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	<title>Arquivos Pele e pelagem - Blog da Cobasi</title>
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	<description>Aqui no Blog Cobasi você confere dicas sobre o universo dos pets</description>
	<lastBuildDate>Fri, 22 May 2026 13:46:36 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Pele e pelagem - Blog da Cobasi</title>
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		<title>Como desembaraçar pelo de cachorro? Técnicas e acessórios essenciais para uma boa escovação</title>
		<link>https://blog.cobasi.com.br/como-escovar-o-pelo-do-meu-pet/</link>
					<comments>https://blog.cobasi.com.br/como-escovar-o-pelo-do-meu-pet/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cobasi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[Higiene]]></category>
		<category><![CDATA[Pele e pelagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saber como desembaraçar pelo de cachorro é importante para manter a pelagem confortável, limpa e livre de nós que podem machucar a pele do cão. Afinal, além de comprometer a</p>
<p>O post <a href="https://blog.cobasi.com.br/como-escovar-o-pelo-do-meu-pet/">Como desembaraçar pelo de cachorro? Técnicas e acessórios essenciais para uma boa escovação</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.cobasi.com.br">Blog da Cobasi</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/05/como-desembaracar-pelo-de-cachorro.webp" alt="Como desembaraçar pelo de cachorro? Técnicas e acessórios essenciais para uma boa escovação" class="wp-image-78626" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/05/como-desembaracar-pelo-de-cachorro.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/05/como-desembaracar-pelo-de-cachorro-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/05/como-desembaracar-pelo-de-cachorro-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: Envato</figcaption></figure>



<p>Saber <strong>como desembaraçar pelo de cachorro</strong> é importante para manter a pelagem confortável, limpa e livre de nós que podem machucar a pele do cão.</p>



<p>Afinal, além de comprometer a aparência, o pelo embaraçado costuma ser muito desconfortável para o animal, causando puxões, irritações e até pequenas feridas na pele.</p>



<p>Segundo Melissa Verplank, <a href="https://www.petmd.com/dog/grooming/dogs-hair-knots-how-get-them-untangled-and-under-control" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tosadora profissional da Paragon School of Pet Grooming</a>, raças como Poodle, Bichon Frisé e Cocker Spaniel Americano estão mais propensas aos nós.</p>



<p>Por isso, uma <strong>rotina de escovação adequada</strong>, ajuda a&nbsp; evitar nós, machucados, reduzir a queda e ainda manter os fios sempre bonitos e hidratados.</p>



<p>Para ajudar nessa rotina, reunimos os principais acessórios e técnicas para desembaraçar a pelagem com mais segurança. Dê adeus aos pelos emaranhados com a gente!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais acessórios usar para desembaraçar pelo de cachorro?</h2>



<p>Hoje em dia, muitos produtos podem ajudar os responsáveis acuidar do pelo do cachorro com mais praticidade e eficiência, como <a href="https://www.cobasi.com.br/c/cachorro/higiene-e-limpeza/shampoo?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20260522_vis_geral_como-escovar-o-pelo-do-meu-pet_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">shampoos</a>, sprays e <a href="https://www.cobasi.com.br/c/cachorro/higiene-e-limpeza/condicionador?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20260522_vis_geral_como-escovar-o-pelo-do-meu-pet_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">condicionadores</a>. </p>



<p>Ainda assim, as <strong>escovas para pet </strong>continuam sendo os principais acessórios para a manutenção da pelagem.&nbsp;</p>



<p>Se você já visitou um grande pet shop, como a Cobasi, provavelmente percebeu que existem diferentes modelos de escovas, pentes e rasqueadeiras.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>E embora pareçam o mesmo acessório à primeira vista, pentes, desemboladores, rasqueadeiras, luvas e escovas têm funções bem diferentes no <em>grooming</em> canino.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Rasqueadeira e luva de borracha</h3>



<p>Feita com pequenos dentes de metal, a rasqueadeira alcança as camadas mais profundas da pelagem, removendo fios mortos e embaraçados.</p>



<p>O modelo é indicado para <a href="https://blog.cobasi.com.br/cachorro-peludo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>cães com pelos médios e longos</strong></a>, especialmente de raças com pelo duplo, já que alcança os emaranhados das camadas mais densas da pelagem.</p>



<p>Por conta disso, a rasqueadeira é bastante procurada quando o cachorro está soltando muito pelo, inclusive durante os períodos de troca de pelos sazonais.</p>



<p>A luva de borracha é uma opção mais delicada e prática para remover fios soltos e sujeiras leves. Basta vestir a luva e massagear a pelagem com movimentos suaves.<br><br>Seu formato pode ajudar cães que não gostam de escovas, e o <strong>uso combinado com um spray desembaraçante próprio para cães</strong> pode facilitar o deslizamento dos fios.</p>



<p><strong>Pontos fortes:&nbsp;</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Desfaz emaranhados em camadas densas da pelagem;</li>



<li>Remove pelos mortos e embaraçados​;</li>



<li>Ajuda a manter a pelagem mais solta, limpa e bem cuidada. </li>
</ul>



<div class="carousel-produtos-wrap" data-cta="Aproveite mais produtos" data-url="https://www.cobasi.com.br/pesquisa?hotsite=1388"><h2>Rasqueadeiras e luvas para pets em oferta</h2><div class="carousel-produtos-box"></div><input type="hidden" id="_wpnonce_carrossel-produtos" name="_wpnonce_carrossel-produtos" value="3e5e550b58" /></div>



<h3 class="wp-block-heading">Escova dupla face</h3>



<p>A escova dupla face geralmente combina uma lateral com cerdas e outra com pinos, sendo útil para finalizar a escovação e alinhar os fios.</p>



<p>Perfeita para <a href="https://blog.cobasi.com.br/cachorro-de-pelo-curto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>cães de pelo curto e pelagem lisa</strong></a>, ela também é indicada para raças com subpelo denso como escova de acabamento.</p>



<p>Sua função é remover pelos soltos, pequenas caspas e alinhar os fios, deixando a pelagem mais bonita e com aquela aparência saudável.</p>



<p>Além disso, a escovação com o acessório ajuda a estimular a circulação sanguínea e a distribuir a oleosidade natural da pele, o que traz mais brilho e hidratação aos fios.</p>



<p><strong>Pontos fortes:&nbsp;</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Bolinhas na ponta que dão mais conforto;</li>



<li>Distribui a oleosidade natural da pele;</li>



<li>Mantém o pelo alinhado e com brilho​.</li>
</ul>



<div class="carousel-produtos-wrap" data-cta="Aproveite mais produtos" data-url="https://www.cobasi.com.br/pesquisa?hotsite=1387"><h2>Escova dupla face para cachorro em promoção</h2><div class="carousel-produtos-box"></div><input type="hidden" id="_wpnonce_carrossel-produtos" name="_wpnonce_carrossel-produtos" value="3e5e550b58" /></div>



<h3 class="wp-block-heading">Pente e desembolador</h3>



<p>Geralmente feitos de metal, os pentes e desemboladores são acessórios complementares desenvolvidos especialmente para <strong>cachorros com nó no pelo</strong>.&nbsp;</p>



<p>Seus dentes pouco espaçados alcançam a parte interna da pelagem com facilidade, ajudando a soltar os fios emaranhados sem ferir a pele do animal.</p>



<p>Como o desembaraço manual pode machucar, usar a ferramenta acaba sendo uma ótima solução, especialmente para cães com <strong>pelos encaracolados ou ásperos</strong>.</p>



<p><strong>Pontos fortes:&nbsp;</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Retira nós com facilidade;</li>



<li>Ativa a circulação;</li>



<li>Estimula o crescimento de pelos.</li>
</ul>



<div class="carousel-produtos-wrap" data-cta="Aproveite mais produtos" data-url="https://www.cobasi.com.br/pesquisa?hotsite=1386"><h2>Pentes e desemboladores para cachorros</h2><div class="carousel-produtos-box"></div><input type="hidden" id="_wpnonce_carrossel-produtos" name="_wpnonce_carrossel-produtos" value="3e5e550b58" /></div>



<h2 class="wp-block-heading">Como escolher a escova certa?</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/05/pente-para-cachorro.webp" alt="" class="wp-image-78631" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/05/pente-para-cachorro.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/05/pente-para-cachorro-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/05/pente-para-cachorro-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: Envato</figcaption></figure>



<p>Como você viu, as escovas para cães têm funções diferentes, mas complementares. Por isso, muitos animais vão precisar ter mais de um acessório em casa.</p>



<p>Segundo o <a href="https://crmvgo.org.br/beneficios-da-rotina-de-escovacao-de-pelos-de-caes-e-gatos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Goiás</a>, o tipo de pelagem do pet é o primeiro ponto para analisar na hora de escolher a escova ideal.</p>



<p>Embora não seja uma regra, na tabela abaixo, listamos quais modelos costumam ser mais úteis para cada uma delas. Confira!</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Tipo de pelagem</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Raças mais comuns</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Rasqueadeira</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Escova dupla</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Pente e desembolador</strong></td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Cães com pelagem curta e lisa</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Bulldog, <a href="https://www.cobasi.com.br/racas/cachorro/dachshund?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20260522_vis_geral_como-escovar-o-pelo-do-meu-pet_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dachshund</a>, Boxer e Dogue Alemão</td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Baixo </strong>— uso eventual quando há excesso de queda de pelos</td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Alto </strong>— principal escova para brilho, alinhamento e remoção de fios soltos</td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Baixo </strong>— usado raramente em pequenos nós</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Cães com pelagem dupla curta ou média</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Labrador, <a href="https://www.cobasi.com.br/racas/cachorro/pug?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20260522_vis_geral_como-escovar-o-pelo-do-meu-pet_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pug</a>, Pastor Alemão, Corgi e Husky</td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Alto </strong>— importante para remover subpelos e controlar a queda</td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Médio </strong>— ajuda no acabamento e manutenção da pelagem</td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Médio </strong>— útil para revisar e desfazer embaraços</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Cães com pelagem dupla e longa</td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><a href="https://www.cobasi.com.br/racas/cachorro/golden-retriever?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20260522_vis_geral_como-escovar-o-pelo-do-meu-pet_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Golden Retriever</a>, Pastor Australiano, Bernês e Border Collie</td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Alto </strong>— essencial para retirar subpelos e evitar acúmulo de pelos mortos</td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Médio </strong>— ajuda no brilho e no acabamento diário</td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Alto </strong>— fundamental para nós e embaraços mais profundos</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Cães com pelagem encaracolada ou ondulada</td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><a href="https://www.cobasi.com.br/racas/cachorro/poodle?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20260522_vis_geral_como-escovar-o-pelo-do-meu-pet_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Poodle</a>, Bichon Frisé, Cão d’água Português e Havanês</td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Baixo </strong>— rasqueadeiras podem machucar</td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Alto </strong>— muito importante na rotina frequente de escovação</td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Alto </strong>— essencial para localizar e remover nós</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Cães com pelagem lisa longa</td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><a href="https://www.cobasi.com.br/racas/cachorro/yorkshire-terrier?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20260522_vis_geral_como-escovar-o-pelo-do-meu-pet_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Yorkshire Terrier</a>, Shih Tzu, Maltês e Havanês</td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Baixo </strong>— uso leve, dependendo da densidade da pelagem</td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Alto </strong>— principal escova para alinhar e manter os fios soltos</td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Alto </strong>— importante para evitar e desfazer nós</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Cães com pelagem áspera</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Terrier Cairn, Airedale, <a href="https://www.cobasi.com.br/racas/cachorro/west-highland-white-terrier?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20260522_vis_geral_como-escovar-o-pelo-do-meu-pet_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">West Highland White Terrier</a></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Médio </strong>— ajuda na remoção de subpelos e manutenção da textura</td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Médio </strong>— importante para acabamento e organização da pelagem</td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Médio </strong>— recomendado para revisão final e nós localizados</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Para<strong> </strong>remover nós do pelo do cão com conforto, também é importante considerar o <strong>tamanho do acessório</strong> e a<strong> praticidade no uso</strong>.</p>



<p>Escovas muito grandes não alcançam certas regiões de <a href="https://blog.cobasi.com.br/racas-cachorro-pequeno/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cães pequenos</a>, enquanto modelos menores podem tornar a escovação de <a href="https://blog.cobasi.com.br/racas-de-cachorro-grande/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pets de grande porte</a> mais demorada.</p>



<p>Se o seu cachorro fica com o pelo embaraçado com frequência, outra dica é investir em <strong>acessórios com cabo confortável e formato ergonômico</strong>. Afinal, o processo de escovação pode levar bastante tempo (e paciência).</p>



<p>Para quem busca praticidade, as rasqueadeiras autolimpantes também são ótimas aquisições para o dia a dia.&nbsp;</p>



<p>Diferente dos modelos tradicionais, esses acessórios <strong>liberam os fios acumulados de uma só vez</strong>, com o toque de um botão. Assim, os <a href="https://blog.cobasi.com.br/como-tirar-pelo-de-roupa-preta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pelos mortos não se espalham pela casa</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como escovar pelo de cachorro em casa?</h2>



<p>Depois de escolher o acessório certo, chegou a hora de aprender como escovar seu cachorro na prática.</p>



<p>Como o tipo de pelagem do pet também influencia na técnica recomendada, sempre que possível, peça orientações personalizadas ao seu veterinário.</p>



<p>Abaixo, trouxemos um passo a passo geral baseado nas <a href="https://www.akc.org/expert-advice/health/managing-dog-shedding/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">recomendações do American Kennel Club</a> — uma das maiores instituições de cinofilia do mundo —  que pode ajudar!</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Comece pela rasqueadeira</strong></h3>



<p>Escove no sentido do crescimento dos fios para remover todos os pelos mortos. Se optar pela luva, massageie a região com movimentos circulares para os fios se soltarem.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Use o pente ou desembolador</strong></h3>



<p>Caso encontre nós, use o pente de aço ou o desembolador como complemento. Comece sempre pelas pontas e avance aos poucos até a raiz para não machucar o animal.</p>



<p>Usar um spray desembaraçante ou <a href="https://www.cobasi.com.br/c/cachorro/higiene-e-limpeza/hidratante?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20260522_vis_geral_como-escovar-o-pelo-do-meu-pet_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hidratante para pelagem</a> também pode ajudar a desembaraçar os fios com mais conforto. Aplique seguindo as instruções da embalagem.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Dê atenção às áreas sensíveis</strong></h3>



<p>Locais com maior volume de pelos e áreas de fricção, como barriga, pescoço, orelhas e axilas, costumam formar mais nós e precisam de cuidado extra durante a escovação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Faça um check-up dermatológico</strong></h3>



<p>Aproveite o momento para verificar qualquer alteração fora do normal, como vermelhidão, <a href="https://blog.cobasi.com.br/feridas-na-pele-do-cachorro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">feridas</a>, descamação ou presença de parasitas. Procure um veterinário se necessário. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Finalize com a escova dupla&nbsp;</strong></h3>



<p>Depois da rasqueadeira, a escova dupla ajuda a alinhar os fios, distribuir a oleosidade natural da pele e deixar a pelagem mais brilhante e saudável.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>6. Aposte em reforço positivo</strong></h3>



<p>Petiscos, carinho e elogios fazem o cachorro associar a escovação a uma experiência positiva. Assim, as próximas sessões se tornam muito mais tranquilas e agradáveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando levar o animal ao pet shop?</h2>



<p>Nem sempre é possível desembaraçar o pelo do cachorro em casa. E em casos graves, insistir no processo pode machucar o animal.</p>



<p>Se o seu cão estiver dando sinais de estresse ou agressividade durante a escovação — e os nós estiverem longe de acabar — é hora de procurar um <strong>tosador profissional</strong>.</p>



<p>Em geral, os especialistas tentam preservar o máximo possível da pelagem, removendo apenas as áreas mais críticas, com nós difíceis de desfazer.</p>



<p>Mas em situações mais graves, a <strong>tosa completa</strong> pode ser a melhor solução para devolver conforto ao cachorro, mesmo que a aparência fique diferente por um tempo.</p>



<p>Nas unidades Pet Anjo, você encontra profissionais preparados para cuidar da pelagem do seu cachorro do jeito que ele merece. <a href="https://www.cobasi.com.br/servicos/agendamentos/bem-vindo/?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20260522_vis_geral_como-escovar-o-pelo-do-meu-pet_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agende sua próxima tosa com a gente!</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como escovar o cachorro quando ele não deixa?</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/05/luva-de-escovacao-para-cachorro.webp" alt="" class="wp-image-78629" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/05/luva-de-escovacao-para-cachorro.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/05/luva-de-escovacao-para-cachorro-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/05/luva-de-escovacao-para-cachorro-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: Envato</figcaption></figure>



<p>Alguns animais têm medo ou simplesmente não gostam da escovação. Para eles, temos 7 dicas especiais!</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Escolha um ambiente calmo: </strong>faça a escovação em um local tranquilo e confortável, onde o pet não possa fugir.<br></li>



<li><strong>Deixe o cachorro conhecer a escova: </strong>antes de começar, permita que ele cheire o acessório e se familiarize com o objeto para reduzir a desconfiança.<br></li>



<li><strong>Comece aos poucos: </strong>escove pequenas áreas por vez e prefira regiões que o cachorro aceita melhor, sem insistir logo nas partes sensíveis.<br></li>



<li><strong>Use </strong><a href="https://www.cobasi.com.br/c/cachorro/petiscos" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>petiscos </strong></a><strong>e elogios: </strong>o reforço positivo durante a escovação faz com que o pet associe esse momento a algo agradável e seguro, então não economize.<br></li>



<li><strong>Prefira sessões curtas:</strong> não tente fazer tudo de uma vez. Sessões rápidas e frequentes costumam funcionar melhor do que longos períodos de escovação.<br></li>



<li><strong>Teste a luva de escovação: </strong>para cães mais sensíveis, a luva pode ser mais confortável, já que ela simula o movimento de um carinho.<br></li>



<li><strong>Nunca force o processo:</strong> se o animal demonstrar dor ou muito desconforto, o ideal é parar e retomar depois com mais calma para evitar traumas.</li>
</ol>



<p>A escovação é um ótimo momento para construir laços com o seu cachorro. Com paciência e confiança, a atividade logo vai se tornar uma experiência agradável para ambos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como evitar nós no pelo do cachorro?</h2>



<p>A melhor forma de lidar com os nós é impedir que eles apareçam. E a boa notícia é que, com alguns cuidados simples, isso fica muito mais fácil.</p>



<p>Pequenas mudanças na rotina de higiene já ajudam a manter a pelagem do seu amigo saudável, solta e confortável. Veja os principais!</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mantenha a rotina de escovação em dia</h3>



<p>Quando a escovação não acontece, os pelos mortos se acumulam, o ressecamento aumenta e os nós começam a surgir, especialmente em raças de pelo longo.</p>



<p>Por isso, criar uma rotina faz toda a diferença. Dependendo do tipo de pelagem, a escovação pode acontecer <strong>quinzenalmente</strong>, <strong>semanalmente </strong>ou até <strong>diariamente</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Dê banhos regulares e não se esqueça das tosas</h3>



<p>Durante os banhos, use shampoos próprios para cães, com ativos hidratantes e vitaminas, e capriche no enxágue para os resíduos não causarem irritação e ressecamento.</p>



<p>Raças como Poodle e Yorkshire Terrier também precisam de <strong>tosas higiênicas regulares</strong>, já que seus pelos nunca param de crescer.</p>



<div class="carousel-produtos-wrap" data-cta="Confira as ofertas" data-url="https://www.cobasi.com.br/pesquisa?hotsite=481"><h2>Produtos para banho em cachorro</h2><div class="carousel-produtos-box"></div><input type="hidden" id="_wpnonce_carrossel-produtos" name="_wpnonce_carrossel-produtos" value="3e5e550b58" /></div>



<h3 class="wp-block-heading">Atenção para olhos e ouvidos&nbsp;</h3>



<p>Cuidar da região dos olhos e das orelhas não é apenas uma questão estética, mas uma rotina essencial para a saúde e o conforto dos pets.</p>



<p>Até porque o <a href="https://blog.cobasi.com.br/lagrima-acida/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">acúmulo de lágrimas</a>, secreções e umidade pode causar irritações, mau cheiro e ainda favorecer a formação de nós próximos ao rosto e ao pescoço.</p>



<div class="carousel-produtos-wrap" data-cta="Compre com desconto" data-url="https://www.cobasi.com.br/pesquisa?hotsite=976"><h2>Produtos para os cuidados com olhos e ouvidos</h2><div class="carousel-produtos-box"></div><input type="hidden" id="_wpnonce_carrossel-produtos" name="_wpnonce_carrossel-produtos" value="3e5e550b58" /></div>



<h3 class="wp-block-heading">Lembre-se de higienizar as patas</h3>



<p>As patas também devem ser incluídas nesse processo, uma vez que a poeira, a umidade e os resíduos que se acumulam durante <a href="https://blog.cobasi.com.br/passear-com-cachorro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">passeios </a>podem irritar a pele.</p>



<p>Lenços umedecidos, higienizadores e hidratantes são ótimos aliados para uma limpeza rápida e vão ajudar entre um banho e outro.</p>



<div class="carousel-produtos-wrap" data-cta="Veja outros produtos" data-url="https://www.cobasi.com.br/pesquisa?hotsite=1389"><h2>Itens para para limpeza das patas</h2><div class="carousel-produtos-box"></div><input type="hidden" id="_wpnonce_carrossel-produtos" name="_wpnonce_carrossel-produtos" value="3e5e550b58" /></div>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas frequentes sobre escovação de cachorros (FAQ)</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/05/como-escovar-pelo-de-cachorro.webp" alt="" class="wp-image-78627" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/05/como-escovar-pelo-de-cachorro.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/05/como-escovar-pelo-de-cachorro-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/05/como-escovar-pelo-de-cachorro-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: Envato</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Por que é importante escovar o pelo do cachorro?</h3>



<p>A escovação periódica é importante para eliminar emaranhados da pelagem. A <strong>presença de nós</strong> pode causar machucados na pele do animal e até exigir sua tosa completa.&nbsp;</p>



<p>O acúmulo de pelos ainda cria um ambiente úmido propício para crescimento de fungos e pode servir de abrigo para parasitas, colocando a saúde do pet em risco.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quais são os benefícios da escovação pet?</h3>



<p>Além de prevenir nós, a <strong>manutenção da pelagem</strong> traz diversos benefícios para os cachorros e seus responsáveis, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Menos pelos soltos pela casa:</strong> a escovação remove a pelagem morta antes que ela se espalhe pelo ambiente ou cause coceiras no pet.<br></li>



<li><strong>Detecção de problemas de pele:</strong> durante a escovação, fica mais fácil perceber pulgas, carrapatos, feridas, nódulos e irritações.<br></li>



<li><strong>Pelos brilhantes e hidratados:</strong> o atrito da escova ajuda a distribuir a oleosidade natural da pele, deixando a pelagem mais macia e saudável.<br></li>



<li><strong>Mais interação entre tutor e pet:</strong> além da higiene, esse momento fortalece o vínculo e ajuda o cachorro a se sentir mais seguro e confortável.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Quantas vezes devo escovar o cachorro?</h3>



<p>A <strong>frequência da escovação</strong> varia de acordo com a pelagem do seu animal. Cães de pelagem mais longa precisam de escovações frequentes. </p>



<p>Cães de pelo curto podem ser escovados menos vezes na semana. Em caso de dúvidas, nada melhor do que conversar com um médico-veterinário de confiança.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">É melhor escovar o cachorro antes ou depois do banho?</h3>



<p>A escovação é uma etapa fundamental para o <a href="https://blog.cobasi.com.br/como-dar-banho-em-cachorro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">banho</a>, pois ajuda a <strong>tirar os nós do pelo do pet </strong>e melhora a eficiência da higienização.</p>



<p>Mas depois do banho, com o pelo limpo e seco, uma nova escovação também é uma ótima forma de alinhar os fios e deixar a pelagem bonita e saudável.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Preciso escovar cachorro filhote?</h3>



<p>Sim, a escovação também deve fazer parte da rotina dos filhotes — e talvez ela seja ainda mais importante nessa fase.</p>



<p>Afinal, o processo ajuda o pet a se acostumar com o toque humano, com as escovas e com toda a rotina de higiene de forma positiva.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como desembaraçar pelo de cachorro sem machucar?</h3>



<p>O primeiro passo é usar um desembaraçante próprio para cães, quando indicado, pois o produto facilita o deslizamento da escova pela pelagem.&nbsp;</p>



<p>Depois, use um pente apropriado e comece o processo pelas pontas, avançando aos poucos em direção à raiz e desfazendo o nó com calma, sem puxões.</p>



<p>Lembre-se de não friccionar o pente ou desembolador diretamente na pele do animal, já que o contato pode causar irritações e machucados.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Onde comprar produtos para pelagem de cachorro com desconto?</h3>



<p>No site, app e lojas físicas da Cobasi, você encontra tudo o que precisa para manter a pelagem do seu cachorro bonita, saudável e livre de nós no dia a dia.</p>



<p>Confira nossa seleção completa de <a href="https://www.cobasi.com.br/c/cachorro/higiene-e-limpeza/escova-rasqueadeira?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20260522_vis_geral_como-escovar-o-pelo-do-meu-pet_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">escovas, rasqueadeiras e pentes</a> e compre os modelos que combinam mais com o seu amigo.</p>



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<h2 class="wp-block-heading">O conteúdo te ajudou?</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/05/escova-para-cachorro.webp" alt="" class="wp-image-78628" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/05/escova-para-cachorro.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/05/escova-para-cachorro-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/05/escova-para-cachorro-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: Envato</figcaption></figure>



<p>No Blog da Cobasi, você encontra muitos outros conteúdos sobre higiene, comportamento, saúde e bem-estar para cuidar ainda melhor do seu pet.</p>



<p>Agora que você já sabe como escovar o pelo do cachorro corretamente, continue explorando nossos guias e descubra mais dicas práticas para inserir na rotina!</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Referências:</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>PetMD | <a href="https://www.petmd.com/dog/grooming/dogs-hair-knots-how-get-them-untangled-and-under-control">Pelos do cachorro embaraçados? Como desembaraçá-los e controlá-los<br></a></li>



<li>Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Goiás |<a href="https://crmvgo.org.br/beneficios-da-rotina-de-escovacao-de-pelos-de-caes-e-gatos/"> Benefícios da rotina de escovação de pelos de cães e gatos<br></a></li>



<li>American Kennel Club (AKC) |<a href="https://www.akc.org/expert-advice/health/dog-not-like-being-brushed/"> Por que meu cachorro não gosta de ser escovado?<br></a></li>



<li>Revista Cães &amp; Gatos |<a href="https://caesegatos.com.br/escovar-os-pelos-dos-animais-e-essencial-para-mante-los-saudaveis/"> Escovar os pelos dos animais é essencial para mantê-los saudáveis<br></a></li>



<li>Chewy | <a href="https://www.chewy.com/education/dog/grooming/brushing-a-dog">Um guia completo para escovar o seu cão da maneira correta, segundo um tosador profissional<br></a></li>



<li>American Kennel Club (AKC) | <a href="https://www.akc.org/expert-advice/health/types-dog-brushes-shedding/">Como escolher as escovas certas para o seu cão<br></a></li>



<li>Purina | <a href="https://www.purina.com/articles/dog/health/routine-care/dogs-hair-is-matted-how-to-get-mats-out">O pelo do seu cachorro está embaraçado? Veja como desembaraçar o pelo do seu cão<br></a></li>



<li>American Kennel Club (AKC) | <a href="https://www.akc.org/expert-advice/health/managing-dog-shedding/">Troca de pelos em cães: o que esperar e como lidar com isso</a></li>
</ul>
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		<title>Fungo em cachorro: tipos, causas, sintomas e como tratar</title>
		<link>https://blog.cobasi.com.br/fungo-em-cachorro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Cobasi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[Higiene]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Pele e pelagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o cachorro começa a se coçar demais, apresentar vermelhidão na pele, mau cheiro ou falhas no pelo, é sinal de que algo está errado, e uma das causas mais</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/fungo-em-cachorro.webp" alt="Fungo em cachorro" class="wp-image-76842" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/fungo-em-cachorro.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/fungo-em-cachorro-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/fungo-em-cachorro-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>Quando o cachorro começa a se coçar demais, apresentar vermelhidão na pele, mau cheiro ou falhas no pelo, é sinal de que algo está errado, e uma das causas mais comuns é a presença de fungos.</p>



<p>São microrganismos responsáveis por diferentes tipos de micoses, que podem afetar desde a pele e as orelhas até órgãos internos, comprometendo o bem-estar e, em casos mais graves, a saúde geral do animal.</p>



<p>Esses fungos se desenvolvem com facilidade em ambientes quentes e úmidos e se alimentam da queratina, uma proteína presente na pele, nos pelos e nas unhas do cão.<br><br>Quando encontram condições ideais, como baixa imunidade, umidade excessiva ou falta de higiene adequada, eles se multiplicam rapidamente e causam irritações visíveis.</p>



<p>Entre as doenças mais comuns estão a micose de pele (dermatofitose), causada por fungos como <em>Microsporum canis</em> e <em>Trichophyton spp.</em>, e as infecções por <a href="https://blog.cobasi.com.br/malassezia-canina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Malassezia</a>.<br><br>De modo geral, <strong>todo cão pode desenvolver uma infecção fúngica</strong>, seja por contato com o ambiente contaminado, com outros animais infectados ou pelo crescimento excessivo de leveduras que já vivem na pele.<br><br>Reconhecer os primeiros sinais e buscar o tratamento adequado rapidamente é essencial para evitar complicações e proteger não apenas o pet, mas também outros animais e humanos ao redor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os sintomas de fungo em cachorro?</h2>



<p>As infecções fúngicas em cães podem causar uma ampla variedade de sintomas, desde coceira e feridas na pele até problemas respiratórios e <a href="https://blog.cobasi.com.br/cachorro-esta-com-febre/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">febre</a>. Tudo depende de onde o fungo está atuando: na superfície da pele ou dentro do organismo.</p>



<p>Segundo a <a href="https://petvetlubbock.com/veterinarians/Jamie-Whittenburg-DVM" target="_blank" rel="noreferrer noopener">veterinária Jamie Whittenburg</a>, chefe de equipe do <em>Kingsgate Veterinary Hospital</em> (EUA), as infecções superficiais costumam afetar as orelhas, a virilha, as axilas e a região entre os dedos, enquanto as infecções sistêmicas podem atingir pulmões, fígado e rins, colocando a vida do cão em risco.</p>



<p>Para facilitar o reconhecimento, os sintomas de fungo em cachorro podem ser divididos em dois grupos principais: os que afetam a pele e os que atingem órgãos internos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sintomas de infecções fúngicas na pele</h3>



<p>Essas infecções são as mais comuns e geralmente aparecem em regiões <strong>úmidas ou com atrito constante</strong>. Os principais sinais incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://blog.cobasi.com.br/coceira-em-cachorro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Coceira intensa</a> (prurido) e lambedura constante;<br></li>



<li>Feridas e crostas na pele;<br></li>



<li>Lesões que drenam secreção;<br></li>



<li><a href="https://blog.cobasi.com.br/alopecia-canina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Queda de pelo (alopecia)</a>;<br></li>



<li>Descamação e vermelhidão;<br></li>



<li>Pele com mau cheiro ou oleosa;<br></li>



<li><a href="https://blog.cobasi.com.br/unha-de-cachorro-quebrada-na-raiz/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Unhas grossas, quebradiças ou deformadas</a>;<br></li>



<li>Otite fúngica, com secreção escura e cheiro forte;</li>
</ul>



<p><em>Esses sintomas são típicos de infecções como a dermatofitose (micose), Malassezia e candidíase canina, responsáveis por boa parte dos casos dermatológicos em clínicas veterinárias</em>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sintomas de infecções fúngicas sistêmicas</h3>



<p>Quando o fungo alcança órgãos internos, o quadro é mais grave. As infecções sistêmicas, como aspergilose, criptococose, histoplasmose e coccidioidomicose, se espalham pelo corpo e comprometem sistemas vitais, como o respiratório e o nervoso.</p>



<p>Os sinais clínicos mais comuns incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://blog.cobasi.com.br/tosse-de-cachorro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tosse persistente</a> e secreção nasal;<br></li>



<li>Dificuldade para respirar (dispneia);<br></li>



<li>Febre e fraqueza;<br></li>



<li><a href="https://blog.cobasi.com.br/cachorro-nao-quer-comer-racao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Perda de apetite</a> e emagrecimento;<br></li>



<li>Dores articulares e claudicação (mancar);<br></li>



<li>Sangue na urina;<br></li>



<li>Lesões oculares ou cegueira;<br></li>



<li><a href="https://blog.cobasi.com.br/convulsao-em-cachorro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Convulsões</a>, desequilíbrio e falta de coordenação motora;<br></li>



<li>Feridas ulceradas ou nódulos no focinho (como na criptococose).</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Quando procurar o veterinário?</h2>



<p>Não ignore coceiras persistentes, feridas que não cicatrizam, mau cheiro na pele ou tosse contínua. Esses sinais podem parecer leves, mas indicam infecção ativa por fungos.</p>



<p>O veterinário realizará exames de citologia, cultura fúngica ou PCR, identificando o agente causador e o tratamento mais eficaz.&nbsp;</p>



<p>Vale ressaltar que detectar o fungo cedo é a chave para evitar complicações e proteger não apenas o seu cão, mas também outros animais e pessoas que convivem com ele.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são as principais doenças causadas por fungos em cães?</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/doencas-causadas-por-fungos-em-caes.webp" alt="Cachorro caramelo com falhas na pelagem" class="wp-image-76843" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/doencas-causadas-por-fungos-em-caes.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/doencas-causadas-por-fungos-em-caes-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/doencas-causadas-por-fungos-em-caes-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>As doenças fúngicas em cães se dividem em dois grandes grupos:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>sistêmicas</strong>, que atingem órgãos internos como pulmões, ossos e olhos;</li>



<li><strong>localizadas</strong>, que afetam a pele, os pelos e as orelhas. </li>
</ul>



<p>Essa classificação é importante porque determina a gravidade da infecção e o tipo de tratamento indicado pelo veterinário.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Infecções fúngicas sistêmicas&nbsp;</h3>



<p>As infecções fúngicas sistêmicas em cães invadem os órgãos internos e podem comprometer a respiração, a circulação e o sistema nervoso. São condições que costumam ocorrer após a inalação de esporos de fungos presentes no solo ou em matéria orgânica.<br><br>Embora alguns tipos de fungos possam ocorrer mesmo em cães saudáveis, a maioria aparece quando há baixa imunidade, causada por doenças, uso de corticoides, antibióticos, má nutrição ou outras condições que deixam o organismo vulnerável.<br><br>A seguir, veja as algumas <strong>doenças causadas por infecções fúngicas sistêmicas em cães</strong>:</p>



<h4 class="wp-block-heading">Aspergilose canina</h4>



<p>A <strong>aspergilose</strong> é uma infecção causada por fungos do gênero <em>Aspergillus</em>, encontrados no solo e em matéria orgânica em decomposição. Em cães, é mais comum a forma <strong>nasal</strong>, chamada <strong>aspergilose nasal</strong>, causada pelo <em>Aspergillus fumigatus</em>.</p>



<p><strong>Como o cão é infectado?</strong></p>



<p>O cachorro adquire o fungo principalmente pela <strong>inalação de esporos presentes no ar</strong>. Raças com <strong>focinho longo e estreito</strong>, como <strong>Collie, Greyhound e Pastor Alemão</strong>, são mais suscetíveis, pois o formato da cavidade nasal favorece o acúmulo do agente.</p>



<p><strong>Sintomas da Aspergilose canina</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Secreção nasal com sangue e pus<br></li>



<li><a href="https://blog.cobasi.com.br/cachorro-espirrando/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Espirros frequentes<br></a></li>



<li>Ulceração e dor no focinho<br></li>



<li><a href="https://blog.cobasi.com.br/cachorro-sangrando-pelo-nariz/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sangramento nasal (epistaxe)<br></a></li>



<li>Letargia e perda de apetite</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading"><br>Criptococose</h4>



<p>A criptococose é causada por leveduras do gênero <em>Cryptococcus</em>, presentes em solos contaminados por fezes de aves, especialmente pombos e psitacídeos, e também em madeiras e eucaliptos em decomposição.</p>



<p><strong>Como o cão é infectado?</strong></p>



<p>O cão se infecta ao inalar os esporos do fungo ou por contato direto com feridas na pele. Animais com baixa imunidade têm mais chances de desenvolver a doença.</p>



<p><strong>Sintomas da criptococose em cães</strong></p>



<p>A doença tende a se espalhar por vários órgãos, incluindo sistema nervoso central, olhos, pulmões e cavidade nasal. Os sintomas mais comuns incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Nódulos no focinho, dando o aspecto conhecido como <em>“nariz de palhaço”;</em><em><br></em></li>



<li>Tosse, espirros e secreção nasal persistente;<br></li>



<li>Falta de coordenação e convulsões;<br></li>



<li>Inclinação da cabeça ou andar em círculos;<br></li>



<li>Movimentos oculares anormais (nistagmo);<br></li>



<li>Inflamações e sangramentos oculares;<br></li>



<li>Fraqueza e perda de apetite.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading"><br>Blastomicose</h4>



<p>A blastomicose canina, causada por <em>Blastomyces dermatitidis</em>, é uma infecção que atinge pulmões, pele, olhos e linfonodos. O fungo vive em solos úmidos próximos a rios e lagos e se espalha pelo ar na forma de esporos.</p>



<p><strong>Como o cão é infectado?</strong></p>



<p>O cão inala os esporos e o fungo se aloja nos <strong>pulmões</strong>, podendo se espalhar para outros órgãos. É mais comum em regiões de clima quente e úmido, e em cães que vivem ao ar livre.</p>



<p><strong>Sintomas</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tosse persistente e dificuldade para respirar<br></li>



<li>Febre e falta de apetite<br></li>



<li>Feridas na pele e perda de peso<br></li>



<li>Olhos inchados ou com secreção</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Coccidioidomicose (Febre do Vale)</h4>



<p>A coccidioidomicose, também conhecida como Febre do Vale, é uma infecção fúngica sistêmica não contagiosa causada pelo fungo <em>Coccidioides immitis</em>.</p>



<p><strong>Como o cão é infectado?</strong></p>



<p>A infecção acontece pela inalação de esporos presentes na poeira, especialmente após períodos chuvosos seguidos por seca, quando o solo se fragmenta e libera o fungo no ar.<br><br>Cães que vivem em áreas secas e com vento constante correm mais risco de inalar os esporos durante tempestades de poeira.</p>



<p><strong>Sintomas da coccidioidomicose</strong></p>



<p>O fungo se instala nos pulmões, mas pode se disseminar para ossos, articulações, pele e olhos. Os sinais clínicos mais comuns incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tosse persistente<br></li>



<li>Perda de apetite e emagrecimento<br></li>



<li>Febre intermitente<br></li>



<li>Dores articulares e claudicação<br></li>



<li>Lesões ulceradas na pele<br></li>



<li>Cansaço e fraqueza</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Histoplasmose canina</h4>



<p>A histoplasmose é causada pelo fungo <em>Histoplasma capsulatum</em>, encontrado em solos úmidos contaminados com fezes de aves e morcegos. É mais comum em regiões próximas a cavernas, celeiros e árvores com ninhos, onde há alta concentração de matéria orgânica.</p>



<p><strong>Como o cão é infectado?</strong></p>



<p>O contágio ocorre por inalação de esporos presentes no ambiente. Esses esporos atingem os pulmões e, em casos mais graves, se espalham pelo sistema linfático e circulatório, alcançando fígado, baço e medula óssea.</p>



<p><strong>Sintomas da histoplasmose em cães</strong></p>



<p>Os sintomas costumam aparecer de forma lenta e progressiva:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Letargia e apatia;<br></li>



<li>Perda de apetite e perda de peso;<br></li>



<li>Diarreia e vômitos frequentes;<br></li>



<li>Dificuldade para respirar (dispneia);<br></li>



<li>Claudicação e febre;<br></li>



<li>Mucosas pálidas e taquipneia (respiração acelerada).<br></li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Infecções fúngicas localizadas em cães</h3>



<p>As infecções fúngicas localizadas atingem as camadas superficiais da pele, pelos e orelhas. São as mais comuns e facilmente confundidas com <a href="https://blog.cobasi.com.br/alergia-em-cachorro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alergias</a> ou irritações simples. </p>



<p>Apesar de menos graves, causam grande desconforto e podem ser transmissível para outros animais e humanos.<br><br>As principais doenças causadas por infecções fúngicas localizadas em cães são:</p>



<h4 class="wp-block-heading">Dermatofitose (micose de pele)</h4>



<p>De acordo com o estudo de revisão da <strong>UNIBRA (2023), </strong>a dermatofitose canina, ou micose de pele, é uma das <a href="https://www.grupounibra.com/repositorio/MVETI/2023/dermatofitose-canina-revisao-de-literatura.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">doenças fúngicas mais comuns e contagiosas em cães</a>, e também uma zoonose, podendo afetar humanos.<br><br>As <a href="https://blog.cobasi.com.br/dermatofitose-em-caes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dermatofitoses</a> estão entre os distúrbios dermatológicos mais frequentes em clínicas de pequenos animais e representam risco elevado para crianças e adultos.</p>



<p>É causada por fungos dos gêneros <em>Microsporum</em> (principalmente <em>M. canis</em> e <em>M. gypseum</em>) e <em>Trichophyton mentagrophytes</em>, que se alimentam de tecidos queratinizados, como: pele, pelos e unhas.<br><br>O contágio ocorre pelo contato direto com animais infectados ou por meio de objetos e superfícies contaminadas, como escovas, camas, tapetes e sofás.</p>



<p><strong>Sintomas</strong></p>



<p>Os sintomas podem variar conforme a resposta imunológica do cão, mas os mais comuns incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Lesões circulares com crostas e escamas;<br></li>



<li>Queda de pelo (alopecia);<br></li>



<li>Coceira intensa e vermelhidão;<br></li>



<li>Pústulas, inflamações e colaretes epidérmicos;<br></li>



<li>Unhas quebradiças ou deformadas (em casos avançados).</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Infecção por Malassezia (dermatite fúngica)</h4>



<p>A infecção por <em>Malassezia pachydermatis</em>, também chamada de dermatite fúngica canina, é causada por uma levedura que vive naturalmente na pele dos cães.&nbsp;</p>



<p>Quando há desequilíbrio da microbiota, alergias ou umidade constante, a população desse fungo aumenta e causa inflamação.</p>



<p><strong>Sintomas da dermatite fúngica em cães</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Coceira intensa e mau cheiro característico;<br></li>



<li>Descamação e oleosidade da pele;<br></li>



<li>Alopecia e vermelhidão nas axilas, pescoço, orelhas e entre os dedos;<br></li>



<li>Otite fúngica com secreção escura e coceira nas orelhas.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Candidíase canina</h4>



<p>A candidíase é uma infecção causada pela levedura <em>Candida albicans</em>, presente na microbiota natural dos cães.&nbsp;</p>



<p>Embora rara, pode afetar mucosas, pele e trato gastrointestinal, principalmente em animais com baixa imunidade ou em tratamento com antibióticos e cateteres.</p>



<p><strong>Sintomas da candidíase em cães</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Lesões avermelhadas e úmidas nas mucosas;<br></li>



<li>Coceira e irritação na boca ou na região genital;<br></li>



<li><a href="https://blog.cobasi.com.br/cachorro-com-diarreia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Diarreia </a>e fraqueza geral (em casos internos).</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Esporotricose canina</h4>



<p>A <a href="https://blog.cobasi.com.br/esporotricose-em-cachorro/">esporotricose </a>é uma infecção causada pelo fungo <em>Sporothrix spp.</em>, presente em plantas, solo, madeira e vegetais em decomposição.<br><br>O contágio acontece por mordidas, arranhões ou contato com feridas contaminadas. O fungo penetra na pele e se instala no tecido subcutâneo.</p>



<p><strong>Sintomas esporotricose em cães</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Nódulos ulcerados e com secreção;<br></li>



<li>Áreas sem pelo e lesões crostosas;<br></li>



<li>Feridas que não cicatrizam facilmente.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">O que causa fungo em cachorro?</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/o-que-causa-fungo-em-cachorro.webp" alt="Cachorro com a pelagem clara molhada" class="wp-image-76840" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/o-que-causa-fungo-em-cachorro.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/o-que-causa-fungo-em-cachorro-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/o-que-causa-fungo-em-cachorro-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>O fungo em cachorro pode ter várias origens, e entender suas causas é essencial para prevenir o problema e agir rápido ao primeiro sinal de infecção.<br><br>Esses microrganismos oportunistas se aproveitam de condições que enfraquecem a pele ou a imunidade do animal para se multiplicar e causar infecções fúngicas cutâneas ou sistêmicas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Umidade e calor</h3>



<ol class="wp-block-list"></ol>



<p>Ambientes úmidos e quentes são o cenário perfeito para o crescimento de fungos como a <em>Malassezia pachydermatis</em>, que vive naturalmente na pele do cão.<br><br>Locais mal ventilados, banhos sem secagem adequada e o uso constante de roupas ou coleiras molhadas comprometem a barreira cutânea e favorecem o aparecimento de dermatites e otites fúngicas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Baixa imunidade</h3>



<ol start="2" class="wp-block-list"></ol>



<p>Cães com imunidade baixa, seja por doenças, uso prolongado de corticoides ou antibióticos, estresse ou alimentação desequilibrada, têm mais dificuldade para controlar fungos que já vivem em equilíbrio na pele.<br><br>Quando esse equilíbrio se rompe, os fungos se multiplicam e provocam infecções na pele, orelhas, patas e dobras corporais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Falta de higiene e umidade acumulada</h3>



<ol start="3" class="wp-block-list"></ol>



<p>A higiene inadequada é outro fator importante. O acúmulo de oleosidade, sujeira e pelos úmidos cria um ambiente ideal para a proliferação de esporos fúngicos.<br><br>Além disso, acessórios mal higienizados, como coleiras, camas e brinquedos, podem reter fungos e causar reinfeções recorrentes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Contato com ambientes ou animais contaminados</h3>



<ol start="4" class="wp-block-list"></ol>



<p>Os fungos podem ser transmitidos por contato direto com outros cães infectados ou de forma indireta, por meio de objetos e superfícies contaminadas.<br><br>Locais públicos, como pet shops, praças, parques e hospedagens, exigem atenção redobrada com a limpeza e a secagem do animal após passeios ou banhos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Predisposição da pele</h3>



<ol start="5" class="wp-block-list"></ol>



<p>Alguns <strong>cães apresentam predisposição genética ou tipo de pele mais sensível</strong>, o que facilita o surgimento de fungos.&nbsp;</p>



<p>Raças com dobras cutâneas, como <a href="https://www.cobasi.com.br/racas/cachorro/bulldog?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251224_vis_geral_fungo-em-cachorro_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bulldog</a>, <a href="https://www.cobasi.com.br/racas/cachorro/shar-pei?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251224_vis_geral_fungo-em-cachorro_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Shar Pei</a> e <a href="https://www.cobasi.com.br/racas/cachorro/basset-hound?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251224_vis_geral_fungo-em-cachorro_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Basset Hound</a>, acumulam umidade e secreção entre as pregas, o que favorece o crescimento de leveduras e dermatófitos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Formas de desenvolvimento das infecções fúngicas</h2>



<p>As<strong> infecções por fungos em cães</strong> podem se desenvolver de três formas principais:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Modo de infecção</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Descrição</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Exemplos de fungos</strong></td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Contato direto</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Contato com animais, pessoas ou objetos contaminados (escovas, camas, brinquedos).</td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><em>Microsporum canis, Trichophyton spp.</em></td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Exposição ambiental</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Pisando, inalando ou deitando em solos e áreas com esporos fúngicos.</td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><em>Aspergillus spp., Blastomyces dermatitidis</em></td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Crescimento endógeno</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Aumento descontrolado de fungos que já vivem na pele, por desequilíbrio da microbiota.</td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><em>Malassezia pachydermatis</em></td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Quais lugares do corpo dos cães são mais afetados por fungos?</h2>



<p>Os fungos em cães tendem a se desenvolver em regiões quentes, úmidas e com pouca ventilação, como entre os dedos das patas e orelhas, por exemplo.&nbsp;</p>



<p>Essas áreas funcionam como um ambiente ideal para a multiplicação de fungos, especialmente em cães com dobras de pele ou pelos densos.</p>



<p>De forma geral, as regiões mais afetadas são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Orelhas (conduto auditivo externo): otite fúngica por Malassezia pachydermatis;<br></li>



<li>Patas e entre os dedos: dermatite interdigital fúngica;<br></li>



<li>Pele e pelo (tronco, dorso e pescoço): dermatofitose (micose de pele);<br></li>



<li>Virilha e axilas: dermatite fúngica em áreas úmidas;<br></li>



<li>Focinho e rosto: criptococose ou esporotricose (formas localizadas);<br></li>



<li>Unhas (onicomicose canina): infecção fúngica por dermatófitos.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Por que essas áreas são mais vulneráveis?</h3>



<p>Essas regiões concentram calor, umidade e fricção, o que favorece a quebra da barreira cutânea e a penetração dos esporos fúngicos. Além disso, cães de pelagem densa, com dobras corporais ou que vivem em clima quente e úmido, apresentam maior predisposição.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sinais de alerta por região</h3>



<p>Fique atento aos sinais iniciais em cada área do corpo:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Orelhas</strong></td><td>Coceira constante e odor azedo.</td></tr><tr><td><strong>Patas</strong></td><td><a href="https://blog.cobasi.com.br/cachorro-lambendo-a-pata/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lambedura excessiva</a> e descamação entre os dedos.</td></tr><tr><td><strong>Axilas e virilha</strong></td><td>Vermelhidão e pequenas pústulas.</td></tr><tr><td><strong>Focinho</strong></td><td>Feridas ou secreção nasal anormal.</td></tr><tr><td><strong>Pele geral</strong></td><td>Manchas circulares, crostas e perda de pelo.</td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Como o veterinário identifica fungo em cachorro?</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/como-diagnosticar-fungos-em-caes.webp" alt="Veterinária examinando o ouvido de um cachorro" class="wp-image-76845" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/como-diagnosticar-fungos-em-caes.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/como-diagnosticar-fungos-em-caes-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/como-diagnosticar-fungos-em-caes-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>O <strong>diagnóstico de fungos em cães</strong> exige mais do que a observação dos sintomas. Segundo Moriello (2019) e Lopes &amp; Dantas (2016), o veterinário combina exame físico detalhado, histórico do animal e testes micológicos para identificar o agente causador.</p>



<p>O primeiro passo é o exame físico completo, no qual o veterinário analisa a pele, orelhas e pelos em busca de lesões avermelhadas, descamação, crostas, alopecia (queda de pelo) e coceira intensa.</p>



<p>O histórico clínico é essencial: tempo de evolução, tratamentos anteriores, uso de antibióticos ou corticoides e o ambiente onde o cão vive ajudam a direcionar o diagnóstico (Vetex, 2024).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Exames laboratoriais para confirmar o fungo</h3>



<p>O veterinário pode solicitar um ou mais dos exames abaixo, dependendo do tipo e da gravidade da infecção:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Exame</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>O que analisa </strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Quando é indicado</strong></td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Citologia cutânea</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Observa células e microrganismos da pele, identificando leveduras como <em>Malassezia pachydermatis</em>.</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Casos de dermatite fúngica, otite e coceira localizada.</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Exame micológico direto</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Analisa pelos e fragmentos de pele ao microscópio para detectar estruturas fúngicas.</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Diagnóstico rápido de dermatofitose (micose).</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Cultura fúngica (DTM, Sabouraud e BIGGY)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Isolar e identificar o fungo causador da infecção. O crescimento é monitorado por até 21 dias.</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Casos persistentes ou quando se deseja confirmar o agente exato (<em>Microsporum canis, Trichophyton mentagrophytes</em> etc.).</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Lâmpada de Wood (radiação UV)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Detecta fluorescência amarelo-esverdeada causada por <em>Microsporum canis</em>.</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Triagem inicial para micoses de pele.</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">PCR (Reação em Cadeia da Polimerase)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Detecta o DNA do fungo com alta precisão.</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Infecções profundas ou sistêmicas.</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Sorologia e teste de antígeno na urina</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Identificam resposta imunológica e presença de antígenos fúngicos.</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Infecções sistêmicas como aspergilose, histoplasmose ou coccidioidomicose.</td></tr></tbody></table></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Qual exame que confirma se é fungo mesmo?</h3>



<p>O <strong>exame que realmente confirma a presença do fungo é a</strong> <strong>cultura fúngica</strong>, considerada o padrão-ouro no diagnóstico.<br><br>Nela, o veterinário coleta raspados de pele, pelos ou secreções e envia o material para o laboratório, onde é colocado em meios especiais, como o Ágar DTM e o Ágar Sabouraud, que favorecem o crescimento do microrganismo.</p>



<p>Durante cerca de três semanas, o fungo é observado quanto à cor, formato e textura das colônias, características que ajudam a identificar a espécie exata.<br><br>Segundo Souza et al. (2022), esse processo garante um diagnóstico preciso e permite que o veterinário indique o antifúngico mais eficaz para o caso.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Diagnóstico de infecções sistêmicas</h3>



<p>Nos casos mais graves, que envolvem pulmões, rins ou sistema nervoso, o diagnóstico pode incluir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>aspirado de linfonodos e lavado broncoalveolar, observados ao microscópio;<br></li>



<li>radiografias e tomografia, para avaliar comprometimento interno;<br></li>



<li>e testes sorológicos ou de antígeno na urina, que indicam se o sistema imunológico está combatendo o fungo.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">A importância do diagnóstico&nbsp;</h3>



<p>O tratamento do fungo em cães deve sempre ser orientado por um médico-veterinário, pois os sintomas podem se confundir com outras doenças de pele, como sarna, alergias ou infecções bacterianas.<br><br>Quando diagnosticado corretamente e tratado logo no início, o prognóstico costuma ser muito favorável, com recuperação completa do pet.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como tratar fungo em cachorro?</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/05/04.fungo_imagem01-1.jpg" alt="" class="wp-image-16246"/></figure>



<p>O tratamento do fungo em cães precisa ser feito com orientação do veterinário, porque cada tipo de infecção pede um cuidado diferente.&nbsp;</p>



<p>Há casos em que o fungo está apenas na pele ou nas orelhas, e outros em que ele já chegou aos órgãos internos, como pulmões e rins.</p>



<p>De acordo com Moriello et al. (2017), o tratamento normalmente combina medicamentos antifúngicos, que podem ser de uso tópico (na pele) ou oral (comprimidos), junto com cuidados com o ambiente.<br><br>Às vezes, um isolamento temporário para evitar que o fungo se espalhe para outros animais ou pessoas. O mais importante é nunca tentar tratar em casa com pomadas, sprays ou remédios sem indicação.<br><br>Muitos produtos para pele que parecem “inofensivos” podem piorar a infecção ou esconder os sintomas, dificultando o diagnóstico e atrasando a recuperação do seu pet.</p>



<p>O <strong>veterinário é quem vai identificar o tipo de fungo e indicar o tratamento certo para o caso do seu cachorro</strong>, garantindo que ele melhore rápido e com segurança.</p>



<p>A seguir, veja as formas de tratamento mais comuns e o papel de cada uma na recuperação do seu cão:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tratamento tópico</h3>



<p>Nos casos de micose de pele, dermatite fúngica por Malassezia ou candidíase cutânea, o veterinário indica o uso de <a href="https://www.cobasi.com.br/c/cachorro/medicamentos/shampoo-medicamentoso?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251224_vis_geral_fungo-em-cachorro_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">shampoos medicamentosos</a>, pomadas e loções antifúngicas para eliminar os microrganismos diretamente na pele.<br><br>Esses produtos contêm substâncias como clotrimazol, cetoconazol, terbinafina ou miconazol, que combatem o fungo e aliviam sintomas como coceira, vermelhidão e mau cheiro.</p>



<p>O tratamento costuma incluir <strong>banhos terapêuticos duas a três vezes por semana</strong> e aplicação das pomadas em todo o corpo, mesmo nas áreas sem lesão, para eliminar os esporos invisíveis.<br><br>Em alguns casos, o veterinário pode recomendar tosa higiênica para facilitar a aplicação e reduzir a contaminação ambiental.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tratamento oral</h3>



<p>Quando a infecção é mais extensa ou atinge órgãos internos, o tratamento exige antifúngicos orais, como itraconazol, fluconazol, cetoconazol ou terbinafina. Esses medicamentos atuam no organismo inteiro, combatendo o fungo de dentro para fora.</p>



<p>Segundo o Merck Veterinary Manual (2024), o <strong>itraconazol</strong> é o mais indicado para doenças fúngicas sistêmicas, como histoplasmose, blastomicose e aspergilose. Enquanto o <strong>fluconazol</strong> é preferido em casos que envolvem olhos e sistema nervoso central.</p>



<p>O tratamento pode durar de <strong>4 a 12 semanas</strong>, com acompanhamento veterinário e exames laboratoriais para avaliar o fígado e garantir que o medicamento está sendo bem tolerado.</p>



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<h3 class="wp-block-heading">Cuidados com o ambiente</h3>



<p>Os fungos liberam esporos resistentes que permanecem viáveis no ambiente por meses.<br>Por isso, é fundamental higienizar todos os objetos e locais onde o cão circula, como camas, cobertores, brinquedos, escovas e o chão da casa.</p>



<p>Use <a href="https://www.cobasi.com.br/c/casa/limpeza?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251224_vis_geral_fungo-em-cachorro_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>desinfetantes veterinários específicos</strong></a>, já que nem todos os produtos domésticos eliminam fungos, como água sanitária. De acordo com Santos, Carvalho &amp; Ferreira (2022), soluções à base de cloro, fenóis ou iodo são as mais eficazes para desinfecção.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;Além disso:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mantenha o ambiente seco e bem ventilado;<br></li>



<li>Evite deixar o cão molhado por longos períodos após o banho;<br></li>



<li>Aspire tapetes e sofás com frequência para remover pelos.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Isolamento e prevenção de contágio</h3>



<p>Durante o tratamento, mantenha o cão afastado de outros animais e crianças, pois algumas infecções, como a dermatofitose (micose), são zoonoses e podem ser transmitidas para humanos.&nbsp;</p>



<p>Inclusive, evite o compartilhamento de objetos e lave bem as mãos após o contato com o pet.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Prognóstico e acompanhamento veterinário</h3>



<p>Com o tratamento adequado e os cuidados certos, o cão se recupera totalmente. O protocolo deve continuar por duas a quatro semanas após o desaparecimento dos sintomas, até que duas culturas fúngicas negativas confirmem a cura.</p>



<p>O acompanhamento regular com o veterinário é essencial para ajustar o tratamento e evitar recaídas, especialmente em cães com imunidade baixa ou doenças de base. Com disciplina e orientação profissional, o <strong>fungo em cachorro tem cura e o prognóstico é excelente</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como evitar que o cachorro desenvolva fungos?</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/como-prevenir-fungos-no-cachorro.webp" alt="Pessoa secando um cachorro branco da raça Poodle com um secador" class="wp-image-76844" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/como-prevenir-fungos-no-cachorro.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/como-prevenir-fungos-no-cachorro-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/como-prevenir-fungos-no-cachorro-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>Evitar é sempre melhor do que tratar. Embora nem sempre seja possível evitar completamente o contato com fungos, alguns cuidados de rotina reduzem muito o risco de infecção e mantêm o organismo do seu cão mais resistente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Mantenha a higiene e a secagem sempre em dia</h3>



<p>Depois do banho, seque bem o seu cachorro, principalmente nas orelhas, entre os dedos e nas dobrinhas da pele. Esses são os lugares onde a umidade fica presa e o fungo mais gosta de crescer.</p>



<p>Se o cão tiver orelhas grandes ou dobras de pele, verifique essas regiões com frequência, pois são animais mais sensíveis a fungos. Além disso:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Evite deixar o cão molhado por muito tempo ou dar banhos em excesso, porque isso tira a camada natural de proteção da pele.<br></li>



<li>Use sempre <a href="https://www.cobasi.com.br/c/cachorro/higiene-e-limpeza?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251224_vis_geral_fungo-em-cachorro_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">produtos próprios para cães</a> e toalhas limpas, e se quiser usar o secador, mantenha o ar morno e suave para não irritar a pele.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">2. Cuide da limpeza e ventilação do ambiente</h3>



<p>Os fungos também vivem no ambiente e podem ficar escondidos em <strong>caminhas, cobertores, brinquedos e tapetes</strong> por muito tempo, mesmo depois que o cachorro já melhorou.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>limpe e seque bem tudo o que ele usa;</li>



<li>lave as cobertas e brinquedos toda semana;</li>



<li>se possível, deixe o sol entrar em casa;</li>



<li>evite deixar o pet em locais úmidos, como áreas de serviço molhadas ou quintais sem ventilação.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">3. Fortaleça a imunidade do seu cão</h3>



<p>Um cão com boa imunidade tem muito menos chance de pegar fungos. Ofereça uma <a href="https://www.cobasi.com.br/c/cachorro/racao?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251224_vis_geral_fungo-em-cachorro_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ração de qualidade</a>, com proteínas boas e nutrientes como vitaminas A, E e zinco, que fortalecem a pele e os pelos.</p>



<p>Também é importante manter as <strong>vacinas e vermífugos em dia</strong>, e evitar o uso prolongado de medicamentos sem orientação, já que alguns remédios, como os corticoides, podem deixar o sistema imunológico mais fraco.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Evite locais e situações de risco</h3>



<p>Se o seu cão gosta de passear, evite lugares muito úmidos, com terra, folhas e fezes de aves, pois esses ambientes podem conter fungos que causam doenças sérias, como a criptococose e a histoplasmose.</p>



<p>Também é importante evitar o contato com outros animais doentes. Se algum pet da casa estiver com micose ou outro tipo de infecção fúngica, mantenha os objetos separados e nada de compartilhar escovas, potes ou caminhas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Fique atento aos primeiros sinais</h3>



<p>Identificar o problema logo no início é o que garante uma recuperação mais rápida. Observe se o seu cão apresenta coceira persistente, vermelhidão, falhas de pelo, feridas ou mau cheiro na pele.<br><br>Se notar qualquer um desses sinais, <strong>procure o veterinário imediatamente</strong>. Quanto antes o tratamento começar, menores as chances de o fungo se espalhar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas frequentes sobre fungo em cachorro</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Qual é a aparência de um fungo em cachorro?</h3>



<p>Depende do tipo de fungo e da região afetada, mas os sinais mais comuns são áreas sem pelo, vermelhas, com crostas, descamação e mau cheiro. Em alguns casos, as lesões formam manchas circulares, típicas da micose (dermatofitose).<br><br>Quando o fungo afeta as orelhas, pode surgir coceira intensa, secreção escura e odor forte. Se o problema for interno, o cão pode apresentar tosse, febre, perda de peso e cansaço.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fungo de cachorro passa para humanos?</h3>



<p>Sim, <strong>alguns tipos de fungos podem ser transmitidos para pessoas</strong>, especialmente os que causam micose de pele (dermatofitose). O contágio ocorre pelo contato direto com o animal infectado ou com objetos contaminados, como cobertores e escovas.</p>



<p>Por isso, durante o tratamento, use luvas ao aplicar pomadas, lave bem as mãos e evite o contato com feridas abertas. Crianças, idosos e pessoas com imunidade baixa precisam de atenção redobrada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fungo em cachorro passa para outros animais?</h3>



<p>Sim, e com facilidade. Fungos como o <em>Microsporum canis</em>, responsável pela micose, são altamente contagiosos e podem infectar outros cães, gatos e até coelhos. Geralmente, o contágio acontece pelo contato direto ou por meio de objetos, escovas, cobertores e ambientes compartilhados.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/fungos-em-cachorros.webp" alt="Cachorro preto e caramelo sorrindo" class="wp-image-76841" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/fungos-em-cachorros.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/fungos-em-cachorros-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/fungos-em-cachorros-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p><br>Gostou do conteúdo? No Blog da Cobasi, você encontra tudo sobre a saúde, o bem-estar e os cuidados com os cães, desde a prevenção de doenças até dicas de alimentação, higiene e comportamento.</p>



<p>Se quiser se aprofundar ainda mais, explore nossos artigos sobre micose em cães, doenças de pele e como fortalecer a imunidade do seu pet.</p>



<p>Compartilhe esse artigo com outros tutores! Cuidar do seu cachorro com atenção e informação é o primeiro passo para garantir uma vida mais feliz, saudável e livre de fungos. Até a próxima!</p>
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		<title>Gato peludo: conheça 12 raças encantadoras e os cuidados para manter a pelagem sempre linda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joe Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gato]]></category>
		<category><![CDATA[Higiene]]></category>
		<category><![CDATA[Pele e pelagem]]></category>
		<category><![CDATA[Raças de gato]]></category>
		<category><![CDATA[Siamês]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É impossível não se encantar com um gato peludo. A textura macia da pelagem, o jeito elegante de se mover e aquele olhar curioso fazem desses felinos um verdadeiro convite</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/gatos-peludos-quais-sao-e-como-cuidar-bem-deles-capa.webp" alt="gato peludo sentado" class="wp-image-54843" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/gatos-peludos-quais-sao-e-como-cuidar-bem-deles-capa.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/gatos-peludos-quais-sao-e-como-cuidar-bem-deles-capa-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/gatos-peludos-quais-sao-e-como-cuidar-bem-deles-capa-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>É impossível não se encantar com um <strong>gato peludo</strong>. A textura macia da pelagem, o jeito elegante de se mover e aquele olhar curioso fazem desses felinos um verdadeiro convite ao carinho. E toda essa beleza tem um motivo que vai além da aparência: a genética.</p>



<p>Todos os <strong>gatos de pelo comprido carregam um gene recessivo</strong> (um traço genético que só se manifesta quando herdado dos dois pais), responsável por fazer com que os fios cresçam por mais tempo do que os dos gatos de pelo curto. Uma herança do gato-bravo (<em>Felis silvestris</em>), ancestral dos felinos domésticos.</p>



<p>Essa adaptação surgiu naturalmente há séculos, em regiões frias da Ásia Central, onde a pelagem densa ajudava a conservar o calor. De lá, esses gatos se espalharam pelo mundo e deram origem a raças hoje famosas, como o Persa, o Maine Coon e o Angorá Turco.</p>



<p>Mas, se no passado o pelo longo era sinônimo de sobrevivência, hoje ele exige cuidados especiais. Afinal, uma pelagem bonita também reflete saúde: é a primeira barreira de defesa do corpo, regula a temperatura e ajuda o gato a perceber o ambiente.</p>



<p>Além de funcionar como um verdadeiro “radar”, graças aos <strong>pelos sensoriais (vibrissas)</strong>, que detectam vibrações e movimentos ao redor. Por isso, cuidar do pelo é cuidar da saúde do gato.</p>



<p>A seguir, conheça as <strong>raças de gatos peludos</strong> mais encantadoras e descubra os principais cuidados para manter os fios do seu pet sempre macios, limpos e saudáveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são as raças de gatos peludos mais populares?</h2>



<p>Abaixo, listamos as <strong>12 principais raças de gato peludo</strong>, suas características físicas, comportamento e cuidados essenciais com o pelo. Todas são conhecidas por sua pelagem longa, macia e aparência “felpuda”.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Angorá</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/03/angora-meio.png" alt="gato angorá" class="wp-image-12729"/></figure>



<p>O <a href="https://www.cobasi.com.br/racas/gato/angora?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251229_vis_geral_gato-peludo_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Angorá Turco</strong></a><strong> é uma das raças mais antigas do mundo</strong> e o primeiro felino de pelo longo documentado na história. Originário de Ancara (antiga Angorá), na Turquia, surgiu há mais de 500 anos e serviu de base genética para várias raças, incluindo o Persa.</p>



<p>Sua pelagem é <strong>longa, lisa e fina</strong>, com fios mais densos no pescoço, barriga e cauda, formando aquele “efeito de nuvem” que encanta qualquer tutor.&nbsp;</p>



<p>Apesar de o branco ser a cor mais famosa, há variações em <strong>cinza, azul, chocolate, vermelho e preto</strong>, todas com brilho natural e textura sedosa.</p>



<p>O Angorá é curioso, brincalhão e cheio de energia. Costuma escolher um tutor favorito e acompanhá-lo pela casa, observando cada movimento com atenção. É sociável, mas também valoriza momentos tranquilos, o equilíbrio perfeito entre independência e afeto.</p>



<p><strong>Dica de cuidado:</strong> a pelagem fina e escorregadia pede escovação leve de duas a três vezes por semana. Isso ajuda a evitar nós, controlar a queda e manter o brilho característico sem danificar os fios.</p>



<p>Em regiões mais quentes do Brasil, é importante manter o ambiente fresco e realizar escovações regulares para evitar desconforto devido ao calor.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td colspan="2"><strong>Características da raça Angorá</strong></td></tr><tr><td><strong>Porte</strong></td><td>Porte médio.</td></tr><tr><td><strong>Predisposições de saúde</strong></td><td><a href="https://blog.cobasi.com.br/gato-branco-de-olho-azul-e-surdo-saiba-tudo-sobre-ele/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Surdez hereditária</a>, cardiomiopatia hipertrófica (CMH), ataxia e doença renal crônica (DRC).</td></tr><tr><td><strong>Expectativa de vida</strong></td><td>12–18 anos.</td></tr></tbody></table></figure>



<h3 class="wp-block-heading">2. Gato Persa</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/gato-laranja-conheca-6-racas-com-essa-caracteristica.webp" alt="gato persa com pelagem laranja" class="wp-image-71471" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/gato-laranja-conheca-6-racas-com-essa-caracteristica.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/gato-laranja-conheca-6-racas-com-essa-caracteristica-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/gato-laranja-conheca-6-racas-com-essa-caracteristica-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>O <a href="https://www.cobasi.com.br/racas/gato/persa?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251229_vis_geral_gato-peludo_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Persa</a> é o clássico gato peludo de aparência nobre e temperamento calmo. Sua pelagem longa e densa, que pode ultrapassar 15 centímetros de comprimento, é composta por duas camadas: externa (sedosa) e outra interna (mais volumosa).</p>



<p>As cores são inúmeras: branco, cinza, dourado, tricolor e mais de <strong>cem combinações possíveis</strong>. Essa diversidade reflete séculos de cruzamentos cuidadosos entre felinos do antigo Oriente Médio, onde o clima frio favorecia animais com pelos espessos e protetores.</p>



<p>Apesar da aparência imponente, o Persa é tranquilo e afetuoso. Gosta de rotinas previsíveis, ambientes silenciosos e muita companhia. Costuma observar o mundo de forma serena e quando cria vínculo com o tutor, é um companheiro fiel.</p>



<p>Por liberar menos proteína <em>Fel d1</em> (substância que causa alergias em humanos), o Persa pode ser uma boa escolha para quem tem sensibilidade leve. Embora não seja totalmente hipoalergênico, tende a causar menos reações alérgicas do que outras raças.</p>



<p>Nos dias mais quentes, é necessário oferecer um ambiente fresco e ventilado, realizando escovação regular para garantir o bem-estar.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td colspan="2"><strong>Características da raça Persa</strong></td></tr><tr><td><strong>Porte</strong></td><td>Porte médio.</td></tr><tr><td><strong>Predisposições de saúde</strong></td><td>Síndrome braquicefálica, doenças renais (PQR), problemas oculares, <a href="https://blog.cobasi.com.br/dermatofitose-em-gatos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dermatofitose</a>, atrofia progressiva da retina (PRA) e cardiomiopatia hipertrófica (CMH).</td></tr><tr><td><strong>Expectativa de vida</strong></td><td>10–17 anos.</td></tr></tbody></table></figure>



<h3 class="wp-block-heading">3. Ragdoll</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/04/ragdoll-a-raca-de-gatos-que-vem-conquistando-coracoes-meio-1.png" alt="Ragdoll: origem e características" class="wp-image-11473"/></figure>



<p>A pelagem do <a href="https://www.cobasi.com.br/racas/gato/ragdoll?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251229_vis_geral_gato-peludo_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ragdoll</a> é semilonga, macia e sedosa ao toque. Tem baixa queda e pouca tendência à formação de nós, o que facilita muito a rotina de cuidados.</p>



<p>As cores mais conhecidas da raça são seal e blue. O corpo tem coloração mais clara, enquanto rosto, orelhas, cauda e patas apresentam tons mais escuros, criando o contraste elegante que marca a raça.&nbsp;</p>



<p>Mas também existem versões chocolate, lilás, vermelho e creme, entre outras.</p>



<p>O Ragdoll é o tipo de gato que parece ter sido criado para o colo. Seu nome, que significa <em>“boneca de pano”</em>, vem do hábito curioso de relaxar completamente quando é carregado</p>



<p>Com temperamento dócil e extremamente afetuoso, é um gato que costuma seguir o tutor pela casa, recebe visitas na porta e raramente recusa um colo. Por isso, é ideal para quem busca um companheiro tranquilo e sociável.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td colspan="2"><strong>Características da raça Ragdoll</strong></td></tr><tr><td><strong>Porte</strong></td><td>Porte médio a grande.</td></tr><tr><td><strong>Predisposições de saúde</strong></td><td>Doença renal crônica, pedras na bexiga, obstrução urinária, <a href="https://blog.cobasi.com.br/alergia-alimentar-em-gatos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alergias alimentares</a>, obesidade, artrite, tártaro e gengivite.</td></tr><tr><td><strong>Expectativa de vida</strong></td><td>14–15 anos.</td></tr></tbody></table></figure>



<h3 class="wp-block-heading">4. Birmanês (ou Sagrado da Birmânia)</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2023/06/gato-birmanes.webp" alt="Gato Birmanes" class="wp-image-76821" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2023/06/gato-birmanes.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2023/06/gato-birmanes-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2023/06/gato-birmanes-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>O <a href="https://www.cobasi.com.br/racas/gato/birmanes?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251229_vis_geral_gato-peludo_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Birmanês</strong></a>, também conhecido como <strong>Sagrado da Birmânia</strong>, é considerado o “primo de pelo longo do Siamês”. </p>



<p>Da linhagem oriental, herdou o olhar azul e o padrão de coloração nas extremidades (rosto, patas, cauda e orelhas) que contrastam com o corpo mais claro.</p>



<p>Sua pelagem sedosa e macia tem comprimento médio a longo, em tons que variam entre foca (seal), azul, chocolate e lilás. Uma característica marcante são as patas brancas, que parecem pequenas luvinhas e reforçam o ar nobre da raça.</p>



<p>A raça tende a ser mais observadora e silenciosa. Como também, costuma se apegar fortemente a uma pessoa da família e prefere acompanhar a rotina do chão, raramente é do tipo que escala móveis ou busca lugares altos.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td colspan="2"><strong>Características da raça Birmanês</strong></td></tr><tr><td><strong>Porte</strong></td><td>Porte médio.</td></tr><tr><td><strong>Predisposições de saúde</strong></td><td>Doenças renais, cardiomiopatia hipertrófica (HCM), osteoartrite do cotovelo, <a href="https://blog.cobasi.com.br/diabetes-em-gato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">diabetes</a> e gengivite.</td></tr><tr><td><strong>Expectativa de vida</strong></td><td>12–16 anos.</td></tr></tbody></table></figure>



<h3 class="wp-block-heading">5. Maine Coon</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/02/Maine-coon.png" alt="gato peludo maine coon" class="wp-image-7247"/></figure>



<p>Conhecido como o “gigante gentil”, o <a href="https://www.cobasi.com.br/racas/gato/maine-coon?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251229_vis_geral_gato-peludo_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Maine Coon</a> é uma das maiores raças do mundo felino, e uma das mais peludas também. </p>



<p>Seu pelo é duplo, denso e resistente à água, desenvolvido para enfrentar os invernos rigorosos da Nova Inglaterra. O subpelo é espesso e protetor, enquanto a camada externa traz fios longos e sedosos que isolam do frio.</p>



<p>As cores variam de <strong>marrom rajado</strong> a combinações com branco, preto, ruivo e prata. Mesmo com tanto pelo, o Maine Coon não é difícil de cuidar: basta uma escovação regular para evitar emaranhados e retirar a pelagem morta.</p>



<p>No temperamento, é curioso, brincalhão e surpreendentemente tranquilo. Convivem bem com crianças e outros animais e adoram explorar a casa. Muitos têm uma relação especial com a água, gostam de observar, brincar e até molhar as patas no bebedouro.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td colspan="2"><strong>Características da raça Maine Coon</strong></td></tr><tr><td><strong>Porte</strong></td><td>Porte grande.</td></tr><tr><td><strong>Predisposições de saúde</strong></td><td>Cardiomiopatia hipertrófica felina, displasia coxofemoral, luxação da patela, doença renal crônica, atrofia muscular espinhal e <a href="https://blog.cobasi.com.br/gengivite-em-gatos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">gengivite</a>.</td></tr><tr><td><strong>Expectativa de vida</strong></td><td>9–13 anos.</td></tr></tbody></table></figure>



<h3 class="wp-block-heading">6. Gato Siberiano</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/05/gato-siberiano-2.jpg" alt="" class="wp-image-13917"/></figure>



<p>Originário das florestas geladas da Rússia, o <a href="https://blog.cobasi.com.br/gato-siberiano/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gato Siberiano</a> possui uma das pelagens mais complexas do mundo felino: uma camada tripla composta por subpelo macio, camada intermediária protetora e pelos externos longos e impermeáveis.<br><br>Essa estrutura garante isolamento térmico perfeito, protegendo contra o frio. No entanto, em climas mais quentes, como no Brasil, é essencial escovar sua pelagem com regularidade para evitar a formação de nós e garantir o conforto do animal. </p>



<p>Sua pelagem muda conforme o clima: densa no inverno e mais leve no verão, podendo ter diversas cores, incluindo marrom, preto, branco e cinza.</p>



<p>Além de belo, <strong>o Siberiano é conhecido como um gato peludo hipoalergênico</strong>, já que produz níveis reduzidos da proteína Fel d1, responsável por desencadear alergias em humanos.</p>



<p>Com temperamento equilibrado e afetuoso, o Siberiano é curioso e observador, mas sem ser agitado. Gosta de brincar e adora a companhia dos tutores, sem perder o ar independente.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td colspan="2"><strong>Características da raça Siberiano</strong></td></tr><tr><td><strong>Porte</strong></td><td>Porte médio a grande.</td></tr><tr><td><strong>Predisposições de saúde</strong></td><td>Cardiomiopatia hipertrófica, doença renal policística (PKD) e <a href="https://blog.cobasi.com.br/gato-gordo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sobrepeso</a>.</td></tr><tr><td><strong>Expectativa de vida</strong></td><td>11–18 anos.</td></tr></tbody></table></figure>



<h3 class="wp-block-heading">7. Himalaio</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/05/gato-himalaio1.png" alt="" class="wp-image-13941"/></figure>



<p>O <a href="https://blog.cobasi.com.br/gato-himalaio/?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251229_vis_geral_gato-peludo_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Himalaio </a>é o resultado encantador do <strong>cruzamento entre o Persa e o Siamês peludo</strong>, unindo o corpo robusto e o pelo longo do primeiro ao padrão de coloração com extremidades escuras e olhos azuis intensos do segundo.</p>



<p>O corpo tende a ser claro, enquanto o rosto, as orelhas, as patas e a cauda exibem tons mais escuros (marrom, lilás, azul ou chocolate) formando um contraste elegante.</p>



<p>Dócil, paciente e carinhoso, o Himalaio adora companhia e se adapta bem a ambientes calmos. De energia moderada, a raça gosta de brincar, mas também aprecia longos períodos de descanso.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td colspan="2"><strong>Características da raça Himalaio</strong></td></tr><tr><td><strong>Porte</strong></td><td>Porte médio.</td></tr><tr><td><strong>Predisposições de saúde</strong></td><td>Doença renal policística (DRP), <a href="https://blog.cobasi.com.br/gato-com-dificuldade-de-respirar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">problemas respiratórios</a>, problemas oculares, como atrofia progressiva da retina (APR) e cardiomiopatia hipertrófica.</td></tr><tr><td><strong>Expectativa de vida</strong></td><td>8–11 anos.</td></tr></tbody></table></figure>



<h3 class="wp-block-heading">8. Gato da Floresta Norueguesa</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/12/gato-noruegues-da-floresta-interna.png" alt="gato norueguês na floresta" class="wp-image-49533" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/12/gato-noruegues-da-floresta-interna.png 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/12/gato-noruegues-da-floresta-interna-300x200.png 300w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>Originário das florestas frias da Escandinávia, o <a href="https://blog.cobasi.com.br/gato-noruegues-da-floresta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">gato da Floresta Norueguesa</a>, ou simplesmente <em>Norueguês da Floresta, </em>é um verdadeiro sobrevivente do inverno.<br><br>Sua pelagem dupla, longa e impermeável foi moldada para suportar chuvas, neve e baixas temperaturas. O subpelo é denso e quente, enquanto a camada externa é lisa e resistente à água, formando um “casaco natural” digno dos climas nórdicos.</p>



<p>Apesar da aparência selvagem, trata-se de uma raça dócil e equilibrada. O Norueguês é curioso e observador, mas prefere manter certa independência.&nbsp;</p>



<p>É o tipo de gato que gosta de estar por perto, acompanhando o tutor à distância, sem exigir colo o tempo todo. Sua origem “natural” (resultado da seleção evolutiva, não de cruzamentos artificiais) o torna um felino forte, ágil e adaptável.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td colspan="2"><strong>Características da raça Norueguês da Floresta</strong></td></tr><tr><td><strong>Porte</strong></td><td>Porte médio a grande.</td></tr><tr><td><strong>Predisposições de saúde</strong></td><td><a href="https://blog.cobasi.com.br/cardiomiopatia-hipertrofica-felina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cardiomiopatia hipertrófica</a>, deficiência de PK e doença de armazenamento de glicogênio tipo IV (GSD-IV).</td></tr><tr><td><strong>Expectativa de vida</strong></td><td>8–14 anos.</td></tr></tbody></table></figure>



<h3 class="wp-block-heading">9. RagaMuffin</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2023/06/gato-ragamuffin.webp" alt="Gato Ragamuffin" class="wp-image-76822" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2023/06/gato-ragamuffin.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2023/06/gato-ragamuffin-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2023/06/gato-ragamuffin-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>O <strong>RagaMuffin</strong> é um verdadeiro felino de pelúcia. Sua pelagem é <strong>longa, densa e incrivelmente macia</strong>, com textura que lembra o pelo de coelho.<br><br>Os fios formam uma gola farta ao redor do pescoço e, apesar do volume, quase não formam nós, uma raridade entre os gatos de pelos longos.</p>



<p>A <a href="https://cfa.org/breed/ragamuffin/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cat Fanciers’ Association (CFA)</a> descreve o RagaMuffin como um verdadeiro “gato de colo”, com temperamento doce, olhar sereno e comportamento gentil. É extremamente sociável e carinhoso, convivendo bem com crianças, idosos e outros animais.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td colspan="2"><strong>Características da raça RagaMuffin</strong></td></tr><tr><td><strong>Porte</strong></td><td>Porte grande.</td></tr><tr><td><strong>Predisposições de saúde</strong></td><td><a href="https://blog.cobasi.com.br/doenca-renal-cronica-em-gatos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Doença renal policística</a> e cardiomiopatia hipertrófica.</td></tr><tr><td><strong>Expectativa de vida</strong></td><td>12–17 anos.</td></tr></tbody></table></figure>



<h3 class="wp-block-heading">10. Selkirk Rex</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/selkirk-rex-gato-cacheado.webp" alt="gato cacheado da raça Selkirk Rex" class="wp-image-73295" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/selkirk-rex-gato-cacheado.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/selkirk-rex-gato-cacheado-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/selkirk-rex-gato-cacheado-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>Entre os gatos peludos mais diferentes do mundo, o <strong>Selkirk Rex</strong> chama atenção por sua pelagem naturalmente <strong>encaracolada e fofa</strong>, um verdadeiro “<a href="https://blog.cobasi.com.br/gato-de-pelo-cacheado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">gato de cachos</a>”.<br><br>Os fios podem ser curtos ou longos, mas sempre apresentam textura densa, ondulada e macia, lembrando lã de ovelha.</p>



<p>Essa aparência única surgiu em 1987, nos Estados Unidos, quando uma gata resgatada deu à luz uma ninhada em que apenas uma filhote nasceu com pelos e bigodes encaracolados.<br><br>A curiosidade levou criadores a desenvolverem a raça moderna, cruzando-a com gatos Persas para manter a textura cacheada e sedosa.</p>



<p>Atualmente, a raça é reconhecida em todo o mundo e pode apresentar diversas cores de pelagem, como cinza, branca, preta, laranja, grafite e tricolor.</p>



<p>De temperamento calmo e curioso, o Selkirk Rex é um gato sociável e equilibrado. Gosta de estar por perto dos tutores, observando o movimento da casa, mas sem exigir atenção constante.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td colspan="2"><strong>Características da raça Selkirk Rex</strong></td></tr><tr><td><strong>Porte</strong></td><td>Porte médio.</td></tr><tr><td><strong>Predisposições de saúde</strong></td><td>Doença renal policística, cardiomiopatia hipertrófica e <a href="https://blog.cobasi.com.br/displasia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">displasia coxofemoral</a>.</td></tr><tr><td><strong>Expectativa de vida</strong></td><td>10-15 anos.</td></tr></tbody></table></figure>



<h3 class="wp-block-heading">11. Scottish Fold</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/05/gato-branco-conheca-as-principais-racas-e-caracteristicas-6.webp" alt="Scottish Fold branco" class="wp-image-71186" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/05/gato-branco-conheca-as-principais-racas-e-caracteristicas-6.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/05/gato-branco-conheca-as-principais-racas-e-caracteristicas-6-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/05/gato-branco-conheca-as-principais-racas-e-caracteristicas-6-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>O <a href="https://www.cobasi.com.br/racas/gato/scottish-fold?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251229_vis_geral_gato-peludo_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Scottish Fold</a> é uma das raças mais reconhecíveis do mundo, graças às suas <strong>orelhas dobradas para a frente</strong>, uma característica natural que confere ao gato uma expressão doce e curiosa.<br><br>Além disso, a raça pode apresentar pelagem curta ou longa, ambas densas, macias e felpudas. </p>



<p>Na versão de pelo longo, o Scottish Fold exibe um manto sedoso e volumoso, em tons variados de cinza, branco, marrom, preto ou tricolor.&nbsp;</p>



<p>É um gato calmo, afetuoso e muito sociável, que se adapta facilmente à rotina doméstica. Apesar da aparência delicada, é resistente e equilibrado, convivendo bem com crianças e outros pets.</p>



<p>Para o clima do Brasil, é necessário garantir que o Scottish Fold tenha acesso a locais frescos e ventilados, especialmente durante os meses quentes.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td colspan="2"><strong>Características da raça Scottish Fold</strong></td></tr><tr><td><strong>Porte</strong></td><td>Médio.</td></tr><tr><td><strong>Predisposições de saúde</strong></td><td><a href="https://blog.cobasi.com.br/otite-em-gatos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Infecções no ouvido</a>, doença renal policística e cardiomiopatia hipertrófica.</td></tr><tr><td><strong>Expectativa de vida</strong></td><td>11–14 anos.</td></tr></tbody></table></figure>



<h3 class="wp-block-heading">12. Somali</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2023/06/gato-somali.webp" alt="Gato somali" class="wp-image-76823" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2023/06/gato-somali.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2023/06/gato-somali-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2023/06/gato-somali-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>Com aparência selvagem e elegância natural, o Somali é uma versão de pelos longos do <a href="https://www.cobasi.com.br/racas/gato/abissinio?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251229_vis_geral_gato-peludo_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Abissínio</a>, seu ancestral direto. Sua pelagem é semilonga, lisa, macia e com coloração vibrante que reflete a luz.</p>



<p>Os fios formam uma<strong> juba sutil ao redor do pescoço e tufos nas patas e na cauda</strong>, reforçando o ar de sofisticação. As cores mais comuns são ruddy (lebre), canela, azul e fulvo, com pontas dos pelos mais escuras, criando um efeito cintilante único.</p>



<p>Ativo, curioso e extrovertido, o Somali adora explorar, brincar e interagir. É comunicativo, usa miados suaves e expressivos e costuma criar forte laço com o tutor. Mesmo cheio de energia, é equilibrado e adaptável, desde que tenha espaço e estímulos diários.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td colspan="2"><strong>Características da raça Somali</strong></td></tr><tr><td><strong>Porte</strong></td><td>Médio</td></tr><tr><td><strong>Predisposições de saúde</strong></td><td>Doença periodontal, <a href="https://blog.cobasi.com.br/luxacao-em-gatos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">luxação de patela</a>, amiloidose com comprometimento renal, atrofia progressiva da retina (APR) e deficiência de piruvato quinase (PK).</td></tr><tr><td><strong>Expectativa de vida</strong></td><td>10–19 anos.</td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Tabela comparativa: principais raças de gatos peludos</h2>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Raça</strong></td><td><strong>Tamanho</strong></td><td><strong>Peso</strong></td><td><strong>Tipo de pelagem</strong></td><td><strong>Nível de cuidado</strong></td></tr><tr><td>Angorá Turco</td><td>20 &#8211; 25 cm</td><td>3 &#8211; 6 kg</td><td>Longa, fina e sedosa</td><td>Médio — escovação 2 a 3x/semana</td></tr><tr><td>Persa</td><td>20 &#8211; 30 cm</td><td>3,5 &#8211; 7 kg</td><td>Longa e densa (dupla)</td><td>Alto — escovação diária</td></tr><tr><td>Ragdoll</td><td>35 &#8211; 60 cm</td><td>5 – 9 kg</td><td>Semilonga e sedosa</td><td>Médio — 2 a 3x/semana</td></tr><tr><td>Birmanês (Sagrado da Birmânia)</td><td>50–60 cm</td><td>4–7 kg</td><td>Média a longa, sedosa</td><td>Alto — escovação diária</td></tr><tr><td>Maine Coon</td><td>48–100 cm</td><td>6–9 kg (até 12 kg)</td><td>Longa e espessa</td><td>Alto — escovação diária</td></tr><tr><td>Siberiano</td><td>28–33 cm</td><td>5–8 kg</td><td>Tripla e impermeável</td><td>Médio — 1 a 2x/semana</td></tr><tr><td>Himalaio</td><td>20–25 cm</td><td>2–6 kg</td><td>Longa e dupla</td><td>Alto — escovação diária</td></tr><tr><td>Norueguês da Floresta</td><td>27–33 cm</td><td>3&#8211;7 kg</td><td>Longa e impermeável</td><td>Médio — 2x/semana</td></tr><tr><td>RagaMuffin</td><td>23–28 cm</td><td>4,5–9 kg</td><td>Longa e densa, tipo “pelúcia”</td><td>Médio — 2x/semana</td></tr><tr><td>Selkirk Rex</td><td>20–25 cm</td><td>3–7 kg</td><td>Curta ou longa, encaracolada</td><td>Médio — 2x/semana</td></tr><tr><td>Scottish Fold (Longhair)</td><td>40–60 cm</td><td>2,7–4,5 kg</td><td>Curta ou longa, densa</td><td>Médio — 2 a 3x/semana</td></tr><tr><td>Somali</td><td>20–25 cm</td><td>3–5 kg</td><td>Semilonga e brilhante</td><td>Médio — 2 a 3x/semana</td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os principais cuidados com gatos peludos?</h2>



<p>Os gatos de pelos longos precisam de atenção especial para evitar embaraços, <a href="https://blog.cobasi.com.br/bola-de-pelo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bolas de pelo</a> e manter o brilho natural da pelagem.</p>



<p>O segredo está em uma rotina bem definida: <strong>escovação regular, alimentação balanceada e uso de produtos adequados</strong> fazem toda a diferença na textura, na maciez e na saúde da pele.</p>



<p>A seguir, confira dicas e tudo o que você precisa saber para manter a pelagem do seu gato sempre bonita e saudável.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Escovação</h3>



<p>A <a href="https://blog.cobasi.com.br/escovar-gato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">escovação é a base do cuidado com gatos peludos</a>. E os benefícios são inúmeros: remover os pelos mortos, evitar nós e reduzir o risco das temidas bolas de pelo (os <em>tricobezoares</em>, que se formam no estômago quando o gato engole fios ao se lamber).</p>



<p>De modo geral, <strong>gatos de pelo longo devem ser escovados todos os dias. </strong>O ideal é usar um pente de dentes largos para desfazer nós e, em seguida, uma escova de cerdas macias para alinhar os fios e dar brilho à pelagem.</p>



<p>Não limite a escovação apenas ao dorso: áreas como axilas, barriga, pescoço, atrás das orelhas e das patas também precisam de atenção. São justamente os pontos onde os pelos mais se embolam.</p>



<p>Atenção, caso o gato esteja com muitos nós e pelos enroscados, é preciso uma maior suavidade para escová-lo. Mas, caso a condição pareça ser mais séria, procure um profissional de tosa, para evitar que o animal sofra com dor.<br><br>Além de fortalecer o vínculo com o seu gato, essa rotina permite perceber rapidamente qualquer mudança na pele ou nos pelos, um cuidado pequeno que faz toda a diferença.</p>



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<h3 class="wp-block-heading">Banho e higiene felina</h3>



<p>Os gatos são verdadeiros especialistas em <strong>grooming felino</strong>, termo que descreve o hábito natural de se lamber para manter a limpeza e regular a temperatura corporal.<br><br>Eles passam cerca de 25% do tempo acordados nesse ritual, que remove sujeiras, distribui a saliva entre os fios e ajuda a desembaraçar a pelagem.</p>



<p>No entanto, quando o gato tem pelos longos, o grooming natural nem sempre dá conta sozinho. Os fios densos acumulam mais poeira e oleosidade, o que exige uma rotina de higiene complementar feita pelo tutor, sempre com orientação de um médico-veterinário.</p>



<p>Os <strong>banhos não precisam ser frequentes</strong>, mas são indicados em casos de muita sujeira, oleosidade excessiva ou sob recomendação profissional. Nesses casos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>antes do banho, escove o pelo para desembaraçar os fios e evitar nós quando estiverem molhados;<br></li>



<li>use <a href="https://www.cobasi.com.br/c/gatos/higiene-e-limpeza/shampoo?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251229_vis_geral_gato-peludo_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">shampoo específico para gatos</a>;<br></li>



<li>água morna (nunca quente);<br></li>



<li>finalize com toalhas macias para evitar o ressecamento da pele. </li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Dica prática</h4>



<p>Se o seu gato não gosta de água, há alternativas seguras como <a href="https://www.cobasi.com.br/c/gatos/higiene-e-limpeza/banho-a-seco?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251229_vis_geral_gato-peludo_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">produtos de banho a seco</a>, <a href="https://www.cobasi.com.br/c/gatos/higiene-e-limpeza/lenco-umedecido?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251229_vis_geral_gato-peludo_geral_post">lenços higiênicos felinos</a> e espumas sem enxágue. </p>



<p>São soluções que imitam o banho natural e ajudam a manter a pelagem limpa e saudável entre os banhos convencionais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Controle de parasitas em gatos</h3>



<p>Pulgas e carrapatos adoram se esconder em meio à pelagem densa dos gatos peludos e, por isso, o controle preventivo é indispensável.<br><br>Esses parasitas não causam apenas coceira: podem transmitir doenças, provocar alergias e até gerar infecções de pele. Em felinos com pelagem longa, o risco é maior justamente porque a infestação pode passar despercebida por mais tempo.</p>



<p>O ideal é manter uma rotina regular de desparasitação, sempre com produtos recomendados por um médico-veterinário.&nbsp;</p>



<p>As opções incluem <a href="https://www.cobasi.com.br/c/gatos/medicamentos/antipulgas-e-carrapatos?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251229_vis_geral_gato-peludo_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pipetas, comprimidos mastigáveis ou coleiras antiparasitárias</a>, que eliminam pulgas, carrapatos e até alguns tipos de vermes internos.</p>



<p><strong>Gatos que vivem em ambientes internos</strong> geralmente precisam de desparasitação a cada três meses, enquanto gatos com acesso à rua ou áreas externas devem ser tratados mensalmente, ou conforme a orientação do veterinário.</p>



<p>Além da aplicação de antiparasitários, a limpeza do ambiente também é fundamental no controle dos parasitas.&nbsp;</p>



<p>Certifique-se de aspirar tapetes, camas e cobertores com frequência e lavar periodicamente tudo o que o seu pet usa. Inspecionar a base do pelo, o pescoço e a região próxima ao rabo também é importante, já que essas áreas são os locais preferidos pelos parasitas.</p>



<p>Se o seu gato apresentar coceira constante, feridas na pele ou queda excessiva de pelos, é essencial procurar um veterinário. Esses sinais podem indicar uma infestação ativa ou até <a href="https://blog.cobasi.com.br/dermatite-alergica-a-picada-de-pulga/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>dermatite alérgica à picada de pulga (DAPP)</strong></a>, uma condição comum em gatos peludos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Alimentação e nutrição&nbsp;</h3>



<p>A qualidade da ração influencia diretamente na força dos fios, no brilho e até na elasticidade da pele do gato.<br><br>Rações ricas em ômega 3 e 6, biotina, zinco e taurina são as mais indicadas para manter o pelo bonito e reduzir a queda.</p>



<p>Como os gatos são carnívoros, precisam de alimentos com alta proporção de proteína animal facilmente digerível, cerca de dois terços da dieta ideal. Esses nutrientes favorecem a regeneração celular e fortalecem o crescimento dos pelos.</p>



<p>Além disso, a <strong>presença de fibras</strong> na alimentação ajuda o gato a eliminar com mais facilidade os pelos ingeridos durante o grooming, diminuindo a formação das temidas bolas de pelo.</p>



<p>Consulte o médico-veterinário para escolher a <a href="https://blog.cobasi.com.br/melhor-racao-para-gatos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">melhor ração para o gato</a> com pelo longo e verificar se há necessidade de suplementos nutricionais voltados à saúde da pele e da pelagem.</p>



<div class="carousel-produtos-wrap" data-cta="Confira as ofertas" data-url="https://www.cobasi.com.br/pesquisa?terms=racao-gato"><h2>Rações para gato disponíveis na Cobasi</h2><div class="carousel-produtos-box"></div><input type="hidden" id="_wpnonce_carrossel-produtos" name="_wpnonce_carrossel-produtos" value="3e5e550b58" /></div>



<h3 class="wp-block-heading">Tosa higiênica</h3>



<p>A <strong>tosa higiênica</strong> é recomendada principalmente nas regiões íntimas, barriga e entre as patas. O cuidado ajuda a evitar o acúmulo de sujeira, facilita a limpeza da caixa de areia e previne dermatites causadas por umidade e resíduos.</p>



<p>No entanto, há momentos em que a tosa vai além da estética e se torna <strong>fundamental para o bem-estar do gato</strong>. Quando a pelagem apresenta nós, por exemplo, isso pode gerar dor, acúmulo de sujeira e até limitar os movimentos do felino.<br><br>Em alguns casos, a <a href="https://blog.cobasi.com.br/tosa-gato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tosa higiênica</a>, realizada por um profissional qualificado, é a melhor solução para manter o gato confortável e saudável. </p>



<p>No verão, além de manter o ambiente fresco, é importante evitar tosas muito curtas, pois a pelagem também desempenha o papel de proteger a pele contra o calor e os raios solares.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas frequentes sobre gatos peludos</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/07/AdobeStock_477171863.webp" alt="gato branco com tutora segurando" class="wp-image-74814" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/07/AdobeStock_477171863.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/07/AdobeStock_477171863-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/07/AdobeStock_477171863-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Como saber se o gato vai ficar peludo?</h3>



<p>Saber se um filhote vai se tornar um gato de pelos longos é mais fácil do que parece. Mesmo antes da fase adulta, alguns sinais físicos e comportamentais ajudam a identificar se o felino herdou o gene recessivo da pelagem longa.</p>



<p>Nos primeiros meses, quase todos os gatinhos têm pelos curtos, que vão crescendo e ganhando volume conforme amadurecem. A diferença começa a aparecer a partir das <strong>8 a 12 semanas de vida</strong>, quando a pelagem passa por uma mudança visível.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Principais sinais de que o gato será peludo</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Tufos entre os dedos:</strong> filhotes de pelo longo costumam ter penugens saindo das patinhas;<br></li>



<li><strong>Cauda volumosa:</strong> tende a ser mais fofa e com aparência “espigada” desde cedo;<br></li>



<li><strong>Penachos nas orelhas:</strong> presença de pequenos fios nas pontas das orelhas;<br></li>



<li><strong>Pelagem no peito:</strong> mais arrepiada e densa, diferente da textura lisa dos gatos de pelo curto.<br></li>
</ul>



<p>Essas diferenças são úteis especialmente em casos de adoção ou resgate, quando a origem genética do animal é desconhecida.</p>



<p>Veja abaixo outras características que ajudam a distinguir um gato filhote de pelo curto de um de pelo longo:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Característica</strong></td><td><strong>Gato filhote de pelo curto</strong></td><td><strong>Gato filhote de pelo longo</strong></td></tr><tr><td><strong>Textura dos pelos</strong></td><td>Lisa e rente à pele</td><td>Macia e levemente ondulada</td></tr><tr><td><strong>Cauda</strong></td><td>Fina e curta</td><td>Volumosa e fofa</td></tr><tr><td><strong>Orelhas</strong></td><td>Pouco pelo</td><td>Tufos de pelo nas pontas</td></tr><tr><td><strong>Pelagem no peito</strong></td><td>Rala</td><td>Densa e arrepiada</td></tr><tr><td><strong>Idade de definição</strong></td><td>2 a 3 meses</td><td>4 a 6 meses</td></tr></tbody></table></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Onde posso adotar um gato peludo?</h3>



<p>Nem todo gato peludo pertence a uma raça pura, muitos são sem raça definida (SRD) que herdam o gene da pelagem longa de seus ancestrais.<br><br>Eles costumam ser mais resistentes a doenças genéticas e podem ser encontrados em abrigos e programas de adoção, como o <a href="https://www.cobasicuida.com.br/?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251229_vis_geral_gato-peludo_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cobasi Cuida</a>, que incentiva a adoção responsável e o bem-estar animal.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Existem gatos peludos hipoalergênicos?</h3>



<p>Nenhum gato é 100% hipoalergênico, mas algumas raças, como o Siberiano, de pelo longo produzem menos alérgenos Fel d 1, proteína associada a <a href="https://blog.cobasi.com.br/alergia-a-gato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">reações alérgicas</a>. </p>



<h3 class="wp-block-heading">Por que não é bom dar banho em gato toda semana?</h3>



<p>O banho semanal deve ser evitado. A água e o shampoo removem o óleo natural produzido pelas glândulas sebáceas, essencial para manter a pelagem hidratada e brilhante.<br><br>Além disso, os banhos frequentes alteram os feromônios felinos, que ajudam o gato a se orientar e se comunicar com outros animais. Como também pode causar estresse, queda de pelos e irritação na pele.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Em quais situações o banho em gatos é indicado?</h4>



<p><a href="https://blog.cobasi.com.br/banho-em-gato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Banhos em gatos</a> devem ser feitos apenas quando necessários, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>pelagem suja com fezes, urina ou substâncias tóxicas;<br></li>



<li>tratamento de dermatofitose ou outras doenças de pele;<br></li>



<li>presença de pulgas, carrapatos ou oleosidade excessiva. </li>
</ul>



<p>Em casos de dúvida, consulte o veterinário para definir a frequência ideal.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quando a tosa em gatos é indicada?</h3>



<p>A tosa higiênica é indicada para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>gatos de pelo longo que formam nós com facilidade;<br></li>



<li>regiões íntimas e barriga, para evitar sujeira e dermatites;<br></li>



<li>períodos de calor intenso, garantindo conforto térmico;<br></li>



<li>gatos idosos ou obesos, que têm dificuldade para se lamber. </li>
</ul>



<p>Nos casos mais complexos, o ideal é procurar um profissional de tosa felina, garantindo segurança e bem-estar.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como funciona a língua do gato na higiene?</h3>



<p>Segundo um <a href="https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2018/11/lingua-gato-felino-pelo-papila-tecnologia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo</a> publicado na revista científica <em>PNAS</em> (Proceedings of the National Academy of Sciences), a língua do gato funciona como um pente natural de alta precisão.<br><br>As pequenas espinhas, chamadas papilas, são curvadas e ocas, permitindo que a saliva penetre entre os fios e limpe até as camadas mais profundas da pelagem.<br><br>Além de remover sujeiras, esse processo ajuda a regular a temperatura corporal, um comportamento conhecido como <em>grooming felino</em>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Por que a pelagem é importante para a saúde do gato?</h3>



<p>A pelagem é a primeira barreira de defesa do corpo felino, sendo responsável por:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>regular a temperatura corporal (mantendo o gato aquecido no frio e protegido do calor);<br></li>



<li>proteger a pele contra ferimentos e raios UV;<br></li>



<li>abrigar <a href="https://blog.cobasi.com.br/bigode-de-gato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vibrissas</a> (pelos sensoriais) que ajudam na orientação. </li>
</ul>



<p>Uma pelagem sem brilho ou com falhas pode indicar problemas nutricionais, parasitas ou doenças de pele, exigindo avaliação veterinária.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/03/insuficiencia-renal-em-gatos-maine-coon.webp" alt="Insuficiência renal em gatos: sabia como cuidar do pet" class="wp-image-61472" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/03/insuficiencia-renal-em-gatos-maine-coon.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/03/insuficiencia-renal-em-gatos-maine-coon-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/03/insuficiencia-renal-em-gatos-maine-coon-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>Gostou do conteúdo? Continue explorando o Blog da Cobasi e descubra mais dicas sobre alimentação, higiene e comportamento felino. </p>



<p>Aqui, você encontra artigos completos sobre o universo dos gatos, com orientações práticas para garantir saúde, bem-estar e qualidade de vida ao seu pet. Até a próxima!</p>
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		<title>Câncer de pele em cachorro: como identificar e agir rápido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cobasi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Pele e pelagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O câncer de pele canino é uma doença cutânea causada pelo crescimento anormal de células, que formam aglomerações chamadas de neoplasias ou tumores. (SANTOS et al., 2022) Na maioria das</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/cancer-de-pele-em-cachorro-neoplasia.webp" alt="nódulos de câncer de pele em cães" class="wp-image-70182" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/cancer-de-pele-em-cachorro-neoplasia.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/cancer-de-pele-em-cachorro-neoplasia-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/cancer-de-pele-em-cachorro-neoplasia-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>O<strong> </strong>câncer de pele canino é uma doença cutânea causada pelo crescimento anormal de células, que formam aglomerações chamadas de neoplasias ou tumores. (SANTOS et al., 2022)</p>



<p>Na maioria das vezes, a condição se manifesta de forma discreta, como <strong>pequenos caroços, feridas ou manchas </strong>espalhadas pelo corpo do animal.</p>



<p>Com o passar do tempo, essas lesões podem aumentar de tamanho e, em alguns casos, se espalhar para outros tecidos e órgãos, comprometendo as funções vitais dos cães.</p>



<p>Segundo o Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV), o câncer de pele canino representa cerca de<a href="https://www.crmvpb.org.br/dezembro-laranja-cancer-de-pele-esta-entre-os-tipos-mais-comuns-entre-caes-e-gatos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> 30–40% de todos os diagnósticos de câncer da espécie</a>, o que acende o alerta para os tutores. </p>



<p>A radiação ultravioleta liberada pela luz solar é um dos principais fatores de risco para a condição, especialmente entre cães de pelo curto ou claro. (FERREIRA et al., 2006)</p>



<p>Felizmente, nem todo <strong>tumor na pele do cachorro</strong> é sinal de câncer — e muitas neoplasias benignas, como lipomas e papilomas, não causam problemas à saúde do pet.</p>



<p>Ainda assim, é importante ficar atento a qualquer alteração dermatológica canina, já que o diagnóstico precoce aumenta as chances de cura de tumores cutâneos malignos.</p>



<p>Notou um caroço na pelagem do seu pet ou recebeu um diagnóstico ruim? Continue a leitura e descubra como identificar, tratar e prevenir o<strong> câncer de pele em cachorro</strong>!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o câncer de pele surge?</h2>



<p>Em condições normais, o organismo dos pets realiza um processo contínuo de renovação celular, substituindo tecidos antigos ou danificados por novos de maneira controlada.&nbsp;</p>



<p>A regeneração natural ajuda a manter a integridade da barreira cutânea e proteger o corpo de agentes externos — algo que também acontece com os humanos!</p>



<p>No entanto, quando ocorrem falhas nesse mecanismo, as células passam a se multiplicar de forma desordenada, formando massas ou nódulos que se aglomeram em certas regiões.</p>



<p>As formações podem surgir em diferentes camadas da pele do animal, como a epiderme, os folículos pilosos e as glândulas anexas. (FRANCISCO et al., 2008; LIMA, 2016)</p>



<p>Essas aglomerações são chamadas de <strong>&nbsp;tumores cutâneos caninos</strong> e divididos em dois grandes grupos, conforme o seu comportamento:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Tumores benignos</strong>, quando as células mantêm seus limites bem definidos e não afetam a saúde do animal.<br></li>



<li><strong>Tumores malignos (câncer)</strong>, quando as células passam a invadir tecidos próximos e afetam o funcionamento do organismo.  </li>
</ul>



<p>Por isso, é muito importante entender e usar as nomenclaturas corretas! Afinal, <strong>nem todo tumor é câncer</strong>: apenas aqueles com um comportamento maligno recebem esse nome.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o câncer se desenvolve?</h2>



<p>O câncer de pele em cães se desenvolve de forma gradual, quando as células de um animal começam a se multiplicar de forma anormal e descontrolada.&nbsp;</p>



<p>No início, o crescimento pode ser<strong> discreto e restrito a uma área específica da pele</strong>, mas com o tempo, as células passam a invadir tecidos próximos e alcançar vasos sanguíneos.</p>



<p>Quando isso acontece, o câncer se espalha para outras partes do corpo do pet e acaba comprometendo órgãos vitais — processo chamado de metástase.</p>



<p>Para entender qual é a situação e a gravidade do quadro, especialistas costumam dividir as neoplasias por estágios.</p>



<p>No caso do melanoma canino, um dos tipos mais comuns e agressivos de câncer de pele, o estadiamento segue o sistema TNM, recomendado pela <a href="https://www.frontiersin.org/journals/veterinary-science/articles/10.3389/fvets.2024.1359426/full" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Organização Mundial da Saúde</a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A escala considera três aspectos principais:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>T: tamanho e extensão local do tumor</strong><strong><br></strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>T1: tumor &lt;2 cm</li>



<li>T2: tumor 2-4 cm</li>



<li>T3: tumor >4 cm<br></li>
</ul>
</li>



<li><strong>N: envolvimento dos linfonodos próximos</strong><strong><br></strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>N0: sem evidência de envolvimento dos linfonodos</li>



<li>N1: evidência histológica/citológica de comprometimento linfonodal.</li>



<li>N2: nós fixos<br></li>
</ul>
</li>



<li><strong>M: presença de metástases em órgãos distantes</strong><strong><br></strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>M0: sem evidências</li>



<li>M1: evidências</li>
</ul>
</li>
</ul>



<p>Com base nesses critérios, o melanoma canino pode ser classificado nos seguintes estágios:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Estágio</strong></td><td><strong>Critérios</strong></td><td><strong>Descrição</strong></td></tr><tr><td><strong>Estágio 1&nbsp;</strong></td><td>T1 N0 M0</td><td>Tumor pequeno, com menos de 2 cm de diâmetro e sem sinais de metástase.</td></tr><tr><td><strong>Estágio 2&nbsp;</strong></td><td>T2 N0 M0</td><td>Tumor entre 2 e 4 cm de diâmetro, ainda localizado e sem metástase.</td></tr><tr><td><strong>Estágio 3&nbsp;</strong></td><td>T1 N1 M0&nbsp;T2 N1 M0&nbsp;T3 N0 M0</td><td>Tumor maior que 4 cm ou já com comprometimento de linfonodos regionais, mesmo sem metástases à distância.</td></tr><tr><td><strong>Estágio 4&nbsp;</strong></td><td>Qualquer T, qualquer N e M1</td><td>Presença de metástases à distância, afetando órgãos como pulmões, fígado ou ossos.</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Detectar o câncer ainda nas fases iniciais <strong>aumenta significativamente as chances de tratamento</strong> e recuperação dos cães.</p>



<p>Por isso, qualquer alteração na pele deve ser avaliada rapidamente por um médico-veterinário!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os tipos de câncer de pele mais comuns em cães?</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/tipos-de-cancer-de-pele-em-caes.webp" alt="Cachorro deitado no chão, com manchas espalhadas pela pelagem branca." class="wp-image-76290" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/tipos-de-cancer-de-pele-em-caes.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/tipos-de-cancer-de-pele-em-caes-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/tipos-de-cancer-de-pele-em-caes-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>Segundo Goldschmidt &amp; Hendrick (2002), diversos tipos de tumores cutâneos já foram identificados em cães, variando conforme a origem e o perfil das células afetadas.</p>



<p>As neoplasias podem ser classificadas de diferentes formas, como benignas ou malignas, e se manifestam em estruturas distintas da pele.&nbsp;</p>



<p>Conheça os principais <strong>tipos de câncer de pele em cães</strong> e suas características!</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Mastocitoma</h3>



<p>O mastocitoma é um dos tumores malignos mais frequentes em cães, representando cerca de 11% das neoplasias cutâneas diagnosticadas na espécie. (VILLAMIL et al., 2011)</p>



<p>A condição começa nos mastócitos, células presentes na derme e tecido subcutâneo, responsáveis por participar de reações inflamatórias e alérgicas.&nbsp;</p>



<p>Cães com a condição podem apresentar lesões múltiplas ou individuais, acompanhadas de úlceras e vermelhidão localizada.</p>



<p>Em geral, os mastocitomas aparecem nos membros, abdômen, região axilar e escrotal dos animais — nesta última, de maneira mais agressiva. (SFILIGOI et al., 2005)</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Carcinoma de células escamosas em cães</h3>



<p>O carcinoma de células escamosas (CCE), também chamado de carcinoma espinocelular, é considerado o segundo tumor mais comum em cães. (ESPLIN, 2003)</p>



<p>A doença ocorre a partir da multiplicação desordenada dos queratinócitos, as células mais abundantes da epiderme, responsáveis pela produção de queratina.</p>



<p>Os cães afetados costumam apresentar feridas múltiplas ou solitárias nas regiões do tronco, orelhas, pálpebras, narinas, lábios, área inguinal e axilar. (RODASKI &amp; WERNER, 2009)</p>



<p>As lesões de <strong>carcinoma em cachorro </strong>geralmente possuem um aspecto papilar, em forma de couve-flor, e podem sangrar com facilidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Adenoma ou adenocarcinoma de glândula perianal</h3>



<p>O adenoma de glândulas perianal, também chamado de adenoma hepatóide, é uma neoplasia benigna que se desenvolve a partir das glândulas localizadas na região perianal.</p>



<p>Essas glândulas são responsáveis pela secreção de um fluido que atua na lubrificação do reto e na comunicação olfativa entre cães. (DALECK et al., 2016).&nbsp;</p>



<p>Suas lesões se manifestam através de massas firmes, com forma nodular e localizadas na base do ânus ou da cauda dos animais.</p>



<p>Quando assume um caráter maligno, a condição passa a ser chamada de <strong>adenocarcinoma </strong>e costuma causar formações isoladas e ulceradas no dorso, flancos e patas dos cães.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Lipoma em cachorro</h3>



<p>O <a href="https://blog.cobasi.com.br/lipoma-em-caes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lipoma</a> é uma neoplasia benigna composta por tecido adiposo, muito comum em cães com mais de 8 anos ou obesos. (SCOTT, D. W. et al., 2001)</p>



<p>Geralmente, a condição se manifesta como<strong> bolinhas de gordura</strong> moles, arredondadas e móveis, localizadas em regiões como o tórax, músculos do peito, pescoço e abdômen.</p>



<p>Apesar de não apresentar risco de metástase, o crescimento exagerado pode causar desconforto, ulcerar e gerar quadros de dor. (GSCHWENDTNER, 2015).</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Hemangiossarcoma</h3>



<p>O hemangiossarcoma cutâneo (HSA) é um tumor maligno derivado das células endoteliais, que revestem os vasos sanguíneos.&nbsp;</p>



<p>Embora possa atingir qualquer região do corpo, a condição afeta especialmente o abdômen ventral, prepúcio e membros pélvicos dos animais. (WARDI, 1994; CULBERTSON, 1982)</p>



<p>Suas lesões costumam apresentar coloração escura, variando do vermelho ao roxo-escuro, crescem rapidamente e podem aparecer em forma única ou múltipla.</p>



<p>Segundo Scott et al. (2001), o hemangiossarcoma é uma das formas mais invasivas de câncer de pele em cães, o que requer um diagnóstico rápido.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Papiloma</h3>



<p>O <a href="https://blog.cobasi.com.br/papilomatose-canina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">papiloma</a> é um tumor cutâneo canino benigno causado pelo papilomavírus canino, que provoca o crescimento anormal das células epiteliais. (MEDLEAU et al., 2009)</p>



<p>As lesões lembram verrugas pequenas, podendo ser múltiplas ou isoladas, e se multiplicam de maneira rápida, assumindo uma forma típica de couve-flor.</p>



<p>Embora tendam a desaparecer espontaneamente, os papilomas exigem observação, pois podem inflamar ou sangrar, especialmente quando localizados na boca ou nas pálpebras.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7. Melanoma canino</h3>



<p>O melanoma é um tumor originado nos melanócitos, células responsáveis pela produção da melanina: um pigmento marrom ou preto que dá cor à pele e aos pelos dos cães.&nbsp;</p>



<p>Segundo Murakami et al. (2021), essa neoplasia pode ter comportamento benigno ou maligno, e surge principalmente na cavidade oral, cabeça, escroto e nos dedos dos pets.</p>



<p>Na região próxima às patas, quase 53% das lesões assumem um caráter maligno, sendo o segundo tipo de tumor mais comum entre os cachorros. (MANLEY et al., 2011).</p>



<p>Suas lesões costumam apresentar uma coloração escura característica, além de alta agressividade e grandes chances de metástase, atingindo linfonodos e pulmões.</p>



<h3 class="wp-block-heading">8. Histiocitomas</h3>



<p>O histiocitoma cutâneo canino (HCC) é um tumor benigno comum, representando cerca de 12–14% de todas as neoplasias cutâneas da espécie. (GOLDSCHMIDT et al., 1992)</p>



<p>A condição surge a partir da célula de Langerhans da epiderme, assumindo a forma de um nódulo solitário e sem pelos, geralmente na cabeça, membros e tórax do animal.</p>



<p>Em muitos casos, o histiocitoma regride espontaneamente em algumas semanas, mas deve ser acompanhado por um veterinário para descartar neoplasias malignas semelhantes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que causa câncer de pele em cães?</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/o-que-causa-cancer-de-pele-em-cachorros.webp" alt="Imagem de um cachorro com falhas na pelagem na região da face sendo acariciado na cabeça." class="wp-image-76289" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/o-que-causa-cancer-de-pele-em-cachorros.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/o-que-causa-cancer-de-pele-em-cachorros-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/o-que-causa-cancer-de-pele-em-cachorros-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>As<strong> lesões cutâneas malignas em cães </strong>podem ter diversas origens, pois a transformação de uma célula normal em uma cancerígena ocorre a partir de alterações ou danos no DNA.&nbsp;</p>



<p>Isso costuma ser provocado por diferentes agentes cancerígenos, como:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Exposição ao sol</h3>



<p>A radiação ultravioleta (UV) é uma das principais causas do câncer de pele em cães, especialmente dos carcinomas de células escamosas (CCE).&nbsp;</p>



<p>A exposição solar intensa provoca reações fotoquímicas que lesam o DNA, alteram o sistema imunológico e estimulam vias inflamatórias na pele. (KRAEGEL, 2004)</p>



<p>Esses efeitos são agravados em animais com falta de pigmentação, pelagem clara ou rala e em áreas constantemente expostas ao sol, como focinho, barriga e orelhas.&nbsp;</p>



<p>Além disso, a queratose actínica, uma lesão provocada pela luz solar, é considerada uma lesão precursora do câncer cutâneo. (WERNER, 2008; MEDLEAU; HNILICA, 2009)</p>



<h3 class="wp-block-heading">Infecções virais</h3>



<p>Certos papilomavírus caninos também podem estar relacionados ao surgimento de tumores na pele, no caso, dos famosos papilomas.&nbsp;</p>



<p>Quando os vírus infectam as células epiteliais, provocam o crescimento descontrolado e a divisão anormal, o que pode levar a mutações cromossômicas e instabilidade genética.&nbsp;</p>



<p>Embora a papilomatose canina costume ser benigna, em alguns casos, ela pode evoluir para formas malignas em função das alterações celulares promovidas pelo vírus.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Lesões contínuas</h3>



<p>Cães que sofrem traumas repetidos ou passam por processos inflamatórios crônicos também podem desenvolver neoplasias de pele.&nbsp;</p>



<p>Isso acontece porque o reparo celular constante aumenta o risco de mutações no DNA, facilitando as formações cancerígenas. (HARGIS; GINN, 2013)</p>



<h3 class="wp-block-heading">Predisposição genética</h3>



<p>Algumas raças caninas apresentam maior predisposição ao câncer de pele, o que indica que a condição também possui um forte caráter genético.&nbsp;</p>



<p>Segundo Modiano et al. (1999), a vulnerabilidade está ligada a alterações em genes e proteínas que controlam o ciclo celular e a apoptose — processo natural de morte celular.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os primeiros sintomas de câncer em cachorro?</h2>



<p>O <strong>início do câncer de pele em cachorros</strong> costuma ser silencioso, e muitas vezes passa despercebido pelos tutores.</p>



<p>Afinal, a condição <strong>não possui sintomas exclusivos</strong> e outras doenças cutâneas podem apresentar sinais muito semelhantes.</p>



<p>Segundo<a href="https://www.fmvz.unesp.br/#!/noticias/v/id::611/sol-intenso-aumenta-risco-de-tumores-de-pele-em-caes-e-gatos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> pesquisadores da UNESP</a>, os quadros podem começar como pequenas <strong>feridas que não cicatrizam</strong>, aumentam de tamanho e sangram.</p>



<p>Alguns tumores também se manifestam em forma de <strong>nódulos na pele do cachorro</strong>, como elevações ou um aumento na pele do cachorro, sejam eles firmes ou moles.</p>



<p>Bolinhas no corpo do animal, <a href="https://blog.cobasi.com.br/verruga-em-cachorro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">verrugas</a> avermelhadas e até manchas escuras são outros sinais de alerta, já que alguns tipos de câncer surgem dessa forma.</p>



<p>Conforme os quadros avançam, os cachorros com lesões malignas de pele podem apresentar mais sintomas clínicos, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://blog.cobasi.com.br/coceira-em-cachorro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">coceira intensa</a> ou desconforto local;</li>



<li>perda de pelos localizada na região afetada;</li>



<li><a href="https://blog.cobasi.com.br/barriga-inchada-e-dura/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inchaços persistentes</a> ou que aumentam rapidamente;</li>



<li>perda de pigmentação ou manchas brancas na pele;</li>



<li>problemas de mobilidade;</li>



<li><a href="https://blog.cobasi.com.br/cachorro-nao-quer-comer-racao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">perda de apetite</a>.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Como é uma ferida de câncer em cachorro?</h3>



<p>As <strong>neoplasias de pele em cães </strong>podem se manifestar de formas diferentes, dependendo do tipo de tumor envolvido.&nbsp;</p>



<p>Confira as principais características de cada ferida na tabela abaixo!</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Tipo de tumor</strong></td><td><strong>Aspecto da ferida ou lesão</strong></td><td><strong>Locais mais comuns</strong></td></tr><tr><td><strong>Mastocitoma</strong></td><td>Lesões elevadas e firmes, medindo de 1 a 10 cm, com superfície avermelhada ou ulcerada.<br>Versões subcutâneas são moles e pouco delimitadas, como um lipoma.</td><td>Tronco, períneo, extremidades, cabeça e pescoço.</td></tr><tr><td><strong>Carcinoma</strong></td><td>Lesão avermelhada com inchaço, queda de pelos, descamação e ulceração.&nbsp;<br>A pele pode ficar mais espessada e enrugada, ou formar feridas em forma de couve-flor.</td><td>Membros, orelhas, pálpebras, narinas, lábios, área inguinal e axilar.<br></td></tr><tr><td><strong>Adenoma ou Adenocarcinoma</strong></td><td>Nódulo firme e arredondado, de tamanho variável.&nbsp;</td><td>Base da cauda e região anal.</td></tr><tr><td><strong>Lipoma</strong></td><td>“Bolinhas” subcutâneas arredondadas e móveis, geralmente moles ao toque.<br><br>Alguns ficam mais firmes se houver tecido fibroso.</td><td>Tórax, abdômen e membros torácicos.</td></tr><tr><td><strong>Hemangiossarcoma</strong></td><td>Lesões mal delimitadas, em forma de placas ou nódulos em tons de vermelho a azul-escuro.&nbsp;<br>Nodulos superficiais têm até 2 cm, enquanto os subcutânos atingem 10 cm e são esponjosos.</td><td>Áreas expostas ao sol, principalmente abdômen ventral, prepúcio e membros pélvicos.</td></tr><tr><td><strong>Papiloma</strong></td><td>Pápulas e placas róseas ou brancas, lisos e brilhantes, que evoluem para verrugas em forma de couve-flor.</td><td>Focinho, cavidade oral, conjuntiva e pele.</td></tr><tr><td><strong>Melanoma</strong></td><td><a href="https://blog.cobasi.com.br/manchas-pretas-na-pele-do-cachorro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Manchas escuras</a>, com pigmentação variável (do marrom ao preto), geralmente ulceradas e inflamadas.</td><td>Cabeça, membros, dedos e escroto.</td></tr><tr><td><strong>Histiocitoma</strong></td><td>Massa solitária, arredondada e sem pelos, em forma de cúpula ou botão.</td><td>Cabeça, tórax e membros.</td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Quais doenças se parecem com o câncer de pele em cachorro?</h2>



<p>Algumas doenças dermatológicas podem apresentar sintomas muito semelhantes aos de uma <strong>neoplasia em cachorro</strong>, o que atrasa e atrapalha o diagnóstico do câncer de pele.</p>



<p>As principais condições com sintomas semelhantes aos tumores cutâneos caninos são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://blog.cobasi.com.br/dermatite-em-cachorro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Dermatites</strong></a>: inflamações de pele que causam vermelhidão, coceira, crostas e feridas, podendo formar nódulos ou áreas sem pelo.<br></li>



<li><a href="https://blog.cobasi.com.br/caspa-em-cachorro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Seborreia</strong></a>: provoca descamação, oleosidade e odor forte, gerando crostas espessas e lesões que lembram tumores.<br></li>



<li><a href="https://blog.cobasi.com.br/alergia-em-cachorro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Alergias cutâneas</strong></a>: reações a alimentos, picadas ou produtos químicos causam inflamação e feridas recorrentes em animais.<br></li>



<li><a href="https://blog.cobasi.com.br/alopecia-canina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Alopecia congênita</strong></a>: ausência localizada de pelos, que pode ser confundida com áreas lesionadas ou afetadas por tumores.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Como diferenciar o câncer de pele de outras doenças de pele?</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/como-diferenciar-cancer-de-pele-canino.webp" alt="Close-up de um focinho de cachorro com manchas avermelhadas." class="wp-image-76287" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/como-diferenciar-cancer-de-pele-canino.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/como-diferenciar-cancer-de-pele-canino-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/como-diferenciar-cancer-de-pele-canino-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>Com tantas condições similares ao câncer de pele, uma boa dica para confirmar suspeitas é observar o comportamento das feridas ou nódulos dos cachorros.</p>



<p>Diferentemente de outras doenças, as lesões neoplásicas<strong> crescem progressivamente </strong>e não cicatrizam com facilidade.</p>



<p>No entanto, o diagnóstico assertivo só pode ser feito com ajuda de um veterinário, e qualquer alteração na pele dos cães deve ser um sinal de alerta.</p>



<p>Exames específicos, como a <strong>biópsia dermatológica canina</strong>, permitem identificar a presença de células neoplásicas e são essenciais para a confirmação da doença.</p>



<p>O exame também ajuda a distinguir tumores benignos de malignos, o que vai orientar o tratamento mais adequado.&nbsp;</p>



<p>Independentemente da classificação, qualquer tipo de neoplasia exige acompanhamento veterinário, já que até lesões benignas podem ulcerar ou causar desconforto no animal.</p>



<p>Então, ao notar alterações persistentes na pele do seu cão, procure um veterinário assim que puder!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais cães têm maior risco de desenvolver câncer de pele?</h2>



<p>Assim como acontece com humanos, <strong>alguns cães têm mais chances de desenvolver câncer de pele</strong>, seja por fatores genéticos, de idade ou sexo.</p>



<p>Esses aspectos influenciam tanto o surgimento quanto o comportamento das neoplasias cutâneas caninas, que podem se manifestar de maneira mais agressiva em certos pets.</p>



<p>Em geral, os principais fatores de risco para o desenvolvimento de <strong>tumor de pele em cachorros</strong> são:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Idade avançada</h3>



<p>A maioria dos tumores de pele em cachorro é diagnosticada em <a href="https://blog.cobasi.com.br/cachorro-idoso/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">animais idosos</a>, geralmente acima dos 8 anos de idade. </p>



<p>Mastocitomas, carcinomas, hemangiossarcomas, papilomaslipomas, melanomas e adenomas são mais frequentes nessa faixa etária. (LONDON &amp; THAMM, 2013; RASKIN, 2003; SCOTT et al., 2001; MULLER &amp; KIRK, 1996)</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Tipo de pelagem</h3>



<p><a href="https://blog.cobasi.com.br/cachorro-de-pelo-curto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cães com pelagem curta</a> e clara ou pouco pigmentada têm maior risco de desenvolver carcinomas e hemangiossarcomas.</p>



<p>Afinal, estes pets estão mais expostos à radiação ultravioleta, o que&nbsp; pode desencadear a formação de tumores malignos. (GOLDSCHMIDT, M. H.; HENDRICK, M. J., 2002)</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Predisposição genética e racial</h3>



<p>Algumas raças demonstram maior propensão ao surgimento de neoplasias cutâneas, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Boxer, <a href="https://www.cobasi.com.br/racas/cachorro/labrador-retriever?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251107_vis_geral_cancer-de-pele-em-cachorro_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Labrador Retriever</a>, Golden Retriever e Shar Pei, mais predispostos a mastocitomas. (VILLAMIL et al., 2011)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cocker Spaniel, Boston Terrier, Airedale Terrier,  <a href="https://www.cobasi.com.br/racas/cachorro/chow-chow?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251107_vis_geral_cancer-de-pele-em-cachorro_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Chow Chow</a>, Schnauzer, Doberman, Terrier Escocês, Pinscher, Vizlas, Golden Retriever, Boxer e Setter Irlandês e Vira-latas, com maior ocorrência de melanomas. (MAZZOCCHIN, 2013)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pastor Alemão, Pitbull, Fila, Boxer, <a href="https://www.cobasi.com.br/racas/cachorro/golden-retriever?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251107_vis_geral_cancer-de-pele-em-cachorro_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Golden Retriever</a> e Vira-latas, frequentemente afetados por hemangiossarcomas. (MUKARATIRWA, 2005)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Boxer, <a href="https://www.cobasi.com.br/racas/cachorro/Dachshund?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251107_vis_geral_cancer-de-pele-em-cachorro_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dachshund</a>, Terriers, Labradores, Cockers e Spaniels Ingleses, que apresentam predisposição a histiocitomas. (PATEL &amp; FORSYTHE, 2010)</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">4. Fatores hormonais</h3>



<p>Pesquisas sugerem que os hormônios sexuais também podem influenciar a ocorrência e agressividade dos tumores cutâneos.</p>



<p>Isso porque cadelas costumam apresentar mastocitomas menos agressivos, enquanto cães machos tendem a ter menos tempo de sobrevida aos quadros. (LAUFER-AMORIM, 2011; KIUPEL et al., 2005).</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que acontece se o câncer canino não for tratado?</h2>



<p>Quando o câncer de pele canino não recebe o <strong>tratamento oncológico veterinário</strong> adequado, a tendência é que ele continue crescendo e comprometendo tecidos vizinhos.&nbsp;</p>



<p>Em alguns casos, a evolução pode causar <a href="https://blog.cobasi.com.br/como-saber-se-o-cachorro-esta-com-dor/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dor</a>, infecções, necrose da pele e perda de peso, afetando diretamente o bem-estar do animal.</p>



<p>Segundo London &amp; Seguin (2003), cães com mastocitomas, por exemplo, podem sobfrer com siíndromes secundárias devido à degranulação de mastócitos.</p>



<p>Além disso, muitos pacientes desenvolvem <a href="https://blog.cobasi.com.br/gastrite-em-cachorro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">gastrite</a>, úlceras gástricas, pressão baixa (hipotensão) e hemorragias. </p>



<p>Em fases avançadas, o câncer pode comprometer funções vitais, como a respiração e o funcionamento de órgãos internos, levando o animal a óbito.</p>



<p>De acordo com Fighera (2008), que avaliou as causas de morte e eutanásia em cães, as neoplasias representam <strong>7,8% de todos os óbitos da espécie</strong> — e as neoplasias cutâneas foram responsáveis por 12,4% desse total!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o veterinário diagnostica o câncer de pele em cachorro?</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/cancer-de-pele-em-cachorro-capa.webp" alt="cachorro com câncer de pelete deitado" class="wp-image-70181" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/cancer-de-pele-em-cachorro-capa.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/cancer-de-pele-em-cachorro-capa-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/cancer-de-pele-em-cachorro-capa-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>O <strong>diagnóstico de câncer de pele canino </strong>deve ser realizado por um veterinário, já que só o profissional será capaz de diferenciar a doença de outras condições parecidas.</p>



<p>O processo geralmente começa com uma avaliação clínica completa, com o exame físico das lesões e uma anamnese detalhada.</p>



<p>Nesta etapa, o especialista coletará informações que vão ajudar a descartar hipóteses e direcionar os exames complementares mais indicados.</p>



<p>Então os tutores devem estar preparados para responder algumas questões sobre o avanço dos quadros e mudanças de comportamento do animal, incluido:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>quando o nódulo apareceu;</li>



<li>se o caroço ou a lesão mudou de tamanho;</li>



<li>se o cão coça ou lambe o local;</li>



<li>presença de outros sinais secundários, como <a href="https://blog.cobasi.com.br/cachorro-emagrecendo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">perda de peso</a> ou falta de apetite.</li>
</ul>



<p>Após a avaliação inicial, o veterinário pode solicitar exames laboratoriais e de imagem para avaliar o estado geral de saúde do animal e entender se há indícios de neoplasias.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quais exames confirmam o câncer de pele canino?</h3>



<p>Para confirmar o diagnóstico de câncer de pele, o veterinário poderá utilizar técnicas diferentes, dependendo do tipo e da localização das lesões.&nbsp;</p>



<p>Alguns dos exames comuns nesta etapa são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Citologia aspirativa com agulha fina</strong>: coleta de células da lesão com uma agulha para análise microscópica. É rápida, pouco invasiva e eficaz para detectar mastocitomas. (LAVALLE et al., 2003)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Biópsia e exame histopatológico:</strong> permitem identificar o tipo celular, o grau de malignidade e se há infiltração local. (SULAIMON et al., 2002)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Exames de imagem, como radiografia, ultrassonografia, tomografia e ressonâncias: </strong>ajudam a avaliar a extensão do tumor e identificar possíveis metástases em órgãos internos. (SILVA, 2012)</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como tratar câncer de pele em cachorro?</h2>



<p>O <strong>tratamento do câncer de pele em cães</strong> pode variar conforme o tipo de neoplasia em questão, sua localização e seu estágio clínico.</p>



<p>De acordo com <a href="https://www.fmvz.unesp.br/#!/noticias/v/id::611/sol-intenso-aumenta-risco-de-tumores-de-pele-em-caes-e-gatos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">especialistas da UNESP</a>, a <strong>cirurgia de remoção de tumor</strong> é o método mais indicado na maioria dos casos.</p>



<p>E quanto antes a&nbsp; intervenção cirúrgica acontecer, melhor! Afinal, os tumores possuem uma capacidade de crescimento alta, o que aumenta o risco de metástase.</p>



<p>Em alguns casos, o tratamento inclui terapias complementares, como <strong>radioterapia e quimioterapia canina</strong>, que ajudam a controlar e a eliminar as células remanescentes.</p>



<p>A eletroquimioterapia também pode ser indicada, especialmente para carcinomas de células escamosas, pois ela aumenta a absorção dos medicamentos quimioterápicos nas células&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Na tabela abaixo, compilamos os principais tratamentos indicadas para os tipos de câncer de pele mais comuns em cães:</h3>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Tipo de câncer</strong></td><td><strong>Tratamento recomendado</strong></td></tr><tr><td>Mastocitoma</td><td>&#8211; remoção cirúrgica com margens de segurança; (FULSCHER et al., 2006)<br><br>&#8211; quimioterapia antineoplásica;<br><br>&#8211; fármacos como vimblastina, <a href="https://blog.cobasi.com.br/prednisolona/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">prednisona</a>, ciclofosfamida e lomustina, sempre sob orientação veterinária; (LONDON &amp; SEGUIN, 2003; WELLE et al., 2008; LONDON &amp; THAMM, 2013)<br><br>&#8211; inibidores de tirosinaquinase em casos específicos. (LONDON, 2009; JARK et al., 2012)</td></tr><tr><td>Carcinoma</td><td>&#8211; cirurgia; (MOORE; OGILVIE, 2001; GUÉRIOS et al, 2003)<br><br>&#8211; radioterapia em regiões comprometidas com massas tumorais que não são removíveis cirurgicamente; (KRAEGEL; MADEWELL, 2004)<br><br>&#8211; em alguns casos, criocirurgia ou quimioterapia de suporte.</td></tr><tr><td>Adenoma ou adenocarcinoma de glândula perianal</td><td>&#8211; excisão cirúrgica do tumor; <br><br>&#8211; <a href="https://blog.cobasi.com.br/castracao-de-cachorro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">castração do animal</a>, devido à relação com hormônios sexuais.</td></tr><tr><td>Lipoma</td><td>&#8211; cirurgia para remoção do nódulo, geralmente curativa e com bom prognóstico. (JARK et al., 2016).<br></td></tr><tr><td>Hemangiossarcoma</td><td>&#8211; cirurgia seguida de quimioterapia ou radioterapia. (WARD et al., 1994; VIVAN, 2020).</td></tr><tr><td>Papiloma</td><td>&#8211; muitos regridem espontaneamente e não precisam de tratamento;<br><br>&#8211; remoção cirúrgica, criocirurgia ou laser em casos persistentes. (VIEIRA &amp; POGGIANI, 2012).</td></tr><tr><td>Melanoma</td><td>&#8211; cirurgia como principal tratamento;<br><br>&#8211; criocirurgia em caso de impossibilidade da cirurgia; (NISHIYA et al., 2006)<br><br>&#8211; radioterapia como tratamento primário ou complementar; (CUNHA et al., 2013)<br><br>&#8211; quimioterápicos, como cisplatina ou carboplatina, sempre sob recomendação veterinária. (GRANDI &amp; RONDELLI, 2016).</td></tr><tr><td>Histiocitoma</td><td>&#8211; muitos regridem espontaneamente e não exigem tratamento;<br><br>&#8211; excisão cirúrgica ou criocirurgia. (ARAÚJO et al., 2009).</td></tr></tbody></table></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Câncer de pele em cachorro tem cura?</h3>



<p>Sim,<strong> a maioria dos tipos de câncer de pele em cães tem cura</strong>, especialmente quando são diagnosticados e tratados suas fases iniciais. (RODASKI, S.; WERNER, J., 2009)</p>



<p>Nos casos em que isso não é possível, o tratamento pode prolongar a sobrevida dos pacientes e devolver o conforto dos animais — permitindo uma despedida pacífica.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quanto tempo de vida tem um cachorro com câncer?</h3>



<p>Muitos cães se recuperam totalmente após o tratamento do câncer de pele e podem viver felizes e cheios de saúde ao lado de seus tutores por vários anos!</p>



<p>No entanto, alguns tipos de neoplasias mais agressivas tendem a reduzir a expectativa de vida do animal, especialmente quando identificadas em estágios avançados.</p>



<p>O hemangiossarcoma, por exemplo, é altamente invasivo e maligno, apresentando uma média de sobrevida de 4 meses após o diagnóstico. (SCOTT et al., 2001)</p>



<p>Cães acometidos pelo melanoma também possuem um prognóstico negativo, com um&nbsp; tempo de sobrevida médio de 6 a 12 meses. (RODRIGUES et al., 2017).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como prevenir o câncer de pele em cães?</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/cancer-de-pele-canino-final.webp" alt="Close-up de uma pata de cachorro enfaixada, provavelmente após um procedimento na pele." class="wp-image-76286" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/cancer-de-pele-canino-final.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/cancer-de-pele-canino-final-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/cancer-de-pele-canino-final-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>Embora nem todos os casos possam ser evitados, a <strong>prevenção de câncer de pele em cães</strong> é possível, e alguns cuidados simples reduzem as chances de incidência da doença.</p>



<p>Conheça as principais formas de manter os tumores cutâneos bem longe do seu cachorro!</p>



<h3 class="wp-block-heading">Limitar a exposição ao sol</h3>



<p>Evitar a exposição excessiva ao sol é uma das medidas preventivas mais importantes, especialmente para cães de pele clara, pelos curtos ou com áreas despigmentadas.&nbsp;</p>



<p>Sempre que possível, evite brincadeiras e <a href="https://blog.cobasi.com.br/passear-com-cachorro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">passeios ao ar livre </a>entre 9–16h, quando os raios UV estão mais fortes. </p>



<p>Além disso, crie ambientes com sombra e abrigo contra o sol, garantindo que o animal possa aproveitar o dia de forma segura.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Usar protetor solar para pets</h3>



<p>O uso regular de um protetor solar específico para cães também é uma medida eficaz que complementa a proteção do pet contra o sol.&nbsp;</p>



<p>De acordo com o <a href="https://hospitalveterinario.evz.ufg.br/n/31611-dermatologista-da-dicas-de-prevencao-ao-cancer-de-pele-animal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hospital Veterinário da UFMG,</a> esses produtos são seguros e não possuem substâncias tóxicas que possam causar problemas se o pet lamber a região. </p>



<p>A aplicação deve ser feita diariamente, principalmente nas áreas com menos pelos, como orelhas, focinho, abdômen, axilas e região genital.&nbsp;</p>



<div class="carousel-produtos-wrap" data-cta="Aproveite mais produtos" data-url="https://www.cobasi.com.br/pesquisa?terms=protetor-solar"><h2>Protetor solar para cães</h2><div class="carousel-produtos-box"></div><input type="hidden" id="_wpnonce_carrossel-produtos" name="_wpnonce_carrossel-produtos" value="3e5e550b58" /></div>



<h3 class="wp-block-heading">Fortalecer a imunidade</h3>



<p>Manter a imunidade do cão sempre forte é fundamental para prevenir tumores causados por vírus oportunistas, como os papilomas.&nbsp;</p>



<p>Por isso, <a href="https://blog.cobasi.com.br/vacina-para-cachorro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mantenha a carteira de vacinação do seu cachorro em dia</a>, invista em vermifugação, proteção contra ectoparasitas e uma alimentação de qualidade!</p>



<p>Em locais com surtos, também vale a pena separar o pet de outros cães infectados, higienizando <a href="https://www.cobasi.com.br/c/cachorro/acessorios-para-alimentacao?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251107_vis_geral_cancer-de-pele-em-cachorro_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">potes de alimentação</a>, <a href="https://www.cobasi.com.br/c/cachorro/caminhas-e-casinhas/caminhas?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251107_vis_geral_cancer-de-pele-em-cachorro_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">caminhas</a> e outros itens pessoais do animal doente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Manter check-ups veterinários regulares</h3>



<p>Por fim, as <a href="https://www.cobasi.com.br/servicos/agendamentos/bem-vindo/?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251107_vis_geral_cancer-de-pele-em-cachorro_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">consultas anuais ou semestrais com o veterinário</a> são indispensáveis para identificar precocemente qualquer sinal de neoplasias, como feridas, nódulos ou manchas. </p>



<p>O diagnóstico rápido aumenta consideravelmente as chances de cura do câncer de pele canino, possibilitando um tratamento menos invasivo e mais seguro ao seu pet!</p>



<h2 class="wp-block-heading">4 mitos e verdades sobre o câncer de pele canino</h2>



<p>O câncer de pele em cães ainda é uma doença cercada por dúvidas e crenças populares que podem atrapalhar a prevenção e seu diagnóstico precoce.&nbsp;</p>



<p>Abaixo, esclarecemos 4 mitos e verdades importantes sobre o tema!</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Câncer de pele em cachorro é contagioso</h3>



<p><strong>Mito! </strong>O câncer de pele não é contagioso para humanos e, na grande maioria dos casos, também não é transmissível entre cães.&nbsp;</p>



<p>Afinal, a condição se desenvolve a partir da multiplicação anormal das próprias células do animal, sem relação com agentes infecciosos.</p>



<p>A única exceção são tumores causados por vírus, como o papiloma, provocada pelo papilomavírus, que pode ser transmitido pelo contato direto e indireto entre cães.&nbsp;</p>



<p>Mesmo nesses casos, a doença não oferece risco aos tutores!</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Excesso de sol causa câncer em cachorro&nbsp;</h3>



<p><strong>Verdade! </strong>A exposição à radiação ultravioleta está diretamente ligada ao desenvolvimento de alguns tipos de câncer de pele, como o carcinoma de células escamosas canino.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Todo caroço na pele dos cães é câncer</h3>



<p><strong>Mito!</strong> Nem todo caroço ou ferida na pele dos cachorros é um sinal de câncer.&nbsp;</p>



<p>Muitos cães desenvolvem lipomas cistos sebáceos, inflamações e infecções cutâneas que causam sintomas parecidos — mas que não possuem um caráter maligno.</p>



<p>Ainda assim, qualquer alteração na pele deve ser avaliada por um veterinário para descartar doenças graves e definir se há necessidade de exames extras, como biópsias.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Cães jovens também podem ter câncer de pele</h3>



<p><strong>Verdade!</strong> Embora os tumores cutâneos sejam mais comuns em cães idosos, animais jovens também podem desenvolver a condição.</p>



<p>Isso acontece principalmente quando outros fatores de predisposição estão envolvidos, como a genética da raça, a exposição à luz solar, infecções virais ou lesões contínuas.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/como-prevenir-cancer-de-pele-em-caes.webp" alt="Cachorro com falhas na pelagem na região do focinho brincando com um brinquedo na mão de uma pessoa." class="wp-image-76288" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/como-prevenir-cancer-de-pele-em-caes.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/como-prevenir-cancer-de-pele-em-caes-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/como-prevenir-cancer-de-pele-em-caes-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Gostou do conteúdo?</h2>



<p>No Blog da Cobasi, você encontra muitos outros artigos sobre <a href="https://blog.cobasi.com.br/tumor-em-cachorro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">câncer em cães</a>, com informações confiáveis sobre diagnóstico, prevenção e tratamento da doença. </p>



<p>Continue explorando nossos conteúdos e aprenda como oferecer os melhores cuidados para o seu melhor amigo!</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Referências:</h2>



<p><strong>CRMV &#8211; PB | </strong><a href="https://www.crmvpb.org.br/dezembro-laranja-cancer-de-pele-esta-entre-os-tipos-mais-comuns-entre-caes-e-gatos/">Dezembro Laranja: câncer de pele está entre os tipos mais comuns entre cães e gatos</a></p>



<p><strong>Pubvet | </strong><a href="https://ojs.pubvet.com.br/index.php/revista/article/view/3325">Principais neoplasias cutâneas de pequenos animais</a></p>



<p><strong>Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)</strong> | <a href="https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/13289/TCCE_RMV_2011_PAGNONCELLI_MARCIELEN.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y">Citologia nas neoplasias cutâneas de cães</a></p>



<p><strong>Revista de Educação Continuada em Medicina Veterinária e Zootecnia do CRMV-SP | </strong><a href="https://www.revistamvez-crmvsp.com.br/index.php/recmvz/article/view/5373">Mastocitoma cutâneo em cães: uma breve revisão</a></p>



<p><strong>UNIFAA &#8211; Revista Saber Digital</strong> | <a href="https://revistas.faa.edu.br/SaberDigital/article/view/382">Carcinoma de células escamosas em cão: relato de caso</a></p>



<p><strong>Revista Foco</strong> | <a href="https://ojs.focopublicacoes.com.br/foco/article/view/3560">Adenoma de glândula perianal &#8211; relato de caso</a></p>



<p><strong>Universidade de Cruz Alta (UNICRUZ)</strong> |<a href="https://home.unicruz.edu.br/seminario/anais/anais-2019/XXIV%20SEMINARIO%20INTERINSTITUCIONAL/Mostra%20de%20Iniciacao%20Cientifica/Ciencias%20Exatas,%20agrarias%20e%20engenharias/RESUMO%20EXPANDIDO/LIPOMA%20CANINO%20%E2%80%93%20RELATO%20DE%20CASO%20%20-%209350.pdf"> Lipoma canino – relato de caso</a></p>



<p><strong>Revista Ibero</strong> | <a href="https://periodicorease.pro.br/rease/article/download/11843/5592/22709">Hemangiossarcoma cutâneo canino tratado com ressecção cirúrgica: um relato de caso&nbsp;</a></p>



<p><strong>PUBVET</strong> |<a href="https://www.pubvet.com.br/uploads/e1b7514d78ec0e0a8ccab768ac712530.pdf"> Papilomatose canina</a></p>



<p><strong>Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)</strong> |<a href="https://ri.ufrb.edu.br/jspui/bitstream/123456789/2096/1/Melanoma_Cao_Relato_TCC_2019.pdf"> Melanoma em cão: relato de caso</a></p>



<p><strong>Centro Universitário de Mineiros (UNIFIMES)</strong> | <a href="https://publicacoes.unifimes.edu.br/index.php/coloquio/pt_BR/article/download/551/594">Histiocitoma cutâneo canino &#8211; relato de caso</a></p>



<p><strong>UNESP – Universidade Estadual Paulista</strong> |<a href="https://www.fmvz.unesp.br/#!/noticias/v/id::611/sol-intenso-aumenta-risco-de-tumores-de-pele-em-caes-e-gatos/"> Sol intenso aumenta risco de tumores de pele em cães e gatos</a></p>



<p><strong>Fórmula Animal</strong> |<a href="https://formulanimal.com.br/cancer-de-pele-em-cachorro/"> Câncer de pele em cachorro: saiba como identificar e cuidar do seu melhor amigo</a></p>



<p><strong>G1 </strong>|<a href="https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/tem-mais-pet/noticia/2024/07/25/cancer-de-pele-professora-da-unesp-explica-como-identificar-e-prevenir-a-doenca-nos-pets.ghtml"> Câncer de pele: professora da Unesp explica como identificar e prevenir a doença nos pets</a></p>



<p><strong>Hospital Veterinário da UFG</strong> |<a href="https://hospitalveterinario.evz.ufg.br/n/31611-dermatologista-da-dicas-de-prevencao-ao-cancer-de-pele-animal"> Dermatologista dá dicas de prevenção ao câncer de pele animal</a></p>



<p><strong>PetMD</strong> |<a href="https://www.petmd.com/dog/conditions/cancer/c_dg_hemangiosarcoma_skin"> Dog Skin Cancer</a></p>



<p><strong>Frontiers </strong>| <a href="https://www.frontiersin.org/journals/veterinary-science/articles/10.3389/fvets.2024.1359426/full">Melanoma em cães e gatos: consenso e diretrizes</a></p>



<p><strong>Animal care Hospital Veterinário</strong> | <a href="https://www.animalcare.pt/blog/geral/tumores-de-pele-em-caes-e-gatos">Tumores de pele em cães e gatos</a></p>



<p><strong>SciELO Brasil – Pesquisa Veterinária Brasileira</strong> | <a href="https://www.scielo.br/j/pvb/a/gYh4ZQ3GKPY85KYjxNvZzFd/?lang=pt">Neoplasias cutâneas em cães: 656 casos (2007-2014) em Cuiabá, MT</a></p>



<p><strong>SciELO Brasil – Ciência Rural</strong> | <a href="https://www.scielo.br/j/cr/a/PfL8Qcpz4Z8hSb55yQZKPLq/?format=pdf&amp;lang=pt">Estudo retrospectivo de 761 tumores cutâneos em cães</a></p>



<p><strong>Purina</strong> |<a href="https://www.purina.com/articles/dog/health/skin-fur-ears/dog-skin-cancer"> Dog skin cancer: symptoms, types and treatments<br><br></a></p>
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		<title>Guia completo sobre sarna em gatos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cobasi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gato]]></category>
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		<category><![CDATA[Zoonose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sarna em gatos, popularmente conhecida como peladeira ou rabujo, é uma doença dermatológica causada por diferentes tipos de ácaros que habitam a pele dos felinos. O prurido, termo técnico</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/10/sarna-em-gato.webp" alt="gato com sarna se coçando" class="wp-image-68470" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/10/sarna-em-gato.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/10/sarna-em-gato-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/10/sarna-em-gato-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>A sarna em gatos, popularmente conhecida como<strong> peladeira</strong> ou <strong>rabujo</strong>, é uma doença dermatológica causada por diferentes tipos de ácaros que habitam a pele dos felinos.</p>



<p>O prurido, termo técnico que significa coceira intensa, é o principal sintoma da condição e pode se manifestar em diversas partes do pet, como orelhas, abdômen e cotovelos.</p>



<p>Conforme a coceira avança, os gatos passam a se arranhar com frequência, provocando feridas com crostas e queda de pelos na região afetada. (THUESEN et al., 2022)</p>



<p>As lesões deixam o pet vulnerável à entrada de bactérias e fungos oportunistas, aumentando o risco de infecções secundárias que podem evoluir para quadros graves.</p>



<p>O alto poder de transmissão da sarna também é muito preocupante, já que a condição costuma se espalhar rapidamente para outros felinos da casa.</p>



<p>Além disso, algumas formas da doença são transmitidas para humanos — colocando todos os membros da família em risco. (MULLEN; O’CONNOR, 2019)</p>



<p>A seguir, descubra como identificar, tratar e prevenir a sarna em gatos e tire suas principais dúvidas sobre a condição!</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a sarna em gatos?</h2>



<p>A sarna em gatos é uma doença de pele parasitária provocada por ácaros microscópicos que vivem e se reproduzem na superfície ou nas camadas mais profundas da pele.&nbsp;</p>



<p>Esses parasitas se alimentam de células cutâneas, secreções e restos de tecido, causando irritação, inflamação e coceira intensa.</p>



<p>Os agentes responsáveis pela condição pertencem a diferentes espécies, e cada uma delas provoca um tipo específico da doença, com sintomas e níveis de gravidade distintos.</p>



<p>Por isso,<strong> o termo sarna costuma englobar ao menos 4 enfermidades diferentes</strong>, e não uma única afecção de pele.</p>



<p>Independentemente da linhagem, a doença é altamente contagiosa entre gatos e pode acometer felinos de qualquer idade, raça ou estilo de vida. (NUTTAL T., 2010)</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os tipos de sarna felina?</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Sarna Demodécica&nbsp;</h3>



<p>A <strong>sarna demodécica em gatos</strong>, também chamada de demodicose felina ou sarna negra, é uma doença inflamatória causada pela proliferação anormal de ácaros do gênero <em>Demodex</em>.</p>



<p>A enfermidade é considerada muito comum em cães, mas rara em felinos, acometendo cerca de 4 a cada 10.000 animais. (BIZIKOVA P., 2014)</p>



<p>Entre as espécies conhecidas, o<em> Demodex cati</em>, que vive nos folículos pilosos, e o<em> Demodex gatoi</em>, encontrado nas camadas superficiais da pele, são os principais agentes da condição.</p>



<p>Quando desencadeada pelo segundo tipo de ácaro, a doença pode ser um sintoma de enfermidades imunossupressoras, como <a href="https://blog.cobasi.com.br/diabetes-em-gato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">diabetes</a>, <a href="https://blog.cobasi.com.br/fiv-felv-felina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FIV ou FeLv</a>. (CARLOTTI DN., 2010)</p>



<p>Nesse caso, os gatos com sarna demodécica não costumam ter prurido, ao menos quando não há infecções bacterianas secundárias.</p>



<p>Os sintomas da doença incluem queda de pelos, vermelhidão e espessamento da pele, especialmente na região do rosto. A condição <strong>não é transmitida para humanos</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sarna Otodécica</h3>



<p>A sarna na orelha do gato, também chamada de sarna otodécica ou otocaríase, é causada pelo ácaro <em>Otodectes cynotis</em>.</p>



<p>Trata-se de uma otopatia parasitária muito comum, responsável por metade dos casos de <a href="https://blog.cobasi.com.br/otite-em-gatos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">otite felina externa</a>. (BUCHAIM et al., 2010)</p>



<p>Todo o ciclo de vida do ácaro ocorre dentro do conduto auditivo, onde ele se alimenta de fluidos e resíduos da pele.&nbsp;</p>



<p>O processo causa irritação intensa, levando o gato a sacudir constantemente a cabeça e coçar as orelhas com as patas. (SOUZA, et al., 2015; DIENSTMANN, 2010).</p>



<p>Os sinais clínicos costumam estar localizados na região dos ouvidos e incluem vermelhidão, formação de pápulas e acúmulo de fragmentos escuros, com odor característico de tabaco.&nbsp;</p>



<p>Segundo Harvey et al. (2004), o ácaro <em>Otodectes cynotis</em><strong> pode, raramente, ser transmitido para humanos</strong>, causando lesões papulares, escoriações e bolhas nos braços e tronco.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sarna Sarcóptica</h3>



<p>A sarna sarcóptica é provocada pelo ácaro <em>Sarcoptes scabiei</em> e causa uma dermatite pruriginosa que afeta diversas espécies de mamíferos, como felinos e humanos.</p>



<p>Segundo Kern (2012), as lesões deste tipo de enfermidade aparecem principalmente na face, orelhas, abdômen e flancos do animal.</p>



<p>O quadro clínico da condição é marcado por sintomas clássicos de sarna, como coceira intensa, vermelhidão, descamação, crostas e áreas de <a href="https://blog.cobasi.com.br/alopecia-em-gatos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alopecia</a>.</p>



<p>Com o avanço da doença, é comum o surgimento de linfonodos aumentados e infecções bacterianas secundárias, resultado das lesões provocadas pelo ato de se coçar.</p>



<p>A intensidade dos sintomas varia conforme a quantidade de ácaros presentes no animal: casos leves costumam ter menos de 15 parasitas, enquanto infestações severas podem conter milhares deles! (HICKS &amp; ELSTON, 2009)</p>



<p>Nos humanos, o <em>Sarcoptes scabiei </em>pode causar a chamada escabiose transitória, caracterizada por pápulas vermelhas e prurido.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sarna Notoédrica&nbsp;</h3>



<p>A sarna notoédrica, também conhecida como <strong>escabiose felina</strong>, é causada pelo ácaro <em>Notoedres cati</em>, pertencente à família <em>Sarcoptidae</em>.</p>



<p>A forma é altamente contagiosa entre gatos e pode atingir outros animais e até humanos, sendo considerada uma zoonose de distribuição mundial. (LIMA; ALVES; NEVES, 2009)</p>



<p>O ácaro provoca lesões crostosas e descamativas que surgem principalmente nas bordas das orelhas e na face do felino, acompanhadas de prurido intenso e espessamento da pele.</p>



<p>Com o tempo, as feridas podem se espalhar para o pescoço, pálpebras e cauda, <a href="https://blog.cobasi.com.br/porque-os-gatos-se-lambem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">conforme o gato se lambe e se limpa</a>. (URQHART et al., 1998)</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são as causas da sarna em gatos?</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/10/sarna-em-gato-sintoma.webp" alt="gato com sarna no pescoço" class="wp-image-68471" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/10/sarna-em-gato-sintoma.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/10/sarna-em-gato-sintoma-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/10/sarna-em-gato-sintoma-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>A sarna em gatos pode ser causada por diferentes espécies de ácaros, parasitas microscópicos com menos de 0,3 mm de comprimento (URQUHART et al., 1990).&nbsp;</p>



<p>Em alguns casos, como na sarna demodécica, os ácaros já fazem parte da microfauna natural da pele e se mantêm em equilíbrio no corpo do gato.&nbsp;</p>



<p>No entanto, quando há queda na imunidade ou presença de doenças sistêmicas, podem se multiplicar em excesso e causar a infecção.</p>



<p>Em outros tipos, o simples contato com o parasita é suficiente para que a doença se instale e comece a se espalhar entre os animais.</p>



<p>Mas de maneira geral, <strong>cada tipo de sarna felina está associado a um agente causador</strong> específico:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sarna otodécica | </strong><strong><em>Otodectes cynotis</em></strong>: responsável pela sarna de ouvido em gatos, é considerado um ácaro não escavador. Apresenta grande mobilidade e completa todo o ciclo de vida no hospedeiro, especialmente nos condutos auditivos. </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sarna sarcóptica | </strong><strong><em>Sarcoptes scabiei</em></strong><strong>: </strong>é um ácaro escavador obrigatoriamente parasitário, de corpo pequeno e arredondado, variando entre 0,2 e 0,5 mm.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sarna notoédrica | </strong><strong><em>Notoedres cati</em></strong><strong>:</strong> pertencente à família <em>Sarcoptidae</em>, é um ácaro escavador, morfologicamente semelhante ao <em>Sarcoptes scabiei</em>, porém menor. </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sarna demodécica |</strong><strong><em> </em></strong><strong>Ácaros do gênero </strong><strong><em>Demodex</em></strong>: causada principalmente pelo <em>D. cati e D. gatoi.</em> O primeiro é um comensal da pele, encontrado normalmente em gatos saudáveis. O<em> D. gatoi </em>tem corpo mais curto e robusto, vive nas camadas superficiais da epiderme e se diferencia biologicamente e molecularmente do <em>D. cati.</em></li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Como a sarna felina é transmitida?</h3>



<p>A transmissão da sarna em gatos ocorre, na maioria dos casos, por <strong>contato direto entre animais contaminados</strong> — seja durante brincadeiras, lutas ou convivência próxima.</p>



<p>Alguns ácaros, como <em>Notoedres cati</em> e <em>Sarcoptes scabiei</em>, também podem sobreviver por curtos períodos no ambiente, o que aumenta o risco de contaminação indireta.</p>



<p>Por isso, é preciso prestar atenção especial a objetos de uso diário dos animais infectados, como <a href="https://www.cobasi.com.br/c/gatos/acessorios-de-alimentacao/comedouro?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251105_vis_geral_sarna-em-gatos_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">potes de alimentação</a> e <a href="https://www.cobasi.com.br/c/gatos/higiene-e-limpeza?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251105_vis_geral_sarna-em-gatos_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">objetos de higiene</a>. (GUIMARÃES et al., 2001)</p>



<p>Segundo Saari et. al (2009), a sarna demodécica por <em>Demodex cati </em>apresenta uma forma de transmissão diferente: se dá pelo contato mãe-filhote, durante o parto e a amamentação.&nbsp;</p>



<p>Para facilitar a visualização, mapeamos os principais agentes causadores e formas de transmissão da sarna na tabela abaixo. Confira!</p>



<h4 class="wp-block-heading">Principais agentes e formas de transmissão da sarna felina</h4>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Tipo de sarna</strong></td><td><strong>Agente causador</strong></td><td><strong>Forma principal de transmissão</strong></td></tr><tr><td>Sarna otodécica</td><td><em>Otodectes cynotis</em></td><td>Contato direto e indireto (objetos, superfícies)</td></tr><tr><td>Sarna notoédrica</td><td><em>Notoedres cati</em></td><td>Contato direto e indireto (objetos, superfícies)</td></tr><tr><td>Sarna sarcóptica</td><td><em>Sarcoptes scabiei</em></td><td>Contato direto e indireto (objetos, superfícies)</td></tr><tr><td rowspan="2">Sarna demodécica</td><td><em>Demodex cati</em>&nbsp;</td><td>Contato mãe-filhote</td></tr><tr><td><em>Demodex gatoi</em></td><td>Contato direto entre gatos</td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Quais felinos possuem predisposição à sarna?</h2>



<p>A sarna pode afetar gatos de qualquer raça, idade ou estilo de vida, mas alguns fatores tornam certos animais mais vulneráveis à infestação e ao agravamento do quadro.&nbsp;</p>



<p>Segundo Buchaim et al. (2010), em <strong>ambientes com um grande número de felinos</strong>, como abrigos, a disseminação e o grau de prevalência dos ácaros é bem alto.</p>



<p>Afinal, o contato direto é a principal forma de transmissão da sarna!</p>



<p>Por esse motivo,<strong> gatos com acesso à rua </strong>também estão mais expostos, já que o convívio com animais errantes aumenta a chance de contágio com o parasita.(SAARI, 2009)</p>



<p>Além disso, <strong>felinos debilitados ou desnutridos </strong>podem sentir dificuldade em controlar a proliferação dos ácaros, tornando-se mais suscetíveis às infecções. (DIENSTMANN, 2010)</p>



<p>Segundo Medleu et al. (2009), a sarna no ouvido do gato ocorre principalmente em <strong>filhotes</strong>, mas os adultos são frequentemente considerados portadores assintomáticos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Predisposição à sarna demodécica</h3>



<p>No caso da demodécica felina, causada por <em>Demodex cati </em>ou <em>Demodex gatoi</em>, a predisposição também parece estar relacionada a fatores genéticos e de idade.</p>



<p>Guaguère &amp; Bensignor (2005), por exemplo, apontam as raças <a href="https://www.cobasi.com.br/racas/gato/siames?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251105_vis_geral_sarna-em-gatos_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Siamês</strong></a><strong> e </strong><a href="https://www.cobasi.com.br/racas/gato/birmanes?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251105_vis_geral_sarna-em-gatos_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Birmenês</strong></a> como naturalmente mais predispostas. </p>



<p>Além disso, Birchard &amp; Sherding (2008) relatam maior incidência de casos em <strong>gatos idosos</strong>, possivelmente pela redução natural da imunidade com o envelhecimento.</p>



<p>As infecções por <em>Demodex cati</em> também são comuns em <strong>animais imunossuprimidos</strong>, em decorrência a quadros não tratados ou ao uso de terapias imunossupressoras.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os sinais e sintomas da sarna em gatos?</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/10/sintomas-da-sarna-em-gatos.webp" alt="Gato de pelagem laranja com expressão séria e pequenos machucados na região da face." class="wp-image-76127" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/10/sintomas-da-sarna-em-gatos.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/10/sintomas-da-sarna-em-gatos-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/10/sintomas-da-sarna-em-gatos-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>Os sintomas da sarna em gatos podem variar conforme o tipo de ácaro, estágio da infecção e a resposta do organismo de cada animal.</p>



<p>No entanto, alguns sinais clínicos são comuns em todas as formas da doença, como <strong>coceira intensa</strong>, <strong>vermelhidão na pele do gato</strong>, <strong>lesões cutâneas</strong> e <strong>perda de pelo</strong>.</p>



<p>Em muitos casos, o prurido felino também leva à automutilação, o que aumenta as chances de infecções secundárias e desconforto generalizado.</p>



<p>Veja os principais sintomas de cada tipo de sarna felina na tabela abaixo:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Tipo de Sarna</strong></td><td><strong>Principais Sinais Clínicos</strong></td></tr><tr><td><strong>Sarna otodécica</strong></td><td>Coceira intensa no canal auditivo.<br><br>Cerúmen escuro e espesso.<br><br>Alopecia nas orelhas devido à coceira constante.<br><br>Otohematomas (hematomas na orelha).<br><br>Otite média e infecções bacterianas ou fúngicas secundárias (<a href="https://blog.cobasi.com.br/malassezia-em-gatos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Malassezia pachydermatis</a>).</td></tr><tr><td><strong>Sarna notoédrica</strong></td><td>Lesões crostosas e pápulas nas bordas das orelhas e na face.<br><br>Eritema (vermelhidão da pele) e espessamento cutâneo (hiperqueratose).<br><br>Perda de pelo nas regiões afetadas.<br><br>Prurido intenso, principalmente nas proximidades dos pavilhões auriculares.</td></tr><tr><td><strong>Sarna sarcóptica</strong></td><td>Coceira severa e contínua.<br><br>Lesões hemorrágicas e crostas espessas.<br><br>Descamação e endurecimento da pele.<br><br>Alopecia em regiões como orelhas, focinho, cabeça e pescoço.</td></tr><tr><td><strong>Sarna demodécica</strong></td><td>Áreas de alopecia localizada ou generalizada.<br><br>Vermelhidão e descamação da pele.<br><br><a href="https://blog.cobasi.com.br/caspa-em-gato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Caspa e crostas finas</a>, especialmente no rosto e pescoço.<br><br>Em casos graves, hiperpigmentação e espessamento da pele.<br><br>Prurido variável (ausente a intenso), podendo causar traumatismos por mordedura.</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Vale lembrar que alguns gatos acometidos pela sarna otodécica e demodécica podem ser portadores <strong>assintomáticos </strong>e não apresentam nenhum sinal clínico das condições.&nbsp;</p>



<p>Logo, é importante ficar atento a sintomas secundários e levar o felino ao veterinário assim que as suspeitas começarem!</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que pode ser confundido com sarna em gatos?</h2>



<p>Muitos sintomas da sarna felina, como a coceira intensa, também são comuns em outros tipos de doença de pele em gato, o que pode atrasar o diagnóstico da enfermidade.</p>



<p>Na tabela, mapeamos algumas <strong>condições com sintomatologia semelhante à sarna</strong> e como diferenciá-las:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Condição&nbsp;</strong></td><td><strong>Sinais semelhantes</strong></td><td><strong>Como diferenciar?</strong></td></tr><tr><td><a href="https://blog.cobasi.com.br/dermatofitose-em-gatos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Dermatofitose </strong></a></td><td>Coceira leve a moderada, queda de pelos em regiões circulares, lesões crostosas e descamação da pele.</td><td><strong>Em casa:</strong> as áreas afetadas costumam ter formato circular e bordas bem definidas.<br><strong>Com acompanhamento veterinário:</strong> exame com lâmpada de Wood, raspado de pele e cultura fúngica.</td></tr><tr><td><a href="https://blog.cobasi.com.br/alergia-alimentar-em-gatos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Alergia alimentar</strong></a></td><td>Coceira intensa, vermelhidão na pele do gato, lesões na cabeça e orelhas, além de queda de pelos por lambedura excessiva.</td><td><strong>Em casa:</strong> costuma aparecer junto a sintomas gastrointestinais, como vômitos ou diarreia.<br><strong>Com acompanhamento veterinário:</strong> diagnóstico por dieta de eliminação e reintrodução alimentar controlada.</td></tr><tr><td><a href="https://blog.cobasi.com.br/alopecia-em-gatos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Alopecia psicogênica</strong></a></td><td>Perda simétrica de pelos, localizada especialmente no abdômen, patas e flancos.</td><td><strong>Em casa:</strong> geralmente o tutor observa o gato lambendo ou mordendo excessivamente a região.<br><strong>Com acompanhamento veterinário:</strong> diagnóstico de exclusão, após descartar parasitas e infecções.</td></tr><tr><td><a href="https://blog.cobasi.com.br/dermatite-em-gatos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Dermatites</strong></a></td><td>Coceira intensa, vermelhidão, lesões cutâneas e descamação parecidas com sarna.</td><td><strong>Em casa: </strong>os sintomas tendem a piorar em certas épocas do ano ou após contato com alérgenos ambientais.<br><strong>Com acompanhamento veterinário:</strong> testes de alergia intradérmicos ou sorológicos ajudam a identificar o agente causador.</td></tr><tr><td><a href="https://blog.cobasi.com.br/cancer-de-pele-em-gatos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Neoplasias cutâneas</strong></a></td><td>Feridas persistentes, lesões crostosas, áreas sem pelo e inflamação local.</td><td><strong>Em casa:</strong> presença de caroços ou feridas que não cicatrizam, sem melhora com tratamento comum.<br><strong>Com acompanhamento veterinário:</strong> diagnóstico confirmado por biópsia e exame histopatológico.</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Independentemente da causa, qualquer sinal de coceira intensa, feridas ou perda de pelo deve ser investigada por um veterinário assim que possível.&nbsp;</p>



<p>Afinal, o <strong>diagnóstico precoce</strong> da sarna evita o agravamento dos quadros, devolve o conforto e a qualidade de vida ao seu gato e impede a transmissão da doença.</p>



<p>Nas <a href="https://www.cobasi.com.br/servicos/agendamentos/bem-vindo/?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251105_vis_geral_sarna-em-gatos_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clínicas da Pet Anjo</a>, você encontra profissionais experientes e uma estrutura completa para identificar a origem dos sintomas e definir o tratamento ideal para o seu felino. </p>



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<h2 class="wp-block-heading">Como funciona o diagnóstico de sarna em felinos?</h2>



<p>O diagnóstico da sarna felina geralmente envolve uma avaliação clínica detalhada e alguns exames específicos que confirmam a presença e o tipo de ácaro por trás da infecção.</p>



<p>Por isso, o processo só pode ser feito com segurança por um médico-veterinário.</p>



<p>Segundo Azevedo (2017), o diagnóstico começa com a <strong>anamnese</strong>, uma entrevista minuciosa em que o veterinário coleta informações sobre o histórico do felino.</p>



<p>Então esteja preparado para relatar aspectos do comportamento e da rotina do pet com o máximo de detalhes possível, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quando os sintomas começaram e se pioraram com o tempo.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Se o gato convive com outros animais ou tem acesso à rua.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Se já houve tratamentos anteriores e quais medicamentos foram usados.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Alterações recentes na rotina, alimentação ou comportamento.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Histórico de doenças que possam afetar a imunidade do animal.</li>
</ul>



<p>Os dados ajudam o veterinário a compreender o contexto da infecção e identificar possíveis fatores de risco, além de direcionar os exames mais adequados.</p>



<p>Após o levantamento do histórico, o profissional realizará o<strong> exame físico</strong>, observando principalmente as regiões mais afetadas pela coceira e pela perda de pelos.</p>



<p>Nos casos de sarna otodécica, por exemplo, é comum identificar cerúmen escuro com odor semelhante ao de tabaco.&nbsp;</p>



<p>E com o auxílio de um otoscópio, o especialista pode até mesmo visualizar os ácaros em movimento dentro do conduto auditivo! (BUCHAIM et al., 2010</p>



<p>As observações colaboram para a elaboração de suspeitas, mas a confirmação final do diagnóstico depende de <strong>exames laboratoriais</strong> que identificam o tipo exato do parasita.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quais exames confirmam a sarna felina?</h3>



<p>Os principais exames usados para confirmar o diagnóstico de sarna em gatos incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Raspado cutâneo: </strong>a coleta é feita nas bordas das lesões, com raspado profundo o suficiente para atingir os folículos pilosos.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Tricograma:</strong> análise microscópica dos pelos retirados, útil em áreas onde o raspado não pode ser feito.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Fita adesiva (acetato):</strong> técnica rápida e menos invasiva, indicada para identificar parasitas superficiais. (CARAMALAC et al., 2019)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Citologia auricular: </strong>coleta do cerúmen com swab que permite visualizar o ácaro <em>Otodectes cynotis </em>no microscópio.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Histopatologia:</strong> exame de biópsia cutânea que avalia inflamação, crostas e presença de ácaros em camadas mais profundas da pele (SANTOS, 2016).</li>
</ul>



<p>Em alguns casos, o veterinário também pode aplicar um <strong>teste terapêutico</strong>, confirmando a condição através da resposta do gato a medicamentos acaricidas. (HNILICA &amp; PATTERSON, 2018)</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como tratar sarna em gatos?</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/10/tratamento-da-sarna-em-gatos.webp" alt="Veterinários inspecionando uma lesão no pescoço de um gato, com uso de luvas de proteção." class="wp-image-76128" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/10/tratamento-da-sarna-em-gatos.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/10/tratamento-da-sarna-em-gatos-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/10/tratamento-da-sarna-em-gatos-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>O tratamento da sarna felina deve ser sempre conduzido por um veterinário, já que envolve o uso de medicamentos antiparasitários e, em alguns casos, produtos de uso controlado.</p>



<p>Cada tipo de enfermidade pedirá um <strong>protocolo personalizado</strong>, então evite administrar fórmulas caseiras ou automedicar o pet para não agravar os casos.</p>



<p>Em geral, o objetivo principal da abordagem terapêutica é eliminar os ácaros, aliviar a coceira e restaurar a saúde dermatológica do gato, além de impedir novas infestações.</p>



<p>Para isso, o veterinário trabalhará com 3 etapas principais:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Higienização e limpeza da pele e orelhas</h3>



<p>O primeiro passo no tratamento da sarna em gatos é a limpeza adequada das áreas afetadas, especialmente do conduto auditivo.</p>



<p>Afinal, o acúmulo de cerúmen e secreções pode impedir o contato dos medicamentos aplicados nas lesões e reduzir significativamente sua ação. (DIENSTMANN, 2010)</p>



<p>Alguns protocolos recomendados incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Soluções de lavagem auricular com agentes detergentes ou surfactantes</strong>, que ajudam a amolecer o cerúmen e remover resíduos. </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Banhos terapêuticos com produtos à base de parafina líquida</strong> ou solução de sabão para retirar crostas e preparar a pele antes da aplicação do antiparasitário.</li>
</ul>



<p>Após a limpeza, o veterinário prescreve um <strong>remédio para sarna em gatos</strong>, que pode variar conforme o tipo de ácaro e o quadro clínico do paciente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Tratamento antiparasitário felino</h3>



<p>Os tratamentos antiparasitários felinos podem ser tópicos, orais ou injetáveis, dependendo da gravidade e da resposta do animal.</p>



<p>Em geral, são baseados em medicamentos com ação <strong>antibacteriana, antifúngica e corticoide</strong>, usados para reduzir inflamações e infecções secundárias. (CARVALHO, 2014)</p>



<p>Substâncias como selamectina, ivermectina, cal sulfurada e sulfito de selênio costumam oferecer resultados eficazes, mas devem ser utilizadas sob orientação veterinária.</p>



<p>Segundo Solikhah et al. (2021), fitoterápicos, como <a href="https://blog.cobasi.com.br/plantas-cicatrizantes-anti-inflamatorias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Aloe vera</a> e óleo de coco virgem, podem</p>



<p>acelerar o processo de cicatrização, porém sempre consulte um profissional antes do uso.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Manejo ambiental</h3>



<p>Além do tratamento medicamentoso, é fundamental adotar <strong>medidas de controle ambiental </strong>e de manejo. Por isso, os profissionais podem indicar ações como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Isolar o gato infectado até o fim do tratamento.</li>



<li>Lavar e desinfetar cobertores, <a href="https://www.cobasi.com.br/c/gatos/tocas-e-caminhas/cama?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251105_vis_geral_sarna-em-gatos_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">caminhas</a> e brinquedos.</li>



<li>Evitar o contato com outros animais.</li>



<li>Manter a imunidade em dia, com boa alimentação e acompanhamento de rotina.</li>
</ul>



<p>Essas medidas ajudam a evitar reinfeções e transmissão para outros pets, já que os ácaros podem sobreviver no ambiente por alguns dias.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que acontece se a sarna não for tratada?</h3>



<p>Ignorar a sarna em gatos pode ter consequências sérias, já que os ácaros causam coceira intensa, levando o animal a se ferir com as unhas.</p>



<p>As escoriações facilitam a entrada de bactérias, provocando infecções secundárias e agravando a inflamação da pele — e esse é o maior risco da doença!</p>



<p>De acordo com Taylor e Wall (2017), gatos com infecção avançada podem se debilitar gravemente e chegar a <strong>óbito </strong>entre 4 e 6 meses sem tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como prevenir a sarna felina?</h2>



<p>A prevenção é a melhor forma de proteger o seu gato contra a sarna e evitar uma infestação parasitária incômoda e dolorosa.&nbsp;</p>



<p>E felizmente, com alguns pequenos hábitos, você pode manter a maioria dos ácaros responsáveis pela condição bem longe do seu pet!</p>



<p>Confira as principais medidas preventivas recomendadas por veterinários:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Use antiparasitários regularmente</h3>



<p>O uso contínuo de<a href="https://www.cobasi.com.br/c/gatos/medicamentos/sarnicidas-e-ectoparasitas?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251105_vis_geral_sarna-em-gatos_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> antiparasitários</a> é uma medida eficiente para eliminar e impedir a proliferação de ácaros, pulgas, carrapatos e outros ectoparasitas.</p>



<p>Então consulte um médico-veterinário para definir um protocolo personalizado e entender qual medicamento combina mais com o seu gato!</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mantenha o ambiente sempre limpo</h3>



<p>Ambientes sujos favorecem a sobrevivência e reprodução dos ácaros. Por isso, higienize a casa e os itens pessoais do felino com frequência.</p>



<p>Neste momento, use <strong>desinfetantes próprios para animais</strong> com ação anti microbiótica, que garantem uma limpeza completa!</p>



<div class="carousel-produtos-wrap" data-cta="Veja mais" data-url="https://www.cobasi.com.br/pesquisa?terms=desinfetante"><h2>Compre produtos de limpeza pet friendly na Cobasi</h2><div class="carousel-produtos-box"></div><input type="hidden" id="_wpnonce_carrossel-produtos" name="_wpnonce_carrossel-produtos" value="3e5e550b58" /></div>



<h3 class="wp-block-heading">Realize consultas e check-ups veterinários</h3>



<p>O acompanhamento veterinário regular é essencial para<strong> identificar precocemente</strong> qualquer sinal de infestação parasitária felina.&nbsp;</p>



<p>Além disso, as consultas são uma ótima oportunidade de ajustar o protocolo antiparasitário de acordo com as necessidades e estilo de vida do seu gato.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fortaleça o sistema imunológico do gato</h3>



<p>Gatos com imunidade baixa são mais suscetíveis à sarna, então ofereça uma alimentação de qualidade e mantenha as vacinas do seu felino em dia!</p>



<p>Lembre-se que <a href="https://blog.cobasi.com.br/gato-estressado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">situações de estresse</a>, mudanças ou a introdução de um novo membro da família também podem deixar o pet sensível e aumentar sua predisposição.</p>



<div class="carousel-produtos-wrap" data-cta="Veja mais" data-url="https://www.cobasi.com.br/pesquisa?terms=racao-gato"><h2>Na Cobasi, você encontra as melhores rações para gato</h2><div class="carousel-produtos-box"></div><input type="hidden" id="_wpnonce_carrossel-produtos" name="_wpnonce_carrossel-produtos" value="3e5e550b58" /></div>



<h2 class="wp-block-heading">3 mitos e verdades sobre a sarna em gatos</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/10/mitos-sobre-sarna-em-gatos.webp" alt="Veterinário inspecionando a orelha de um gato com sarna." class="wp-image-76126" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/10/mitos-sobre-sarna-em-gatos.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/10/mitos-sobre-sarna-em-gatos-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2022/10/mitos-sobre-sarna-em-gatos-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>Quando o assunto é escabiose felina, muitos tutores acabam se confundindo com informações incorretas encontradas na internet.</p>



<p>Para te ajudar a entender o que é verdade e o que não é, esclarecemos os principais mitos sobre o tema abaixo!</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Sarna de gatos pega em humanos</h3>



<p>Verdade. Alguns tipos de sarna felina podem, sim, afetar humanos — mas nem todas elas são <a href="https://blog.cobasi.com.br/o-que-sao-zoonoses/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">zoonoses</a>, como explicamos na tabela:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Tipo de sarna felina</strong></td><td><strong>Pode afetar humanos?</strong></td><td><strong>Observações</strong></td></tr><tr><td><strong>Sarna notoédrica</strong></td><td>✅ Sim</td><td>É a forma mais zoonótica, podendo causar irritações temporárias na pele humana.</td></tr><tr><td><strong>Sarna sarcóptica</strong></td><td>✅ Sim</td><td>Também pode afetar pessoas, provocando coceira e vermelhidão.</td></tr><tr><td><strong>Sarna otodécica</strong></td><td>⚠️ Raramente</td><td>A transmissão para humanos é incomum, mas possível em casos de contato direto.</td></tr><tr><td><strong>Sarna demodécica</strong></td><td>❌ Não</td><td>Exclusiva dos felinos; não há risco de contágio para humanos.</td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Atenção: </strong>Mesmo quando a transmissão da sarna for considerada rara, evite contato direto com o gato infectado e buscar atendimento veterinário assim que os sintomas forem percebidos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Vinagre é eficaz no combate à sarna de gato</h3>



<p>Mito. Se você já fez uma busca sobre <strong>“como curar sarna de gato rápido”</strong>, provavelmente encontrou algum comentário indicando o vinagre como forma de tratamento milagroso.</p>



<p>Mas é bom lembrar que as receitas caseiras geralmente não têm eficácia comprovada contra os ácaros e podem irritar ainda mais a pele do felino, atrasando a recuperação.</p>



<p>Por isso, o mais seguro é consultar um veterinário antes de iniciar qualquer tratamento parasitário e evitar a automedicação!</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Álcool mata sarna</h3>



<p>Depende. Assim como o vinagre, o álcool não deve ser usado para tratar quadros de sarna — pelo menos não diretamente na pele do animal.</p>



<p>Afinal, a aplicação da substância nas lesões pode causar dor, ressecamento e inflamações na barreira cutânea do gato.</p>



<p>Segundo a <a href="https://jarinu.sp.gov.br/vigilancia-sanitaria-de-jarinu-esclarece-sobre-escabiose-asarna-humana" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vigilância Sanitária de Jarinu</a>, limpar objetos manipulados por portadores da variante sarcóptica com álcool 70% pode ajudar no manejo ambiental da condição.</p>



<p>Mas só um veterinário pode indicar <strong>qual o melhor remédio para sarna de gato</strong> conforme o tipo de ácaro envolvido e o estado geral de saúde do pet.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Nós te ajudamos a manter o seu gato livre da sarna</h2>



<p>A sarna é uma condição grave, mas com o cuidado correto e o suporte de um veterinário confiável, seu felino pode voltar a ter uma vida saudável em pouco tempo.</p>



<p>Na Cobasi, você encontra <a href="https://www.cobasi.com.br/c/gatos/medicamentos?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251105_vis_geral_sarna-em-gatos_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">medicamentos</a>, <a href="https://www.cobasi.com.br/c/gatos/higiene-e-limpeza/shampoo?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251105_vis_geral_sarna-em-gatos_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">shampoos</a> e <a href="https://www.cobasi.com.br/c/gatos/medicamentos/vitaminas-e-suplementos?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20251105_vis_geral_sarna-em-gatos_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">suplementos</a> que fortalecem a imunidade e ajudam na recuperação do seu melhor amigo.</p>



<p>Aproveite nossas ofertas e garanta tudo o que o seu gato precisa para se livrar da sarna com conforto e segurança.</p>



<p>E se quiser mais dicas sobre saúde, comportamento e bem-estar felino, continue navegando pelos artigos do Blog da Cobasi!</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Referências:</h2>



<p><strong>Revista Diálogos em Saúde</strong> | <a href="https://periodicos.iesp.edu.br/dialogosemsaude/article/view/581/410">Compilado sobre a sarna notoédrica e suas implicações na clínica médica veterinária</a></p>



<p><strong>Research, Society and Development</strong> | <a href="https://rsdjournal.org/rsd/article/download/29753/30432/401846">Aspectos Clínicos, Epidemiológicos e Terapêuticos da Sarna Sarcóptica Diagnosticada em Felinos Domésticos na Região Metropolitana de João Pessoa, Paraíba, Brasil</a></p>



<p><strong>Vets &amp; Clinics</strong> |<a href="https://vetsandclinics.com/pt/sarna-em-gatos-avaliacao-da-eficacia-terapeutica"> <em>Sarna em gatos: avaliação da eficácia terapêutica</em></a></p>



<p><strong>Ourofino Pet</strong> |<a href="https://www.ourofinopet.com/blog/ja-ouviu-falar-de-sarna-em-caes-gatos/"> <em>Já ouviu falar de sarna em cães e gatos?</em></a></p>



<p><strong>Chemitec</strong> |<a href="https://chemitec.com.br/blog/sarna-em-gatos/"> <em>Sarna em gatos</em></a></p>



<p><strong>Revista Científica Unilago</strong> |<a href="https://revistas.unilago.edu.br/index.php/revista-cientifica/article/view/224/200"> <em>Sarna otodécica &#8211; uma revisão</em></a></p>



<p><strong>Medvep</strong> |<a href="https://medvep.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Pesquisa-de-%C3%A1caros-Otodectes-cynotis-em-felinos-do-Munic%C3%ADpio-de-Conc%C3%B3rdia-%E2%80%93-SC.pdf"> <em>Pesquisa de ácaros Otodectes cynotis em felinos do Município de Concórdia – SC</em></a></p>



<p><strong>Revista Conhecer</strong> |<a href="https://www.conhecer.org.br/enciclop/2023A/aspectos.pdf"> <em>Aspectos clínicos e abordagem terapêutica da sarna notoédrica em felídeo doméstico &#8211; relato de caso&nbsp;</em></a></p>



<p><strong>PubVet</strong> | <a href="https://www.pubvet.com.br/uploads/698b7c333c1cd8c521dd0192c2119cea.pdf">A importância da sarna sarcóptica na medicina veterinária: Revisão</a></p>



<p><strong>PubVet</strong> | <a href="https://www.pubvet.com.br/uploads/f764cbf6710be9081ec4e03d25dfed01.pdf">Demodicose felina: Revisão</a></p>



<p><strong>Escola Superior Batista do Amazonas </strong>|<a href="https://esbam.edu.br/wp-content/uploads/2020/01/DANIELLE-CORREA-AMERICO-DE-ASSIS.pdf"> <em>Diagnóstico e tratamento de demodiciose felina causada por demodex gatoi: relato de caso</em></a></p>



<p><strong>Medvep</strong> |<a href="https://medvep.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Demodiciose-felina-revis%C3%A3o-de-literatura.pdf"> <em>Demodiciose felina: revisão de literatura</em></a></p>



<p><strong>Royal Canin Portal Vet</strong> | <a href="https://portalvet.royalcanin.com.br/saude-e-nutricao/dermatologia/demodicose-canina-e-felina/">Demodicose: como abordar a sarna demodécica em cães e gatos</a></p>



<p><strong>Royal Canin Portal Vet</strong>&nbsp; |<a href="https://portalvet.royalcanin.com.br/guia-de-doencas/dermatofitose-em-gatos-e-caes/">Dermatofitose em gatos e cães: saiba como diagnosticar e tratar</a></p>



<p><strong>Zooplus Magazine</strong> |<a href="https://www.zooplus.pt/magazine/gatos/saude-do-gato-e-cuidados/alopecia-psicogenica-felina"> <em>Alopecia psicogênica felina</em></a></p>



<p><strong>Purina Brasil</strong> | <a href="https://purina.com.br/purina/dermatite-em-gatos">Dermatite em gatos: causas, sintomas e tratamento</a></p>



<p><strong>Royal Canin Portal Vet</strong> | <a href="https://portalvet.royalcanin.com.br/saude-e-nutricao/dermatologia/alergia-alimentar-em-gatos-quais-os-sinais-e-as-etapas-do-diagnostico/">Alergia alimentar em gatos: principais sinais clínicos e etapas do diagnóstico</a></p>



<p><strong>Fórmula Animal</strong> |<a href="https://formulanimal.com.br/cancer-de-pele-em-gato/"> <em>Câncer de pele em gato é mais comum do que você imagina</em></a></p>



<p><strong>Prefeitura de Jarinu</strong> |<a href="https://jarinu.sp.gov.br/vigilancia-sanitaria-de-jarinu-esclarece-sobre-escabiose-asarna-humana"> <em>Vigilância Sanitária de Jarinu esclarece sobre escabiose, a sarna humana</em></a></p>
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		<title>Caspa em gatos: o que causa, como tratar e prevenir</title>
		<link>https://blog.cobasi.com.br/caspa-em-gato/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Joe Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 15:54:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gato]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças de gato]]></category>
		<category><![CDATA[Pele e pelagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caspa é o nome popular dado à descamação da pele, que se manifesta como pequenos flocos brancos grudados nos pelos. Em gatos, o sintoma costuma aparecer principalmente nas costas, perto</p>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/AdobeStock_345036973.webp" alt="casquinhas na pele do gato como tratar" class="wp-image-74186" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/AdobeStock_345036973.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/AdobeStock_345036973-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/AdobeStock_345036973-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p><strong>Caspa é o nome popular dado à descamação da pele</strong>, que se manifesta como pequenos flocos brancos grudados nos pelos. Em gatos, o sintoma costuma aparecer principalmente nas costas, perto da base da cauda.</p>



<p>Na maioria das vezes, trata-se apenas da queda natural de células mortas, parte do processo fisiológico de renovação da pele. Fatores como pouca escovação, idade ou dificuldade de higiene podem contribuir.</p>



<p>Mas quando o tutor percebe o <strong>gato com caspa com frequência</strong>, ou nota sinais como coceira, vermelhidão ou crostas, vale investigar.&nbsp;</p>



<p>Isso porque a caspa em gato também pode estar relacionada a casos de ressecamento, ácaros, alergias, infecções ou até dermatite seborreica.</p>



<p>A boa notícia é que, com os cuidados certos, é possível controlar ou até eliminar a caspa. Neste guia, você vai entender o que pode causar, os tipos mais comuns, como tratar e o que fazer para prevenir. Confira!</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que pode causar caspa em gato?</h2>



<p>A caspa em gatos pode surgir por diferentes fatores, que vão desde causas fisiológicas, como a dificuldade de autolimpeza, até condições dermatológicas mais complexas.&nbsp;</p>



<p>Confira os principais motivos:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Dificuldade para realizar a própria higiene</h3>



<p>Por natureza, os gatos fazem a própria higiene, lambendo os pelos para remover sujeiras e células mortas. Porém, quando esse comportamento é prejudicado, pode ocorrer acúmulo de caspa.</p>



<p>Isso é comum em animais com <a href="https://blog.cobasi.com.br/gato-gordo/">obes</a><a href="https://blog.cobasi.com.br/gato-gordo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">i</a><a href="https://blog.cobasi.com.br/gato-gordo/">dade</a>, artrite ou outras doenças ortopédicas que limitam os movimentos. Isso impede que o gato alcance determinadas áreas do corpo, especialmente a base da coluna.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Má alimentação</h3>



<p>A falta de vitaminas, minerais e ácidos graxos essenciais, como os ômega-3 e ômega-6, pode comprometer a barreira de proteção da pele e desencadear a caspa.</p>



<p>Promover uma nutrição completa e balanceada é essencial para manter a hidratação, reduzir processos inflamatórios e evitar a pelagem opaca.</p>



<p>Além disso, a baixa ingestão de água contribui para o ressecamento cutâneo, especialmente quando o gato consome apenas ração seca.<br><br>Uma boa sugestão é adicionar <a href="https://www.cobasi.com.br/pesquisa?hotsite=racao-umida-gatos&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20241213_vis_racao-umida-para-gato_caspa-em-gato_geral_post">ração úm</a><a href="https://www.cobasi.com.br/pesquisa?hotsite=racao-umida-gatos&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20241213_vis_racao-umida-para-gato_caspa-em-gato_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">i</a><a href="https://www.cobasi.com.br/pesquisa?hotsite=racao-umida-gatos&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20241213_vis_racao-umida-para-gato_caspa-em-gato_geral_post">da para gato</a> com maior frequência na rotina alimentar do pet.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Falta de escovação</h3>



<p>A higiene felina não depende só do gato. A <a href="https://blog.cobasi.com.br/escovar-gato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">escovação regular </a>ajuda a remover os pelos mortos, sujeiras e células soltas da pele.</p>



<p>Sem esse cuidado, o acúmulo pode favorecer a formação de pontinhos brancos no pelo, além de aumentar o risco de dermatite felina.</p>






<h3 class="wp-block-heading">Dermatofitose</h3>



<p>A <strong>dermatofitose felina</strong> <strong>é uma micose superficial altamente contagiosa</strong>, causada por fungos como <em>Microsporum canis</em>, <em>Microsporum gypseum</em> e <em>Trichophyton mentagrophytes</em>.</p>



<p>Esses microrganismos se alimentam da queratina presente na pele e nos pelos, provocando descamação, coceira, lesões, crostas e até alopecia (falhas na pelagem).&nbsp;</p>



<p>Muitas vezes, a <a href="https://blog.cobasi.com.br/dermatofitose-em-gatos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dermatofitose</a> surge após quadros de seborreia, que comprometem a barreira natural da pele, deixando-a mais vulnerável à ação de microorganismos.</p>



<p>O contágio ocorre principalmente pelo contato direto com animais ou superfícies contaminadas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Parasitas externos</h3>



<p><a href="https://blog.cobasi.com.br/como-tirar-pulga-de-gato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pulgas</a>, piolhos, carrapatos e ácaros em gatos estão entre as causas mais comuns de coceira intensa, feridas e descamação da pele, que favorecem o surgimento da caspa.</p>



<p>Um exemplo é o ácaro <em>Cheyletiella blakei</em>, responsável por uma condição chamada queiletielose, mais conhecida como &#8220;<a href="https://www.msdvetmanual.com/integumentary-system/mange/mange-in-dogs-and-cats#Cheyletiellosis-(Walking-Dandruff)_v3279932">caspa ambulante</a>&#8220;.&nbsp;</p>



<p>O nome vem da aparência curiosa das escamas: à medida que os ácaros se movimentam, parece que os flocos brancos deslizam sobre a pele do animal.</p>



<p>Segundo o MSD Veterinary Manual, essa sarna é altamente contagiosa entre animais e pode até afetar humanos, especialmente em ambientes com muitos pets.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/05/caspa-em-gato-topo.png" alt="caspa em gato" class="wp-image-14613"/></figure>



<p>Os sinais clínicos mais comuns incluem descamação na região das costas, coceira de leve a intensa, dermatite miliar e até formação de crostas. Porém, em alguns casos, o gato pode estar infestado e não apresentar sintomas visíveis.</p>



<p>Por isso, ao notar caspa persistente, especialmente concentrada nas costas, acompanhada ou não de coceira, é essencial considerar a presença de parasitas como uma possível causa e buscar avaliação veterinária.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Estrese</h3>



<p>O estresse pode desencadear alterações neuro-hormonais, reduzindo a imunidade e provocando comportamentos compulsivos, como lambedura excessiva ou coceira em gatos.</p>



<p>Essas ações, por sua vez, causam irritações na pele e favorecem o surgimento de caspa, mesmo em pets que não apresentam doenças dermatológicas primárias.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tipos de caspas que aparecem em gatos</h2>



<p>A caspa em gatos pode se manifestar de diferentes formas, dependendo da causa, da região afetada e da condição da pele. Observar as características da descamação ajuda a identificar se o quadro é fisiológico ou se há um problema dermatológico por trás.</p>



<p>Veja os tipos mais comuns:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Caspa seca e branca</h3>



<p>É o tipo mais comum e geralmente aparece como pequenos flocos soltos nos pelos, semelhantes à poeira branca.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Caspa oleosa e grudada</h3>



<p>Aparece em forma de escamas maiores, espessas e com aspecto pegajoso, geralmente aderidas à pele. Pode estar associada a excesso de oleosidade, alterações hormonais ou dermatite seborreica.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Caspa com crostas ou feridas</h3>



<p>Quando a descamação vem acompanhada de lesões, vermelhidão ou crostas, é sinal de que pode haver uma infecção, dermatite alérgica ou ação de parasitas externos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Caspa ambulante</h3>



<p>Conhecida tecnicamente como queiletielose, é causada pelo ácaro <em>Cheyletiella blakei</em>. Nesse quadro, as escamas parecem se mover sobre a pele do gato, já que os ácaros se deslocam junto à descamação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como tratar a caspa em gato?</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/AdobeStock_277621572.webp" alt="gato preto com pequenos flocos brancos grudados nos pelos." class="wp-image-74185" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/AdobeStock_277621572.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/AdobeStock_277621572-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/AdobeStock_277621572-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>O <strong>tratamento da caspa felina depende diretamente da causa identificada</strong>. Por isso, o primeiro passo é sempre levar o gato ao <a href="https://www.cobasi.com.br/servicos/agendamentos/bem-vindo/?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20241213_vis_agendamento-veterinario_caspa-em-gato_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">veterinário</a> ao notar flocos brancos recorrentes, principalmente se houver coceira, crostas ou mudanças de comportamento.</p>



<p>Em casos simples, a caspa pode ser controlada com mudanças na dieta, ambiente ou rotina de higiene. Já em quadros mais complexos, pode ser necessário usar medicamentos tópicos ou orais, sempre com prescrição.</p>



<p>Veja algumas abordagens possíveis:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Parasitária</strong>: uso de <a href="https://www.cobasi.com.br/c/gatos/medicamentos/antipulgas-e-carrapatos?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20241213_vis_antipulgas-para-gatos_caspa-em-gato_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">antipulgas</a>, carrapaticidas e vermífugos;<br><br></li>



<li><strong>Infecção</strong>: <a href="https://www.cobasi.com.br/c/gatos/medicamentos/antibiotico?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20240820_vis_geral_caspa-em-gato_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">antibióticos</a> ou antifúngicos conforme o agente;<br><br></li>



<li><strong>Dermatite ou alergia alimentar</strong>: ração hipoalergênica ou nova fonte de proteína (como peixe branco, pato ou coelho);<br><br></li>



<li><strong>Ressecamento</strong>: inclusão de ração úmida e suplementos com ômega-3 para gatos;<br><br></li>



<li><strong>Seborreia</strong>: uso de shampoo antisseborreico veterinário;<br><br></li>



<li><strong>Fatores emocionais</strong>: manejo do estresse felino e <a href="https://blog.cobasi.com.br/enriquecimento-ambiental-para-gatos-gatificacao/">enriquecimento ambi</a><a href="https://blog.cobasi.com.br/enriquecimento-ambiental-para-gatos-gatificacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">e</a><a href="https://blog.cobasi.com.br/enriquecimento-ambiental-para-gatos-gatificacao/">ntal</a>.</li>
</ul>



<p>É muito importante destacar que a escovação regular é um cuidado essencial para manter a pele limpa e reduzir o acúmulo de células mortas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pode usar produtos anti-caspas de humanos ou receitas caseiras?</h2>



<p>Não, produtos de uso humano, mesmo os anticaspas, não são seguros para gatos. Muitos deles contêm substâncias tóxicas para felinos, como óleos essenciais, fragrâncias ou conservantes não compatíveis com a fisiologia do animal.</p>



<p>As receitas caseiras também podem agravar o quadro e até causar intoxicação. O tratamento deve sempre seguir a orientação do médico-veterinário, com produtos específicos para a espécie.</p>



<h2 class="wp-block-heading">É indicado dar banho no gato com caspa?</h2>



<p>Não é indicado! Dar <a href="https://blog.cobasi.com.br/banho-em-gato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">banho sem necessidade</a> pode remover a camada protetora da pele, causar ressecamento, desencadear oleosidade excessiva e até piorar a descamação, favorecendo quadros como a dermatite seborreica.</p>



<p>Em alguns casos específicos, o veterinário pode indicar shampoos terapêuticos próprios para gatos, como os antisseborreicos. Ainda assim, o <strong>banho não é o tratamento principal da caspa</strong>, e deve ser feito apenas com orientação profissional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como prevenir a caspa em gato?</h2>



<p>A prevenção da caspa em gatos envolve um conjunto de cuidados com a alimentação, higiene, saúde da pele e bem-estar emocional do pet:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ofereça uma alimentação de qualidade, rica em nutrientes essenciais como ômega-3 e ômega-6, que ajudam a preservar a hidratação e a barreira cutânea;<br><br></li>



<li>Inclua ração úmida na rotina, pois contribui para a hidratação da pele e melhora o aspecto da pelagem;<br><br></li>



<li>Mantenha a escovação regular, especialmente em gatos com pelos longos ou que tenham dificuldade de se limpar sozinhos;<br><br></li>



<li>Evite banhos desnecessários e use apenas shampoos específicos para gatos, quando prescritos;<br><br></li>



<li>Controle pulgas, carrapatos e ácaros, com antiparasitários adequados;<br><br></li>



<li>Reduza fontes de estresse, garantindo um ambiente enriquecido, calmo e seguro;<br><br></li>



<li>Faça visitas periódicas ao veterinário, para avaliar a saúde da pele, identificar sinais precoces de problemas dermatológicos e manter a vacinação e a vermifugação em dia.</li>
</ul>



<p>No pet shop online da Cobasi você encontra tudo o que é essencial para cuidar do seu <a href="https://www.cobasi.com.br/c/gatos?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20240820_vis_geral_caspa-em-gato_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">gato</a> e prevenir caspas, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>rações Super Premium;<br><br></li>



<li>rações úmidas para gatos;<br><br></li>



<li>bebedouros interativos;<br><br></li>



<li>antipulgas e carrapatos;<br><br></li>



<li>escovas para cuidar pelagem;<br><br></li>



<li>e muito mais.&nbsp;&nbsp;</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/AdobeStock_242041673.webp" alt="caspa felina" class="wp-image-74187" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/AdobeStock_242041673.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/AdobeStock_242041673-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/AdobeStock_242041673-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>O conteúdo te ajudou? Aproveite a visita e confira outros conteúdos exclusivos sobre gatos. No Blog da Cobasi você se mantém informado sobre temas de <a href="https://blog.cobasi.com.br/category/gato/saude-gato/">saúde</a>, alimentação, cuidados e muito mais. Até a próxima!</p>
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		<title>Dermatite em cachorro: sintomas, tipos e o que fazer para tratar</title>
		<link>https://blog.cobasi.com.br/dermatite-em-cachorro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Joe Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 12:20:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças de cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[Pele e pelagem]]></category>
		<category><![CDATA[Raça boxer]]></category>
		<category><![CDATA[Raça Cocker Spaniel Americano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Coceira intensa, vermelhidão, feridas, queda de pelos e lambidas constantes. Esses são alguns dos sinais mais comuns de dermatite em cachorro, uma das doenças de pele mais frequentes na rotina</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" width="705" height="467" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/01/sintomas-dermatite-canina-meio.png" alt="o que é dermatite canina" class="wp-image-6290" style="object-fit:cover;width:709px;height:472px"/></figure>



<p>Coceira intensa, vermelhidão, feridas, queda de pelos e lambidas constantes. Esses são alguns dos sinais mais comuns de <strong>dermatite em cachorro</strong>, uma das doenças de pele mais frequentes na rotina veterinária.</p>



<p>Trata-se de uma inflamação na pele, que pode ter diferentes causas, como alergias, fungos, parasitas, bactérias ou até desequilíbrios hormonais.</p>



<p>Para você ter ideia, estudos realizados em hospitais veterinários de referência no Brasil — como UFMG, UFPel, UFSM e <a href="https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/15405/1/DV042.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Universidade Estadual do Norte do Paraná</a> — indicam que as doenças de pele representam entre 20% e 35% dos atendimentos clínicos de cães.</p>



<p>Esse cenário se repete em pesquisas internacionais, que colocam as dermatopatias entre os três principais motivos de consulta na medicina veterinária de pequenos animais (O’Neill et al., 2014; Hill et al., 2006).</p>



<p>Além de comprometer diretamente a saúde e o bem-estar do pet, alguns tipos de dermatite — como micoses e sarna — podem ser transmitidos para humanos. Isso torna o diagnóstico e o tratamento ainda mais essenciais, tanto para proteger o animal quanto a família.</p>



<p>Por isso, tutores, é hora de entender tudo sobre a <strong>dermatite canina</strong>. Neste guia completo, você vai descobrir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quais são os tipos de dermatite em cachorro;<br></li>



<li>As áreas mais afetadas no corpo;<br></li>



<li>Os principais sintomas;<br></li>



<li>Como funciona o tratamento veterinário.</li>
</ul>



<p>Continue a leitura e tire todas as suas dúvidas sobre esse problema dermatológico que afeta milhares de cães todos os anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os tipos de dermatite em cachorro?</strong></h2>



<p>A <strong>dermatite canina é um termo genérico que engloba diferentes quadros de inflamação na pele</strong>. Cada uma dessas condições tem causas, sintomas e tratamentos específicos.</p>



<p>A seguir, você vai entender como funciona cada tipo:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Dermatite alérgica (Dermatite Atópica)</strong></h3>



<p>A dermatite alérgica, também chamada de dermatite atópica, é uma doença de pele crônica, inflamatória e hereditária, considerada uma das mais comuns na clínica veterinária.</p>



<p>Trata-se de uma condição multifatorial, caracterizada pela sensibilização do sistema imunológico a alérgenos ambientais, como ácaros, fungos, leveduras, pólen, poeira, mofo e até alguns alimentos (SILVA et al., 2021).</p>



<p>O problema ocorre quando o sistema imunológico do cachorro reage de forma exagerada a esses alérgenos, ativando anticorpos do tipo IgE, que provocam inflamação intensa na pele e coceira persistente.</p>



<p>Segundo o Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo (CRMV-SP), as <a href="https://crmvsp.gov.br/alergia-em-animais-tem-diagnostico-trabalhoso/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dermatites de origem alérgica correspondem a cerca de 70% dos casos dermatológicos</a> em cães. </p>



<p>Essa condição é especialmente comum em cães com predisposição genética, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Shih-tzu;</li>



<li>Lhasa Apso;</li>



<li>Bulldog Francês;</li>



<li>Pug;</li>



<li>Golden Retriever;</li>



<li>Labrador;</li>



<li>West Highland White Terrier;</li>



<li>Pastor Alemão;</li>



<li>entre outros. </li>
</ul>



<p>Essa predisposição está associada tanto a alterações imunológicas, que geram respostas exacerbadas, quanto a defeitos na integridade da barreira cutânea, que dificultam a proteção da pele contra a penetração de alérgenos, microrganismos e agentes irritantes.</p>



<p><strong>Por ser uma doença multifatorial e sem cura</strong>, o diagnóstico é clínico e baseado na exclusão de outras enfermidades dermatológicas, como dermatite por picada de pulga (DAPP), sarna, alergia alimentar e infecções bacterianas ou fúngicas da pele.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sintomas da dermatite alérgica em cachorro</strong></h3>



<p>O <strong>sintoma mais característico da dermatite atópica canina (DAC)</strong> é, sem dúvida, o prurido, ou seja, a coceira intensa e persistente.&nbsp;</p>



<p>De acordo com Bellato et al. (2021), o prurido é considerado uma manifestação de alarme, que leva o animal a lamber, morder, coçar ou arranhar a pele, como uma tentativa de aliviar o desconforto.</p>



<p>Esse sintoma pode se apresentar de duas formas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Com lesões visíveis</strong>, como vermelhidão, feridas e crostas;<br></li>



<li><strong>Ou sem lesões aparentes no início</strong>, surgindo apenas como coceira constante.<br></li>
</ul>



<p>É comum, também, que a dermatite alérgica evolua com o tempo, levando ao surgimento de infecções secundárias, tanto bacterianas quanto fúngicas, o que agrava ainda mais os sinais clínicos e o desconforto do pet.</p>



<p>As regiões mais afetadas costumam ser as patas (entre os dedos), focinho, orelhas, axilas, virilha e barriga.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Tratamento da dermatite alérgica em cachorro</strong></h3>



<p>A <strong>dermatite alérgica em cachorro não tem cura</strong>, pois é uma condição crônica e hereditária, também conhecida como alergia a inalantes ambientais.&nbsp;</p>



<p>Por isso, o tratamento é contínuo, multifatorial e focado no controle dos sintomas, na redução das crises e na melhora da qualidade de vida do pet.</p>



<p>De modo geral, o manejo da doença envolve a combinação de diferentes estratégias, que podem variar de acordo com a gravidade do quadro e a resposta de cada animal:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Controle da exposição aos alérgenos ambientais, com higienização rigorosa da casa, redução de ácaros, poeira e mofo.<br></li>



<li>Medicamentos imunomoduladores, como oclacitinib (Apoquel) e ciclosporina, que ajudam a controlar a coceira e a inflamação.<br></li>



<li>Imunoterapia alérgeno-específica (vacina antialérgica), que é o único tratamento que atua na causa, aumentando a tolerância do organismo aos alérgenos.<br></li>



<li>Uso de shampoos dermatológicos, loções hidratantes e sprays calmantes que ajudam na recuperação da barreira cutânea.<br></li>



<li>Suplementação com ácidos graxos essenciais (ômega-3 e ômega-6), que melhora a saúde da pele e ajuda no controle da inflamação.<br></li>



<li>Dieta hipoalergênica, quando há suspeita de hipersensibilidade alimentar associada.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Dermatite por picada de pulga (DAPP)</strong></h2>



<p>A <a href="https://blog.cobasi.com.br/dermatite-alergica-a-picada-de-pulga/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dermatite alérgica à picada de pulga (DAPP)</a> é uma doença de pele causada por uma reação de hipersensibilidade às substâncias presentes na saliva da pulga.</p>



<p>O quadro se desenvolve quando o ectoparasita pica o animal, liberando proteínas alergênicas na pele, capazes de ativar o sistema imunológico e desencadear um processo inflamatório intenso.<br><br>Essa reação, se não tratada, pode evoluir rapidamente para queda de pelos, crostas, infecções bacterianas secundárias e lesões crônicas na pele.</p>



<p>Vale destacar que a DAPP é mais frequente em regiões tropicais e subtropicais, como o Brasil, onde as pulgas estão presentes durante todo o ano. Em locais de clima temperado, a doença pode ser sazonal, com aumento dos casos no verão e no outono.</p>



<p>Esse alto índice está diretamente relacionado a três fatores principais:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Nem sempre é possível visualizar pulgas no animal.</strong></h3>



<p>De acordo com o CRMV-RS, muitos tutores acreditam que seus pets estão livres dos parasitas simplesmente porque não enxergam as pulgas.<br><br>No entanto, <a href="https://www.crmvrs.gov.br/noticia_detalhada.php?id_noticias=1357" target="_blank" rel="noreferrer noopener">apenas 5% das pulgas estão no animal. Os outros 95% permanecem no ambiente</a>, na forma de ovos, larvas e pupas, escondidos em frestas, tapetes, sofás, camas e outros locais. Por isso, o contato é praticamente inevitável.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Basta uma única picada para desencadear uma crise alérgica</strong></h3>



<p>Cães alérgicos são extremamente sensíveis. Uma única pulga já é suficiente para gerar um quadro inflamatório severo, com coceira intensa e lesões na pele.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A falta de controle ambiental é a principal causa de reincidência</strong></h3>



<p>Não basta tratar apenas o animal. Sem controle efetivo do ambiente, o<a href="https://www.cobasi.com.br/institucional/ciclo-das-pulgas?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20250306_vis_farmacia_dermatite-em-cachorro_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> ciclo das pulgas</a> se mantém ativo. Ovos, larvas e pupas permanecem no local, criando um desafio constante tanto para a rotina veterinária quanto para a qualidade de vida dos pets.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sintomas da dermatite por picada de pulga em cachorro</strong></h3>



<p>O principal sintoma da DAPP é a coceira intensa e persistente, especialmente na região lombar e na base da cauda.&nbsp;</p>



<p>Além disso, o cão também pode apresentar os seguintes sinais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>vermelhidão, inflamação e irritação da pele;<br></li>



<li>feridas, crostas, escoriações e descamação;<br></li>



<li>queda de pelos localizada (alopecia);<br></li>



<li>espessamento e escurecimento da pele em casos crônicos;<br></li>



<li>pápulas (pequenas elevações avermelhadas) nas fases iniciais da reação alérgica;<br></li>



<li>odor forte na pele, geralmente associado a infecções bacterianas (piodermite) ou fúngicas (Malassezia).</li>
</ul>



<p>Esses sintomas costumam aparecer com mais frequência em cães entre 1 e 5 anos de idade. Casos em filhotes com menos de seis meses são raros.</p>



<p>As regiões mais afetadas incluem a região lombar (próxima à base da cauda), dorso, flancos, pescoço, axilas, virilha, parte interna das coxas e abdômen ventral.&nbsp;</p>



<p>Esses locais são os mais propensos por serem áreas onde as pulgas se concentram, facilitando o contato da saliva com a pele sensível.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Tratamento da dermatite por picada de pulga em cachorro</strong></h3>



<p>O tratamento da dermatite por picada de pulgas tem como base dois pilares fundamentais e inseparáveis:</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Controle rigoroso das pulgas</strong></h4>



<p>O primeiro passo é a eliminação total das pulgas. Isso envolve tanto o tratamento do animal quanto do ambiente em que ele vive.</p>



<p>É indispensável o uso de <a href="https://www.cobasi.com.br/c/cachorro/medicamentos/antiparasitario?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20250306_vis_farmacia_dermatite-em-cachorro_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">antiparasitários de ação rápida e longa duração</a>, que podem ser administrados de forma oral, tópica ou injetável, sempre com prescrição veterinária.</p>



<p>Além disso, todos os animais da casa devem ser tratados, mesmo aqueles que não apresentam sinais clínicos, para evitar a manutenção do ciclo das pulgas.</p>



<p>O ambiente também exige cuidados rigorosos, sempre higienizando os acessórios do pet, aplicando produtos específicos para controle ambiental.</p>



<p>Atenção! A falha no controle ambiental é uma das principais causas de recorrência da DAPP.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Controle da inflamação, coceira e lesões</strong></h4>



<p>O segundo pilar do tratamento foca na redução da inflamação, do prurido e na cicatrização das lesões causadas pela reação alérgica.</p>



<p>O manejo inclui o uso de imunomoduladores, que controlam a resposta alérgica e reduzem o prurido de forma eficaz.&nbsp;</p>



<p>Corticosteroides são indicados apenas em crises agudas e por curto período. Nos casos de infecções bacterianas ou fúngicas, o uso de antibióticos ou antifúngicos é indispensável.&nbsp;</p>



<p>O tratamento tópico, com shampoos dermatológicos terapêuticos, auxilia na cicatrização, remoção de crostas e controle da inflamação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3. Dermatite fúngica</strong></h2>



<p>A dermatite fúngica, também conhecida como <a href="https://blog.cobasi.com.br/malassezia-canina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">malasseziose canina</a>, é uma doença de pele causada pela proliferação anormal da levedura <em>Malassezia pachydermatis</em>, um fungo que faz parte da microbiota natural da pele dos cães.</p>



<p>Esse crescimento descontrolado ocorre quando há algum tipo de desequilíbrio na barreira cutânea, favorecendo a multiplicação do fungo na camada mais superficial da pele — a camada córnea.</p>



<p>De acordo com Pendergraft, DVM, DACVD (2015), a <strong>malasseziose raramente se manifesta de forma isolada</strong>. Na maioria dos casos, ela surge secundariamente a outras condições predisponentes, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>alergias, especialmente dermatite atópica;<br></li>



<li>distúrbios hormonais, como hipotireoidismo e <a href="https://blog.cobasi.com.br/sindrome-de-cushing-em-caes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Síndrome de Cushing</a>;<br></li>



<li>doenças de queratinização, como seborreia;<br></li>



<li>conformações anatômicas, como excesso de dobras na pele.</li>
</ul>



<p>Além disso, climas quentes, alta umidade, má ventilação e secagem inadequada após banhos ou contato com água são fatores que contribuem diretamente para o desenvolvimento da doença.</p>



<p>Raças como Basset Hound, Cocker Spaniel Americano e West Highland White Terrier estão entre as mais predispostas à dermatite fúngica, devido tanto às características anatômicas quanto à predisposição genética para doenças de pele.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sintomas da dermatite fúngica em cachorro</strong></h3>



<p>Os<strong> sinais clínicos da malasseziose</strong> não são específicos, o que pode gerar confusão com outras doenças de pele. Ainda assim, há um conjunto de sintomas típicos que ajudam no diagnóstico, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>coceira intensa (prurido);<br></li>



<li>mau odor característico, descrito como cheiro de gordura rançosa ou fermentado;<br></li>



<li>vermelhidão (eritema) e inflamação;<br></li>



<li>pele oleosa, pegajosa, com aspecto ceroso ou, em alguns casos, ressecada e descamando;<br></li>



<li>lesões causadas por trauma autoinduzido (de tanto o animal se coçar, morder ou lamber);<br></li>



<li>hiperpigmentação (escurecimento da pele) e liquenificação (espessamento);<br></li>



<li>formação de crostas e detritos cerosos na pele;<br></li>



<li>pigmentação marrom ou de cor de ferrugem nos pelos, principalmente nas patas e região da boca, causada pela lambedura excessiva;<br></li>



<li>pápulas, descamação e, em alguns casos, alopecia (queda de pelos localizada);<br></li>



<li>odor forte associado a infecções bacterianas secundárias (frequentemente).</li>
</ul>



<p>As regiões mais afetadas pela dermatite fúngica costumam ser áreas com maior retenção de umidade e pouco arejamento.&nbsp;</p>



<p>Isso inclui os canais auriculares, onde pode evoluir para otite fúngica, além das margens labiais e pregas da boca, axilas, virilha, pescoço, especialmente na região ventral, e períneo.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Tratamento da dermatite fúngica em cachorro</strong></h3>



<p>O tratamento da dermatite fúngica em cachorro tem como objetivo controlar a proliferação do fungo e, principalmente, tratar a causa que favoreceu esse desequilíbrio na pele. </p>



<p>Nos casos mais leves, o uso de<a href="https://www.cobasi.com.br/c/cachorro/medicamentos/shampoo-medicamentoso?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20250306_vis_farmacia_dermatite-em-cachorro_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> shampoos antifúngicos</a> é essencial. O protocolo costuma ser feito de duas a três vezes por semana, por algumas semanas. Se as lesões forem localizadas, pomadas ou loções podem ser suficientes.</p>



<p>Em casos mais graves, é necessário usar antifúngicos orais, por semanas ou meses, com acompanhamento veterinário. E se houver infecção bacteriana associada, é preciso usar antibióticos no mesmo período.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>4. Dermatite bacteriana (Piodermite)</strong></h2>



<p>A dermatite bacteriana, também chamada de <a href="https://blog.cobasi.com.br/piodermite-canina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">piodermite canina</a>, é uma infecção de pele causada pela proliferação anormal de bactérias, principalmente do gênero <em>Staphylococcus</em>, que faz parte do microbioma natural da pele dos cães.</p>



<p>De acordo com estudo publicado na Revista Pubvet (2020), o agente mais frequentemente envolvido é o <a href="https://www.pubvet.com.br/uploads/6acb95f3e34bcb94d4e957403be4d943.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Staphylococcus pseudintermedius</em>, responsável por mais de 90% dos casos de piodermite canina</a>. </p>



<p>Outros agentes, como <em>Staphylococcus aureus</em> e <em>Staphylococcus schleiferi spp. coagulans</em>, também podem estar envolvidos, sendo importantes pela capacidade de desenvolver resistência e pelo potencial zoonótico, ou seja, com risco de transmissão para humanos.</p>



<p>Em condições normais, essas bactérias vivem na pele sem causar nenhum problema. No entanto, quando há desequilíbrios na barreira cutânea, esses microrganismos podem se multiplicar de forma descontrolada, gerando inflamação, infecção e outros riscos.</p>



<p>É importante validar que a piodermite, na maioria das vezes, não é uma doença primária, mas sim uma complicação de outras condições dermatológicas, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>dermatite alérgica (atópica ou por picada de pulga);</li>



<li>dermatite fúngica;</li>



<li><a href="https://blog.cobasi.com.br/sarna-em-cachorro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sarna</a>;</li>



<li>traumas;</li>



<li>lambedura excessiva;</li>



<li>seborreia;</li>



<li>distúrbios hormonais, como hipotireoidismo e hiperadrenocorticismo (síndrome de Cushing).</li>
</ul>



<p>O quadro pode variar de infecções superficiais, que afetam as camadas externas da pele, até formas profundas, mais graves, que comprometem tecidos mais internos, causando bastante dor, desconforto e risco de complicações sérias.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sintomas da dermatite bacteriana em cachorro</strong></h3>



<p>Os principais sinais da piodermite são feridas acompanhadas de inflamação, coceira, dor, odor forte e, muitas vezes, secreção purulenta. </p>



<p>Nas formas superficiais da doença é comum observar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>pápulas (lesões avermelhadas e elevadas);<br></li>



<li>pústulas (bolhas com pus);<br></li>



<li>crostas e colaretes epidérmicos (descamações circulares que se formam após a ruptura das pústulas);<br></li>



<li>vermelhidão (eritema), escoriações e descamação;<br></li>



<li><a href="https://blog.cobasi.com.br/alopecia-canina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alopecia</a> (queda de pelos localizada);<br></li>



<li>hiperpigmentação e espessamento da pele, quando o quadro se torna crônico.</li>
</ul>



<p>Já nas piodermites profundas, os sintomas são mais severos e incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>fístulas (feridas abertas que drenam pus);<br></li>



<li>nódulos, úlceras e até celulite (inflamação dos tecidos mais profundos);<br></li>



<li>edema, bolhas hemorrágicas e, em alguns casos, sinais sistêmicos, como febre e apatia.</li>
</ul>



<p>Atenção, tutores de cães de pelo curto! Raças como Bull Terrier, Doberman, Boxer, Teckel, Dogue Alemão e Pinscher apresentam maior predisposição ao desenvolvimento da piodermite.&nbsp;</p>



<p>Mas, é importante reforçar que qualquer cachorro, de qualquer raça ou idade, pode ser afetado.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Tratamento da dermatite bacteriana em cachorro</strong></h3>



<p>O tratamento da piodermite atua no controle da infecção bacteriana (tópico e sistêmico) e na identificação e manejo da causa primária, no combate ao fator que gerou o desequilíbrio da pele.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Terapia tópica</strong></h4>



<p>O uso de shampoos dermatológicos é fundamental, especialmente em infecções superficiais ou como coadjuvantes profundas. Esses produtos ajudam a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>reduzir a carga bacteriana na pele;</li>



<li>remover crostas e secreções;</li>



<li>aliviar a inflamação e acelerar a cicatrização.</li>
</ul>



<p>A frequência dos banhos varia conforme a gravidade, podendo ser de duas a três vezes por semana, sempre com recomendação veterinária.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Terapia sistêmica</strong></h4>



<p>Nos casos de piodermite moderada a grave — especialmente quando afeta camadas mais profundas da pele —, é essencial o uso de antibióticos por via oral ou injetável.</p>



<p>O tratamento costuma ter duração mínima de 21 dias, podendo se estender por 7 a 14 dias após a completa resolução dos sinais clínicos visíveis, para garantir a erradicação da infecção e prevenir recaídas.</p>



<p>A resistência bacteriana é um dos grandes desafios. Por isso, a escolha do antibiótico, assim como a dose, o intervalo e a duração do tratamento, deve ser feita rigorosamente pelo médico-veterinário.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Controle da causa primária</strong></h4>



<p>Sem tratar as causas que favorecem a infecção — como alergias, lambedura compulsiva, sarna ou distúrbios hormonais —, a piodermite tende a se tornar recorrente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5. Dermatite alimentar</strong></h2>



<p>A dermatite alimentar é uma reação de hipersensibilidade causada por determinados componentes da alimentação, especialmente proteínas.&nbsp;</p>



<p>Ao contrário do que muitos pensam, essa condição não está relacionada à qualidade da ração, mas sim a uma resposta exagerada do sistema imunológico a proteínas específicas que o organismo do cachorro reconhece como ameaças.</p>



<p>Trata-se de uma dermatite não sazonal, ou seja, pode ocorrer durante todo o ano, independentemente de clima, estação ou ambiente. A condição pode se manifestar isoladamente ou associada a outros quadros alérgicos, como dermatite atópica.</p>



<p>Qualquer ingrediente pode ser um potencial alérgeno, dependendo da sensibilidade individual do animal. Por exemplo, entre as principais proteínas que são agentes desencadeantes estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>frango;</li>



<li>carne bovina;</li>



<li>laticínios;</li>



<li>trigo;</li>



<li>ovos;</li>



<li>peixes;</li>



<li>soja e outros ingredientes comuns nas dietas comerciais.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sintomas da dermatite alimentar</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>coceira generalizada;</li>



<li>otites recorrentes (infecções no ouvido);</li>



<li>vermelhidão, feridas e crostas na pele;</li>



<li>queda de pelos localizada ou difusa;</li>



<li>descamação, pele espessa ou escurecida (em casos crônicos);</li>



<li>em alguns casos, vômito, diarreia ou fezes moles, embora nem sempre haja manifestação gastrointestinal.</li>
</ul>



<p>As regiões mais afetadas pela dermatite alimentar são as patas (principalmente entre os dedos), focinho, orelhas, axilas, abdômen e região perianal.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Tratamento da dermatite alimentar</strong></h3>



<p>O tratamento é basicamente dietético e permanente. Após identificar o alimento causador da alergia, ele deve ser completamente excluído da dieta do pet.</p>



<p>As opções mais usadas são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dieta de proteína hidrolisada, onde as moléculas de proteína são quebradas, tornando-as pequenas demais para desencadear uma reação alérgica;<br></li>



<li>Dieta de proteína nova, composta por fontes que o animal nunca consumiu antes (como carne de cordeiro, peixe, carne de coelho ou javali);<br></li>



<li>Alimentação natural balanceada, formulada especificamente para o quadro, sob orientação de um médico-veterinário nutrólogo.</li>
</ul>



<p>Além da mudança alimentar, podem ser necessários, no início, tratamentos para aliviar os sintomas, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.cobasi.com.br/c/cachorro/medicamentos/anti-inflamatorio?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20250306_vis_farmacia_dermatite-em-cachorro_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Anti-inflamatórios</a> e imunomoduladores (em casos de inflamação intensa);<br></li>



<li>Shampoos dermatológicos para controlar lesões e infecções secundárias;<br></li>



<li>Antibióticos ou antifúngicos, se houver infecção associada.</li>
</ul>



<p>É importante ressaltar que não existe cura, mas sim controle total dos sintomas enquanto o cão estiver seguindo a dieta adequada, livre dos alérgenos identificados.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5 dicas para prevenir dermatite em cachorro</strong></h2>



<p>Embora muitos casos de dermatite tenham origem genética, alérgica ou estejam ligados a outros problemas de saúde, é possível adotar alguns cuidados que ajudam na prevenção da maioria dos quadros.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Controle rigoroso de pulgas, carrapatos e ácaros</strong></h3>



<p>A prevenção de ectoparasitas é fundamental, especialmente no caso da dermatite alérgica à picada de pulga (DAPP) e de quadros parasitários, como sarna.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ofereça uma alimentação equilibrada e, se necessário, uma dieta hipoalergênica</strong></h3>



<p><a href="https://www.cobasi.com.br/c/cachorro/racao/racao-medicamentosa?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20250306_vis_farmacia_dermatite-em-cachorro_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rações medicamentosas</a> específicas para dermatopatias ajudam a fortalecer a barreira cutânea, reduzir inflamações e controlar quadros como dermatite alimentar, além de auxiliarem no manejo de outras dermatites.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Higienize corretamente as dobras, patas e orelhas</strong></h3>



<p>Locais úmidos, com atrito ou acúmulo de sujeira, são os mais suscetíveis a infecções fúngicas, bacterianas e inflamações. Portanto, sempre muita atenção na higienização em cada “dobrinha” do seu cão.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Use shampoos específicos para pele sensível </strong></h3>



<p>Manter a pele limpa e a barreira cutânea saudável é essencial para prevenir desequilíbrios, infecções e quadros de coceira.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Evite o contato do pet com agentes irritantes</strong></h3>



<p>Produtos de limpeza, grama tratada com pesticidas, tecidos sintéticos ou qualquer outro composto químico podem desencadear quadros de dermatite de contato.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/iStock-517518668-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-73992" style="object-fit:cover;width:709px;height:472px" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/iStock-517518668-1024x683.jpg 1024w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/iStock-517518668-300x200.jpg 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/iStock-517518668-768x513.jpg 768w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/iStock-517518668-1200x801.jpg 1200w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/iStock-517518668-150x100.jpg 150w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/iStock-517518668.jpg 1254w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Young Brunette woman how lying on on the grasss with her arm around a German shepherd. She is hugging the dog and having fun in the city park outdoors.</figcaption></figure>



<p>O conteúdo te ajudou? Agora você já sabe quais são os<strong> principais tipos de dermatite em cachorro</strong>, suas causas, sintomas e como oferecer os melhores cuidados para seu pet.</p>



<p>Além dos tipos que detalhamos, também existem outras variações, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>dermatite de contato, causada por produtos irritantes;</li>



<li>dermatite parasitária, provocada por ácaros, como na sarna;</li>



<li>dermatite seborreica, ligada ao desequilíbrio na produção de sebo da pele. </li>
</ul>



<p>Embora sejam menos comuns ou frequentemente secundárias a outros problemas, também merecem acompanhamento veterinário e tratamento adequado.</p>



<p>Se tiver mais dúvidas, no Blog da Cobasi, você encontra muitos outros conteúdos sobre <a href="https://blog.cobasi.com.br/category/cachorro/saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saúde</a>, bem-estar e cuidados com o seu pet.</p>



<p>E no nosso pet shop, você conta com uma linha completa de medicamentos, shampoos dermatológicos, suplementos, rações especiais e tudo o que é essencial para a saúde e qualidade de vida do seu melhor amigo. Até a próxima!</p>



<p><br></p>
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		<title>Descubra por que o seu gato soltando muito pelo e como resolver</title>
		<link>https://blog.cobasi.com.br/gato-soltando-muito-pelo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Chaves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2025 11:52:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gato]]></category>
		<category><![CDATA[Higiene]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças de gato]]></category>
		<category><![CDATA[Pele e pelagem]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e cuidados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um gato soltando muito pelo não é normal, nem mesmo para raças peludas como os Persas e Ragdolls. Normalmente, a queda acentuada da pelagem está associada a má nutrição, estresse</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/gato-soltando-pelo.webp" alt="gato soltando muito pelo" class="wp-image-58165" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/gato-soltando-pelo.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/gato-soltando-pelo-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/gato-soltando-pelo-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>Um gato soltando muito pelo não é normal, nem mesmo para raças peludas como os Persas e Ragdolls.</p>



<p>Normalmente, a queda acentuada da pelagem está associada a má nutrição, estresse ou doenças como dermatites e alopecia felina.&nbsp; Conheça em detalhes o que faz o felino soltar muito pelo e como ajudá-lo a resolver o problema.&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O gato solta muito pelo por troca da pelagem</strong></h2>



<p>Um gato saudável costuma soltar muito pelo quando está na época da troca de pelagem, o que acontece entre a primavera e o verão.&nbsp;</p>



<p>Se o seu animal não apresentar sintomas como doença de pele ou emagrecimento repentino, provavelmente esse é o motivo da queda do pelo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ciclo de vida da pelagem do gato</strong></h3>



<p>O ciclo de vida da pelagem de um é formado pelos seguintes estágios: anágena (crescimento), catágena (engrossamento do pelo) e telógena (queda da pelagem).</p>



<p>Durante um ano, o pelo do animal cresce, engrossa e, nas estações mais quentes, cai para que novos fios possam nascer. Dessa maneira, ele estará aquecido durante o frio e não sofrerá com o calor nos meses de verão.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Condições que provocam a queda acentuada do pelo do gato</strong></h2>



<p>Há duas condições que afetam diretamente a saúde da pelagem do gato, a má nutrição e o estresse. Saiba como cada uma delas faz com que seu gato fique soltando muito pelo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Má nutrição</strong></h3>



<p>A má nutrição é uma condição que pode causar anorexia e fazer com que o seu pet tenha problemas na pele e na pelagem.</p>



<p>Uma dieta pobre em vitaminas, minerais e outros nutrientes essenciais acabam por enfraquecer os pelos do felino, que passa a apresentar os seguintes sintomas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>pelagem fosca e quebradiça;</li>



<li>alopecia felina;</li>



<li>perda de peso e massa muscular;</li>



<li>desidratação;</li>



<li>anorexia.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como tratar desnutrição felina?</strong></h3>



<p>O tratamento para desnutrição em gatos consiste na adoção de uma dieta rica e balanceada, de acordo com a orientação do veterinário.</p>



<p>De maneira geral, uma boa alimentação combina rações de acordo com a idade do animal, <a href="https://www.cobasi.com.br/c/gatos/petiscos/petiscos?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20250103_vis_gato_petisco_gato_soltando_muito_pelo_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">petiscos</a> e incentivo à hidratação.</p>



<p>Além disso, o tutor também pode oferecer<a href="https://blog.cobasi.com.br/frutas-que-gatos-podem-comer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> frutas</a> como petisco eventual para que o pet consuma o máximo de vitaminas e minerais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estresse</strong></h2>



<p>Um gato estressado ou ansioso também solta muito pelo. E, quanto maior o nível e a duração desse estado, maior é o volume da queda da pelagem. Entre os demais sintomas de estresse, estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>marcação de território;</li>



<li>urinar fora da caixa de areia;</li>



<li>diarreia;</li>



<li>vômito;</li>



<li>comportamento agressivo;</li>



<li>miados prolongados;</li>



<li>lambedura constantemente;</li>



<li>se coçar com muita frequência.</li>
</ul>



<p>Os principais fatores que deixam um gato estressado ou ansioso são: mudança de casa, alteração dos móveis, chegada de um novo pet ou membro da família, viagens, mudanças bruscas na rotina do tutor.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como tratar gato estressado?</strong></h3>



<p>O tratamento para um gato com estresse passa pela administração de calmantes, feromônios e a eliminação do fator causador do estresse.</p>



<p>Para isso, vale consultar um médico-veterinário especializado em comportamento felino. O profissional poderá diagnosticar a causa do problema e indicar quais são as mudanças necessárias na rotina do pet.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Doenças de pele que causam queda dos pelos</strong></h2>



<p>A pelagem é uma das partes mais sensíveis do gato. Por isso, doenças de pele podem ser a causa da queda exagerada de pelos do animal.</p>



<p>Normalmente, essas condições têm em origem picadas de insetos, ácaros, parasitas, alergias alimentares ou contaminação por fungos. Conheça as mais comuns</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Alopecia felina</strong></h3>



<p>A <a href="https://blog.cobasi.com.br/alopecia-em-gatos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alopecia felina</a> é uma condição que tem origem a partir de crises de ansiedade ou estresse. A doença se manifesta com a queda de pelos em excesso e o emagrecimento repentino do pet.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Tratamento para alopecia felina</strong></h4>



<p>O tratamento da alopecia em gatos parte da retirada do fator de estresse do ambiente, que pode ser animais, pessoas ou móveis estranhos ao animal.</p>



<p>Para uma terapia mais efetiva, é possível que sejam necessários administrar <a href="https://www.cobasi.com.br/c/gatos/medicamentos?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20250103_vis_gato_medicamento_gato_soltando_muito_pelo_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">medicamentos</a> como ansiolíticos, antidepressivos ou feromônios.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Micose em gatos</strong></h3>



<p>A<a href="https://blog.cobasi.com.br/micose-em-gatos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> micose em gatos</a> é causada por um fungo chamado <em>Microsporum canis</em> e afeta principalmente os filhotes. Além de soltar muito pelo, o gato ele pode apresentar os seguintes sintomas:  </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>inflamação da pele próxima às unhas;</li>



<li>feridas com crostas;</li>



<li>descamação de machucados;</li>



<li>vermelhidão na pele.</li>
</ul>



<p><strong>Importante:</strong> a micose felina é uma <a href="https://blog.cobasi.com.br/o-que-sao-zoonoses/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">zoonose</a>. Uma vez que o animal de estimação seja o transmissor, ela pode contaminar os tutores e outros de estimação.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Qual é o tratamento para micose em gatos?</strong></h4>



<p>A cura dessa doença se dá por meio da administração de antiparasitários orais e tópicos, sempre com o acompanhamento de um médico-veterinário.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Dermatite em gatos</strong></h3>



<p>A <a href="https://blog.cobasi.com.br/dermatite-em-gatos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dermatite em gatos</a> é uma doença alérgica que tem como gatilho a picada de pulgas ou reação a algum alimento novo presente na dieta. Os sintomas mais comuns são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>lambedura em excesso;</li>



<li>queda agressiva da pelagem;</li>



<li>coceira.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Tratamento para dermatite em gatos</strong></h4>



<p>O tratamento da dermatite felina varia de acordo com a origem do problema. Se a causa for picada de pulga, a recomendação será investir em <a href="https://www.cobasi.com.br/c/gatos/medicamentos/antipulgas-e-carrapatos?utm_source=blog&amp;utm_medium=texto&amp;utm_campaign=20250527_vis_gato_antipulgas_gato_soltando_muito_pelo_geral_texto" target="_blank" rel="noreferrer noopener">coleiras e/ou medicamentos antipulgas</a>.</p>



<p>Agora, se o problema é sintoma de alergia alimentar, o mais adequado é substituir a ração tradicional pela terapêutica. Além da criação de uma dieta específica para que o felino possa se recuperar.&nbsp;&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sarna em gato</strong></h3>



<p>A<a href="https://blog.cobasi.com.br/sarna-em-gato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> sarna em gato</a> é uma doença causada por ácaros, sendo classificada em quatro tipos: notoédrica, otodécica, demodécica e sarcóptica. Cada uma delas afeta uma parte diferente do corpo do animal, porém todas têm a queda de pelo como sintoma.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como tratar sarna em gato?</strong></h4>



<p>O tratamento para sarna em gato consiste na administração de antiparasitários e reforço na dieta para estimular o sistema imunológico do felino.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Procure um médico-veterinário</strong></h2>



<p>Como há diversos motivos para a queda acentuada da pelagem do felino, o recomendado é buscar a orientação de um médico-veterinário.</p>



<p>Dessa maneira, ele poderá identificar a causa da queda e indicar o tratamento mais assertivo para garantir a saúde e bem-estar do pet.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como evitar que o gato solte muito pelo</strong></h2>



<p>Para evitar que o seu gato solte muito pelo, a melhor solução é apostar na prevenção.</p>



<p>Seguindo as dicas abaixo, é possível manter a pelagem do seu pet bonita e saudável.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>ofereça alimentação<strong> </strong>rica em vitaminas e nutrientes;</li>



<li>use<strong> </strong><a href="https://www.cobasi.com.br/c/gatos/medicamentos/antipulgas-e-carrapatos?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20250103_vis_gato_antipulgas_gato_soltando_muito_pelo_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">antipulgas</a> para evitar a contaminação desses parasitas;</li>



<li>mantenha o ambiente higienizado e arrumado, evitando a proliferação de bactérias;</li>



<li>evite que o gato<strong> </strong>saia de casa para passeios noturnos<strong>.</strong> </li>



<li>deixe portas sempre com proteção para evitar a contaminação por outras doenças;</li>



<li>faça a escovação frequente do pelo do animal. </li>



<li>visite regularmente um médico-veterinário. </li>
</ul>



<p>Gostou de saber por que o seu gato está soltando muito pelo e o que fazer em cada situação? Para aprender mais sobre a <a href="https://blog.cobasi.com.br/category/gato/saude-gato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saúde felina</a>, continue no Blog da Cobasi.</p>
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		<title>Sarna em cachorro: tipos, sintomas, tratamento e prevenção</title>
		<link>https://blog.cobasi.com.br/sarna-em-cachorro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Joe Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 15:25:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças de cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[Pele e pelagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sarna em cachorro é uma doença de pele causada por ácaros que provoca coceira intensa, feridas e queda de pelos. Dependendo do tipo, pode ser altamente contagiosa e comprometer</p>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="471" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/08/2.png" alt="Cachorro com sarna " class="wp-image-47655" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/08/2.png 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/08/2-300x199.png 300w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>A <strong>sarna em cachorro</strong> é uma doença de pele causada por ácaros que provoca coceira intensa, feridas e queda de pelos. Dependendo do tipo, pode ser altamente contagiosa e comprometer seriamente a saúde do pet.&nbsp;</p>



<p>Saber identificar os sintomas precocemente é essencial para garantir um tratamento eficaz e evitar complicações. Neste guia, você aprenderá tudo sobre os tipos de sarna, formas de transmissão e os melhores tratamentos para proteger seu cão. Confira!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é sarna em cachorro?</strong></h2>



<p>A sarna é uma dermatopatia parasitária que ocorre quando ácaros microscópicos se instalam na pele ou nos folículos pilosos dos cães. Esses parasitas se multiplicam rapidamente e podem causar feridas, inflamação e infecções secundárias.</p>



<p>A doença pode afetar cachorros de todas as idades, mas <strong>filhotes, idosos e cães com baixa imunidade têm maior predisposição</strong>. Além disso, alguns tipos de sarna são transmissíveis para outros cães e até para humanos, sendo considerada uma <a href="https://blog.cobasi.com.br/o-que-sao-zoonoses/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">zoonose</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tipos de sarna em cachorro</strong></h2>



<p>Existem três tipos principais de sarna em cães: <strong>sarcóptica, demodécica e otodécica</strong>. Veja a diferença entre elas:</p>



<figure style="font-size:8px" class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Tipo de Sarna</strong></td><td><strong>Agente Causador</strong></td><td><strong>Sintomas</strong></td><td><strong>Transmissão</strong></td><td><strong>Tratamento</strong></td></tr><tr><td><a href="https://blog.cobasi.com.br/sarna-sarcoptica-em-caes-como-identificar-tratar-e-prevenir/">Sarcóptic</a><a href="https://blog.cobasi.com.br/sarna-sarcoptica-em-caes-como-identificar-tratar-e-prevenir/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a (Sarna Contagio</a><a href="https://blog.cobasi.com.br/sarna-sarcoptica-em-caes-como-identificar-tratar-e-prevenir/">sa)</a></td><td><em>Ácaro Sarcoptes scabiei</em></td><td>Coceira intensa, crostas, vermelhidão, queda de pelo, feridas pelo corpo</td><td>Sim, para outros cães e humanos</td><td>Antiparasitários tópicos e orais, shampoos terapêuticos e higiene rigorosa.</td></tr><tr><td><a href="https://blog.cobasi.com.br/sarna-negra/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Demodécica (Sarna Negra)</a></td><td><em>Ácaro Demodex canis</em></td><td>Lesões na pele, falhas na pelagem, descamação, mau cheiro, infecções secundárias</td><td>Não, pois ocorre devido a predisposição genética</td><td>Controle da imunidade, banhos medicamentosos e, em casos severos, medicações antiparasitárias.</td></tr><tr><td><a href="https://blog.cobasi.com.br/sarna-otodecica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Otodécica (Sarna de Ouvido)</a></td><td>Ácaro <em>Otodectes cynotis</em></td><td>Coceira intensa na orelha, secreção escura, cheiro forte e inflamação</td><td>Sim, para outros cães e gatos</td><td>Limpeza auricular, medicamentos tópicos e antiparasitários.</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Agora que você já viu a comparação entre os tipos de sarna, vamos entender melhor os sinais que seu cão pode apresentar e quando procurar ajuda veterinária.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Principais sintomas da sarna em cachorro</strong></h2>



<p>Os sintomas da sarna variam conforme o tipo da doença e a gravidade do caso, mas os sinais mais comuns incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>coceira intensa e persistente;</li>



<li>queda de pelo localizada ou generalizada;</li>



<li>vermelhidão e descamação da pele;</li>



<li>feridas e crostas pelo corpo;</li>



<li>mau cheiro na pele do cachorro;</li>



<li>inflamação e secreção nos ouvidos (no caso da sarna otodécica).</li>
</ul>



<p>Caso o seu cão apresente um ou mais desses sintomas, procure um médico-veterinário imediatamente. O diagnóstico precoce evita complicações e acelera o tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Doenças com sintomas semelhantes</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="471" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/08/Design-sem-nome-2022-10-20T180922.247.png" alt="Cachorro com sarna tem cura?" class="wp-image-47659" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/08/Design-sem-nome-2022-10-20T180922.247.png 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2020/08/Design-sem-nome-2022-10-20T180922.247-300x199.png 300w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>Algumas<strong> doenças de pele em cachorro</strong> podem ser confundidas com a sarna devido a sintomas parecidos, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://blog.cobasi.com.br/dermatite-em-cachorro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dermatite alérgica</a> – coceira intensa e vermelhidão na pele, podendo ser causada por pulgas ou alimentos.<br><br></li>



<li><a href="https://blog.cobasi.com.br/micose-de-cachorro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Micoses</a> – infecções fúngicas que provocam descamação e lesões na pele.<br><br></li>



<li><a href="https://blog.cobasi.com.br/piodermite-em-caes/">Piodermite</a> – infecção bacteriana que também causa crostas e feridas.</li>
</ul>



<p>O veterinário pode realizar exames para diferenciar a sarna dessas condições e indicar o tratamento adequado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Diagnóstico da sarna em cachorro</strong></h2>



<p>Para confirmar a sarna, o veterinário realiza um exame clínico e pode solicitar testes como:</p>



<p><strong>Raspagem de pele</strong><strong><br></strong>Análise das células da pele sob um microscópio para detectar ácaros.<br><br><strong>Lâmpada de Wood</strong><strong><br></strong>Exame que ajuda a diferenciar a sarna de outras doenças dermatológicas.<br><br><strong>Cultura fúngica</strong><strong><br></strong>Para descartar infecções fúngicas secundárias.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como tratar sarna em cachorro?</strong></h2>



<p>Além dos métodos citados na tabela, o tratamento da sarna pode incluir algumas outras recomendações para garantir que seu cão se recupere totalmente. São elas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.cobasi.com.br/c/cachorro/medicamentos?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20240923_vis_cachorro_medicamento_sarna_em_cachorro_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">remédios para sarna em cachorro</a>, como comprimidos e pipetas antiparasitárias;</li>



<li>banhos medicamentosos com shampoos específicos para aliviar os sintomas;</li>



<li>pomadas e cremes dermatológicos para tratar lesões e aliviar a coceira;</li>



<li>higienização do ambiente para evitar reinfestações;</li>



<li>suplementação alimentar e reforço da imunidade (especialmente para sarna demodécica).</li>
</ul>



<p>Os <strong>medicamentos para sarna em cachorro</strong> podem incluir ivermectina, moxidectina, selamectina ou fluralaner, mas a escolha da melhor solução deve ser orientada por um veterinário.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como prevenir a sarna canina?</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/tutor-cachorro-brincando.webp" alt="tutora e cachorro brincando no parque" class="wp-image-68715" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/tutor-cachorro-brincando.webp 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/tutor-cachorro-brincando-300x200.webp 300w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/08/tutor-cachorro-brincando-150x100.webp 150w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>A prevenção é a melhor forma de proteger seu cachorro contra a sarna e garantir sua saúde e bem-estar. Manter uma rotina de higiene, cuidados com o ambiente e visitas regulares ao veterinário reduz significativamente os riscos de infestação por ácaros.&nbsp;</p>



<p>Confira algumas práticas essenciais para evitar a sarna canina:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mantenha o ambiente sempre limpo</strong></h2>



<p>Higienize regularmente a casa, caminhas, brinquedos e acessórios do pet para eliminar possíveis focos de ácaros.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Evite contato com cães infectados</strong></h3>



<p>A sarna é altamente contagiosa em alguns casos, por isso, evite que seu pet interaja com animais doentes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Reduza o estresse do pet</strong></h3>



<p>Situações estressantes podem comprometer o sistema imunológico, facilitando a proliferação de parasitas. Uma rotina de atividades, como passeios e exercícios com <a href="https://www.cobasi.com.br/c/cachorro/brinquedos?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20240923_vis_cachorro_brinquedo_sarna_em_cachorro_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">brinquedos interativos</a> são ótimas opções.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ofereça uma alimentação equilibrada</strong></h3>



<p>Uma dieta nutritiva fortalece a imunidade e ajuda a pele do cachorro a se manter saudável.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Realize visitas periódicas ao veterinário</strong></h3>



<p><a href="https://www.cobasi.com.br/servicos/agendamentos/bem-vindo/?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20240923_vis_pet_anjo_sarna_em_cachorro_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Consultas regulares ao veterinário</a> ajudam a detectar sinais precoces da sarna e garantem um tratamento preventivo adequado.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Escove a pele e os pelos do cachorro</strong></h3>



<p>A escovação remove sujeiras, melhora a circulação sanguínea e mantém a pelagem saudável.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Higienize as orelhas e condutos auditivos</strong></h3>



<p>A falta de limpeza pode favorecer a proliferação de ácaros e causar infecções secundárias.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mantenha o calendário de vacinação em dia</strong></h3>



<p>Algumas doenças de pele podem ser prevenidas com <a href="https://blog.cobasi.com.br/vacina-para-cachorro/">vacinas</a> específicas e controle veterinário adequado.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Leve o pet para banho e tosa regularmente</strong></h3>



<p>A higienização profissional auxilia na remoção de sujeiras e na identificação precoce de problemas de pele.</p>



<p>Com essas medidas preventivas, seu cachorro ficará protegido contra a sarna e outros problemas dermatológicos. Em caso de qualquer sinal de infestação, consulte um veterinário imediatamente para garantir o tratamento mais eficaz.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dúvidas frequentes sobre sarna em cachorro</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/06/sarna-em-cachorro-1.png" alt="Sarna para cachorro" class="wp-image-23431"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A sarna em cachorro pode passar para humanos?</strong></h3>



<p>Sim! A sarna sarcóptica pode ser transmitida para humanos, causando coceira e irritação na pele. Em caso de contato com um cão infectado, é fundamental procurar um médico e higienizar bem o ambiente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A sarna tem cura?</strong></h3>



<p>Sim, na maioria dos casos, a sarna pode ser tratada com medicamentos e cuidados adequados. A sarna demodécica pode exigir tratamento contínuo, mas também pode ser controlada.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Quanto tempo dura o tratamento da sarna em cães?</strong></h3>



<p>O tempo de tratamento pode variar de 4 a 8 semanas, dependendo do tipo e da gravidade da doença.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Existe remédio caseiro para tratar sarna em cães?</strong></h3>



<p>Jamais use remédios caseiros para tratar sarna em cães! O uso inadequado de medicamentos pode agravar a doença e prejudicar a saúde do pet.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Onde comprar medicamentos para tratar cachorro com sarna?</strong></h3>



<p>No pet shop online da Cobasi, você encontra os <strong>melhores remédios para sarna em cachorro</strong>, como <a href="https://www.cobasi.com.br/c/cachorro/higiene-e-limpeza/shampoo?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=20250306_vis_cachorro_sarna-em-cachorro_geral_post" target="_blank" rel="noreferrer noopener">shampoos terapêuticos</a> e antiparasitários para manter seu pet saudável e protegido!</p>



<p>Quer saber mais sobre a <strong>sarna canina</strong>? Dê o play no vídeo da Cobasi TV e veja mais dicas práticas sobre como identificar, tratar e prevenir a sarna no seu pet!</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Sarna em cães" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/7y_LeuJ4SJE?start=159&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Além disso, continue acompanhando o Blog da Cobasi para mais conteúdos sobre saúde e bem-estar animal. Aqui você encontra informações confiáveis para cuidar do seu pet da melhor forma. Até a próxima!</p>
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		<title>Pode dar banho em cachorro com sabão de coco?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cobasi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2022 18:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[Higiene]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Banho e tosa]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças de cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[Pele e pelagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Talvez você já tenha se perguntado, pelo menos uma vez, se pode dar banho em cachorro com sabão de coco? Mesmo que seja um produtos com propriedades neutras, será que</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/09/pode-dar-banho-em-cachorro-com-sabao-de-coco-capa.png" alt="Pode dar banho em cachorro com sabão de coco?" class="wp-image-32447"/></figure>



<p>Talvez você já tenha se perguntado, pelo menos uma vez, se <strong>pode dar banho em cachorro com sabão de</strong> <strong>coco? </strong>Mesmo que seja um produtos com propriedades neutras, será que podemos utilizá-lo para fazer a higienização? Fique com a gente durante a leitura desse artigo para descobrir.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pode dar banho em cachorro com sabão de coco com segurança?</h2>



<p>De maneira geral, o sabão de coco tem uma composição neutra e, teoricamente, não vai provocar nenhum tipo de alergia na pele do seu cachorro ou fazer com que haja uma queda de pelos. No entanto, existem outras opções que atendem melhor quando o assunto é higienização canina. Ainda mais porque estamos falando de um produto que não é de uso veterinário.</p>



<p>Por exemplo,  por ser muito adstringente, ou seja, capaz de retirar a gordura da pele e dos pelos, esse tipo de sabão não é indicado para ser utilizado com muita frequência. Isso vale principalmente no caso dos cães que têm pelos mais longos e que precisam de outros cuidados para ficarem macios e com brilho. </p>



<p>Além disso, é preciso levar em consideração animais com <a href="https://blog.cobasi.com.br/dermatite-atopica-canina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">atopia</a>, que tem uma predisposição genética para desenvolver sintomas alérgicos, principalmente com o uso inadequado de produtos que não são formulados especificamente para eles. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/09/pode-dar-banho-em-cachorro-com-sabao-de-coco-meio-1.png" alt="Pode dar banho em cachorro com sabão de coco com segurança?" class="wp-image-32446"/></figure>



<p>Por isso, apesar de parecer uma boa alternativa, o sabão de coco não é a melhor opção para dar banho em cachorro. Dê preferência a produtos específicos, como <a href="https://www.cobasi.com.br/c/cachorro/higiene-e-limpeza/shampoo?PS=20&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=pode-dar-banho-em-cachorro-com-sabao-de-coco" target="_blank" rel="noreferrer noopener">shampoos</a>, para garantir que além de limpos, os pelos do seu cachorro também estejam hidratados e saudáveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cuidados gerais com os pelos dos cachorros</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/09/pode-dar-banho-em-cachorro-com-sabao-de-coco-meio-2.png" alt="Cuidados gerais com os pelos dos cachorros" class="wp-image-32445"/></figure>



<p>Você pode optar por <strong>dar banho no seu cão em casa</strong>, ou enviá-lo, de tempos em tempos, para o pet shop. De uma maneira ou de outra, é fundamental manter regularmente cuidados, como:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Escovação</strong></h3>



<p>Além de ajudar a desfazer os nós, que podem ser incômodos e até dolorosos para o seu amigo, a <a href="https://www.cobasi.com.br/c/cachorro/higiene-e-limpeza/shampoo?PS=20&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=pode-dar-banho-em-cachorro-com-sabao-de-coco" target="_blank" rel="noreferrer noopener">e</a><a href="https://www.cobasi.com.br/c/cachorro/higiene-e-limpeza/escova-rasqueadeira?PS=20&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=pode-dar-banho-em-cachorro-com-sabao-de-coco" target="_blank" rel="noreferrer noopener">scovação </a>remove as sujeirinhas que ficam presas ao corpo do cachorro conforme ele se movimenta em casa e durante os passeios.</p>



<p>Outros benefícios incluem a distribuição dos óleos naturalmente produzidos pela pele do cão. A escovação também ajuda a manter os pelos brilhantes e macios, sem falar que aumenta a possibilidade de identificar rapidamente caso haja infestação por parasitas.</p>



<p>Um tutor próximo e atento ao seu pet tem mais oportunidades de perceber machucadinhos na pele do que aquele que só vê o cão de longe. Aproveite o momento da escovação para estreitar os laços de amizade e companheirismo com o seu cachorro, demonstrando o quanto ele é importante para você.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pode dar banho em cachorro com sabão de coco em caso de sarna?</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="472" src="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/09/Design-sem-nome-2022-11-30T150752.218.png" alt="cachorro tomando banho" class="wp-image-48750" srcset="https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/09/Design-sem-nome-2022-11-30T150752.218.png 709w, https://cobasiblog.blob.core.windows.net/production-ofc/2021/09/Design-sem-nome-2022-11-30T150752.218-300x200.png 300w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<p>Se o seu cachorro está apresentando coceira intensa, feridas na pele e queda de pelo fora do normal, e você suspeita que ele possa estar com <a href="https://blog.cobasi.com.br/sarna-em-cachorro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sarna</a>, o primeiro passo é levá-lo, o quanto antes, para uma consulta com o médico-veterinário.</p>



<p>Com o diagnóstico em mãos, siga as orientações do profissional quanto ao tratamento, para que o seu cão melhore e fique recuperado rapidamente. Então, para evitar que a doença progrida, o uso de medicamentos e soluções dermatológicas podem ser prescritas. Em outras palavras, siga apenas as orientações do especialista e não use sabão ou receitas caseiras, isso pode agravar a condição do seu pet.</p>



<p>Quer saber mais? O Blog da Cobasi está cheio de artigos interessantes sobre <a href="https://blog.cobasi.com.br/cuidados-com-cachorros-10-dicas-de-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cuidados com cachorros</a> e no pet shop online e lojas físicas você encontra tudo o que é essencial para a vida do seu <a href="https://www.cobasi.com.br/c/cachorro?utm_source=blog&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=pode-dar-banho-em-cachorro-com-sabao-de-coco" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pet</a>. </p>



<p>Aproveitando, se quiser saber mais sobre <strong>sarna em cães</strong> e como tratar. Aperte o play e confira o vídeo especial que a Cobasi produziu sobre o tema.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Sarna em cães" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/7y_LeuJ4SJE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>
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