomerados de massas na cavidade oral.
Deficiências alimentaresEmagrecimento acentuado, perda de massa muscular, apatia, fraqueza, pelagem sem brilho ou quebradiça e pele seca.

Atenção: a tabela acima tem caráter informativo e não substitui a avaliação de um profissional. Se notar qualquer um desses sinais, procure um médico-veterinário.

Como o veterinário diagnostica as causas por trás do mau hálito canino?

Saber se um cachorro está com mau hálito ou não é bastante simples. Afinal, na maioria das vezes, os responsáveis conseguem sentir o bafinho dos pets de longe!

Descobrir a causa do desequilíbrio oral em cães, por outro lado, não costuma ser tão fácil e exige a avaliação de um profissional qualificado.

Por isso, o diagnóstico da halitose canina só pode ser feito por um médico-veterinário. 

A investigação normalmente começa com uma conversa detalhada sobre o histórico, a alimentação e a rotina do animal, seguida de um exame clínico completo.

Quando há suspeita de doença periodontal, o veterinário inspeciona a cavidade oral do pet e pode solicitar radiografias odontológicas ou uma sondagem gengival. (ADEPU et al., 2018; BAIA, 2018; FERREIRA, 2018)

Para descartar causas que vão além da boca, o veterinário também pode solicitar exames complementares, de acordo com a sua suspeita clínica. Alguns exemplos são:

  • Exames laboratoriais: hemograma, bioquímica sérica e urinálise ajudam a avaliar a função renal, incluindo marcadores como creatinina e SDMA.
  • Perfil hepático e exames de imagem: análises sanguíneas investigam as enzimas do fígado, podendo ser complementadas por ultrassom e radiografias.
  • Biópsia de lesões orais: a coleta de amostras permite identificar e classificar tumores presentes na cavidade oral.
  • Glicemia e exame de urina tipo I: a medição da glicose no sangue associada à presença de glicose na urina é obrigatória para o diagnóstico da diabetes canina.
  • Avaliação nutricional: análise da dieta, exame físico e testes laboratoriais ajudam a detectar deficiências de nutrientes.

Quais complicações a halitose canina pode causar?

Se não for tratada, a halitose pode evoluir para condições periodontais complexas e causar problemas cada vez mais graves na saúde do cachorro.

Além da perda dos dentes, com o tempo, as bactérias associadas ao mau hálito podem entrar na corrente sanguínea e afetar diferentes partes do corpo do animal.

Em entrevista ao Estadão, o veterinário Renato Tartália, especialista em odontologia animal, explica que as principais consequências da doença envolvem os órgãos vitais dos cães:

“Os rins são os mais acometidos, podendo causar insuficiência renal a longo prazo. Além disso, resulta no agravamento das lesões das válvulas cardíacas, pode afetar o coração, piorar a diabete e, ainda, ocasionar dores nas articulações”, avisa o profissional.

Ignorar o mau hálito pode permitir que o problema avance silenciosamente, comprometendo a saúde e o bem-estar do seu cachorro.

Então, já sabe: ao perceber qualquer alteração no hálito do pet, leve-o até o veterinário para garantir o diagnóstico e o tratamento adequados. 

Alguns cães são mais propensos à halitose?

Cães braquicefálicos são mais propensos à halitose
Fonte: Envato

Embora não exista predisposição direta ao mau hálito, alguns cães desenvolvem problemas periodontais com mais frequência e, como consequência, sofrem mais com a halitose.

Os cachorros de porte pequeno normalmente possuem uma mandíbula mais apertada, o que favorece o apinhamento dos dentes e o acúmulo de placa em cães. (GIOSO, 2007)

As raças braquicefálicas também são predispostas, já que os dentes desalinhados e a respiração bucal agravam os problemas periodontais. (HARVEY & NIEVES, 1991)

Além destes grupos, a idade pode ser outro fator de risco para as doenças bucais em cachorro. Estudos indicam que 80% dos cães com mais de dois anos apresentam gengivite e periodontite em algum grau. (EMILY et al., 1999; NIEMIEC, 2008)

Por isso, animais com essas características precisam de atenção redobrada com higiene bucal e acompanhamento veterinário regular.

Como acabar com o mau hálito do cachorro?

Infelizmente, não existe uma solução mágica ou um comprimido para mau hálito de cachorro que acabe com o bafinho dos pets sozinho.

Afinal, a halitose canina é só a ponta do iceberg — e mascarar o odor com sprays e petiscos não vai resolver o problema por trás da condição.

Via de regra, o primeiro passo para tratar o mau hálito do pet é levar o animal ao veterinário para uma avaliação completa.

Dependendo da condição encontrada, o profissional poderá indicar protocolos de tratamentos específicos, como reposição de insulina em quadros de diabetes, por exemplo.

Qual é o tratamento para doença periodontal canina?

Agora, se o cachorro estiver sofrendo com os sintomas de doença periodontal, o ideal é buscar ajuda de um médico-veterinário especialista em odontologia.

A condução do caso exige um tratamento odontológico veterinário — e apenas um profissional poderá avaliar o grau da doença e definir o protocolo adequado.

Na maioria das situações, o procedimento envolve a limpeza dental veterinária, realizada com o animal anestesiado para garantir segurança e precisão.

Durante o atendimento, o profissional remove o acúmulo de tártaro, limpa a região abaixo da gengiva e faz o polimento dos dentes do animal, reduzindo a presença de bactérias.

Dependendo da gravidade, dentes comprometidos precisam ser extraídos para eliminar focos de infecção e aliviar o desconforto.

Caso exista uma infecção na boca do pet, o veterinário também pode recomendar o uso de antibióticos antes do procedimento. (ROZA, 2021; VALDUGA; PIGNONE, 2018)

Como evitar que o cachorro fique com mau hálito?

Assim como acontece com os humanos, é muito mais fácil prevenir o mau hálito e as doenças periodontais em cães do que tratá-las.

Aliás, os cuidados preventivos indicados para os cachorros são bem parecidos com os nossos e fazem parte de uma rotina bastante simples!

A primeira dica é agendar visitas ao veterinário a cada 6–12 meses. Isso ajuda a detectar doenças dentárias e outros problemas de saúde mais cedo. Outras formas de melhorar o hálito do seu cachorro em casa são:

1. Escovação dos dentes caninos

Como os cães acumulam placa bacteriana todos os dias, o ideal é investir na escovação diária para controlar essa situação. 

Utilize pasta e escovas de dentes caninas para isso. Afinal, produtos para humanos contêm flúor, o que é nocivo e pode causar problemas gastrointestinais nos animais.

Para que os cuidados com a saúde bucal sejam introduzidos adequadamente, é importante condicionar o cão à rotina. Então, sempre que o pet permitir a escovação, dê um agrado!

2. Spray, petiscos e brinquedos

Você sabia que em grandes pet shops, como a Cobasi, existem snacks odontológicos

e brinquedos antitártaro que ajudam a manter a higiene oral do seu cachorro?

Os petiscos e acessórios são soluções que funcionam como complemento à rotina de cuidados, ou seja, não substituem a escovação.

Mas não dá para negar que os objetos têm um papel importante para a limpeza dos dentes, fortalecimento das gengivas e prevenção do acúmulo de placa bacteriana e tártaro.

Os petiscos e brinquedos, por exemplo, ajudam a remover a placa bacteriana enquanto o cão mastiga. 

Já os antissépticos bucais veterinários, como os sprays orais e enxaguantes bucais pet, proporcionam uma limpeza suave, mantendo o hálito do seu cachorro sempre fresco!

3. Dietas odontológicas

Um médico-veterinário especializado em odontologia também pode indicar rações para saúde bucal a pets com predisposição ao acúmulo de placa bacteriana. 

Em geral, os rótulos com essa proposta trazem grãos maiores e uma textura mais áspera que potencializa a raspagem dos dentes durante a mastigação.

Perguntas frequentes sobre cachorro com mau hálito (FAQ)

como cuidar de um cachorro com mau hálito
Fonte: Envato

É normal um cachorro ter bafo de carniça?

Não. Apesar de muita gente achar normal, o mau hálito é um sinal de desequilíbrio na flora bacteriana oral e, na maioria dos casos, está associado a doenças em cães.

Neste caso, além de causar desconforto, o problema pode afetar a qualidade de vida do pet e gerar complicações mais graves, incluindo insuficiência renal.

O que fazer quando o cachorro está com muito mau hálito?

O primeiro passo para tirar bafinho de cachorro é procurar um médico-veterinário, já que o odor forte costuma indicar tártaro, inflamações ou problemas internos.

O profissional pode indicar escovação, produtos específicos e, se necessário, uma limpeza dentária ou tratamentos específicos dependendo da causa do problema.

Como saber se o mau hálito do cachorro é renal?

Alterações renais podem deixar o hálito com cheiro de amônia ou urina, já que o acúmulo de toxinas no sangue interfere diretamente no seu odor. Esse tipo de alteração costuma vir acompanhado de outros sinais, como urinar ou beber mais água.

Ainda assim, só um médico-veterinário pode confirmar o quadro com certeza.

Existe remédio caseiro para tirar mau hálito de cachorro?

Se você já fez uma busca rápida sobre como tirar mau halito do cachorro na internet, provavelmente encontrou várias receitas caseiras prometendo resultados imediatos.

No entanto, é importante lembrar que a única forma eficaz de eliminar o odor é tratar a causa, que pode envolver desde acúmulo de tártaro até doenças mais sérias.

Por isso, embora alguns produtos realmente possam ajudar a controlar o cheiro e manter a saúde bucal, eles devem ser utilizados com orientação veterinária.

Na dúvida, o Conselho Veterinário de Saúde Oral (Veterinary Oral Health Council) possui uma lista de produtos seguros!

O que dar para o cachorro comer para tirar o bafo?

A escovação diária é, de longe, a melhor forma de tirar o bafinho dos cachorros. Mas, no dia a dia, alguns alimentos e produtos também podem ajudar nessa tarefa.

Biscoitos e petiscos odontológicos caninos, por exemplo, auxiliam na remoção mecânica da placa bacteriana e podem reduzir o acúmulo de tártaro.

Mesmo assim, esses recursos atuam como apoio e não resolvem a causa do problema, que precisa ser avaliada por um médico-veterinário.

Como evitar que o cachorro fique com mau hálito
Fonte: Envato

Gostou do conteúdo?

Agora que você já sabe como lidar com um cachorro com mau hálito, fica muito mais fácil cuidar da saúde e do bem-estar do seu melhor amigo, não é?

Lembre-se: com atenção no dia a dia e acompanhamento veterinário, é possível prevenir problemas bucais e evitar que doenças periodontais evoluam.

E se quiser continuar aprendendo, no Blog da Cobasi você encontra conteúdos completos sobre cuidados, saúde, alimentação e bem-estar para o seu pet. Aproveite!


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