

A gestação da cadela dura, em média, cerca de 63 dias a partir da ovulação, o equivalente a nove semanas.
Quando a contagem começa pela data da monta, ou seja, do cruzamento entre o macho e a fêmea, o intervalo pode parecer maior, porque a ovulação, o acasalamento e a fecundação nem sempre acontecem no mesmo dia.
Ela não se confunde com o cio, que é a fase em que a fêmea aceita o macho e pode engravidar, nem com a gravidez psicológica, em que a cadela apresenta sinais de prenhez sem ter filhotes em desenvolvimento.
Se a sua cadela cruzou e você está tentando calcular a data do parto, vale saber desde já que a conta feita pela data do cruzamento tem margem larga. Contada da primeira monta, a gestação pode terminar entre o 58º e o 72º dia, segundo o AKC, e isso não significa atraso.
Este guia reúne o que um tutor precisa saber sobre o período: os sinais de que a cadela está prenha, o caminho do diagnóstico, o que acontece em cada fase, os cuidados com alimentação e o que fazer quando o parto começa.
Mas é sempre bom lembrar: durante a gestação do seu pet é muito importante o acompanhamento de um veterinário.
| O que considerar | Referência |
| Duração média | Cerca de 63 dias |
| A partir da ovulação | Aproximadamente 62 a 64 dias |
| A partir da monta | Pode variar de 58 a 72 dias |
| Confirmação da gestação | Deve ser feita pelo veterinário |
| Reta final | Exige atenção aos sinais de parto |
A referência mais precisa é de aproximadamente 62 a 64 dias a partir da ovulação. Quando só existe a data da monta, a margem é maior, porque ela não revela exatamente quando ocorreu a fecundação.
Por isso, diferentes formas de contagem podem apresentar datas distintas para o mesmo parto:
A faixa de 58 a 72 dias contados a partir da monta reflete principalmente a dificuldade de saber quando a ovulação e a fecundação ocorreram. Por isso, a data do cruzamento é uma referência menos precisa para prever o parto.
Importante: quando o veterinário acompanha a ovulação por exame de progesterona, a data prevista fica bem mais confiável do que a conta feita pelo dia em que a cadela cruzou.
São cerca de dois meses, ou nove semanas, ou 63 dias em média. Cadela nenhuma fica prenha por três meses. Uma gestação que ultrapassa o 72º dia contado da primeira monta merece avaliação veterinária sem esperar mais.
Porque a monta e a fecundação raramente acontecem no mesmo dia. Segundo o AKC, o espermatozoide pode sobreviver de 5 a 11 dias no trato reprodutivo da fêmea.
O óvulo, depois de liberado, ainda leva de 24 a 72 horas para amadurecer e permanece viável por mais 2 a 3 dias. O óvulo fecundado leva outros 18 a 23 dias para se implantar no útero.
Na prática,uma cadela que cruzou no dia 1 pode ter engravidado no dia 8. Contando da monta, ela parece atrasada. Contando da ovulação, está no prazo.
Se a gestação foi planejada, vale entender antes como funciona o cruzamento de cachorro e pedir ao veterinário o acompanhamento da ovulação.
O porte da cadela, sozinho, não determina se a gestação será mais curta ou mais longa. A referência mais precisa continua sendo de aproximadamente 62 a 64 dias a partir da ovulação, tanto para cadelas pequenas quanto para as de maior porte.
Raça, número de filhotes e histórico reprodutivo podem provocar pequenas variações na duração, mas esses fatores não permitem prever sozinhos a data do parto.
Por isso, a estimativa mais confiável considera o momento da ovulação e o acompanhamento veterinário ao longo da gestação.
Segundo a PetMD, a ninhada média fica em:
Sobre as raças de focinho curto, o AKC registra que a distocia, nome técnico do parto difícil, ocorre em menos de 5% dos partos caninos no geral, mas é bem mais frequente em Chihuahua, Pug, Boston Terrier e Bulldog Francês.
Se a sua cadela é de uma dessas raças, a conversa sobre cesariana programada precisa acontecer semanas antes da data prevista, e não no dia do parto.

Algumas mudanças no corpo e no comportamento podem levantar a suspeita de gestação, mas nenhum desses sinais confirma sozinho que a cadela está grávida.
Isso acontece porque alterações semelhantes também podem aparecer na gravidez psicológica.
Entre os sinais que podem ser observados estão:
Na fase final, o aumento do abdômen e das glândulas mamárias tende a ficar mais evidente. Mesmo assim, a aparência da cadela não é suficiente para confirmar a gestação nem para determinar com precisão em qual fase ela está.
A confirmação deve ser feita pelo médico-veterinário. A ultrassonografia é um dos métodos mais úteis porque, além de identificar a gestação, permite avaliar a viabilidade dos filhotes.
Se você quer entender melhor cada mudança que pode aparecer ao longo desse período, veja também o guia sobre como saber se a cadela está grávida.
Diante da suspeita, o passo mais útil é levar a cadela ao veterinário e chegar na consulta com informação organizada. Boa parte do tempo perdido nessa fase se vai em idas e vindas que dariam para evitar.
Um roteiro simples para as primeiras horas:
Esse último ponto merece ênfase. Alguns produtos seguros na rotina normal não são indicados para fêmeas prenhes, e a decisão sobre o que pode ser usado durante a gestação é do médico-veterinário.

Só o exame veterinário confirma. Cada método responde a uma pergunta diferente e funciona a partir de um momento específico, e marcar cedo demais costuma gerar resultado inconclusivo e uma segunda consulta.
O AKC descreve o seguinte caminho:
Como a data da monta nem sempre corresponde à data da fecundação, o momento ideal de cada exame deve ser definido pelo veterinário de acordo com o histórico reprodutivo da cadela.
A pseudociese, mais conhecida como gravidez psicológica, produz inchaço das mamas, produção de leite e comportamento de ninho em cadelas que não cruzaram.
O quadro é hormonal, costuma passar em cerca de duas semanas e tende a se repetir a cada cio, o que justifica a avaliação veterinária.
O texto sobre gravidez psicológica em cadela explica como identificar e tratar. Quando a produção de leite acontece fora de qualquer contexto de gestação, o assunto é outro: vale conhecer a galactorreia em cachorro.
A gestação canina é curta e concentra mudanças importantes em pouco tempo. Veja os principais acontecimentos em cinco fases:
Entre o 58º e o 62º dia é comum a cadela começar a procurar um canto para fazer o ninho, e por volta do 61º ou 62º dia muitas param de comer. Nenhum dos dois é motivo de alarme isolado. São avisos de que a última semana começou.

Aumentar a comida logo no primeiro dia é mais comum do que deveria. Nas primeiras 5 a 6 semanas os filhotes crescem pouco, e a PetMD indica um acréscimo de 10% ou menos na quantidade.
É nas últimas 3 a 4 semanas que a necessidade sobe de verdade, com aumento de 15% a 25% até o parto. Nos últimos 10 dias, com a barriga ocupada reduzindo o espaço para digerir, muitas cadelas passam a comer melhor em porções menores e mais frequentes, com comida disponível ao longo do dia.
Muitos veterinários indicam a troca para uma ração de crescimento, aquela formulada para filhotes, porque ela concentra mais energia e nutrientes no mesmo volume. A troca precisa ser gradual, ao longo de cerca de uma semana.
Antes de oferecer qualquer alimento novo, consulte o veterinário, já que algumas cadelas têm intolerância ou restrição alimentar.
Na escolha da ração, as diretrizes globais de nutrição da WSAVA ajudam a avaliar se o fabricante tem respaldo técnico por trás da formulação, e a quantidade indicada por peso deve seguir sempre a orientação do rótulo, porque muda de produto para produto.
O peso é o termômetro. A expectativa é que a cadela ganhe cerca de 25% do peso que tinha antes de engravidar, mantendo o mesmo escore de condição corporal. Ganho muito acima disso costuma dificultar o parto.
Se a ração estiver completa e adequada, nenhum suplemento extra é necessário. O ponto que merece atenção especial é o cálcio: o indicado é não suplementar cálcio durante a gestação, porque isso pode aumentar o risco de complicações no pós-parto.
Vitaminas e aditivos por conta própria também podem prejudicar os filhotes. Qualquer suplementação precisa de indicação veterinária, com a dose calculada para o peso da cadela e o uso conforme o rótulo do produto.
Nada de medicar por conta própria. Vermífugo, vacina, antipulgas e qualquer medicamento durante a gestação seguem protocolo definido pelo médico-veterinário, que considera o princípio ativo, a fase da gestação e o histórico da cadela. Alguns produtos seguros para a rotina normal não são indicados para fêmeas prenhes.
Caminhadas leves seguem recomendadas durante boa parte da gestação e ajudam a manter a musculatura. O que sai da rotina é a atividade intensa e a brincadeira de puxar.
Nas últimas semanas e durante a amamentação, o indicado é evitar creche, parque e locais com muitos cães, porque os filhotes nascem com o sistema imune imaturo. O banho pode continuar, com água morna e cuidado no manuseio da barriga.
O local do parto deve ser montado com antecedência: um espaço cercado, de fácil entrada e saída para a cadela, com caminha forrada com material macio e lavável, longe de corrente de ar e do movimento da casa. Deixar o ninho pronto por volta do 50º dia dá tempo de ela se acostumar com ele.

A queda da temperatura retal pode ser um dos sinais de que o parto está próximo. Entre 8 e 24 horas antes do nascimento, muitas cadelas apresentam temperatura entre aproximadamente 36,7 °C e 37,8 °C.
Mais importante do que observar um número isolado é acompanhar a queda em relação ao padrão habitual da própria cadela. Por isso, o veterinário pode recomendar medições regulares na reta final da gestação.
Como acompanhar a temperatura na reta final:
Outros sinais aparecem junto ou logo depois: inquietação, ofego, andar de um lado para o outro, tremores, recusa de comida, comportamento intenso de ninho como cavar e revirar as cobertas, e um corrimento vaginal claro.
O parto canino acontece em três etapas e a maioria das cadelas dá conta sozinha. Saber a duração esperada de cada uma é o que permite perceber cedo quando algo saiu do previsto.
A membrana precisa ser rompida rapidamente para o filhote respirar. Se a mãe não fizer isso em alguns segundos, o tutor pode retirar com uma toalha limpa e morna e esfregar o filhote com delicadeza para estimular a respiração.
Esta é a parte que vale ler antes do parto, não durante. Procure o veterinário sem esperar diante de qualquer um destes sinais:
A causa mais comum de parto difícil é a inércia uterina, quando as contrações enfraquecem ou não acontecem. Ter o telefone do veterinário e o endereço do pronto-socorro veterinário anotados antes da data prevista poupa minutos que fazem diferença.

A amamentação é a fase de maior demanda nutricional de toda a vida da cadela, maior até do que a gestação.
Nas primeiras semanas muitas fêmeas precisam de comida disponível ao longo do dia, especialmente as que tiveram ninhadas grandes, e a ração de crescimento costuma seguir indicada até o desmame.
O que acompanhar nas primeiras semanas:
Após o parto, é normal a presença de lóquios, uma secreção que pode variar de verde-escuro a vermelho-amarronzado e não deve apresentar odor forte.
O volume tende a diminuir progressivamente ao longo das primeiras semanas. Mau cheiro, aumento do fluxo, febre ou alterações no estado geral da cadela exigem avaliação veterinária.
Observe se há calor, vermelhidão, dor, inchaço ou endurecimento das glândulas mamárias. Essas alterações podem estar associadas à mastite e precisam de avaliação veterinária.
Os filhotes devem ser pesados regularmente desde o nascimento. Uma pequena perda de peso pode ocorrer no primeiro dia, mas, após as primeiras 24 horas, o esperado é que passem a ganhar peso de forma contínua.
O ganho normal costuma ficar em torno de 5% a 10% do peso corporal por dia.
Acompanhe se a cadela amamenta, limpa e permanece próxima dos filhotes. Falta de interesse pela ninhada, prostração, febre ou dificuldade para amamentar podem indicar que algo não vai bem.
A evolução do peso é um dos indicadores importantes da saúde dos recém-nascidos. Perda de peso ou ausência de ganho após as primeiras 24 horas deve receber atenção imediata, pois pode estar relacionada, por exemplo, à dificuldade para mamar ou a problemas de saúde.
O guia sobre cuidados com cachorro recém-nascido detalha a rotina das primeiras semanas de vida.
A castração é o método mais indicado pelos veterinários quando não há intenção de reprodução, porque impede a gestação e reduz o risco de doenças do aparelho reprodutor, como a piometra.
Existem outras alternativas, e o texto sobre anticoncepcional para cachorro compara os métodos e os riscos de cada um. Enquanto a castração não acontece, conhecer as fases do cio da cadela ajuda a identificar o período fértil e redobrar o cuidado justamente nos dias em que ela pode engravidar.

A duração da gestação é praticamente a mesma para todas as raças: de 58 a 68 dias, com média de 63 dias. O ciclo hormonal que controla a prenhez é igual em cães pequenos, médios e grandes, e por isso o tempo de gestação não varia de forma significativa.
O que muda conforme o porte é o número de filhotes, o volume abdominal, os sintomas percebidos pelo tutor e o risco de parto difícil, especialmente em raças pequenas e braquicefálicas.
Algumas raças precisam de atenção especial durante a gestação porque características físicas e metabólicas próprias aumentam as chances de complicações.
Esse risco não significa que a gestação será problemática, mas sim que o acompanhamento veterinário deve ser mais rigoroso, especialmente no final da prenhez e no momento do parto.
Entre os grupos que mais exigem cuidado estão:
Essas raças têm filhotes com cabeças largas, o que eleva significativamente o risco de distocia tornando o parto natural mais arriscado.
Cães muito pequenos têm menos reserva corporal e menor espaço abdominal. Isso aumenta a chance de hipoglicemia durante a gestação e pode dificultar o parto quando o filhote é proporcionalmente grande para o tamanho da mãe.
Essas fêmeas têm alta demanda metabólica durante a gestação e lactação, o que aumenta o risco de eclâmpsia no pós-parto, uma queda brusca de cálcio que pode causar tremores, rigidez muscular e convulsões.
Sim, as fêmeas de porte pequeno costumam ter gestações mais sensíveis por causa do espaço reduzido no abdômen, que faz com que mesmo poucos filhotes ocupem bastante volume.
Isso deixa o final da gestação mais desconfortável e aumenta o risco de distocia (dificuldade para expulsar os filhotes, geralmente porque eles são grandes demais para o canal pélvico).
Além disso, cadelas pequenas podem apresentar oscilações metabólicas com mais facilidade, como hipoglicemia ou queda de temperatura, especialmente perto do parto.
Por isso, raças como Chihuahua, Spitz Alemão, Yorkshire, Shih Tzu, Pug e Lhasa Apso costumam exigir monitoramento mais próximo nas últimas semanas e, em alguns casos, avaliação para cesariana eletiva.
Sim, quanto maior o porte, maior tende a ser a ninhada. Em média, as quantidades observadas são:
Essa diferença também influencia os sinais de gestação: cadelas pequenas com apenas um filhote costumam demorar mais para apresentar barriga aparente.
Não, o fator mais importante não é a raça do macho, mas sim o porte compatível com o da fêmea. O ideal é sempre combinar fêmeas e machos de porte semelhante para garantir segurança durante a gestação e no parto.
Cruzar uma cadela pequena com um macho maior aumenta o risco de filhotes grandes demais para o parto natural, o que eleva drasticamente a possibilidade de distocia e cesariana.
A estimativa mais precisa depende de exames veterinários, especialmente a dosagem de progesterona, usada para identificar o dia da ovulação. Ultrassonografias e radiografias ao longo da gestação também ajudam a calcular o estágio em que os filhotes estão.
O intervalo comum é de 15 a 60 minutos, mas a cadela pode descansar por até duas horas sem expulsar o próximo filhote, desde que esteja calma, sem dor e sem secreções anormais.
Se a fêmea fizer força por muito tempo sem progresso, apresentar dor, cansaço extremo ou secreção verde-escura antes da saída do primeiro filhote, é necessário procurar atendimento imediatamente.
Não, a médica-veterinária Lysandra Jacobsen (CRMV/SP 44484) explica que, apesar dos nomes parecidos, o ciclo reprodutivo e a gestação não são a mesma coisa.
O ciclo envolve todas as mudanças naturais que acontecem no corpo da cadela ao longo do ano. Já a gestação é apenas uma parte desse processo — e só acontece quando há fecundação. Entenda as diferenças de forma simples:
Início do cio. A cadela atrai machos, mas ainda não aceita acasalamento. A vulva fica inchada e pode haver corrimento avermelhado.
A cadela aceita o macho e ocorre a ovulação. Pode ficar mais agitada, urinar com mais frequência e buscar mais atenção. Dura até 3 semanas.
Dura cerca de 70 dias. Se houver fecundação, os filhotes começam a se desenvolver. Caso não aconteça, podem ocorrer mudanças de comportamento e até pseudogestação (gravidez psicológica).
Período de descanso entre um cio e outro, com duração média de 130 dias.
A gestação é o período em que os filhotes começam a se desenvolver dentro do útero da cadela após a fecundação. Diferente do ciclo reprodutivo, que é contínuo e se repete ao longo da vida, a gestação é um evento específico.
Durante esse período, o corpo da fêmea muda completamente. Hormônios como progesterona, prolactina, relaxina e estrógeno mantêm os embriões em desenvolvimento, enquanto a ocitocina prepara o corpo para o parto nas últimas semanas.
Nas primeiras semanas, a gestação costuma ser quase imperceptível. O corpo da cadela trabalha de forma silenciosa para desenvolver os embriões, e muitas vezes não há mudanças externas visíveis.
À medida que os dias passam, a barriga começa a crescer, o apetite aumenta e o comportamento da fêmea tende a ficar mais calmo.
Isso acontece porque, uma vez grávida, o organismo deixa de funcionar como no cio e passa a concentrar toda a sua energia em nutrir, proteger e formar os filhotes até o momento do parto.
Sim, cadelas não entram em menopausa permanecem férteis por toda a vida.
No entanto, a gestação em idade avançada envolve mais riscos, como complicações metabólicas, maior chance de distocia e menor capacidade física para suportar a gestação. Por isso, veterinários não recomendam a reprodução em fêmeas idosas.
A primeira gestação costuma ter ninhadas menores, pois o corpo ainda está se adaptando ao processo reprodutivo.
É comum que fêmeas pequenas tenham 1 ou 2 filhotes na primeira cria, enquanto fêmeas médias podem ter 3 a 5 e fêmeas grandes, 6 a 8. Nas gestações seguintes, a ninhada tende a aumentar naturalmente.
Não, o ideal é aguardar o terceiro cio, quando o corpo já está completamente desenvolvido para sustentar uma gestação com segurança. Cruzar no primeiro cio aumenta o risco para a fêmea e para os filhotes.

Durante a gestação e o pós-parto, o acompanhamento veterinário deve orientar a alimentação, os cuidados e qualquer uso de medicamentos ou suplementos.
Para organizar a rotina, a Cobasi reúne itens como ração adequada à fase de vida, mantas, comedouros e acessórios para preparar o local do parto.
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Para continuar se informando, acompanhe também os conteúdos sobre saúde, alimentação e cuidados com cães no Blog da Cobasi.
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