

Ver um cachorro tendo convulsão é um dos momentos mais angustiantes para qualquer tutor.
Sintomas como movimentos involuntários, rigidez muscular, salivação excessiva e até a perda momentânea de consciência indicam que o cérebro do animal está sofrendo uma descarga elétrica anormal.
De modo geral, o termo “convulsão” é usado popularmente para descrever uma alteração súbita na atividade elétrica cerebral, o que provoca reações involuntárias no corpo do cão.
O episódio pode ocorrer isoladamente ou estar associado a doenças que afetam o sistema nervoso central, como a epilepsia canina — uma condição neurológica crônica que exige diagnóstico preciso e acompanhamento veterinário contínuo.
Embora as convulsões em cães seja mais comum do que se imagina, suas causas nem sempre são fáceis de identificar, já que podem estar relacionadas a doenças neurológicas, intoxicações ou até ter origem idiopática (sem causa definida).
Neste guia completo, você vai aprender como agir antes, durante e depois da crise e reconhecer os principais sinais de alerta.
Além disso, veja detalhes sobre as principais causas de convulsões em cães, formas de tratamento e cuidados necessários para proteger o seu pet com segurança e informação de qualidade.
Ver um cachorro convulsionando é assustador, mas manter a calma é o primeiro passo para ajudá-lo com segurança.
Durante a convulsão, o cão não tem consciência do que está acontecendo, seus movimentos são totalmente involuntários.
Por isso, abaixo trouxemos um passo a passo completo de como agir antes, durante e após, com segurança e eficiência:
Alguns cães demonstram mudanças sutis de comportamento antes de convulsionar. Essa fase, chamada de período pré-ictal, pode durar segundos ou minutos.
O que fazer?
Essas ações simples podem evitar quedas e ferimentos quando a crise começar.
Durante a convulsão
Durante a crise (fase ictal), o cão perde o controle muscular, podendo cair, se debater, babar e urinar involuntariamente. Esse é o momento mais crítico, quando o tutor precisa agir com calma e segurança.
| ✅ O que fazer | 🚫 O que não fazer |
| Garanta um ambiente seguro, longe de degraus, piscinas, quinas e móveis que possam cair. | Não coloque a mão ou qualquer objeto na boca do cão, ele pode morder involuntariamente. |
| Se possível, deite o cão de lado, com a cabeça apoiada sobre algo macio. | Não ofereça comida, água ou remédios, pois há risco de engasgo e aspiração pulmonar. |
| Cronometre a duração da crise (se ultrapassar 5 minutos, é uma emergência veterinária). | Não tente pegar o cão no colo, isso aumenta as chances de lesões na coluna ou quedas. |
| Filme o episódio, focando o rosto do cão (o vídeo ajuda o veterinário a identificar o tipo de convulsão). | Não tente imobilizar o corpo dele. |
| Mantenha outros animais afastados, pois é comum que reajam de forma agressiva ao cão em crise. | – |
Após o fim da crise, o cão começa a recuperar a consciência. Nessa fase, o animal pode ficar desorientado, com medo, cego temporariamente ou até apresentar agressividade leve.
Essas alterações comportamentais podem durar minutos ou até um dia inteiro. Isso é esperado, mas deve ser relatado ao profissional, que poderá ajustar o tratamento.
Como agir após a convulsão?
O tutor tem um papel essencial no manejo das convulsões: agir com calma, segurança e registrar os episódios ajuda o veterinário a identificar o tipo de crise e definir o melhor tratamento.
| Momento | O que fazer | O que não fazer |
| Antes da crise | Levar a local seguro e calmo, afastar objetos e outros animais | Estimular, segurar ou gritar |
| Durante a crise | Cronometrar, filmar, proteger o entorno | Tocar na boca, oferecer água ou segurar o cão |
| Depois da crise | Deixar descansar, falar com calma, observar sinais neurológicos | Acordar o cão, fazer carinho forçado ou medicar sem orientação |
Mesmo quando a crise passa sozinha, é fundamental procurar um veterinário. Crises longas ou repetidas podem indicar doenças neurológicas que exigem tratamento contínuo.
Na maioria dos casos, as convulsões em cães duram poucos segundos ou até três minutos, e o animal costuma se recuperar sozinho. No entanto, há situações em que a crise representa uma emergência e exige intervenção veterinária imediata.
Procure um hospital veterinário imediatamente se:
Essas situações podem indicar um quadro chamado estado epiléptico, em que o cérebro não consegue interromper as descargas elétricas anormais.
Mesmo que a convulsão cesse antes dos cinco minutos, é importante agendar uma consulta o quanto antes. O veterinário avaliará se há necessidade de ajustar a medicação anticonvulsivante, solicitar exames complementares ou indicar internação preventiva.
Durante uma convulsão, o cérebro do cão entra em um estado de atividade elétrica descontrolada. Isso significa que os neurônios passam a enviar sinais de forma intensa e desordenada.
Normalmente, o cérebro mantém um equilíbrio entre dois tipos de substâncias químicas, chamadas neurotransmissores:
Essas substâncias funcionam como uma espécie de “acelerador e freio” do cérebro.
Quando há um desequilíbrio momentâneo entre elas, por exemplo, muita excitação e pouca inibição, o cérebro perde o controle e começa a emitir descargas elétricas desordenadas, desencadeando a convulsão.
Esse fenômeno causa uma falha temporária na comunicação entre as regiões cerebrais e altera o controle motor, sensorial e comportamental do animal.
A instabilidade neurológica explica por que alguns cães apresentam apenas tremores localizados, enquanto outros caem, se debatem e perdem a consciência.

Na medicina veterinária, as convulsões em cães são divididas de duas maneiras:
Essa distinção ajuda o veterinário a compreender melhor o problema e definir o tratamento mais adequado. De acordo com o médico-veterinário Jericó et al. (2015), as classificações funcionam assim:
O foco aqui é descobrir o que está provocando a convulsão. As crises podem ter três origens principais:
Essa análise da causa é importante para saber se a convulsão é apenas um sintoma passageiro ou se faz parte de uma doença neurológica mais séria.
Já quanto à manifestação clínica, a classificação considera como o cérebro e o corpo do cão reagem durante o episódio, resultando em dois tipos principais de convulsão.
A convulsão focal acontece quando apenas uma área específica do cérebro é afetada por descargas elétricas anormais. Por atingir uma região localizada, os sintomas são mais sutis e podem passar despercebidos.
Durante o episódio, o cão pode apresentar:
Esse último comportamento é conhecido como Fly Snapping Syndrome (ou Fly Biting), uma forma de convulsão focal em que o cão parece morder moscas imaginárias.
Esses episódios costumam acontecer sem aviso e o animal permanece consciente do ambiente. Em muitos casos, o tutor consegue distrair o cão ou interromper o movimento momentaneamente, o que ajuda a diferenciá-los das convulsões generalizadas.
Em geral, a convulsão focal pode ser dividida em dois tipos:
A convulsão generalizada ocorre quando os dois hemisférios do cérebro são afetados simultaneamente. Por envolver todo o corpo, é a forma mais perceptível para os tutores.
Durante o episódio, o cão perde a consciência, cai, se debate intensamente e pode apresentar movimentos rítmicos nas patas (chamados de movimentos tônicos e clônicos), além de salivação excessiva, micção ou defecação involuntária.
Além da forma clássica, também existem variações das crises generalizadas, incluindo:
• Tônica: membros ficam rígidos e estendidos.
• Clônica: contrações rápidas, sem rigidez muscular.
• Mioclônica: pequenos espasmos musculares involuntários.
• Atônica: o cão fica em pé, imóvel e sem reação, com olhar fixo.
Em alguns casos, a convulsão se inicia de forma focal, afetando apenas uma região do cérebro, e logo se espalha para todo o corpo. Esse tipo de progressão é chamado de generalização secundária e é comum em cães com epilepsia.
Durante uma convulsão, o corpo do cão apresenta uma sequência de sinais físicos e comportamentais que costumam aparecer por fases:
Horas ou até dias antes da convulsão, o cão pode demonstrar mudanças sutis de comportamento, como:
Esses sinais indicam que o cérebro já está passando por alterações elétricas e ajudam o tutor a se preparar para uma possível crise.
É o verdadeiro início da crise, quando surgem os primeiros movimentos involuntários.
Nessa fase, o cão pode:
A tendência é que a fase dure poucos segundos, mas é um alerta claro de que a convulsão está começando.
É o momento mais intenso da convulsão. O cachorro pode apresentar os seguintes sintomas:
Após a convulsão, o cão passa por um período de recuperação que pode durar minutos a várias horas. Durante essa fase, é comum observar:
Esses sinais são resultado da exaustão cerebral após o esforço extremo durante a crise.
Se as crises e, consequentemente os sintomas, se tornarem frequentes ou o cão demorar muito para se recuperar, é essencial procurar um veterinário neurologista.
Para visualizar melhor as diferenças, veja o comparativo abaixo:
| Características | Convulsão Focal (ou Parcial) | Convulsão Generalizada |
| Área do cérebro afetada | Uma região específica | Ambos os hemisférios cerebrais |
| Tipo de movimento | Localizado (pata, face, cabeça) | Generalizado (todo o corpo) |
| Consciência | Mantida (focal simples) ou levemente alterada (complexa) | Perdida completamente |
| Sintomas comuns | Lamber os lábios, virar a cabeça, “morder o ar” | Quedas, tremores fortes, salivação, micção e defecação involuntárias |
| Exemplo clínico | Fly Snapping Syndrome (Fly Biting) | Crises epilépticas com perda total de controle |
| Gravidade aparente | Mais leve e de curta duração | Mais intensa e facilmente perceptível |
Resumo rápido:

A convulsão em cães pode ter várias origens, e nem sempre há uma causa visível.
Segundo Nelson & Couto (2015), cerca de 65% dos casos são idiopáticos, ou seja, sem causa aparente, geralmente de origem genética.
Os outros 35% estão ligados a doenças neurológicas, metabólicas, tóxicas ou infecciosas.
Esse diagnóstico só é confirmado após a exclusão de outros fatores, com base em exames clínicos e neurológicos.
De forma prática, as causas de convulsão em cachorro se dividem em quatro grandes grupos:
São aquelas em que há algo errado no próprio cérebro do cão, como lesões, inflamações ou tumores:
São causados por problemas que não estão no cérebro, mas em outros órgãos que afetam o funcionamento neurológico, como:
Quando corrigido o desequilíbrio, a convulsão tende a desaparecer.
Diversas substâncias e alimentos podem provocar crises convulsivas em cães. O cérebro reage à presença de compostos tóxicos, gerando descargas elétricas anormais.
Entre os principais agentes tóxicos que podem causar convulsão em cães estão:
Em casos de suspeita de intoxicação, procure um veterinário imediatamente. Essas crises podem evoluir para estado epiléptico, quadro grave e potencialmente fatal.
A epilepsia idiopática é a causa mais comum de convulsão em cães e tem origem genética.
De modo geral, a condição ocorre quando o cérebro apresenta predisposição para gerar descargas elétricas anormais, sem que haja uma lesão detectável.
Embora não tenha cura, a epilepsia idiopática pode ser controlada com medicamentos anticonvulsivantes, como fenobarbital (Gardenal) ou brometo de potássio, sempre sob prescrição veterinária.
Importante: até o momento, não existe comprovação científica definitiva que vincule raça e convulsão como causa e efeito.
O que há são registros estatísticos e relatos clínicos que indicam maior incidência em determinadas raças, possivelmente por fatores genéticos ou neurológicos ainda em estudo.
Algumas raças demonstram, segundo estudos e observações clínicas, uma predisposição maior a determinados tipos de convulsões. Confira abaixo as mais citadas:
| Raças com maior predisposição | Possível relação |
| Beagle, Border Collie, Labrador Retriever, Golden Retriever | Maior incidência de epilepsia idiopática (predisposição genética suspeita) |
| Yorkshire Terrier, Maltês, Lhasa Apso | Tendência a doenças inflamatórias do encéfalo (meningoencefalite) |
| Boxer, Bernese Mountain Dog, Irish Wolfhound | Maior risco de tumores cerebrais relacionados a crises convulsivas |
| Schnauzer, Cocker Spaniel, Basset Hound, Poodle | Casos frequentes de convulsões idiopáticas e reativas |
| Pastor Alemão, Pastor Belga, Vizsla, English Springer Spaniel | Observações clínicas de epilepsia hereditária e distúrbios neurológicos estruturais |
Mas, mesmo que a raça do seu cão esteja na lista, isso não significa que ele terá convulsões. O que existe é uma predisposição genética, e o acompanhamento veterinário regular é a melhor forma de identificar sinais precoces e garantir qualidade de vida.
O diagnóstico começa com uma avaliação detalhada do histórico do cão e dos sinais observados durante e depois da crise.
Além disso, para entender a causa, o veterinário pode solicitar:
Esses exames ajudam a descobrir se a convulsão foi idiopática (sem causa definida, geralmente genética), estrutural (por lesão ou tumor) ou reativa (decorrente de intoxicação ou alterações metabólicas).
A convulsão em si não é uma doença, mas sim um sintoma de algo que está acontecendo no organismo do cão. Por isso, a cura depende da causa.
Vale lembrar que, nesses casos, o tratamento não elimina a epilepsia, mas mantém o cão estável, ativo e com bem-estar preservado.
O acompanhamento veterinário regular é indispensável para ajustar doses, monitorar exames e prevenir efeitos colaterais dos anticonvulsivantes.
Com tratamento adequado e cuidados diários, os cães vivem por muitos anos com as crises controladas, levando uma vida praticamente normal.

O tratamento vai depender da causa da convulsão. Quando o problema está ligado a doenças de base, como infecções, intoxicações, traumas ou tumores, o foco inicial é corrigir o distúrbio que provocou a crise.
Já nos casos de epilepsia idiopática, em que não há uma causa identificável, o objetivo principal é controlar a frequência, a intensidade e a duração das crises, mantendo o cão estável e com qualidade de vida.
Segundo a veterinária Joyce Lima (CRMV/SP 39824), um dos medicamentos antiepilépticos mais utilizados em cães é o Fenobarbital, um fármaco pertencente à família dos barbitúricos.
“Popularmente conhecido como Gardenal, o Fenobarbital é um medicamento antiepiléptico indicado para cães que apresentam crises convulsivas, ajudando a reduzir a frequência, a gravidade e a duração dos episódios”, explica a veterinária.
Além do Fenobarbital, existem outros fármacos antiepilépticos para cães utilizados na medicina veterinária, com eficácia e segurança comprovadas que podem ser usados sozinhos (monoterapia) ou em associação (tratamento adjuvante).
No pet shop online da Cobasi, você encontra os medicamentos indicados pelo seu veterinário para cuidar da saúde do seu cachorro, com praticidade e segurança.
O principal objetivo do tratamento de convulsão é reduzir a frequência e a intensidade das crises, permitindo que o cão tenha uma vida equilibrada e tranquila.
Em geral, os veterinários consideram aceitável até uma crise a cada três meses, desde que o animal se mantenha bem entre os episódios, com comportamento, apetite e disposição normais.
Para acompanhar a evolução, é fundamental que o tutor registre cada crise, anote data, horário, duração, sintomas observados e, se possível, filme o episódio.
Essas informações ajudam o veterinário a avaliar a eficácia do tratamento e decidir se é preciso ajustar a dose ou trocar a medicação.
Cada cão tem um protocolo personalizado, definido pelo veterinário de acordo com os resultados dos exames e possíveis efeitos colaterais.
Alguns hábitos simples no dia a dia fazem toda a diferença no controle das convulsões:
Essas medidas simples ajudam a manter o tratamento estável e evitam recaídas, garantindo mais segurança e qualidade de vida ao seu cão.
Nem sempre é possível evitar completamente uma convulsão, especialmente nos casos de epilepsia idiopática, em que não há uma causa definida. Mas é possível reduzir os riscos e controlar as crises com acompanhamento veterinário e hábitos consistentes de cuidado.
De acordo com estudos (Carneiro et al., 2017), com o uso contínuo de medicamentos anticonvulsivantes e uma rotina estável, a terapia pode reduzir até 80% das crises.
E o acompanhamento veterinário é indispensável para:
Mesmo em cães saudáveis, algumas atitudes simples diminuem o risco de crises:
Com atenção e rotina preventiva, o tutor pode minimizar as chances de novas crises e proporcionar ao pet uma vida longa, estável e feliz.

Não! A convulsão é um sintoma, uma reação do cérebro a uma descarga elétrica anormal.
Já a epilepsia é uma doença neurológica crônica, em que essas crises ocorrem de forma recorrente e espontânea.
Ou seja: nem todo cão que convulsiona tem epilepsia. Apenas o veterinário, com base em exames e histórico clínico, pode determinar o diagnóstico correto.
Na maioria dos casos, o cachorro se recupera totalmente após a convulsão. No entanto, quando as crises são muito longas, frequentes ou não tratadas corretamente, podem deixar sequelas neurológicas temporárias ou permanentes.
Essas alterações acontecem porque, durante a crise, o cérebro sofre com a falta momentânea de oxigênio. Ou seja, quanto maior o tempo de crise, maior o risco de lesões cerebrais.
Logo após a convulsão, é comum o cão apresentar:
Esses sintomas geralmente duram de minutos a algumas horas, mas em alguns casos podem persistir por até 24 horas.
Crises muito intensas e repetidas sem controle podem causar danos irreversíveis ao tecido cerebral, resultando em:
Após a crise, o cão entra em um período chamado fase pós-ictal, que pode durar de alguns minutos a várias horas, e apresentar alguns sinais como:
Esses comportamentos são normais, mas devem ser relatados ao veterinário, especialmente se durarem mais de um dia.
Sim, no início do tratamento, é comum o cão apresentar sonolência, aumento de sede e apetite. Esses efeitos costumam diminuir conforme o organismo se adapta à medicação, mas devem ser acompanhados pelo veterinário.
Os anticonvulsivantes, como o fenobarbital (Gardenal), levam de 15 a 21 dias para atingir níveis estáveis no organismo. Após esse período, o veterinário costuma solicitar exames de sangue para verificar se a dose está adequada e avaliar a função hepática.
Nos primeiros meses, as consultas são mais frequentes para ajustar a dose e avaliar os exames. Com o tratamento estabilizado, os retornos costumam ocorrer a cada 3 a 6 meses.
Na maioria dos casos, sim. Estudos indicam que apenas 15% dos cães podem suspender os anticonvulsivantes com segurança.
Quando há necessidade de interromper ou trocar o medicamento, isso deve ser feito de forma lenta e supervisionada, nunca de forma abrupta.
Sim, mesmo com o tratamento correto, alguns cães podem ter crises ocasionais, especialmente se houver alterações na dose, estresse, calor excessivo ou jejum prolongado. Nesses casos, o veterinário deve reavaliar o protocolo para ajustar a medicação.
Sim, em situações graves e prolongadas. Convulsões com duração superior a 5 minutos ou várias crises seguidas sem recuperação podem levar à hipertermia e falta de oxigênio, colocando a vida do cão em risco. Trata-se de uma emergência veterinária.
Sim. Após a crise, é comum o cão ficar exausto e sonolento. Deixe-o descansar em um ambiente calmo e seguro, observando se ele recupera a consciência normalmente.
Pode, mas somente quando estiver totalmente consciente. Ofereça pequenas quantidades e observe se o cão engole sem engasgar.
Sim, mesmo crises curtas podem indicar um problema neurológico, metabólico ou tóxico. Registre o episódio e procure o veterinário para investigar a causa.

Gostou do conteúdo? Agora que você já sabe o que fazer em caso de convulsão em cães, lembre-se: informação é o melhor cuidado que você pode oferecer ao seu pet.
No Blog da Cobasi, você encontra mais conteúdos sobre saúde, comportamento e bem-estar animal, com dicas validadas por veterinários. Até a próxima!
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Formada pela USP, Joyce possui especializações em Medicina Veterinária Preventiva e um MBA em Liderança de Alta Performance. Apaixonada por sua gata, Mia, ela reflete todo o carinho e dedicação que tem por ela em sua prática profissional.
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