Tamanduá-bandeira: conheça suas características

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tamanduá-bandeira

O tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla) é um animal da ordem pilosa e também carrega os nomes de papa-formigas, tamanduá-açú, tamanduá-cavalo, jurumi ou jurumim, e bandeira ou bandurra.

O comprimento da espécie varia de 1 a 1,2 m para a fêmea e 1,08 a 1,33 m para o macho. Por sua vez, a média do peso do tamanduá-bandeira é de 31,5 kg, porém pode chegar a 45 kg.

Neste texto, você pode conferir as características marcantes do tamanduá-bandeira e os detalhes sobre o papa-formigas. Boa leitura!

O tamanduá é mamífero?

Se você quer descobrir se o tamanduá é mamífero, saiba que a afirmação é verdadeira. O animal é nativo da América e pode ser reconhecido pelo focinho e cauda longos.

Além disso, a espécie apresenta cores que costumam variar do marrom ao cinza, com uma faixa diagonal preta e branca. Ainda, a pelagem é grossa e comprida.

Onde vive o tamanduá-bandeira?

O habitat do tamanduá-bandeira é predominantemente terrestre, mas esse mamífero vive em diversos ambientes. Assim, o animal tolera locais como cerrados, florestas, campos limpos e com plantações e até altitudes variadas.

Ademais, uma curiosidade é o bicho ser capaz de subir em árvores e em cupinzeiros altos sem dificuldades. Ele também possui a habilidade de nadar em rios amplos.

Do que o animal se alimenta?

O próprio nome papa-formigas é sugestivo. Dessa maneira, o tamanduá-bandeira se alimenta principalmente de formigas e cupins e pode comer até 30 mil desses insetos por dia.

Além disso, o mamífero não possui dentes e segue o olfato aguçado para encontrar as presas, sobretudo por a espécie ser quase cega.

Qual é o período de gestação do tamanduá-bandeira?

A média do período de gestação do animal é de 183 a 190 dias. Dessa forma, a fêmea dá à luz a um filhote por vez e carrega o pequeno no dorso entre 6 e 9 meses.

O filhotinho também nasce com os olhos abertos e com a média do peso de 1,2 kg. No dorso da mãe, ele se sente seguro e encontra tudo o que precisa – amor, proteção, calor e alimentação.

A espécie está em extinção?

A espécie é listada como vulnerável no quesito status de conservação pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN).

Assim, as principais ameaças em relação ao risco de extinção são:

  • Incêndios florestais;
  • Atropelamentos em estradas; 
  • Agricultura e pecuária;
  • Envenenamento por inseticidas para controle de pragas em plantios;
  • Desmatamento;
  • Caça e perseguição;
  • Perda do habitat, entre outros.

Em suma, é importante atentar para os riscos contra esse animal. As estratégias pela preservação desse mamífero envolvem a educação ambiental, o conhecimento e a sustentabilidade, além de estudos para entender as melhores formas de conservação de bichos exóticos.

Por Cobasi

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