

Com os cuidados corretos, a maioria dos cachorros pode comer ervilha, já que essa leguminosa é rica em nutrientes e fibras.
Embora seja um alimento seguro para a maioria dos pets, a ervilha deve entrar no cardápio como um petisco eventual, e não como a base da alimentação.
Afinal, ela fornece vitaminas, minerais e fibras que auxiliam na saúde do animal, mas o excesso pode causar desconfortos gástricos nos animais, como os gases!
Se você quiser incluir o alimento na dieta do seu pet, já adiantamos que as versões frescas ou congeladas são as mais indicadas.
As ervilhas em lata não são indicada para cães devido ao alto teor de sódio e conservantes contidos em sua composição, que podem causar problemas.
Seja como for, antes de oferecer um novo ingrediente na rotina do seu animal de estimação, é importante sempre consultar um médico veterinário.
Até porque, só o profissional poderá avaliar se o seu pet tem alguma condição de saúde, como problemas renais, que restrinja o consumo desse vegetal.

A melhor forma de servir ervilha para o seu cão é cozinhando a leguminosa, no vapor ou em água fervente, até que ela fique macio.
Nunca utilize sal, azeite, alho, cebola ou qualquer outro tempero nesse processo, pois alguns condimentos humanos são tóxicos para os animais.
Se você decidir preparar a ervilha em casa, lembre-se de deixá-la de molho por 24 a 48 horas em uma bacia com água e algumas gotas de limão ou vinagre.
O demolho ajuda a remover substâncias e antinutrientes responsáveis pelos gases. Mas não se esqueça de descartar a água utilizada antes do cozimento!
Outra dica valiosa é amassar os grãos ou fazer um purê simples, já qie os cães muitas vezes não mastigam bem os alimentos pequenos.
A ervilha deve ser encarada como um agrado alimentar, e nunca como um susbtituto das refeições principais do seu cachorro.
Nesse caso, a regra geral da nutrição veterinária é que os petiscos não ultrapassem 10% das calorias diárias que o animal ingere, para não desbalancear sua dieta.
O portal PetMD sugere a seguinte média de porções diárias baseada no porte dos cães:
Atenção: esses valores são apenas estimativas. O ideal é procurar um veterinário para definir a quantidade ideal conforme as características específicas do seu pet.
Sim, filhotes podem comer ervilha, mas com cuidados redobrados. Como o sistema digestivo deles ainda está em desenvolvimento, a introdução deve ser gradual.
Ofereça poucos grãos bem cozidos e amassados para evitar qualquer risco de engasgo. Observe se haverá alguma reação, como amolecimento das fezes.
Lembre-se que a ração de filhotes já é nutricionalmente completa, então o petisco é apenas para variar o cardápio e não serve como substituto.

Apesar de ser um vegetal saudável, existem contraindicações e formas de preparo que podem prejudicar a saúde do animal.
O consumo exagerado ou inadequado, por exemplo, às vezes transformam um petisco saudável em um problema. Veja abaixo os principais pontos de atenção.
A ervilha enlatada é contraindicada, já que osprodutos contêm níveis elevados de sódio para manter sua conservação, o que costuma ser prejudicial para os cães.
Além da desidratação, a longo prazo, o excesso de sódio pode sobrecarregar os rins e o coração do animal. Na dúvida, sempre prefira a versão fresca ou congelada!
Devido ao alto teor de fibras, a ervilha pode causar flatulência (gases) e até diarreia se consumida em excesso. Se o seu pet já tem o estômago sensível, talvez seja melhor evitar a leguminosa.
Segundo o American Kennel Club, novos estudos já sugerem a ligação entre dietas com grandes quantidades de ervilhas e casos de cardiomiopatia dilatada em cães (DCM).
A DCM é a segunda doença cardíaca mais comum em cachorros, e afeta o músculo do animal, reduzindo sua capacidade de bombear sangue.
Embora a relação exata ainda seja complexa, se a ração do seu pet já tem a leguminosa como ingrediente principal, a indicação é evitar adicionar mais ervilha como petisco.
Se o seu pet comeu acidentalmente ervilhas enlatadas ou preparadas com cebola e alho, mantenha a calma e observe as possíveis reações.
Em pequenas quantidades, é capaz que o alimento cause apenas um desconforto gastrointestinal passageiro.
Porém, se a ingestão foi grande ou se o animal apresentar vômito, diarreia, apatia ou muita sede, procure atendimento veterinário imediatamente .
Quando oferecida corretamente, a ervilha é um excelente complemento nutricional. Ela é uma fonte de proteína vegetal e carrega diversos compostos bioativos.
Rica em fibras, a ervilha auxilia no trânsito intestinal regular e promove a sensação de saciedade, o que pode ajudar no controle de peso.
O vegetal contém vitaminas importantes, como a Vitamina C e a Vitamina K, essencial para a coagulação e saúde óssea.
As vitaminas do complexo B contidas na ervilha, como Tiamina e Ácido Fólico, também ajudam a regular funções metabólicas.
A ervilha possui antioxidantes, como a luteína, que combatem os radicais livres. Isso ajuda a reduzir inflamações no organismo e contribui para a saúde da pele, do coração e dos olhos do animal.
Não. As ervilhas em conserva possuem muito sódio e conservantes químicos que são prejudiciais à saúde renal e cardíaca do animal.
Sim, devido às fibras e compostos naturais das leguminosas, o consumo pode gerar gases, especialmente se a ervilha for oferecida em excesso.
Estudos investigam a ligação entre o excesso de ervilhas em rações “grain-free” e a cardiomiopatia dilatada em cães, mas os resultados ainda não são definitivos.
Como petisco ocasional, o risco é menor, mas converse com o veterinário.
A alimentação natural pode ser muito saudável, mas exige conhecimento e cuidados por parte dos responsáveis. Continue no blog da Cobasi para descobrir quais outros alimentos são permitidos ou proibidos para o seu pet!
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