

O ibuprofeno, conhecido popularmente como Advil, Motrin ou Alivium, é um anti-inflamatório utilizado para aliviar dores e reduzir a febre em humanos — mas você sabia que o fármaco faz parte da lista de medicamentos tóxicos para gatos?
Considerado um AINE com ação analgésica e antitérmica, o remédio não é metabolizado pelo organismo dos felinos como acontece conosco.
Estudos indicam que uma dose de50 mg/kg já pode provocar sinais de intoxicação, como vômitos, diarreia, presença de sangue na urina, convulsões, colapso, além de danos gastrointestinais, hepáticos e neurológicos severos.
Qualquer suspeita de ingestão do medicamento, incluindo exposição acidental a versões em comprimido, gotas ou pediátricas, é considerada uma emergência veterinária.
Então, se você acha que o seu gato comeu ibuprofeno, leve-o ao médico-veterinário imediatamente, mesmo que o pet ainda não esteja apresentando sintomas.
Quer saber mais sobre o assunto? Neste artigo você vai descobrir por que não pode dar ibuprofeno para gato, como identificar casos de intoxicação e o que fazer caso o seu felino tenha ingerido o medicamento por acidente. Boa leitura!
| O ibuprofeno é tóxico para gatos e não deve ser administrado em nenhuma apresentação, incluindo comprimidos, gotas ou versões infantis. |
| A intoxicação medicamentosa pode causar danos gastrointestinais, renais e neurológicos em felinos. |
| Os principais sinais clínicos de intoxicação por ibuprofeno são vômitos, falta de apetite, alterações na urina, tremores e convulsões. |
| Em caso de ingestão acidental, procure atendimento veterinário imediatamente e informe, se possível, a quantidade, a concentração e o horário do acidente. |
| Outros medicamentos humanos perigosos para gatos são ácido acetilsalicílico, diclofenaco, paracetamol e antidepressivos. |
| Os anti-inflamatórios veterinários utilizados em felinos geralmente são feitos à base de meloxicam, cetoprofeno, robenacoxibe e prednisolona, mas só devem ser usados com indicação profissional. |
| A automedicação é perigosa e nenhum medicamento para aliviar dor, febre ou inflamação em gatos deve ser administrado sem avaliação veterinária. |
O ibuprofeno é um anti-inflamatório não esteroidal (AINE) utilizado principalmente para aliviar dores leves e moderadas, reduzir a febre e controlar inflamações em humanos.
Nas farmácias humanas, o ibuprofeno é vendido em dosagens de 300 mg a 600 mg por comprimido — muitas vezes combinadas com outras substâncias, como opioides, anti-histamínicos, descongestionantes e paracetamol.
Há, também, versões em gotas, cápsulas, drágeas e até formulações especiais para crianças (ibuprofeno infantil), todas contraindicadas para cães e gatos.
Para entender a toxicidade do ibuprofeno em gatos, primeiro é importante saber como os anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) atuam no organismo dos animais.
Segundo a médica-veterinária Wendy Brooks, colunista do portal Veterinary Partner, essa classe de medicamentos inibe enzimas chamadas ciclooxigenases.
Esses componentes participam da produção de prostaglandinas, substâncias químicas que ajudam a desencadear e regular diferentes processos inflamatórios no corpo.
Quando a cascata inflamatória está ativa, as células utilizam as ciclooxigenases para converter gorduras presentes nas membranas celulares em prostaglandinas.
Ao bloquear esse mecanismo, os AINEs reduzem a produção dessas substâncias e, consequentemente, a resposta inflamatória.
O grande problema é que algumas ciclooxigenases também desempenham funções importantes para o funcionamento normal do organismo dos animais, incluindo a manutenção do fluxo sanguíneo para o estômago e os rins.
Como o ibuprofeno é um inibidor não seletivo dessas enzimas, sua fórmula também pode reduzir substâncias essenciais, causando efeitos adversos diversos.
Em humanos, as reações associadas costumam ser leves o suficiente para o uso seguro do medicamento em diferentes situações.
Os gatos, por outro lado, possuem maior sensibilidade aos AINEs e algumas particularidades quando o assunto é o metabolismo de medicamentos.
Afinal, os felinos apresentam menor atividade de algumas enzimas responsáveis pela biotransformação de medicamentos e toxinas. (Court, 2019; Court, 2023)
Isso significa que a exposição acidental aos comprimidos — mesmo em pequenas doses — pode acabar causando intoxicação em gatos.
Em um estudo publicado na revista MV&Z, anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), como o ibuprofeno, foram apontados como uma das principais causas de intoxicação em gatos, e quadros graves podem levar o pet a óbito.

O ibuprofeno faz mal para gatos e o grande risco está associado à intoxicação. Os danos provocados pelo medicamento normalmente são divididos em três níveis principais:
O primeiro nível de toxicidade do ibuprofeno envolve o estômago, onde o medicamento pode provocar úlceras e lesões gastrointestinais.
Com isso, muitos felinos passam a apresentar vômitos com ou sem sangue, perda de apetite e fezes escuras devido à presença de sangue digerido.
Nos casos mais graves, a ulceração pode evoluir para a ruptura do estômago, uma complicação grave que acaba levando o animal a óbito.
Em doses mais elevadas, a intoxicação por ibuprofeno pode comprometer o fluxo sanguíneo dos rins, reduzindo a chegada de sangue e causando a morte do tecido renal.
Conforme a função dos rins diminui, as toxinas que normalmente seriam eliminadas pela urina se acumulam no organismo, agravando o quadro.
A extensão dos danos depende da quantidade de ibuprofeno ingerida e das condições dos rins antes da intoxicação, mas as lesões podem ser temporárias ou permanentes.
Quando a exposição acontece em doses muito altas, o ibuprofeno pode afetar o sistema nervoso e provocar alterações neurológicas nos felinos.
Os primeiros sinais normalmente envolvem tremores, seguidos de convulsões e, nos quadros mais graves, coma.
Os felinos com sintomas neurológicos precisam de suporte especializado para controlar as contrações musculares involuntárias até o organismo eliminar o medicamento ingerido.
Os sintomas de intoxicação em gatos podem variar conforme a concentração do medicamento e a quantidade ingerida, mas as principais manifestações associadas à ingestão de ibuprofeno por felinos são:
Em exames laboratoriais, também é possível identificar alterações hematológicas, como anemia e trombocitopenia, e sinais hepáticos, como aumento de enzimas.

Se você suspeita que o seu gato tomou ibuprofeno, não espere os primeiros sinais de intoxicação para procurar ajuda. Mesmo sem sintomas aparentes, a ingestão é considerada uma emergência.
Segundo a People’s Dispensary for Sick Animals, os indícios clínicos podem surgir em horas, mas também podem demorar dias para aparecer. Enquanto isso, o quadro pode continuar evoluindo e causar complicações.
Na dúvida, entre em contato com um médico-veterinário diante de qualquer suspeita de ingestão e informe, se possível:
Jamais tente tratar o animal em casa, induzindo o vômito ou utilizando receitas caseiras para compensar os efeitos do ibuprofeno.
Como os felinos metabolizam medicamentos de maneira diferente, a excreção do fármaco pode ser mais lenta e o tratamento deve ser conduzido por um profissional.
Nem sempre é fácil saber se o gato ingeriu um medicamento, especialmente quando os tutores passam muito tempo fora de casa ou o acidente acontece em horários pouco usuais.
Até porque, os felinos costumam esconder sinais de dor e desconforto por natureza, o que pode atrasar ou atrapalhar a identificação do quadro.
Normalmente, uma mudança sutil no ambiente ou pequenas alterações no comportamento dão boas pistas de que algo suspeito aconteceu.
Para começar a investigação, procure por sinais de que o medicamento foi manipulado ou ingerido, como:
Depois, observe se o animal apresentou sinais como vômitos, diarreia, falta de apetite, letargia, tremores ou falta de coordenação.
Quanto mais cedo a intoxicação for avaliada por um profissional, mais rápido o seu amigo receberá o tratamento adequado e maiores serão as chances de recuperação plena.
A maioria dos casos de intoxicação por ibuprofeno acontece quando há uma exposição conhecida. Muitas vezes, é o próprio tutor que oferece o medicamento ao pet por engano!
Quando não é possível confirmar o contato, o médico-veterinário pode solicitar exames de sangue para avaliar a função dos órgãos e a contagem de células sanguíneas.
A análise de urina também costuma ser indicada para verificar a função renal e identificar alterações relacionadas à intoxicação.
O tratamento da intoxicação por ibuprofeno em gatos depende da quantidade de medicamento ingerido e dos sinais apresentados por cada felino.
Quando a ingestão é recente, o veterinário pode realizar medidas para reduzir a absorção do fármaco, como a indução do vômito ou o uso de carvão ativado.
Vale lembrar que essas medidas nunca devem ser feitas em casa, pois o procedimento pode causar complicações, como pneumonia por aspiração.
O protocolo de tratamento também costuma incluir:
Quando a exposição é mais grave, o gato pode precisar de hospitalização para transfusão de sangue ou o uso de medicamentos para controlar manifestações neurológicas.
A maioria dos gatos permanece hospitalizada para observação e tratamento por 3 a 5 dias, dependendo da quantidade de AINE ingerida e da evolução do quadro.
Durante esse período, novos exames de sangue podem ser realizados para acompanhar a função renal e identificar possíveis quadros de anemia associada a úlceras.

Nenhum medicamento deve ser dado aos gatos sem a avaliação de um médico-veterinário, sejam eles de uso veterinário ou de uso humano.
A automedicação é perigosa, pois mesmo os fármacos seguros para os felinos podem causar efeitos colaterais ou intoxicações quando administrados em doses inadequadas.
Se o seu gato precisar de tratamento para dor ou febre, o melhor caminho é procurar um profissional, que poderá prescrever anti-inflamatórios e analgésicos veterinários adequados.
Segundo o Conselho Regional de Medicina do Estado de Alagoas, alguns medicamentos humanos usados no dia a dia exigem ainda mais cuidados.
Analgésicos, anti-inflamatórios, antidepressivos e derivados da vitamina D podem causar danos gastrointestinais, hepáticos e neurológicos diversos.
Na tabela abaixo, mapeamos os principais medicamentos proibidos para gatos e quais os sinais clínicos de intoxicação medicamentosa. Confira!
| Medicamento | Por que é tóxico ou contraindicado para gatos? | Principais sinais clínicos de intoxicação |
| Ácido acetilsalicílico (Aspirina®, AAS®, Doril®, Melhoral®) | Os gatos apresentam deficiência de uma enzima hepática que dificulta a eliminação do medicamento. | Falta de apetite, vômito, salivação, emagrecimento, desidratação, dificuldade para respirar, febre, depressão, inflamação do fígado, anemia, incoordenação, convulsão e morte. |
| Diclofenaco (Cataflan®, Voltaren®) | O princípio ativo não é bem metabolizado por felinos. | Falta de apetite, vômito com sangue, fezes escuras, dor abdominal, desidratação, anemia, gastrite, úlceras, hemorragia gastrointestinal e alterações hepáticas e renais. |
| Paracetamol (Tylenol®) | A metabolização do medicamento pode formar uma substância tóxica para os gatos, causando danos graves ao organismo. | Anemia, sangue na urina, vômitos, dificuldade para respirar, depressão, queda da temperatura corporal, fraqueza, coma e mucosas azuladas. |
| Antidepressivos | Alguns tipos podem provocar síndrome serotoninérgica, uma alteração causada pelo excesso de atividade da serotonina no organismo. | Vômitos, letargia, agitação, aumento da temperatura corporal, frequência cardíaca e pressão arterial, desorientação, vocalização, tremores e convulsões. |
| Derivados da vitamina D (Calcipotriol e Calcitriol) | Mesmo pequenas exposições podem aumentar excessivamente a concentração de cálcio no sangue e comprometer o funcionamento dos rins. | Vômitos, falta de apetite, aumento da frequência urinária e da sede e sinais relacionados à alteração da função renal. |
Atenção: mesmo os medicamentos prescritos para gatos só devem ser usados conforme a orientação de um médico-veterinário. O profissional define qual é a dose e a frequência de administração adequada para cada pet.
A prevenção de intoxicações medicamentosas acidentais em felinos começa com o acesso à informação.
Até porque muitos casos de envenenamento acontecem quando o tutor oferece remédios ao pet por conta própria, sem saber quais substâncias são perigosas para o animal.
Na dúvida, a regra de ouro é nunca oferecer medicamentos para aliviar dor, febre ou qualquer outro desconforto em gatos sem a orientação de um médico-veterinário
Você também deve estar atento ao armazenamento correto de remédios — especialmente dos medicamentos humanos perigosos para gatos.
Mantenha comprimidos, cápsulas e outros medicamentos dentro de armários ou gavetas fechadas, bem longe dos animais de estimação da casa.
Os gatos podem alcançar produtos mesmo em locais altos, então evite deixar remédios em bancadas, mesas ou prateleiras.
Caso um comprimido ou drágea caia no chão, recolha-o imediatamente e confira se nenhum outro ficou escondido em cantos ou frestas do ambiente.
Como comentamos, nem sempre é fácil descobrir quando um felino está passando por um momento difícil, já que os gatos costumam esconder sinais de dor e desconforto.
Em geral, os especialistas categorizam a dor em felinos em dois grandes grupos:
Como as causas por trás de dor, febre e inflamação são variadas, não existe um único protocolo de tratamento para todos os gatos.
A conduta vai depender da origem do problema, da intensidade dos sinais e das condições de saúde específicas de cada animal.
Por isso, a avaliação do médico-veterinário é indispensável para a definição do plano terapêutico ideal, que pode envolver o uso de medicamentos e mudanças na rotina.
Se o gato apresentar qualquer um dos sinais abaixo, procure um especialista para investigar a causa do desconforto:
Mesmo quando a intenção é aliviar o sofrimento do animal, administrar medicamentos sem prescrição pode agravar o quadro e causar mais prejuízos do que benefícios.
Logo, o ideal é sempre buscar ajuda de um médico-veterinário.
Não existe um único remédio indicado para todos os quadros de dor, febre ou inflamação em gatos. Antes de escolher um medicamento, o médico-veterinário precisa identificar a causa do desconforto e entender as condições de saúde do felino.
A partir dessa avaliação, o profissional poderá indicar:
Segundo os especialistas do portal PetMD, não existem analgésicos humanos de venda livre que possam ser usados em gatos com segurança.
Nas farmácias veterinárias, os anti-inflamatórios indicados para os felinos costumam ser feitos à base de meloxicam, cetoprofeno, robenacoxibe e prednisolona.
Apesar de serem seguros para diferentes tratamentos, nenhum desses medicamentos deve ser administrado por conta própria.
A dose e a duração do tratamento precisam ser determinadas pelo médico-veterinário, que avaliará se a substância condiz com as necessidades e particularidades do seu pet.
Com a prescrição em mãos, também é importante adquirir o medicamento em locais confiáveis, como o pet shop online da Cobasi. Assim, você tem a certeza de adquirir fórmulas originais, com procedência e qualidade garantidas.

Existe o risco de intoxicação medicamentosa. Em felinos, doses a partir de 50 mg/kg já podem provocar reações adversas, como vômitos, diarreia, falta de apetite, fezes escuras ou com sangue, alterações na urina, insuficiência renal, letargia, tremores, falta de coordenação, convulsões e colapso. (ANJOS; BRITO, 2007)
Se o seu gato tomou ibuprofeno ou outro remédio humano sem a prescrição de um médico-veterinário, procure ajuda profissional imediatamente.
Descobrir se um gato ingeriu ibuprofeno pode ser um desafio, principalmente quando ninguém presenciou o acidente.
Na dúvida, procure pistas no ambiente, como embalagens de medicamentos roídas, comprimidos faltando ou lixo revirado próximo aos locais frequentados pelo gato. Os sinais de intoxicação por ibuprofeno em gatos também podem aparecer rapidamente, e incluem:
Os sinais de intoxicação por ibuprofeno podem surgir nas primeiras horas após a ingestão, mas o tempo varia conforme a quantidade ingerida e as condições do animal. Por isso, não espere os sintomas aparecerem para buscar atendimento veterinário.
O ibuprofeno apresenta meia-vida de 2,4 a 5,6 horas em gatos e cães, ou seja, esse é o intervalo em que a concentração do medicamento no organismo é reduzida pela metade. (RIBOLDI et al., 2012)
Não. O ibuprofeno não deve ser administrado aos felinos, mesmo quando apresentado em formulações infantis ou em concentrações menores.
Lembre-se que a espécie apresenta maior sensibilidade aos efeitos do medicamento, e uma quantidade aparentemente pequena ainda pode provocar intoxicação e danos graves.
Não. O ibuprofeno em gotas também é contraindicado para os felinos, pois a apresentação líquida não elimina os riscos associados ao princípio ativo.
Se você procura um remédio para gato com dor, converse com seu médico-veterinário. O profissional indicará uma formulação segura, considerando a causa da dor e as condições de saúde do animal.
Alguns medicamentos de uso humano são tóxicos para gatos e podem causar desde alterações gastrointestinais até danos renais, hepáticos e neurológicos nos animais.
Segundo o CRMV-AL, os principais são:
Para saber o que dar para gato com dor, procure um médico-veterinário e utilize apenas o tratamento indicado para aquele felino, naquela situação.
Agora que você já sabe os riscos do ibuprofeno para gatos, fica mais fácil reconhecer uma situação de perigo e agir com rapidez diante de uma possível intoxicação medicamentosa.
Para encontrar mais informações sobre cuidados, saúde, alimentação e bem-estar felino, continue acompanhando o Blog da Cobasi.
Aqui, você encontra os melhores conteúdos para tornar a rotina do seu gato mais segura, tranquila e divertida. Aproveite!
ALVES, Assíria Lopes Aleixo et al. Intoxicação medicamentosa por anti-inflamatórios em felinos: Revisão de literatura. Brazilian Journal of Animal and Environmental Research, 9(1), [S. l.], v. 9, n. 1, p. e86481, 2026. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJAER/article/view/86481
CATOZO, Raquel Gomes et al. Intoxicação em gatos atendidos em um hospital veterinário universitário da cidade de São Paulo: análise retrospectiva de 2010 a 2021. Revista de Educação Continuada em Medicina Veterinária e Zootecnia do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo, v. 20, n. 1, 2022. Disponível em: https://www.revistamvez-crmvsp.com.br/index.php/recmvz/article/view/38329
VETERINARY PARTNER. Toxicidade do ibuprofeno em cães e gatos. 2023. Disponível em: https://veterinarypartner.vin.com/default.aspx?pid=19239&id=5276921.
PEOPLE’S DISPENSARY FOR SICK ANIMALS (PDSA). Intoxicação por ibuprofeno em cães e gatos. Disponível em: https://www.pdsa.org.uk/pet-help-and-advice/pet-health-hub/conditions/ibuprofen-poisoning-in-dogs-and-cats.
PETMD. Toxicidade de AINEs em gatos. 2022. Disponível em: https://www.petmd.com/cat/poisoning/nsaid-toxicity-cats.
VCA ANIMAL HOSPITALS. Intoxicação por ibuprofeno em gatos. Disponível em: https://vcahospitals.com/know-your-pet/ibuprofen-poisoning-in-cats.
CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DE ALAGOAS (CRMV-AL). Medicamentos humanos são perigosos para cães e gatos. 2016. Disponível em: https://www.crmv-al.org.br/2016/07/12/medicamentos-humanos-sao-perigosos-para-caes-e-gatos/.
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