

A febre em gatos é uma resposta natural do organismo a inflamações ou infecções e costuma ser um dos primeiros sinais de que algo não vai bem com a saúde do animal.
Segundo a Royal Canin, em condições normais, a temperatura de um felino varia entre 38,1 e 39,5 °C. Alterações acima dessa média podem ser consideradas um estado febril.
No entanto, é importante lembrar que a febre não é uma doença propriamente dita, mas um sintoma associado a diferentes situações, como verminoses ou infecções em gatos.
Além disso, fatores como estresse intenso, ansiedade, calor ou atividades físicas de alto impacto também podem elevar temporariamente a temperatura corporal do animal.
Por isso, o número no termômetro nunca deve ser analisado sozinho — e é preciso considerar outros sintomas gerais relacionados ao quadro para um diagnóstico seguro.
A seguir, confira um passo a passo completo de como saber se o gato está com febre, além de causas, sintomas e tratamento da febre em gatos!
Em geral, a temperatura normal do gato costuma variar entre 38,1 °C e 39,5 °C — e valores dentro desse intervalo indicam que o organismo está funcionando como deveria.
A febre em gatos (pirexia) é definida como um aumento de temperatura corporal desencadeado pelo organismo como resposta a processos infecciosos ou inflamatórios.
A estratégia faz parte do mecanismo de defesa dos felinos, e acontece pela ação de pirógenos, substâncias que atuam no centro termorregulador do cérebro dos animais.
Quando os pirógenos são acionados, o organismo dos gatos passa a produzir e conservar mais calor, criando um ambiente menos favorável à ação de vírus, bactérias ou outros agentes nocivos. (Couto, 2020; Tasker e Ramsey, 2024)
Por isso, a febre não é uma doença em si, mas um sinal clínico associado a diferentes condições, como infecções, inflamações e enfermidades imunomediadas.
Apesar do papel defensivo da febre, elevações persistentes ou muito altas podem comprometer o funcionamento do organismo.
Logo, a investigação da causa é indispensável e deve considerar histórico, sinais clínicos e exames complementares para um diagnóstico seguro.
É importante lembrar que nem todo aumento de temperatura em gatos é considerado febre.
Afinal, os felinos são animais endotérmicos, ou seja, possuem mecanismos próprios para manter a temperatura corporal estável, mesmo diante de mudanças no ambiente.
Por isso, em dias muito quentes ou após a exposição ao sol, a temperatura do gato pode se elevar de forma transitória, caracterizando um quadro chamado de hipertermia.
Nos quadros de hipertermia, o corpo não “decide” elevar a temperatura, como acontece com a febre — ele simplesmente não consegue dissipar o calor acumulado. (Tasker; Ramsey, 2024)
A condição está relacionada, principalmente, à exposição prolongada ao sol, estresse intenso, crises convulsivas e uso de alguns medicamentos, como opioides.
Em situações mais graves, a hipertermia pode evoluir para intermação, também chamada de insolação ou choque térmico, quando a temperatura do gato ultrapassa 40 °C.
Nesses casos, há o risco real de falência orgânica, e a condição passa a ser considerada uma emergência veterinária. (Pimenta et al., 2012; Hemmelgarn et al., 2013)
| Quadro | Temperatura aproximada | Fonte |
| Hipotermia | Menor que 38,1 °C | Portal Vet Royal Canin | Termorregulação animal em cães e gatos |
| Temperatura normal | Entre 38,1 e 39,5 °C | Portal Vet Royal Canin | Termorregulação animal em cães e gatos |
| Febre | Entre 39,5 e 40 °C | Universidade Federal de Sergipe | Febre em cães e gatos: revisão de literatura |
| Intermação (hipertermia grave) | Acima de 40 °C | Universidade Federal de Sergipe | Febre em cães e gatos: revisão de literatura |

A única forma confiável de saber se um gato está realmente com febre é através da aferição da temperatura corporal com um termômetro adequado.
Afinal, a exposição ao sol ou atividades físicas intensas podem confundir avaliações baseadas pelo toque, ou pela aparência do animal.
Além da medição, observar sintomas como redução da atividade, diminuição do apetite e a sensação de corpo quente ao toque também pode ajudar a levantar suspeitas iniciais.
A seguir, detalhamos os principais sinais de febre em gatos e explicamos, passo a passo, como medir a temperatura felina com segurança em casa.
Para a médica-veterinária Juliana Pereira, entrevistada pelo portal de notícias Vida de Bicho, os primeiros sinais da febre em felinos costumam ser comportamentais.
O isolamento é um típico comportamento de gato doente — traço herdado dos antigos ancestrais da espécie para não se tornarem presas fáceis na natureza.
Sonolência, apatia e falta de apetite em gatos também são sintomas comuns em quadros febris, e felinos podem ingerir pouca água e comida neste período.
Por isso, é bom ficar atento ao padrão de sono do seu pet, já que um gato dormindo demais pode estar, na verdade, enfrentando temperaturas acima do normal.
“Quando a temperatura corporal está muito elevada, os felinos podem apresentar respiração ofegante; vermelhidão no nariz, naqueles que têm pigmentação clara nessa região; e ressecamento da narina”, completa a doutora.
Outros sinais que podem aparecer com o aumento da temperatura são:
Mas atenção: embora exista o mito popular de que um gato com nariz quente e seco é um gato com febre, isso nem sempre é verdade.
Afinal, segundo a veterinária, a alteração no focinho pode acontecer por diversos motivos, como uma desidratação temporária após brincadeiras, esforço físico ou exposição ao calor.
Segundo a médica-veterinária Júlia Viana Kivel, em entrevista à revista Vida de Bicho, existem apenas duas formas de aferir a temperatura corporal felina: a retal ou a auricular.
A aferição de temperatura retal em gatos costuma ser mais assertiva, mas requer técnicas precisas, já que o procedimento pode causar desconforto ou até machucar o pet.
Por isso, a especialista recomenda que o método seja realizado somente por um profissional com experiência na área.
Já a medição auricular é menos invasiva e pode ser feita em casa, com o termômetro adequado, caso o animal esteja se sentindo tranquilo e confortável.

De acordo com os profissionais do VCA Hospitals, medir a temperatura de um animal de estimação geralmente é um trabalho para duas pessoas.
Lembre-se que a contenção correta reduz o estresse e evita movimentos que podem comprometer a leitura, especialmente em gatos reativos.
Para isso, você pode seguir os passos abaixo:
Uma pessoa deve segurar o gato com cuidado, mantendo o corpo próximo ao seu. Isso ajuda a evitar reações bruscas e torna o procedimento mais seguro.
Gatos e animais pequenos podem ficar no colo, com um braço apoiando o pescoço e a cabeça junto ao corpo. O outro braço deve envolver o abdômen.
Escolha um termômetro auricular digital adaptado ao ouvido animal, que oferecerá mais conforto e praticidade à aferição.
Ative o aparelho e espere o sinal sonoro. Muitos modelos emitem um bipe quando estão prontos para realizar a leitura.
Com o gato em pé, segure o termômetro em um ângulo de 90° em relação à cabeça e introduza-o suavemente no canal auditivo horizontal. Não é necessário lubrificar a região.
Caso o animal demonstre dor ou desconforto, interrompa o procedimento. Em gatos com infecção de ouvido, a medição pode ser dolorosa e imprecisa.
Segundo especialistas da Royal Canin, a temperatura auricular não é tão precisa quanto a retal. Por isso, recomenda-se somar 1 °C ao resultado obtido através deste método.
Se a medição for difícil ou gerar risco, não insista. Em clínicas veterinárias, o procedimento é feito com segurança e maior precisão, garantindo o bem-estar do seu felino.

Para a doutora Juliana, veterinária entrevistada pelo portal Vida de Bicho, é muito importante que o gato seja avaliado por um profissional assim que a febre for detectada
Afinal, o atendimento imediato evita que o quadro avance e comprometa outras funções do organismo do animal, o que melhora as chances de recuperação plena.
Além da consulta veterinária, alguns cuidados extras podem melhorar o conforto do felino, enquanto outros devem ser evitados, pois podem agravar ainda o estado clínico.
Veja o que fazer e o que não fazer com um gato com febre na tabela abaixo:
| O que fazer | O que não fazer |
| Manter o gato bem hidratado, oferecendo alimentos úmidos e adicionando água ao sachê, se necessário. | Não oferecer remédios por conta própria, mesmo que já tenham sido usados em episódios anteriores. |
| Garantir um ambiente tranquilo e confortável, reduzindo estímulos e permitindo que o gato descanse. | Não submeter o gato a banhos frios, pois isso gera estresse e pode piorar o quadro. |
| Usar compressas úmidas com cautela, aplicando suavemente na cabeça, orelhas, patas e abdômen do pet até 2 vezes ao dia. | Não insistir em cuidados caseiros se o gato demonstrar dor, apatia intensa ou piora dos sintomas. |
| Melhorar a circulação do ar, usando ventilador de forma indireta, sem vento direto no animal. |
Qualquer ocorrência de febre em felinos é um bom motivo para uma visita ao veterinário para gatos.
Isso porque o aumento da temperatura pode esconder doenças graves, presença de parasitas, traumas e outras condições que colocam a vida do pet em risco.
No entanto, a ida ao veterinário se torna ainda mais urgente nas seguintes situações:
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A febre em gatos pode ter diversas origens, e suas causas são classificadas em diferentes categorias clínicas, como infecciosas, inflamatórias, imunomediadas e neoplásicas.
Essa organização ajuda o médico-veterinário a direcionar sua investigação, especialmente nos casos de febre de origem indeterminada (FOI).
Em geral, as principais doenças que causam febre em gatos são:
Um estudo organizado por Spencer et al. (2017) mostrou que as doenças infecciosas são as principais causas de febre felina, responsáveis por 36,7% dos casos analisados.
Dentre eles, a PIF (peritonite infecciosa felina), síndrome viral causada por um coronavírus, foi o diagnóstico mais frequente — presente em 20,8% dos gatos avaliados.
Além dela, outras doenças de origem infecciosa que costumam provocar o aumento da temperatura corporal na espécie são:
As inflamações representam outra causa importante de febre em animais domésticos, mesmo quando não há infecção ativa.
No levantamento de Spencer et al. (2017), a pancreatite felina foi a principal causa não infecciosa de febre em felinos, responsável por 17,9% dos casos estudados.
Processos inflamatórios localizados também são comuns, como o abscesso em gato, geralmente decorrente de brigas, mordidas ou feridas contaminadas.
Nesses casos, a febre costuma vir acompanhada de dor, inchaço, sensibilidade ao toque e mudanças no comportamento.
As neoplasias corresponderam a 12,3% dos casos de febre felina analisados no estudo retrospectivo, enquanto as doenças imunomediadas representaram 5,7%.
Embora menos frequentes, essas condições tendem a causar febre persistente, perda de peso, letargia e outros sinais sistêmicos, exigindo investigação diagnóstica detalhada.
A febre leve e temporária também pode ser um efeito colateral do uso de certos medicamentos e até da aplicação de vacinas em gatos.
Nestes casos, o aumento de temperatura costuma desaparecer espontaneamente em poucas horas, sem comprometer seriamente o organismo do animal.
No entanto, se a febre durar mais de 24 horas, é fundamental buscar orientação veterinária para descartar outras complicações.
A presença de parasitas, assim como as lesões e inflamações que eles podem causar no organismo do animal, também pode desencadear estados febris em gatos.
Afinal, as infestações parasitárias favorecem infecções secundárias e respostas inflamatórias sistêmicas, levando o corpo a se defender das ameaças com a elevação da temperatura.
Em algumas situações, porém, a causa da febre não é identificada de imediato. Nesses casos, pode-se falar em febre de origem indeterminada, conhecida pela sigla FOI.
Para Ramsey e Tasker (2024), a FOI é definida como um aumento de temperatura superior a 39,2 °C sem causa aparente que dura mais de 3 semanas.

Como a febre felina não é uma doença (e sim um sintoma de outras condições), seu diagnóstico vai muito além da simples medição da temperatura corporal dos gatos.
Embora a confirmação do estado febril seja um passo importante, o foco da avaliação diagnóstica veterinária é identificar o que provocou o aumento da temperatura do animal.
Para isso, é preciso levar o felino a uma consulta com um profissional da área, que dividirá a investigação em algumas etapas, como:
No momento da consulta, é fundamental que os responsáveis descrevam com o máximo de detalhes como foi o comportamento do gato nos últimos dias.
A presença ou ausência de mudanças no apetite, nível de atividade e hábitos do animal ajudam o veterinário a chegar ao diagnóstico mais rápido.
Após a anamnese, o profissional realiza um exame físico completo no gato em estado febril.
A avaliação costuma incluir observação geral, exame oral, ocular, neurológico, ortopédico e toque retal digital. (Brkljacic et al., 2020)
Quando mesmo depois do exame inicial os profissionais não conseguem identificar a causa do aumento da temperatura do gato, exames complementares podem ser solicitados.
Para isso, é preciso que o felino esteja estável e tenha sido monitorado por alguns dias.
Em geral, os veterinários costumam indicar exames como hemograma, perfil bioquímico e urinálise. (Tasker e Ramsey, 2024)
Além destes, os profissionais podem solicitar análises mais específicas conforme as suspeitas vão se formando, incluindo:
Quando todos os exames são inconclusivos, o quadro pode ser classificado como febre de origem indeterminada (FOI).
A febre é uma resposta adaptativa importante do organismo animal. Por isso, ela nem sempre é considerada negativa e pode até trazer benefícios a curto prazo para os pets.
Do ponto de vista evolutivo, o aumento da temperatura potencializa a resposta imunológica dos felinos e pode dificultar a multiplicação de alguns patógenos. (Tasker e Ramsey, 2024)
No entanto, o estado também pode acarretar sérios riscos ao animal — especialmente quando ele permanece exposto a temperaturas muito altas por períodos prolongados.
Nesses casos, a febre deixa de ser benéfica e passa a causar danos significativos ao organismo, incluindo:
Por isso, embora a febre possa ser parte de um mecanismo de defesa natural dos felinos, ela nunca deve ser subestimada.
E garantir os cuidados com gatos doentes, buscando orientação veterinária precocemente, é a melhor forma de evitar complicações graves envolvendo a condição.

Como a febre é uma resposta do organismo a uma ameaça (infecciosa ou não), ao tratar o problema de base, a tendência é que a temperatura corporal do felino volte ao normal.
Em muitos casos, intervir precocemente apenas para baixar a temperatura pode mascarar sinais clínicos importantes e atrasar o diagnóstico definitivo da condição.
Para não correr esse risco, o tratamento de um gato com febre deve sempre ser prescrito por um veterinário. O plano de ação pode incluir diferentes frentes, incluindo:
A terapia medicamentosa pode ser considerada quando a febre é muito alta, persistente ou acompanhada de sinais clínicos secundários, como apatia intensa ou dor.
Entre as condutas possíveis, o médico-veterinário pode indicar:
Jamais ofereça medicamentos por conta própria a um felino com febre. Mesmo fármacos já utilizados pelo pet em episódios anteriores podem causar a piora do animal.
Lembre-se que a febre pode ser desencadeada por diferentes agentes, e o tratamento específico pode variar a cada caso.
Além do tratamento medicamentoso, gatos com febre podem precisar de cuidados de suporte para estabilizar sintomas secundários da doença, como:
Quando a febre é muito elevada ou o gato não consegue se alimentar ou beber água, a internação do animal pode ser recomendada.
Assim, é possível administrar fluidos intravenosos, medicamentos injetáveis e manter o acompanhamento contínuo até a estabilização do quadro.
A febre não pode ser evitada diretamente, pois ela surge como uma resposta do organismo a infecções, inflamações ou outras alterações internas, e não como uma condição isolada.
Por isso, a prevenção está relacionada ao controle das doenças que podem provocar o aumento de temperatura, reduzindo a exposição do gato a agentes infecciosos.
Medidas como vacinação, vermifugação, acompanhamento veterinário regular e higiene do ambiente ajudam a minimizar riscos e favorecem a detecção precoce de problemas.
Além disso, observar o apetite, a disposição e os hábitos do felino facilita a busca por atendimento precoce e evita que o quadro se agrave.

Não. Um gato quente ao toque nem sempre está com febre. A elevação da temperatura pode ocorrer tanto por febre (pirexia) quanto por hipertermia, que são processos diferentes.
Em geral, a febre é desencadeada por fatores internos, sendo uma resposta do organismo a possíveis ameaças.
Já a hipertermia costuma estar ligada a fatores externos, como calor ambiental, estresse, esforço físico ou excitação.
Para diferenciar a febre do simples calor em felinos, é preciso analisar a situação em que o gato está inserido e os sinais que acompanham o aumento da temperatura.
Ambientes quentes, estresse, brincadeiras intensas ou exposição ao sol podem elevar o calor corporal sem indicar doença.
Já a febre costuma vir acompanhada de mudanças comportamentais, como apatia, perda de apetite, prostração, respiração mais acelerada e menor interesse por interações.
Em caso de dúvida, a aferição da temperatura e a avaliação veterinária são indispensáveis
Depende. Em alguns casos leves, como os associados a reações a aplicações de vacinas, a febre pode regredir espontaneamente.
No entanto, febres persistentes ou recorrentes geralmente indicam uma doença em evolução e precisam de acompanhamento médico, especialmente se o gato apresentar apatia, perda de apetite ou desidratação associada.
Não. Você nunca deve oferecer medicamentos humanos a um gato com temperatura alta sem orientação veterinária — incluindo o dipirona.
Além do risco de intoxicação, a automedicação pode mascarar sinais clínicos importantes e dificultar o diagnóstico da doença por trás da condição.
Não. Embora banhos de água fria sejam indicados para humanos com febre, eles não são recomendados para gatos na mesma condição.
Esse tipo de intervenção pode provocar respostas compensatórias do organismo, como vasoconstrição e tremores, dificultando a dissipação do calor no corpo do animal.
Não existe um remédio padrão para febre em gatos. O tratamento depende da causa primária, que pode exigir antibióticos, anti-inflamatórios ou outras terapias específicas.
Medicamentos antipiréticos só devem ser usados quando indicados pelo veterinário, considerando o estado geral do animal e os riscos envolvidos.
Pode acontecer. Durante a febre, o organismo aumenta o fluxo sanguíneo em regiões como orelhas e focinho para tentar dissipar calor.
Ainda assim, orelhas quentes não confirmam o diagnóstico da febre, pois também podem estar associadas ao calor ambiente ou ao estresse.
O focinho do gato pode ficar mais quente, seco ou até levemente avermelhado durante um quadro febril. No entanto, essa alteração não é um parâmetro confiável isoladamente.
Via de regra, o comportamento geral do gato — como apatia, redução da higiene, falta de apetite e respiração acelerada — é muito mais relevante para levantar suspeita de febre.
O ideal é utilizar um termômetro para gato, especialmente os modelos auriculares adaptados ao formato do ouvido felino.
Os equipamentos específicos tornam a aferição mais rápida, confortável e segura, principalmente para os responsáveis com pouca experiência no processo.
De acordo com a revista Cães e Gatos, não é possível medir a temperatura corporal de um gato febril de maneira confiável sem um termômetro.
Sensações ao toque, como corpo quente ou orelhas aquecidas, não substituem a aferição correta. Por isso, o ideal é manter um termômetro exclusivo para pets ou buscar avaliação veterinária ao menor sinal de febre.
A duração da febre em gatos varia conforme a causa por trás da condição e a resposta do animal ao tratamento indicado.
Sendo assim, você pode notar o gato quente por apenas algumas horas ou por vários dias.
Febres prolongadas, no entanto, exigem investigação imediata, pois aumentam o risco de complicações sistêmicas.
Lembre-se: tratar a causa da febre é sempre mais eficaz do que apenas esperar que ela passe — e cuidados atentos ajudam a prevenir complicações, mantendo seu gato saudável.
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Meu gato está esta vo. Febre e indisposto não quer comer tá triste
Olá, Marli. Como vai? Recomendamos que procure um veterinário para indicar o tratamento adequado. =)
MINHA GATINHA ESTÁ COM FEBRE,POREM ESTA COMENDO, BEBENDO,FAZENDO XIXI NORMAL, O QUE PODE SER?
Cleusa, tudo bem?
Por mais que o seu pet esteja sem sintomas, o surgimento de febre em gatos indica que algo está errado. Por isso, procure um médico-veterinário para que o animal seja avaliado e tratado adequadamente.
Meu gato é castrado. Fugiu de
Casa . Ficou fora 2 meses. Voltou muito magro e com falhas atrás das orelhas e embaixo no pescoço. Está aparentemente bem. Come muiiiiito. O outro nunca saiu de casa mais de vez em quando fica também com falhas no corpo e se coça muito.
Olivia, leve seu gato ao veterinário para avaliar as falhas na pele e a perda de peso. O veterinário pode diagnosticar e tratar possíveis problemas de saúde.