

O otohematoma em cães e gatos é uma afecção auricular que provoca acúmulo de sangue ou líquido serossanguinolento na orelha, deixando a região inchada, quente, macia e sensível.
Mais frequente em cães, o problema costuma surgir após traumas repetidos causados pelo ato de coçar a orelha ou sacudir a cabeça.
Também conhecido como hematoma auricular ou hematoma aural, o otohematoma tem tratamento. A conduta pode envolver medicamentos, drenagem ou cirurgia, conforme as características da lesão e as condições de saúde do pet.
Mas, a cura depende do tamanho da lesão, do tempo de evolução, da possibilidade de recidiva e da saúde do pet. Também é essencial tratar a causa base para evitar que o líquido volte a se acumular.
Sem atendimento adequado, o otohematoma pode causar dor, fibrose, espessamento e deformação permanente da orelha. Ao notar os sintomas procure um veterinário e não tente furar ou drenar o inchaço em casa.
Com a orientação de Joyce Lima (CRMV/SP – 39824), médica-veterinária da Educação Corporativa da Cobasi, explicaremos como reconhecer o otohematoma, quais são suas causas e como funcionam o diagnóstico, o tratamento e a prevenção.
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O otohematoma é o acúmulo de sangue ou de conteúdo serossanguinolento, uma mistura de sangue com o líquido natural dos tecidos, no pavilhão auricular (parte externa e visível da orelha).
A lesão surge quando pequenos vasos sanguíneos se rompem e o conteúdo acumulado afasta a pele da cartilagem. Esse processo provoca um inchaço macio e flutuante, geralmente na face interna da orelha.
Apesar da relação frequente com problemas no ouvido, o otohematoma se forma no pavilhão auricular, não dentro do canal auditivo.
O otohematoma geralmente surge após traumas repetidos na orelha. Coçar a região com força ou sacudir a cabeça pode romper pequenos vasos sanguíneos e causar o acúmulo de sangue no pavilhão auricular.
Segundo a médica-veterinária Joyce Lima, “O otohematoma pode ter diversas causas, entre elas infecção bacteriana, por sarna e traumas/machucados”.
Para entender essa relação, veja quais condições podem provocar o trauma e como cada uma contribui para a formação do hematoma:
| Fator associado | Por que pode causar otohematoma? |
| Otite externa | Provoca dor, coceira e movimentos repetidos da cabeça. |
| Alergias e dermatites | Causam coceira na pele e podem favorecer inflamações no ouvido. |
| Ácaros e outros parasitas | Irritam a orelha e levam o animal a coçar a região. |
| Corpos estranhos | Podem causar dor e irritação no canal auditivo. |
| Brigas, acidentes ou brincadeiras | Mordidas, pancadas e arranhões podem romper diretamente os vasos sanguíneos. |
Otite, alergias, parasitas e corpos estranhos podem atuar como causas de base, pois provocam o incômodo responsável pelo trauma. Brigas, acidentes e pancadas são causas diretas.
Um cachorro com otite externa, por exemplo, pode coçar a orelha e sacudir a cabeça repetidamente.
Sem o controle da otite, o trauma pode continuar e provocar um novo acúmulo de sangue após o tratamento do otohematoma. Em alguns casos, porém, não existe histórico ou causa auricular identificável.
Em gatos, o processo de formação do otohematoma é semelhante ao observado nos cães. A médica-veterinária Joyce Lima explica:
“Gatos também podem ter, embora com menor frequência do que os cães. Geralmente, em gatos o otohematoma é associado a presença de ácaros (sarna de ouvido),” afirmou.
Os ácaros de ouvido podem causar irritação, inflamação e coceira intensa. Ao tentar aliviar o incômodo, o gato pode arranhar a orelha ou sacudir a cabeça até provocar o hematoma.
Por isso, a avaliação veterinária também deve investigar sarna otodécica e otite em gatos.
O principal sinal do otohematoma é o aumento de volume da orelha, como a médica-veterinária Joyce Lima explica:
“Inicialmente o tutor percebe que, ao apalpar a orelha do cão, sente a região mais macia, quente, levemente inchada, avermelhada, sensível ao toque e que existe a presença de conteúdo líquido abaixo da pele”, disse.
A especialista da Cobasi, reforça outros sinais que podem acompanhar o inchaço:
Nos gatos, os sintomas de otohematoma são semelhantes e podem incluir inchaço, calor, dor, coceira e movimentos repetidos da cabeça.
A veterinária também alerta para as mudanças observadas com a progressão do quadro: “Conforme a doença evolui, a orelha pode apresentar pus, se tornar mais dura (devido a fibrose) e deformada”, afirmou.
A presença de pus não faz parte de todos os casos e pode indicar uma infecção associada. O endurecimento ocorre quando o conteúdo acumulado começa a formar coágulos e tecido cicatricial.

Procure atendimento veterinário imediato diante de:
Se o seu pet apresentou algum desses sinais, procure um veterinário. Nas unidades Pet Anjo, seu pet conta com atendimento veterinário para avaliar os sinais de otohematoma e indicar a conduta adequada.
O otohematoma pode afetar cães e gatos de qualquer raça, idade ou porte, mas é diagnosticado com maior frequência em cães.
Um estudo britânico com 905.554 cães encontrou associação entre otohematoma, idade, peso, raça e formato da orelha.
O risco aumentou com a idade até a faixa de 8 a 12 anos e com o peso corporal. Bull Terrier, São Bernardo, Bulldog Francês e Golden Retriever estavam entre as raças com maior predisposição.
Cães com orelhas caídas em formato de “V” ou semieretas também apresentaram maior risco. Em contrapartida, a pesquisa não confirmou a crença de que orelhas longas e pendulares aumentam, por si só, a predisposição ao otohematoma.
Nos gatos, a ocorrência é menos frequente e ainda não existem evidências suficientes para definir uma predisposição racial. Os resultados do estudo representam a população britânica analisada e não significam que outros animais estejam protegidos.
O sinal de inchaço na orelha não é exclusivo do otohematoma, doenças como abscessos, cistos, tumores, reações alérgicas e ferimentos também podem causar aumento de volume, dor ou mudanças na aparência do pavilhão auricular.
| Possível alteração | Características mais comuns |
| Abscesso em cães e gatos | Bolsa com pus causada por infecção, geralmente dolorosa e quente. |
| Cisto | Caroço localizado, com tamanho e consistência variáveis. |
| Tumor em cães e gatos | Nódulo firme ou irregular, com crescimento gradual e possível sangramento. |
| Reação alérgica ou picada | Inchaço repentino, vermelhidão e coceira, podendo atingir outras áreas. |
| Ferimento ou trauma | Corte, mordida, sangramento ou lesão visível na orelha. |
É essencial ressaltar que a aparência ajuda a perceber que existe uma alteração, mas não confirma a causa. A avaliação veterinária é necessária para diferenciar o otohematoma de outros problemas e indicar o tratamento correto.
O diagnóstico do otohematoma costuma ser feito quando o médico-veterinário examina e apalpa o pavilhão auricular para avaliar o tamanho e a localização do inchaço, a temperatura da região, a consistência do conteúdo acumulado e a presença de dor.
Como o otohematoma costuma surgir após traumas provocados por coceira, dor ou inflamação, a avaliação não se limita ao inchaço. O veterinário também investiga o que causou o incômodo e quais fatores podem provocar um novo acúmulo.
As etapas de avaliação seguem as recomendações da nota técnica sobre a conduta diagnóstica e terapêutica do otohematoma em cães, publicada pela Universidade de Vassouras em 2026.
Dependendo dos sinais apresentados e do histórico do pet, a investigação pode incluir:
| Avaliação ou exame | Qual é a finalidade? |
| Histórico e exame físico | Investigar coceira, traumas, alergias, otites anteriores e recorrências. |
| Inspeção das orelhas | Verificar secreção, vermelhidão, dor, calor, espessamento e deformações. |
| Otoscopia | Examinar o canal auditivo e procurar inflamações, corpos estranhos, estreitamentos, pólipos ou massas. |
| Citologia otológica | Analisar a secreção e identificar leveduras, bactérias e células inflamatórias relacionadas à otite. |
| Avaliação dermatológica | Procurar alergias, dermatites ou parasitas que possam provocar coceira. |
| Punção aspirativa | Analisar o conteúdo em casos de dúvida e diferenciar o otohematoma de abscessos, cistos, seromas ou tumores. |
A realização de todos esses exames não é obrigatória em todos os casos, pois a conduta depende do histórico e dos sinais encontrados durante a consulta.
A punção usada para confirmar o diagnóstico também não deve ser confundida com o tratamento definitivo, já que apenas retirar o líquido pode não impedir um novo acúmulo.
Por esse motivo, identificar e controlar a causa de base é essencial para reduzir o risco de recorrência.
O otohematoma geralmente não representa risco imediato de morte, mas causa dor e precisa de atendimento veterinário.
Sem tratamento adequado, o sangue acumulado pode formar coágulos e tecido cicatricial, deixando a orelha mais espessa, firme e permanentemente deformada.
A presença de pus não faz parte de todos os casos e pode indicar uma infecção associada. A dor e o desconforto também podem provocar mudanças no comportamento.
Sem tratamento adequado, o otohematoma pode causar:
A deformação provocada pela fibrose também é conhecida como “orelha em couve-flor”. A dor pode deixar o pet mais quieto, reduzir o interesse por brincadeiras e afetar o apetite.

O tratamento do otohematoma é escolhido após a avaliação do tamanho da lesão, do tempo de evolução, da intensidade da dor, da presença de coágulos e do histórico de recorrência.
Como não existe uma única técnica indicada para todos os casos, a conduta deve considerar as características do hematoma e as condições de saúde do pet.
Independentemente da técnica escolhida, o tratamento tem três objetivos principais:
Joyce Lima explica: “Para aliviar e minimizar a inflamação na orelha do cão, é comum a administração de anti-inflamatórios.
O tratamento da causa também pode incluir antibióticos para infecções bacterianas, antifúngicos quando há proliferação de fungos ou leveduras e medicamentos antiparasitários contra ácaros.
Nos casos relacionados à alergias, pode ser necessário controlar a coceira e a doença dermatológica. A escolha depende do diagnóstico veterinário, e nenhum desses medicamentos deve ser utilizado por conta própria”.
A aspiração com agulha ou a drenagem pode ser considerada em hematomas pequenos, recentes e pouco dolorosos.
A retirada do líquido alivia o volume e a pressão na orelha, mas a drenagem isolada apresenta maior risco de recorrência porque não elimina o espaço formado entre a pele e a cartilagem.
Em casos selecionados, o veterinário pode associar a drenagem a medicamentos aplicados no local ou instalar um dreno para permitir a saída contínua do conteúdo. Essas abordagens exigem acompanhamento e retornos para verificar se houve um novo acúmulo.
A cirurgia costuma ser indicada quando o hematoma é grande, doloroso, antigo ou recorrente, principalmente quando existem coágulos, fibrose ou deformação inicial da orelha.
Joyce explica: “Existem diversas condutas possíveis para o tratamento, que podem abranger inclusive procedimentos cirúrgicos para drenar o hematoma (aquele líquido contido abaixo da pele na orelha do cão) e manter a posição correta da pele e cartilagem da orelha”, disse.
Durante o procedimento, o conteúdo é drenado, os coágulos podem ser removidos e a pele é aproximada da cartilagem com pontos. Essa aproximação reduz o espaço onde o sangue poderia voltar a se acumular.
Um relato de caso publicado pela Pubvet descreveu o tratamento de um cão com drenagem cirúrgica e suturas apoiadas por botões estéreis.
Após 14 dias, o paciente não apresentava novo acúmulo de líquido, dor ou deformação da orelha. Como se trata do acompanhamento de um único animal, o resultado exemplifica uma técnica possível.
Além de tratar o hematoma, é indispensável controlar a otite, a alergia, os parasitas ou qualquer outra causa associada.
Sem esse cuidado, o pet pode continuar coçando a orelha ou sacudindo a cabeça, aumentando o risco de recorrência mesmo após a drenagem ou a cirurgia.
A velocidade da evolução varia conforme o tamanho do hematoma, o tempo de formação e a causa associada. Quanto mais cedo ocorrer a avaliação veterinária, menor será o risco de complicações e alterações permanentes.
Depois da drenagem ou da cirurgia, os cuidados em casa ajudam a proteger a orelha durante a cicatrização e reduzem o risco de infecção, abertura dos pontos ou novo acúmulo de líquido.
A veterinária Joyce Lima compartilha algumas orientações de cuidados, que variam conforme o procedimento, mas geralmente incluem:
Joyce Lima alerta: “automedicação é extremamente contraindicada, pois pode agravar os sintomas ou mascará-los por um período, ação que acaba gerando consequências desagradáveis para o animal, como bactérias resistentes a antibióticos e até mesmo a deformação da orelha do cão”, avisa.
Durante a recuperação, aumento do inchaço, secreção, mau cheiro, sangramento, escurecimento da pele ou abertura dos pontos exigem contato com o veterinário antes do retorno programado.
A retirada do colar, do curativo ou dos pontos também deve ocorrer somente após a liberação profissional.
O otohematoma tem cura e, na maioria dos casos, apresenta prognóstico favorável quando o diagnóstico e o tratamento ocorrem precocemente.
O resultado depende do tamanho da lesão, do tempo de evolução, da presença de coágulos ou fibrose, do histórico de recorrência e do controle da causa de base.
Hematomas pequenos e recentes costumam apresentar melhor resposta, enquanto quadros antigos, endurecidos ou recorrentes podem exigir cirurgia e deixar algum espessamento ou deformação na orelha, mesmo após a resolução do acúmulo.
A cura do hematoma não significa que a causa responsável pelo trauma também foi eliminada. Quando otites, alergias ou parasitas permanecem ativos, o pet pode continuar coçando a orelha ou sacudindo a cabeça, favorecendo uma nova lesão.
O prognóstico costuma ser melhor quando o tratamento começa cedo e a doença associada é controlada. O acompanhamento veterinário até a cicatrização é essencial para avaliar a recuperação e reduzir o risco de recorrência.
O tempo de recuperação do otohematoma varia conforme o tamanho da lesão, o tratamento realizado, o tempo de evolução e a presença de otite, alergia ou outro problema associado.
A redução do inchaço pode ocorrer logo após a drenagem, mas isso não significa que a orelha já esteja cicatrizada.
Nos casos tratados com cirurgia, os pontos costumam permanecer por aproximadamente 14 a 21 dias, conforme a técnica utilizada e a resposta do organismo.
Durante esse período, o veterinário acompanha a aproximação entre a pele e a cartilagem, a presença de secreção e o risco de um novo acúmulo.
Já quadros de hematomas antigos, recorrentes ou com fibrose podem levar mais tempo para cicatrizar e deixar algum espessamento ou deformação.
A recuperação só pode ser considerada completa quando não existe novo acúmulo de líquido, a orelha está cicatrizada e a causa de base também está controlada.
A prevenção do otohematoma depende principalmente do controle das condições que provocam dor, coceira e inflamação nas orelhas.
Esses cuidados reduzem traumas na região e o risco de rompimento dos vasos sanguíneos, embora alguns casos possam ocorrer sem uma causa identificável.
Para prevenir o otohematoma, a veterinária Joyce Lima recomenda:
A prevenção também depende do tratamento completo da causa de base. Interromper os medicamentos antes do período indicado ou aplicar produtos por conta própria pode manter a inflamação ativa e favorecer novos episódios.
Nos gatos, a atenção ao controle de ácaros é especialmente importante, já que a sarna de ouvido pode provocar coceira intensa e lesões no pavilhão auricular.

O organismo pode absorver naturalmente parte do conteúdo em hematomas pequenos, mas a melhora costuma ser lenta e a orelha pode ficar mais grossa, endurecida ou deformada.
A avaliação veterinária é necessária em todos os casos para controlar a dor, investigar a causa e indicar o melhor tratamento, se necessário.
A drenagem não é obrigatória em todos os casos, pois a decisão depende do tamanho da lesão, do tempo de evolução e das condições de saúde do pet.
Quando o otohematoma não recebe o tratamento adequado, o sangue acumulado pode formar coágulos e deixar a orelha mais grossa, endurecida, dolorida ou permanentemente deformada.
A drenagem não deve ser feita em casa, pois pode causar dor, sangramento, infecção e lesões na cartilagem, estrutura que dá forma à orelha.
Mesmo quando o líquido é retirado, a bolsa pode voltar a encher se o espaço entre a pele e a cartilagem e a causa de base não forem tratados.
A cirurgia não é necessária em todos os casos, pois hematomas pequenos e recentes podem ser tratados com procedimentos mais simples, como aspiração ou drenagem.
Enquanto lesões grandes, antigas, dolorosas ou recorrentes costumam ter indicação cirúrgica.
O otohematoma pode voltar quando a causa responsável pela coceira ou pelo trauma permanece ativa.
Um novo acúmulo também pode ocorrer quando a drenagem não elimina o espaço formado entre a pele e a cartilagem, por isso o acompanhamento até a cicatrização é importante.
O otohematoma não é contagioso, mas algumas causas associadas podem afetar outros animais. Ácaros responsáveis pela sarna de ouvido, por exemplo, podem passar entre pets que mantêm contato próximo.
Embora possam estar relacionadas, o otohematoma e a otite são doenças otológicas diferentes:
| Condição | Onde ocorre? | O que acontece? |
| Otohematoma | Na parte externa e visível da orelha | Ocorre o acúmulo de sangue entre a pele e a cartilagem, formando um inchaço. |
| Otite | No canal auditivo | Ocorre uma inflamação que pode causar dor, coceira, vermelhidão, secreção e mau cheiro. |
O antibiótico não é necessário em todos os casos, a indicação depende da presença de uma infecção causada por bactérias na pele ou no ouvido, identificada por meio da avaliação e dos exames veterinários.
O otohematoma fica duro porque, com o passar do tempo, o sangue acumulado forma coágulos e o organismo produz um tecido mais rígido durante a cicatrização. Como resultado, a orelha pode ficar mais grossa, firme e com alteração permanente no formato.
A aparência da orelha pode ser preservada quando o tratamento começa cedo, antes da formação de tecido cicatricial e deformações.
Em quadros antigos ou recorrentes, algum espessamento ou alteração no formato pode permanecer mesmo após a cura do hematoma.
O otohematoma pode surgir em apenas uma ou nas duas orelhas, ao mesmo tempo ou em momentos diferentes. Quando existe otite, alergia ou infestação por parasitas, as duas orelhas devem ser examinadas, mesmo que o inchaço esteja presente somente de um lado.

Este conteúdo ajudou você a entender o otohematoma em cães e gatos? No Blog da Cobasi, você encontra outros conteúdos com orientações de especialistas sobre saúde, cuidados e bem-estar de cães e gatos. Até a próxima!
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Formada pela USP, Joyce possui especializações em Medicina Veterinária Preventiva e um MBA em Liderança de Alta Performance. Apaixonada por sua gata, Mia, ela reflete todo o carinho e dedicação que tem por ela em sua prática profissional.
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Carrapatos podem deixar a orelha inchada d
o cão?
Olá, Roselene! Como vai?
Além da coceira, a picada pode provocar inchaço e vermelhidão na pele. Mas o sintoma de orelha inchada pode ser desencadeado por uma série de motivos. Portanto, leve-o ao veterinário o quanto antes.