

Um cachorro rouco geralmente está com alguma alteração na laringe, estrutura que participa da produção da vocalização. Por isso, o latido pode soar fraco, áspero, falhado ou fanho.
É importante lembrar que a rouquidão não é uma doença, mas um sintoma que indica irritação, inflamação ou dificuldade de funcionamento das cordas vocais.
Quando o cachorro ficou rouco de repente, o tutor deve observar outros sinais, porque qualquer mudança na voz do cachorro indica que algo está afetando as vias respiratórias ou a própria laringe.
A inflamação das cordas vocais é a causa mais comum, mas a rouquidão em cães também pode surgir após uso excessivo da voz, infecções respiratórias, tosse dos canis, alergias ou alterações neurológicas, como a paralisia laríngea.
Nesses quadros, o cão pode apresentar latido rouco, dificuldade para vocalizar, tosse seca, respiração ruidosa ou cansaço ao latir.
Qualquer rouquidão que persista por mais de alguns dias deve ser investigada, pois pode indicar desde irritações leves até laringite, edema laríngeo ou, mais raramente, tumores de garganta.
Se, além do cachorro com rouquidão, houver respiração ofegante, engasgos frequentes, queda de energia ou sinais de esforço para respirar, o tutor deve procurar atendimento imediatamente.
A seguir, vamos entender quais sinais ajudam a identificar a alteração na vocalização do seu cachorro e o que cada um deles pode indicar.
Quando um cachorro fica rouco, não é só o latido que muda. Dependendo da causa, alguns sintomas costumam aparecer juntos e ajudam o tutor a entender o que pode estar acontecendo.
Em muitos casos, o latido diferente é apenas o primeiro sinal de irritação ou inflamação na garganta. Mas, em outros, pode indicar infecções respiratórias, problemas na laringe ou até dificuldade na passagem de ar.
Esses sintomas adicionais mostram se o quadro é simples ou se merece maior atenção, especialmente quando afetam a respiração, o apetite ou a disposição do animal.
Entre os sintomas que podem aparecer junto com o latido rouco, estão:
A visita ao veterinário deve ser imediata sempre que o cachorro apresentar dificuldade para respirar ou qualquer sinal que indique risco à passagem de ar.
Nessas situações, o problema pode evoluir rapidamente, e o atendimento rápido faz toda a diferença para a segurança do animal.
Procure ajuda veterinária sem esperar se o cachorro apresentar:
Esses sintomas podem indicar quadros como edema na laringe, paralisia laríngea, obstrução por corpo estranho, reação alérgica grave ou inflamação severa, que exigem intervenção imediata.

O latido rouco pode aparecer por várias razões, quase sempre relacionadas ao funcionamento da laringe, estrutura onde o som é produzido.
A causa mais comum é a laringite inflamatória, que surge quando as cordas vocais ficam irritadas ou inchadas. Esse processo pode ocorrer após infecções virais ou bacterianas, episódios de tosse dos canis, alergias respiratórias ou até pelo uso excessivo da voz.
Segundo referências clínicas na medicina veterinária, como Nelson & Couto e Monnet, qualquer alteração na mobilidade da laringe interfere diretamente na vocalização. O ar não vibra adequadamente, e o latido passa a soar mais fraco, áspero ou falhado.
Mas a laringite não é a única responsável pelo latido rouco. Outras condições também podem afetar a laringe e alterar a vocalização do cachorro. Entre as principais estão:
O refluxo ocorre quando o ácido do estômago sobe até o esôfago e irrita a região próxima à laringe. Essa irritação inflama os tecidos das cordas vocais e muda a vibração responsável pelo som, deixando o cachorro rouco, com tosse ou pequenos engasgos.
A condição é mais comum em cães com DRGE (doença do refluxo gastroesofágico) ou naqueles que comem rápido demais, o que aumenta a possibilidade de regurgitação e microaspiração.
Na paralisia laríngea, os músculos da laringe não conseguem abrir e fechar adequadamente. Isso reduz a passagem de ar e muda o tom natural da vocalização, criando um som mais baixo, áspero ou soproso.
Estudos de Monnet (2011) e Platt & Olby (2014) mostram que a condição é frequente em cães idosos e pode evoluir para dificuldade respiratória severa. Os tutores costumam notar respiração ruidosa, cansaço ao menor esforço e alteração persistente no latido.
Tumores, pólipos ou nódulos podem ocupar espaço dentro da laringe e impedir o movimento normal das cordas vocais. Isso altera a produção do som e causa rouquidão progressiva, além de engasgos ou tosse.
Embora menos comuns, esses quadros precisam de investigação, porque costumam evoluir de forma silenciosa.
Muito comuns em cães braquicefálicos (como Pug, Shih Tzu e Bulldog), os sáculos laríngeos evertidos ocorrem quando essas pequenas estruturas se projetam para dentro da laringe devido ao esforço respiratório contínuo.
Isso estreita a passagem de ar e altera a vocalização, podendo causar ruídos, roncos e até estridor (som agudo ao inspirar). A doença faz parte da Síndrome Obstrutiva das Vias Aéreas Braquicefálicas (SOAB).
Puxões bruscos de coleira, mordidas ou acidentes podem provocar inchaço e lesões na região da laringe. Qualquer alteração anatômica interfere na forma como o som é produzido, deixando o cão com a voz fraca ou falhada até que o tecido se recupere.
Abscessos na garganta, amígdalas ou laringe causam dor, febre e inflamação expressiva. O inchaço reduz o espaço por onde o ar passa, fazendo com que o cão apresente alteração na vocalização e dificuldade para engolir ou comer.
O edema laríngeo é o inchaço rápido da laringe, comum em alergias intensas, picadas de inseto, reações a medicamentos ou anafilaxia. O estreitamento súbito altera a vocalização imediatamente e pode evoluir para uma emergência respiratória.
Doenças neuromusculares, como a miastenia gravis, afetam a força dos músculos da laringe. A miastenia é uma condição em que os nervos não conseguem transmitir o sinal corretamente para os músculos, causando fraqueza progressiva.
Com o tempo, essa fraqueza reduz a vibração das cordas vocais, levando a latido fraco, engasgos e cansaço ao respirar.

Quando o cachorro fica rouco, o tutor deve observar o quadro com atenção antes de qualquer intervenção. Alterações na voz sempre têm uma causa, e quanto mais preciso for o histórico, mais fácil será para o veterinário identificar o problema.
Por isso, vale registrar quando a mudança começou, se houve exposição a poeira ou produtos de limpeza, contato com outros cães ou situações que levaram o pet a latir excessivamente.
Sintomas adicionais, como tosse seca, engasgos, respiração ruidosa, secreção nasal ou cansaço anormal, também precisam ser anotados.
Gravar um vídeo da vocalização alterada ajuda muito na consulta, especialmente quando o cachorro não reproduz o sintoma diante do veterinário.
Se o cachorro ficou rouco após latir demais, o quadro pode ser apenas uma irritação leve das cordas vocais. Nesses casos, é importante evitar situações que estimulem latidos, manter uma rotina mais calma e garantir boa hidratação.
A água ajuda a umedecer as mucosas e reduz o atrito na laringe, o que facilita a recuperação. Pequenos ajustes no dia a dia já trazem alívio enquanto o tutor observa a evolução dos sinais.
O ar seco, a poeira, a fumaça, perfumes e produtos de limpeza podem irritar ainda mais as vias aéreas. Se o cão tem histórico de alergias, uma limpeza mais frequente dos ambientes e a escolha de horários com menor concentração de pólen tornam a respiração mais confortável.
Umidificadores ou vaporização indireta ajudam a manter o ar úmido, reduzindo o desconforto na laringe.
Nenhum remédio caseiro é seguro para tratar cachorro rouco. Mel, própolis, xaropes humanos e anti-inflamatórios podem intoxicar o animal ou mascarar sinais importantes.
Se a rouquidão vier acompanhada de tosse persistente, engasgos frequentes, secreção nasal ou queda de energia, isso indica que o problema pode estar nas vias respiratórias e exige avaliação profissional.
No consultório, o veterinário inicia com um histórico clínico completo para entender a duração, evolução e sintomas associados. Em seguida, realiza um exame físico detalhado das vias aéreas e da laringe.
Dependendo da suspeita, exames complementares podem ser necessários, como:
Cada abordagem depende do diagnóstico, razão pela qual a consulta é indispensável quando os sintomas persistem.
De modo geral, o tratamento varia conforme a causa:
Ignorar o cachorro rouco pode parecer inofensivo no início, mas esse sintoma raramente aparece isolado e costuma indicar que algo não está funcionando bem na laringe ou nas vias respiratórias.
Quando a causa não é investigada, o quadro pode piorar de forma lenta ou até repentina. Se for consequência de uma infecção, como a tosse dos canis, a inflamação pode progredir e causar dor, febre, dificuldade para engolir e tosse persistente.
Quando o refluxo gastroesofágico não recebe tratamento adequado, o ácido volta repetidamente ao esôfago e irrita a região próxima à laringe. Com o tempo, isso pode causar inflamação, desconforto ao engolir, engasgos e episódios recorrentes de tosse.
Condições mais sérias, como paralisia laríngea, massas na laringe ou sáculos laríngeos evertidos, tendem a avançar e comprometer cada vez mais a respiração.
O tutor pode perceber respiração ruidosa, intolerância ao exercício, cansaço fácil e episódios de falta de ar.
Em estágios avançados, existe risco real de obstrução das vias aéreas, situação que pode levar à língua arroxeada (cianose), perda de consciência e até morte se não houver atendimento imediato.
Mesmo quadros aparentemente simples, como irritação por latir demais ou exposição à poeira, quando não melhoram, podem esconder alergias, inflamação persistente ou lesões internas que só o exame veterinário consegue identificar.

Muitos episódios de cachorro rouco têm relação com fatores do dia a dia, como irritações na laringe, esforço vocal, ar seco, alergias, refluxo e infecções respiratórias.
Com alguns cuidados simples, é possível reduzir bastante o risco de inflamação das cordas vocais, proteger as vias aéreas e evitar desconfortos que levam à alteração do latido.
A prevenção também ajuda o tutor a identificar mais rapidamente quando algo foge do esperado e precisa de avaliação veterinária. Entre os principais cuidados para prevenir a rouquidão em cães, estão:
A prevenção começa pelo básico: manter vacinas em dia, seguir o calendário de vermifugação e realizar consultas periódicas.
Esses cuidados reduzem o risco de infecções respiratórias que inflamam a laringe e deixam o cachorro mais vulnerável a alterações na voz. Pets acompanhados regularmente também têm menor chance de desenvolver problemas silenciosos nas vias aéreas.
Fatores ambientais desempenham um papel importante na saúde da laringe. Ar seco, poeira, fumaça, perfumes e produtos de limpeza podem irritar as mucosas e facilitar o surgimento de inflamações.
Manter os ambientes ventilados, usar umidificador em dias secos e evitar odores fortes ajuda a proteger as vias aéreas. Para cães alérgicos, uma rotina de limpeza mais frequente faz ainda mais diferença.
Latir demais também irrita as cordas vocais. Animais ansiosos, entediados ou superestimulados tendem a vocalizar mais, aumentando o esforço na laringe.
Brincadeiras adequadas, enriquecimento ambiental e uma rotina previsível ajudam o cão a gastar energia de forma equilibrada e reduzem comportamentos de latido excessivo.
Durante os passeios, puxões fortes na coleira podem machucar a laringe e causar rouquidão. O peitoral é indicado pois distribui a força pelo tórax e protege a garganta, principalmente para cães que puxam muito ou já têm histórico de problemas respiratórios.
As raças braquicefálicas têm vias aéreas naturalmente estreitas e maior predisposição a alterações como sáculos laríngeos e estridor.
Para esses cães, a prevenção exige alguns cuidados extras: evitar calor, controlar o peso, usar peitoral e realizar acompanhamento veterinário frequente com foco na saúde respiratória.
O refluxo é uma causa pouco lembrada, mas relativamente comum de rouquidão. O ácido do estômago irrita a região próxima à laringe e altera o som do latido.
Para prevenir crises, ofereça refeições menores, use comedouros lentos para cães que comem rápido e evite brincadeiras intensas logo após comer.
A hidratação adequada mantém as mucosas da laringe saudáveis e diminui o risco de irritação. Se o cão bebe pouca água, vale estimular o consumo com fontes, alimentação úmida ou a distribuição de mais potes pela casa.

Nem sempre é grave, mas sempre merece atenção. Quando o cachorro está rouco e também apresenta tosse forte, engasgos, respiração ruidosa, cansaço ou dificuldade para respirar, isso pode indicar um problema mais sério nas vias aéreas. Nesses casos, o ideal é buscar avaliação veterinária rapidamente.
Sim, cães ansiosos ou estressados tendem a vocalizar mais, e esse esforço constante irrita as cordas vocais. Além disso, o estresse aumenta a sensibilidade das vias respiratórias, facilitando inflamações leves que alteram o som do latido.
Não existe nenhum remédio caseiro seguro. Substâncias como mel, própolis, xaropes, chás e anti-inflamatórios para humanos podem prejudicar a saúde do cachorro. Em casa, o máximo que o tutor pode fazer é manter o ambiente calmo, evitar latidos e oferecer água fresca até a consulta.
A cirurgia pode ser necessária para tratar a rouquidão?
Em alguns casos, sim. Alterações como paralisia laríngea, tumores na laringe ou sáculos laríngeos evertidos podem exigir cirurgia para melhorar a passagem de ar e reduzir o esforço respiratório. O veterinário avaliará o quadro e indicará o tratamento adequado.
Depende da causa. Irritações leves costumam melhorar em poucos dias. Infecções, alergias ou refluxo podem levar mais tempo e exigem tratamento específico. Já alterações estruturais podem mudar o som do latido para sempre, mesmo após intervenção.
Sim, uma dieta equilibrada fortalece o sistema imunológico e ajuda a prevenir inflamações que afetam a vocalização. Assim como uma boa hidratação também é essencial para manter as mucosas da laringe saudáveis e reduzir irritações.
Podem, choramingar ou uivar por longos períodos também irrita as cordas vocais e causa alteração temporária na voz.
Não existe um único remédio, porque a rouquidão é apenas um sintoma. O tratamento sempre depende do diagnóstico, onde o veterinário pode indicar anti-inflamatórios, antibióticos, medicamentos para refluxo, nebulização ou, em casos específicos, cirurgia.

O conteúdo te ajudou? Compartilhe este guia para que outros tutores também entendam por que o cachorro pode ficar rouco. Informação confiável faz diferença na rotina, na saúde e no bem-estar de muitos animais.
No Blog da Cobasi, você encontra outros conteúdos produzidos com apoio técnico para orientar tutores no cuidado diário com seus pets. Até a próxima!
| Atualizada em
A Cobasi vai além de uma pet shop online: aqui, no Blog da Cobasi, ensinamos você todos os cuidados com pets, casa e jardim.
Ver publicações



A Cobasi é mais do que uma pet shop online. Nós abastecemos a parte divertida do seu lar e conectamos você com o que há de melhor na vida. Aqui você encontra uma diversidade incrível de produtos essencial para cães, gatos, roedores, aves e outros animais, além de tudo para aquarismo, jardinagem e casa.






Meu cachorro está com rouquidão,mais não tem nenhum outro sintomas ele tem 7 meses
Oi Marli, como vai? Os cuidados com cães filhotes deve ser mais frequente até mesmo pela imunidade. As visitas ao médico-veterinário é uma ótima opção para um crescimento e vida saudável do animal 🙂
Minha cadela do nada começou a ficar rouca, nos latidos, quando rosna e até mesmo nos “chorinhos”.
Posso dar o que nessa situação ? Alguma ajuda ?
Geysa, entendemos que você deseja uma solução rápida para a sua cadelinha, no entanto, é necessário ter um diagnóstico, para então, receitar o tratamento. Por esse motivo a ida ao veterinário é tão importante, além disso, somente o profissional pode receitar medicamentos.
Meu cachorro está rouco mais não apresenta mais do que o rouco
Oi Cristiane, como vai? Indicamos a visita em um medico-veterinário 🙂
Boa tarde!
Meu pet é um labrador preto tem 12 anos! Come ração pedigree troquei a pouco. Só que notei que ele está tomando muita água e faz bastante xixi… E anda meio desanimado, tbm notei que o latido dele está fraco, ele latia muito forte e bem grosso o que pode ser? Chamei um vet para vir em casa, pedi exame de hemograma completo com teste de Diabetes e para o latido que tipo de exame se faz? Vou pedir exame de urina tbm, desde já agradeço se puderem me responder o mais breve possível, para poder pedir para o Vet… A consulta está marcada para terça feira dia 26/07/22
Olá meu cachorro está com 8 anos, lati muito, e observei que ele está latindo rouco, mais não parou de comer, coco normal,não tem chiado, o que será que pode ser?
Oi Graziela, como vai? Fique de olho nos comportamentos do seu cachorro, se tiver com uma mudança muito drástica leve em uma consulta ao medico-veterinário
Minha cachorrinha que deve ter uns 5 snos não sei a idade correta pq eu tirei ela da rua a uns 3 anos.Ela sempre latiu demais, e agora do nada ela começou a ficar rouca…tô preocupada, tenho q dizer que ela dorme nos pés de minha cama e a um palmo do ventilador vai direto na carinha dela.
Oi, Sandra. Como vai? Indicamos uma visita ao médico-veterinário para avaliar sua cachorrinha e indicar o tratamento adequado.
Minha cadeia é uma pequenez de 6 anos.
Recentemente ela teve uma gripe muito forte. Mas já está bem da gripe no entanto ela não recuperou a voz, faz esforço pra latir mas não consegue.
Ela dorme e se alimenta muito bem.
Também é bastante animada.
Queria saber o que pode tá causando essa falta de voz nela.
Pode me ajudar?
Oi, Simone. Como vai? Uma possível causa para a rouquidão dos animais são as infecções no trato respiratório superior. Elas costumam ser causadas por bactérias, vírus ou fungos, e o tutor deve ficar atento aos principais sintomas. Não deixe de levar a sua pequenez ao médico-veterinário ?
Meu cachorro está rouco e tá tremendo muito as patas de trás o que significa
Olá, Marliane! Como vai?
Esses sintomas podem ser desencadeados por uma série de motivos. Recomendamos que leve o pet ao médico-veterinário para que o profissional possa avalia-lo e trata-lo da maneira correta.
Minha cachorrinha teve filhote e após 8 dias ela começou a latir rouco e esta quase sem vóz .ela ja tem quase 10 anos .o que pode ser ?
Olá, tudo bem?
Existem muitos motivos que podem deixar o cachorro rouco, recomendamos que converse com um especialista.
Ganhei uma fêmea de sptiz alemã, ela tem 4 anos,latebaixinho e rouco,tenho que me preocupar?
Olá, Ângela! tudo bem?
É importante observar se ela apresenta algum outro sintoma de desconforto ou alteração em sua saúde.
Boa noite, meu cacho ficou sem respirar como se tivesse engasgado e correndo de um lado para o outro ,eu fiquei apavorada tentando ajudar mas ,não sabia o que fazer. Aí ele conseguiu voltar ao normal. O que pode ser?
Eliana, existem muitas hipóteses mas somente o médico-veterinário pode dizer o que realmente aconteceu como seu cachorro, consulte o profissional.
Tenho um Yorkshire Terrier, que de um momento para o outro ficou com um ladrar rouco, existe alguma coisa que lhe possa dar para tomar?
Olá, Maria! Se seu Yorkshire Terrier começou a apresentar um latido rouco de repente, é importante levar ao veterinário para uma avaliação. Isso pode ser sintoma de algo que requer atenção, como uma irritação na garganta ou uma condição respiratória. Não é recomendado administrar qualquer medicamento sem orientação profissional. Um veterinário poderá diagnosticar a causa do problema e recomendar o tratamento adequado.