

O bicho-de-pé em cachorro é uma infestação causada pela pulga-da-areia (Tunga penetrans), um parasita que vive no solo e pode penetrar na pele do animal. Nos cães, as lesões aparecem com mais frequência nos coxins (almofadas das patas) e entre os dedos.
Na medicina veterinária, essa condição é chamada de tungíase, uma doença dermatológica parasitária que provoca inflamação cutânea, coceira intensa, dor e formação de pequenos nódulos na região afetada.
Além do desconforto causado pela presença do parasita, o local da lesão pode se tornar uma porta de entrada para infecções bacterianas secundárias, principalmente quando a região é irritada ou quando o cachorro passa a lamber ou morder as patas.
Em cães, a infestação costuma estar associada ao contato com solo arenoso ou terra contaminada, algo comum em áreas rurais, quintais com matéria orgânica acumulada, praias ou terrenos com pouca higiene ambiental.
Identificar a tungíase rapidamente é essencial para evitar complicações dermatológicas. Quando o diagnóstico ocorre logo no início, o tratamento costuma ser simples e eficaz.
Já a falta de atenção aos primeiros sinais pode permitir a progressão da lesão e aumentar o risco de inflamações e infecções na pele.
Neste guia, com orientações da médica-veterinária da Educação Corporativa da Cobasi, Joyce Lima (CRMV-SP 39824), entenda quais são os sintomas de bicho-de-pé em cachorro, como tratar com segurança e como prevenir novas infestações.
Pouca gente sabe, mas o bicho-de-pé em cachorro é causado por uma pulga chamada Tunga penetrans, conhecida como pulga-da-areia (ou nígua, em algumas regiões).
Esse inseto é considerado a menor espécie de pulga conhecida, medindo cerca de 1 milímetro de comprimento na fase adulta.
Ao contrário das pulgas mais comuns, que vivem na pelagem e apenas picam o animal para se alimentar, essa espécie apresenta um comportamento diferente.
A fêmea fecundada é capaz de penetrar na pele do hospedeiro, onde permanece enquanto completa parte do seu desenvolvimento.
A infestação provocada por esse parasita é conhecida como tungíase, uma parasitose de pele que pode atingir diferentes mamíferos.
Em cachorros, as lesões aparecem com mais frequência nas patas, que estão em contato direto com o solo durante caminhadas, corridas ou brincadeiras. Por causa desse contato constante com o solo, os pontos mais afetados costumam ser:
Essas áreas oferecem condições favoráveis para que o parasita consiga se instalar na pele. Mesmo sendo muito pequeno, o inseto pode provocar irritação local e inflamação, especialmente quando o problema não é identificado logo no início.
| Características | Informação |
| Nome científico | Tunga penetrans |
| Nome popular | Bicho-de-pé, pulga de areia, nígua, pique e bicho do porco |
| Classificação | Inseto ectoparasita da ordem Siphonaptera (grupo das pulgas) |
| Tamanho | Aproximadamente 1 mm na fase adulta, sendo considerada a menor espécie de pulga conhecida |
| Habitat natural | Solo arenoso ou seco, terra exposta, quintais, áreas rurais e ambientes com matéria orgânica, onde larvas e pupas se desenvolvem antes de encontrar um hospedeiro |
| Hospedeiros | Pode parasitar cães, gatos, porcos, bovinos e humanos, entre outros mamíferos |
| Doença associada | Tungíase, uma parasitose cutânea causada pela penetração da pulga na pele |
Sim, a tungíase é considerada uma zoonose parasitária, o que significa que o parasita pode infectar diferentes espécies quando existe contato com ambientes contaminados.
Embora muitas pessoas associem o problema apenas aos humanos, o bicho-de-pé também pode afetar cães, gatos, porcos, bovinos e outros mamíferos. Dessa forma, ambientes infestados podem favorecer a transmissão entre animais que circulam no mesmo local.
O ciclo de vida da pulga que causa o bicho-de-pé continua quando a fêmea fecundada penetra na pele do hospedeiro.
A parte anterior do corpo fica alojada nos tecidos cutâneos, enquanto a região posterior continua visível para permitir a respiração e a liberação de ovos.
Com o passar dos dias, o abdômen da pulga aumenta de tamanho devido ao acúmulo de ovos, podendo atingir dimensões semelhantes às de uma pequena ervilha.
Durante esse período, milhares de ovos podem ser liberados no ambiente, dando origem a novas pulgas e mantendo o ciclo da infestação.
Após completar esse ciclo, a pulga morre e acaba sendo eliminada pela própria reação inflamatória da pele.
O bicho-de-pé não é transmitido diretamente de um animal para outro. A infestação acontece quando o cão entra em contato com ambientes contaminados pela pulga Tunga penetrans, que vive no solo.
Ambientes com essas características favorecem o desenvolvimento do parasita no solo, onde as fases iniciais permanecem até encontrar um hospedeiro.
Cães que frequentam quintais de chão batido, áreas rurais, praias ou terrenos com pouca higiene ambiental apresentam maior risco de contato com o parasita.
De acordo com a médica-veterinária Joyce Lima, a infestação costuma ocorrer quando o animal pisa em solos com terra solta ou com acúmulo de matéria orgânica, locais onde a pulga pode estar presente.
“Esse tipo de infestação também pode ocorrer em locais onde há circulação frequente de animais, já que diferentes espécies podem servir como hospedeiros e contribuir para a manutenção do ciclo do parasita no ambiente”, explicou.
Animais que circulam com frequência nesses ambientes têm maior probabilidade de entrar em contato com a pulga.

Os sinais clínicos do bicho-de-pé em cachorro surgem conforme o parasita se desenvolve dentro da pele. No início, a lesão pode ser muito pequena e passar despercebida, principalmente em cães que vivem em ambientes externos.
Com o passar do tempo, a presença do parasita provoca inflamação na pele e desconforto local. Em infestações mais avançadas, o problema pode afetar a mobilidade do animal e aumentar o risco de infecções secundárias.
Estudos realizados com cães em comunidades rurais da região amazônica identificaram que a tungíase costuma afetar principalmente os coxins palmares e plantares, regiões das patas que entram em contato direto com o solo.
Em alguns casos, foram observadas múltiplas lesões por animal, com presença média de oito parasitas e áreas inflamadas que podem chegar a cerca de 2 cm de diâmetro.
A seguir, veja como os sintomas costumam evoluir.
Nos estágios iniciais, o bicho-de-pé pode provocar sinais discretos na pele. Em muitos casos, o tutor percebe apenas pequenas alterações nas patas do animal, como:
Esse ponto escuro corresponde à parte posterior da pulga, que permanece visível enquanto o restante do corpo fica alojado na pele.
À medida que o parasita cresce dentro da pele e os ovos começam a se desenvolver, a reação inflamatória se torna mais evidente. Nessa fase, o cachorro pode apresentar:
O incômodo costuma fazer com que o animal passe a manipular constantemente a região, o que aumenta o risco de irritação e agravamento das lesões.
Quando a infestação não é identificada rapidamente, o número de parasitas pode aumentar e causar sintomas mais intensos. Entre os sinais mais graves do bicho-de-pé em cães estão:
Em alguns casos, as lesões podem aparecer agrupadas, formando clusters (lesões próximas entre si), o que intensifica o processo inflamatório local.
Além do desconforto para o animal, a presença de feridas abertas pode facilitar a entrada de bactérias, aumentando o risco de infecções secundárias.
Diante desses sinais, qualquer suspeita de bicho-de-pé deve ser avaliada por um médico-veterinário o quanto antes.
| Estágio da infestação | Principais sinais observados |
| Inicial | Pequeno ponto escuro na pele, leve vermelhidão, pequena elevação ou nódulo e início de coceira na região |
| Intermediário | Coceira intensa, lambedura ou mordedura das patas, inchaço, dor ao toque e pequenas feridas na pele |
| Avançado | Dificuldade para caminhar, dor ao apoiar a pata, múltiplas lesões próximas, inflamação mais intensa e possível presença de secreção |
A identificação do bicho-de-pé em cães geralmente é feita pela observação das lesões na pele, que apresentam características bastante típicas da infestação pela pulga Tunga penetrans.
Segundo a veterinária Joyce Lima, na maioria dos casos o responsável pelo pet pode notar alguns sinais visuais na região afetada, como:
O ponto escuro corresponde à parte posterior do corpo da pulga, que permanece visível enquanto o restante do parasita fica alojado dentro da pele.
Já a área clara ao redor está relacionada ao aumento do abdômen da pulga, que se expande à medida que os ovos se desenvolvem.
“Além da aparência característica da lesão, o cachorro costuma apresentar coceira intensa e incômodo na região, o que leva muitos animais a lamber ou mordiscar as patas repetidamente”, reforça a veterinária Joyce Lima.
Em infestações mais intensas, várias pulgas podem estar presentes ao mesmo tempo, formando múltiplas lesões próximas umas das outras.
Nessas situações, o animal pode demonstrar sinais mais evidentes de desconforto, como dor ao apoiar a pata no chão ou dificuldade para caminhar.

Apesar de alguns sinais serem visíveis, o diagnóstico correto do bicho-de-pé deve sempre ser confirmado por um médico-veterinário.
De acordo com estudos sobre tungíase, o diagnóstico costuma ser clínico, realizado por meio da inspeção das lesões na pele, que apresentam características típicas da doença.
O veterinário avalia fatores como:
Em alguns casos, o profissional também pode identificar o estágio de desenvolvimento da pulga na pele.
O estudo também descreve diferentes fases da infestação, desde o momento em que o parasita penetra na pele até a fase em que a lesão cicatriza após a morte do inseto.
A avaliação veterinária é essencial porque outras doenças dermatológicas podem causar lesões semelhantes, e o diagnóstico correto permite indicar o tratamento mais adequado e evitar complicações na pele do animal.
O tratamento do bicho-de-pé em cachorro deve ser realizado por um médico-veterinário, que remove a pulga com instrumentos apropriados e faz a higienização da área afetada.
Quando o parasita é identificado, a remoção precisa ser feita com cuidado para evitar dor, inflamação e risco de infecção.
Como a pulga permanece parcialmente alojada na pele, tentar retirar o inseto de forma inadequada pode provocar lesões mais profundas ou deixar fragmentos no local.
Após a retirada, a lesão geralmente recebe cuidados adicionais para evitar complicações, como limpeza da região e aplicação de produtos antissépticos indicados pelo médico-veterinário.
Durante a consulta, o médico-veterinário avalia o número de lesões, o estágio da infestação e a presença de sinais de infecção na pele.
A partir dessa avaliação, o tratamento pode incluir:
Após o procedimento, o profissional também orienta cuidados com o ambiente. Como o parasita se desenvolve no solo, locais contaminados podem favorecer novas infestações caso não sejam higienizados adequadamente.
Muitas pessoas pesquisam como tirar bicho-de-pé de cachorro, mas a remoção deve sempre ser feita por um profissional.
Essa prática não é recomendada, pois a retirada inadequada pode provocar lesões na pele do animal e aumentar o risco de complicações.
A tentativa de remover o parasita sem orientação profissional pode causar situações como:
Além disso, manipular a região afetada sem os cuidados adequados pode causar dor intensa no cachorro e agravar o quadro dermatológico.
Ou seja, a remoção do parasita deve sempre ser realizada por um médico-veterinário, que possui os instrumentos e a técnica apropriada para realizar o procedimento com segurança.
Em um caso descrito na revista científica Ciência Animal (2023), um cão da raça American Pit Bull Terrier, com um ano e oito meses de idade, foi levado a uma clínica veterinária apresentando irritação nas patas e dificuldade para caminhar.
Durante o exame físico, foram identificadas várias pulgas da espécie Tunga penetrans alojadas nos coxins das patas.
Os parasitas foram removidos com instrumentos estéreis e enviados para identificação laboratorial, que confirmou a presença do inseto responsável pela tungíase.
Após a retirada das pulgas, o animal recebeu tratamento com ivermectina 1% por via subcutânea, um medicamento antiparasitário utilizado na medicina veterinária para combater diferentes tipos de parasitas.
O responsável pelo cão também recebeu orientações para realizar a desinfestação do ambiente onde o cão vivia.
No retorno após quinze dias, o cachorro apresentou melhora significativa do quadro clínico. Esse tipo de relato reforça a importância do diagnóstico precoce e do tratamento realizado por um profissional.

Além da remoção do parasita, pesquisas científicas também investigam o uso de medicamentos antiparasitários no controle da tungíase em cães.
Um estudo de campo realizado no Brasil avaliou a eficácia de uma combinação tópica contendo imidacloprida 10% e permetrina 50% no tratamento de cães infestados pela pulga-da-areia (Tunga penetrans).
Na pesquisa, 17 cães receberam o tratamento, enquanto outros 17 animais permaneceram sem intervenção para comparação.
Avaliações realizadas nos dias 7, 14, 21 e 28 após o tratamento mostraram que, já na primeira semana, houve redução significativa da carga parasitária nos cães tratados.
Em muitos casos, os animais ficaram livres das lesões de tungíase, enquanto no grupo não tratado a infestação permaneceu elevada.
Os autores também observaram que o controle da infestação em cães pode contribuir para reduzir a disseminação de ovos do parasita no ambiente. Isso ocorre porque os animais infestados ajudam a espalhar a pulga no solo, favorecendo novos casos da doença.
Esses resultados reforçam que o tratamento adequado dos cães pode ter impacto não apenas na saúde do animal, mas também na redução da circulação do parasita em áreas onde a tungíase é mais comum.
Após a retirada do parasita, o médico-veterinário pode indicar medicamentos para tratar a lesão e evitar complicações na pele do cachorro, como:
Em algumas situações, o veterinário também pode indicar antiparasitários sistêmicos ou tópicos para controlar outras infestações por ectoparasitas, especialmente quando há suspeita de pulgas ou outros parasitas no ambiente.
Todos esses medicamentos devem ser utilizados apenas com orientação veterinária, já que a escolha do tratamento depende do grau da lesão e do estado de saúde do cachorro.
Para facilitar esse cuidado, na Cobasi você encontra uma linha completa de medicamentos veterinários, pomadas cicatrizantes, antiparasitários e produtos para higiene e recuperação da pele, disponíveis nas lojas, site e app.
Além do tratamento medicamentoso, a limpeza adequada da área afetada e o controle do ambiente onde o animal vive são medidas importantes para evitar novas infestações.
Se quiser entender melhor como eliminar pulgas do pet e do ambiente, confira também o guia completo no Blog da Cobasi sobre como acabar com pulga em cachorro.
Quando a tungíase não é tratada corretamente, a infestação pode evoluir e provocar complicações na pele do animal.
Isso acontece porque a presença da pulga provoca inflamação local e danifica a pele, deixando a região mais suscetível a infecções.
Algumas complicações podem surgir quando a infestação não é tratada adequadamente, como:
Segundo Joyce Lima: “Quando existe uma ferida aberta, cria-se uma porta de entrada para microrganismos, o que pode desencadear infecções mais graves se o problema não for tratado adequadamente”, explica a especialista.
Sim, a prevenção está diretamente relacionada ao controle do ambiente e aos cuidados com a saúde do animal.
A pulga Tunga penetrans, responsável pela tungíase, vive no solo e completa parte do seu ciclo de vida fora do hospedeiro. Por isso, locais com terra exposta, areia ou acúmulo de matéria orgânica podem favorecer o desenvolvimento do parasita.
Quando o cachorro circula nesses ambientes, aumenta a chance de contato com a pulga. Dessa forma, manter o local onde o animal vive limpo e observar regularmente as patas do pet são medidas importantes para reduzir o risco de infestação.
Entre os principais cuidados preventivos estão:
Além dos cuidados individuais com o animal, o controle da tungíase também depende da atenção com o ambiente onde os cães vivem.
Estudos indicam que, no Brasil, os cães são considerados os principais hospedeiros da pulga-da-areia, o que faz com que o monitoramento da saúde desses animais seja fundamental para reduzir a circulação do parasita.

Algumas doenças de pele podem apresentar sinais semelhantes ao bicho-de-pé, como lesões, inflamação ou coceira nas patas. Algumas condições que costumam gerar confusão no diagnóstico são:
Como alguns desses problemas apresentam sinais semelhantes, o diagnóstico correto deve sempre ser feito por um médico-veterinário.
Sim, a pulga Tunga penetrans também pode infectar pessoas, causando a doença tungíase.
Apesar disso, o contágio não ocorre diretamente do cachorro para o humano. A infestação acontece quando a pele entra em contato com solo ou areia contaminados pelo parasita.
Por isso, a tungíase é considerada uma zoonose parasitária associada ao ambiente, podendo afetar tanto animais quanto humanos que frequentam locais contaminados.
O bicho-de-pé raramente leva um cachorro à morte. Ainda assim, quando a infestação não recebe tratamento, podem surgir complicações importantes, como infecções bacterianas, inflamações graves e dor intensa.
Em casos avançados, o animal pode apresentar dificuldade para caminhar, lesões profundas e risco maior de infecções na pele.
Sim, é possível. Em ambientes muito contaminados, um mesmo cachorro pode apresentar múltiplas lesões causadas pela pulga.
Não. Espremer ou tentar retirar o bicho-de-pé sem orientação pode romper o parasita dentro da pele, o que aumenta o risco de inflamação e infecção.
A remoção deve ser feita por um médico-veterinário, que possui os instrumentos adequados para retirar o inseto com segurança e realizar o tratamento da lesão.
Sem tratamento, a pulga pode permanecer na pele do hospedeiro por várias semanas enquanto completa seu ciclo de desenvolvimento.
Durante esse período, o abdômen da pulga aumenta de tamanho à medida que os ovos se desenvolvem. Após completar o ciclo, o inseto morre, mas a lesão pode continuar inflamada ou infectada se não receber cuidados adequados.

O bicho-de-pé em cachorro é uma infestação parasitária que pode causar bastante desconforto ao animal, principalmente quando não é identificada rapidamente.
Saber identificar os sinais, entender como ocorre a infestação e conhecer as formas corretas de tratamento é uma informação essencial para qualquer responsável por cães.
Afinal, quanto mais cedo o problema é reconhecido, maiores são as chances de evitar complicações e garantir uma recuperação rápida para o animal.
Se você quer aprender mais sobre saúde e cuidados essenciais com cães, vale a pena explorar outros conteúdos do Blog da Cobasi, que reúne guias produzidos com apoio de especialistas para ajudar tutores a cuidar ainda melhor de seus pets. Até a próxima!

Formada pela USP, Joyce possui especializações em Medicina Veterinária Preventiva e um MBA em Liderança de Alta Performance. Apaixonada por sua gata, Mia, ela reflete todo o carinho e dedicação que tem por ela em sua prática profissional.
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tenho três filhote fui dar banho e percebi que patinha dele tá defeitos a eu ando fui ver carregada de bicho de pé o que favorece como me livro disso por favor ajude
Oi Andreia, como vai? O bicho de pé pode acabar sendo muito dolorido para o animal. Recomendamos a ida a um medico-veterinário que irá passar um tratamento e a retirada desses bichos de pé